A mais nova pesquisa eleitoral do instituto Atlas/Bloomberg aponta o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula no segundo turno das eleições presidenciais de outubro próximo, com um placar de 47,8 a 47,5, o que caracteriza empate técnico.
Para quem foi lançado há menos de cinco meses, com enorme surpresa e notória descrença de parte da mídia e do universo político, trata-se de um desempenho excepcional e indicador de que há razoável probabilidade de derrota do presidente que uma boa parcela da intelectualidade e da opinião pública menciona — de forma perigosa, por ser errada (sic) e proibida —, como ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário.
Os resultados da pesquisa indicam que os cidadãos lúcidos, perspicazes e decentes estão acordando e se posicionando contra a corrupção que prevaleceu nos últimos anos em nosso grandioso País.
É provável, pois, que, a partir das eleições de outubro próximo, a súcia que ocasionou os maiores escândalos na gestão política no mundo vai ser varrida da administração pública brasileira.
É certo asseverar que a juventude é majoritariamente responsável por essa varredura que trará enormes benefícios para as próximas gerações.
A prevalência da liberdade, da verdade e da ética é promissora e motivadora da concretização do objetivo de busca de paz e harmonia, no âmbito da democracia.
O resultado das eleições alicerçadas nessas promissoras pesquisas está condicionado aos procedimentos da votação com as urnas eletrônicas.
A prescrição constitucional de transparência e correção foi maculada em face do cancelamento do voto impresso.
Nesse sentido, os canalhas estão em vantagem.
É preciso cuidado, fiscalização rigorosa, inclusive de cada cidadão votante que aspira decência e harmonia.
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