segunda-feira, 5 de julho de 2021

Programa 4 por 4


Recebi do amigo Barbabella o primeiro vídeo de estreia do Programa 4 por 4, com a participação de quatro analistas de escol: Luís Ernesto Lacombe, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino e Ana Paula Henkel. O tema desse evento pioneiro é prioritariamente a política americana.

O Programa 4 por 4 tem jargão supostamente associado com atributo de cada um dos integrantes: Responsabilidade, Independência, Coragem e Liberdade.

Mesmo sem ter a autorização devida — e dado o interesse que a análise da realidade americana tem para o Brasil — resolvi divulgar o vídeo neste blog e no Facebook.

Formulo a seguir o questionamento a ser enviado para a mídia americana, com base nas 4 indagações da EIPCa, citadas no vídeo pela analista Ana Paula Henkel.


Ó homem! Ó mulher! Ou quem você pensa que é, de acordo com sua escolha e vocação!

Como admirador do povo e dos valores americanos — e sob a égide da liberdade, verdade, coragem e ética —, gostaria de perguntar se é verdade que a organização não governamental, sem fins lucrativos e totalmente apartidária de monitoramento eleitoral chamada Election Integrity Project® California (EIPCa) enviou uma carta para a Secretária de Estado da Califórnia, Shirley Weber, questionando o seguinte:

(i) Por que há 124.000 votos contados na eleição presidencial de 3 de novembro de 2020, que excedem o número de eleitores oficialmente registrados no estado da Califórnia?

(ii) Por que mais de 7.000 eleitores da Califórnia têm 2 votos (ou seja, votaram duas vezes) nas eleições de 2020?

(iii) Por que a Califórnia tem 1.800.000 eleitores ultrapassando o número de cidadãos elegíveis na eleição de 2020 e por que esse excesso aumentou em mais de 72% apenas na eleição de 3 de novembro de 2020?

(iv) Por que o sistema de registro eleitoral online do DMV na Califórnia mudou o local de nascimento de 33.000 eleitores estrangeiros para a Califórnia ou os EUA, mascarando os não-cidadãos registrados ilegalmente para votar?

 

Enfim, o vídeo de estreia de Ernesto Lacombe e seus parceiros no Programa 4 por 4 é agradável e traz informações e análises não encontradas na mídia em geral. Por isso, considero-o imperdível!

 

 

Excerpt to be sent to American media

 

Dear Sir,

O man! O woman! Or whoever you think you are, according to your choice and vocation! 

As an admirer of American people and values, as well; and under the aegis of freedom, truth, courage and ethics, I would like to ask if it is true that the non-governmental, non-profit and totally non-partisan election monitoring organization called Election Integrity Project® California (EIPCa ) has sent a letter to the Secretary of State from California, Shirley Weber, questioning the following:

(i) Why are there 124,000 votes counted in the election of November 3, 2020, which exceeds the number of officially registered voters in the state of California?

(ii) Why do more than 7,000 California voters have 2 votes (i. e., voted twice) in that 2020 election?

(iii) Why does California have 1,800,000 voters outnumbering eligible citizens in that 2020 election and why did that excess increase by more than 72% just in the election of Nov. 3, 2020?

(iv) Why DMV's online voter registration system in California moved the birthplace of 33,000 foreign voters to California or the US, masking non-citizens illegally registered to vote.

Best regards,

ARS

 

 

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Para assistir, queira clicar sobre o título a seguir:

                  Estreia do Programa 4 por 4

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quarta-feira, 30 de junho de 2021

Falsidade e covardia

Uma colunista que se atribui a condição de antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio publicou uma crônica na qual tenta apresentar os atributos de um psicopata genocida, com o objetivo dissimulado de caracterizar o presidente da República. 

Essa senhora se enquadra com perfeição no universo dos seres humanos que passou pelo processo de imunização cognitiva e expressão a opinião de que houve genocídio no Brasil com a morte por Covid-19 de centenas de milhares de pessoas. 

