sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Brian Winter, parcialidade, liberdade e boa fé


FOLHA DE SÃO PAULO — 16/Nov/2018


O jornalista Brian Winter publicou na Folha de São Paulo extenso artigo sobre o presidente Bolsonaro, apontando até os riscos que ele representa para a democracia.


RESPOSTA DESTE (E)LEITOR


Gostaria de perguntar ao jornalista Brian Winter, que escreveu extenso artigo sobre o Bolsonaro, inclusive sobre os riscos que ele representa para a democracia — o que o editor da Folha de São Paulo deveria ter perguntado — por que ele jamais escreveu algo similar sobre o Lula e a Dilma, cujas afirmações passadas e presentes são mais contundentes do que as do Bolsonaro? 

Simples! Se ensinar para um macaco o que é liberdade, boa fé, decência e honorabilidade, ele aprende e não exerce sua profissão com a parcialidade expressa no artigo.

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Despesas de Dilma e de Bolsonaro


FOLHA DE SÃO PAULO — 16/Nov/2018


Os jornalistas Ranier Bragon e Letícia Casado publicaram com destaque na Folha de São Paulo de 16/Nov/2018 matéria com o título “Valor questionado no TSE soma 38% da receita declarada por Bolsonaro”. Há ênfase em duvidosa irregularidade da campanha do candidato vencedor das eleições, sem contextualizar os fatos; e especialmente sem caracterizar a relevante mudança nos hábitos políticos: os gastos em campanha político caíram para valores correspondentes a um centésimo do que se gastava no passado.


RESPOSTA DESTE (E)LEITOR


Por que esses próceres não divulgaram explicitamente que, em 2014, a Dilma declarou ao TSE despesas de R$ 350 milhões e, em 2018, o Bolsonaro declarou despesas de apenas R$ 4,2 milhões? Por que eles não divulgaram que as despesas do Bolsonaro equivalem a 1,2% das despesas da Dilma? Há dúvida até mesmo se as despesas do candidato eleito chegaram ao montante presumido.

De um jornal com a relevância e a proeminência da Folha de São Paulo, há a expectativa de que seus diligentes profissionais ajam com ética e façam uso da liberdade para praticar a verdade. Afinal, a meia verdade é a máscara daqueles que têm opção preferencial pela meia mentira; e se adequa melhor aos que ignoram a coragem. 

"A democracia é alicerçada na liberdade, na verdade, na coragem e na ética. E como corolário, é instrumento da busca da paz e da harmonia humanas!". Tão simples e de prática tão difícil.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Um militar no Ministério da Defesa


O editorial do Estadão de 14/11/2018, intitulado “O Ministério da Defesa”, traz uma série de asserções inequivocamente questionáveis, especialmente quando declara que “Jair Bolsonaro, portanto, fez uma opção equivocada, deixando de devolver às mãos de um civil o comando do Ministério da Defesa ...”e conclui que [ele] “perdeu uma importante oportunidade de asseverar o vigor que o Estado Democrático de Direito terá no curso de seu mandato.”

A considerar essa míope opinião de que um militar não deve ocupar o Ministério da Defesa do Brasil, teríamos que nos posicionar contra o General Eisenhower na condição de presidente dos Estados Unidos, o Almirante Churchill (inicialmente, cadete de cavalaria da Real Academia Militar de Sandhurst) como Primeiro Ministro britânico e o General Charles De Gaulle como Presidente da França. 

E ainda nos Estados Unidos deveríamos nos opor à designação do General Alexander Haig,  General Colin Powel,  Capitão George Shultz,  Tenente Cyrus Vance e  Tenente John Kerry, para o cargo de Secretário de Estado (Relações Exteriores); do 
General George Marshall, General James Mattis, Tenente Coronel Robert McNamara e Sargento Chuck Hagel  para o cargo de Secretário de Defesa; e ainda do cientista Ashton Carter e  engenheiro e matemático James Perry também para o cargo de Secretário de Defesa. 

Miopia incurável!

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[Divulgado no campo 'Comentários', contíguo ao artigo, no blog BR18/Estadão de 14/11/2018]

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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Crescimento do Bolsonaro


ESTADÃO — 2/NOV/2018


O jornalista José Nêumanne entrevista Fernando Schüler, cientistas político e professor do Insper. Trata-se de um oásis no deserto em que se transformaram as análises políticas no Brasil. Com muita frequência, as visões divulgadas deixaram de considerar aspectos essenciais da realidade de um mundo em transformação acelerada; e falharam.