Ela ignora que nos Estados Unidos, na soma (Alemanha + Reino Unido + França) e na soma (México + Argentina + Colômbia) a quantidade de falecimentos pelo terrível vírus está na mesma ordem de grandeza do que no Brasil e nenhum cidadão dos países citados tratam o respectivo chefe de governo de genocida.

 

A covardia é o atributo daquelas e daqueles que criam um cenário para acusar e condenar alguém, porém, esforçando-se para fazê-lo sem identificar explicitamente o alvo para não se expor a uma possível retaliação, como, por exemplo, um processo judicial. 

A covardia é um atributo daquelas ou daqueles que atribuem a outrem o que é seu próprio perfil?

A covardia está associada com a psicopatia genocida?

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 30/Jun/2021]

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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Curiosidade metapolítica

Junto ao artigo “Lula tem 49% das intenções de voto e Bolsonaro 23%, aponta pesquisa IPEC” (Estadão de 25/06/2021), há 437 comentários de leitores. Analisando-os, constata-se:

(i) cerca de 186 comentários (42%) refletem tendência pró-Bolsonaro e, portanto, opõem-se ao resultado da pesquisa; 

(ii) da ordem de 118 comentários (27%) apontam tendência favorável ao ex-presidente Lula, sendo, por óbvio, favoráveis ao resultado da pesquisa; e

(iii) os possíveis 132 comentários restantes (30%) mostram tendência contrária aos dois candidatos cogitados e, por essa razão, são discordantes da polarização implícita na pesquisa. 

Essa análise pode ser estendida para aqueles que concordaram com cada comentário (mediante a observação do logotipo “Respeitar”, a concordância do tipo “Like”). Nesse caso, chegaríamos a um universo muito mais amplo e significativo, e cuja inferência confirma a constatação da análise apenas dos textos.

É imperioso saber se os formadores de opinião estão levando em conta esses dados bem como as recepções que o presidente tem recebido em todos os estados da Federação, inclusive no Nordeste — que fará a diferença na próxima eleição, sob a égide de água, rodovia, ferrovia e apoio aos menos favorecidos na pandemia. 

Ademais, quanto mais inverdades forem divulgadas pela mídia e demais formadores de opinião, mais aumentam as chances de os cidadãos reelegerem o presidente Bolsonaro. 

Mas voltando ao tema da pesquisa, com quem está a confiabilidade: com os leitores do Estadão ou com os cidadãos provavelmente pesquisados pelo IPEC? O instituto herdeiro do IBOPE é confiável ou se enquadra no universo dos que, “se devidamente pagos, podem até divulgar a verdade”?

Pelo menos uma conclusão fica muito clara: os institutos de pesquisa andam tão desmoralizados quanto a mídia Fake News, os políticos corruptos e os juízes canalhas.

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Em face do debate suscitado entre leitores, acrescentei comentários adicionais, especialmente dirigidos a um replicante provavelmente com conhecimento de metodologia de pesquisa, mas que, por essa razão, avalia com a visão apenas do interior de sua bolsa.

 

Os institutos de pesquisa alcançam os vários estratos da população e erram habitual e grosseiramente. Por desqualificação ou má-fé?

 

Institutos de pesquisa estão entre as organizações mais desmoralizadas da atualidade, no Brasil e no mundo. Em relação à chamada “ciência médica”, não se tem conhecimento de sua utilização tão nefasta e hedionda quanto agora, especialmente, por políticos, sobretudo os corruptos. Por exemplo: tratamento precoce é essencial para gripe comum, pneumonia, câncer, doença cardíaca etc. Tem canalhas, estúpidos, ‘presidiodeptos’, ‘corruptocratas’ e outros asininos afirmando que não funciona para o COVID-19; quer dizer, tem que esperar o momento da entubação ou algo parecido.

 

Desta feita, o leitor resiliente colocou uma questão ligada à adesão das classes mais baixas do Nordeste ao presidiário que agora se encontra em liberdade.