RESPOSTAS DESTE (E)LEITOR


[Divulgadas no campo ‘Comentários’ do artigo no Estadão, em 2/11/2018]

Uma análise densa, equilibrada e sensata, como poucas já feitas por políticos, intelectuais e jornalistas. Faltou dizer que Bolsonaro cresceu enorme e regularmente nos últimos quatro anos contrariando todos os oponentes. Faltou dizer que ele pouco reclamou da facada — e assim forjou sua estatura de grande líder e de estadista. Faltou dizer que ele continuará crescendo e, dessa forma, tornar-se-á o grande líder deste século, especialmente pela mais devastadora derrota imposta às esquerdas no mundo. Não tenham pressa. Quatro anos passam rápido. Viver é preciso, viver para ver!

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Moro e Bolsonaro


FOLHA DE SÃO PAULO — 2/NOV/2018


O jornalista Bruno Boghossian publicou na Folha de São Paulo o artigo “Contrato político torna Moro sócio do projeto de poder de Bolsonaro”. Dessa forma, o articulista torna-se sócio do falido projeto do poder do PT


RESPOSTA DESTE (E)LEITOR


[Divulgada no campo ‘Comentários’, contíguo ao artigo da Folha de São Paulo em 2/11/2018]

A invisibilidade do essencial não apenas cega, mas degrada a capacidade de pensar. Os especialistas continuam falhando na análise do fenômeno Bolsonaro: quando resolvem ir, ele já está voltando; e surpreendendo quem ignora o que se esconde na penumbra! Invisível é a argúcia dos cidadãos que não aceitam o que os políticos ["antigos"] lhes oferecem. Invisível é a transformação tecnológica que detonou as mídias tradicionais. Invisível é a possibilidade de até uma criança perceber as mentiras propaladas!



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Liberdade de imprensa [2]


FOLHA DE SÃO PAULO — 2/NOV/2018


O leitor L.A.B. postou no rodapé do artigo ‘Bolsonaro barra Folha em primeira entrevista coletiva como presidente eleito’ o seguinte comentário: “Parece-me que isso é só a ponta do iceberg que afundará o País ...”.


RESPOSTA DESTE (E)LEITOR


[Divulgada no campo ‘Comentários’, contíguo ao artigo da Folha de São Paulo em 2/11/2018]

Paulo Guedes, Marcos Pontes, Augusto Heleno e Sérgio Moro são a ponta do iceberg que vai colocar o restante dos corruPTos nas grades de Curitiba. Portanto, todos os que têm corruPTos favoritos devem estar preocupados. Relaxem e aceitem; dói menos. Imaginem água, turismo, caprinos, agricultura de Israel, melhor educação e saúde, e eliminação da corrupção no Nordeste. Não parece não, com certeza, é só a ponta do iceberg que vai afundar o PT.

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Liberdade de imprensa [1]


FOLHA DE SÃO PAULO — 1º/NOV/2018


Em face de limitações de espaço, nem todos os jornalistas foram admitidos no ambiente em que se processou a primeira entrevista coletiva do presidente eleito Jair Bolsonaro. Como um dos profissionais barrados pertence à Folha de São Paulo, esse jornal publicou artigo com o título “Bolsonaro barra Folha em primeira entrevista coletiva como presidente eleito”.


RESPOSTA DESTE (E)LEITOR


A propósito, a Folha de São Paulo vai ou não vai apresentar os comprovantes da acusação feita a Bolsonaro de Caixa Dois para pagar a divulgação de campanha política? Acusou, não revelou a fonte (o que está correto), mas não apresentou as provas em que se baseou (o que pode configurar acusação falsa). Liberdade de imprensa não pode ser confundida com a citação de 'Fake News'. Liberdade de imprensa deve estar fundamentada na verdade.

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Adendo de 27/12/2018

Em realidade, a Folha de São Paulo divulgou notícia que não se comprovou verdadeira. 
A jornalista autora do artigo é declaradamente eleitora do Partido dos Trabalhadores (PT) e é filha de um dirigente petista.
Tão logo a notícia foi publicada, a presidente do PT fez um estardalhaço ao comentar em reunião pública de seu partido e em seguida deu entrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com processo de impugnação da candidatura Bolsonaro.
Depois, ficou evidenciado que as práticas criminosas de que a campanha de Bolsonaro fora acusada foram praticadas pela presidente do PT e seus apaniguados.

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