 

O ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário não pode sair à rua nem no Nordeste. Tem gente que não enxerga, não ouve e não pensa. Água, estrada e ferrovia interessam aos nordestinos honestos e trabalhadores de todas as classes sociais. O Nordeste vai fazer a diferença. Seus habitantes não são manipulados pela Globo, Estadão, Folha de São Paulo e todos os demais que perderam a boca. Convém continuar com inverdades, agressões e ofensas. Só a fraude ou a facada podem mudar o cenário. O choro é livre, inclusive pelo som asinino.

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[Divulgado no Estadão online de 28/Jun/2021]

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domingo, 27 de junho de 2021

Prevalência da boa fé, da verdade e da justiça

Por imperioso, é preciso recordar as cinco frases tragicamente expelidas pelo ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário. Ei-las:

(i) “Veja, eu não tenho preconceito não. O cara que chamam de homossexual no nosso meio, a gente chama de v... mesmo!” 

(ii) “A polícia só bate em quem tem que bater!” 

(iii) “Uma mulher não pode ser submissa ao homem por causa de um prato de comida. Tem que ser submissa porque gosta dele!”

(iv) “Feminismo é coisa de quem não tem o que fazer!” 

(v) “O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer!”

Então, impõe-se que as mulheres, os homossexuais, os cidadãos que se opõem ao nazi-comunismo e todos os demais cidadãos decentes impeçam que esse canalha, corrupto e condenado volte a ser eleito e contribuam para que ele retorne para a prisão, de onde jamais deveria ter saído.

A boa fé, a prática da verdade e a busca da justiça devem indicar o norte para todo ser humano — com moderação e sem extremismo, contudo, com pertinácia e resiliência.

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[Nota. A rigor, pela carga negativa, não deveria divulgar esse texto. Entretanto, estou divulgando para que não haja esquecimento, especialmente porque um dos maiores corruptos da história pode ser candidato à presidência da República em 2022. Nesse sentido, todo esforço deve empreendido para que ele seja derrotado em seu intento.]

 

terça-feira, 22 de junho de 2021

Censura exercida pela mídia

A imprensa noticiou que o governador do Maranhão Flávio Dino desfiliou-se do PC do B e ingressou no PSB e o deputado federal Marcelo Freixo deixou o PSol e também aderiu ao PSB. Vários outros personagens menores desse universo de defensores de ideologia macabra estão migrando para outras siglas. É uma forma esperta de dissimular seus ideários e destarte enganar os eleitores desavisados ou comprometidos com a súcia.


Os caboclos querem se livrar do estigma de pertencer a organizações partidárias nascidas sob a égide de sistemas que assassinaram mais de 100 milhões de seres humanos no mundo. Livram-se do estigma? Eles acham que sim.

Contudo, jamais se livrarão da opção e vocação de suas escolhas iniciais; e jamais se libertarão da condição nefasta e hedionda que ampara todos os que admiram, defendem e apoiam o nazi-comunismo. 

Suástica, foice e martelo não se apagam – são compatíveis com corações e mentes distópicas.

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[Comentário inicialmente divulgado no Estadão online de 22/Jun/2021. Entretanto, passado algum tempo, um funcionário da empresa excluiu o texto. Há um censor que elimina os comentários que batem de frente com a linha de atuação do jornal].

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sábado, 19 de junho de 2021

A “politização” dos intelectuais e a “falsocracia”

Nos editoriais e em matérias assinadas, sob o rótulo 'opinião', o Estadão não permite que os leitores agreguem comentários contíguos ao texto no portal do jornal. 

O artigo “O bicho-papão do comunismo”, do Sr. Sérgio Fausto, presidente do Instituto FHC, se enquadra nessa impossibilidade. Contudo, formulei meu texto crítico associado a duas matérias (a outra com o título “Paulo Câmara [governador de Pernambuco]: ‘Não podemos admitir politização das nossas polícias’ ”) e assim incluí meu juízo de valor sobre o ‘bicho-papão’.

Relembro que o Sr. Sérgio Fausto é filho de Bóris Fausto, o autor de um livro que eu e Alessandra encontramos, traduzido para o francês, quando bisbilhotávamos uma livraria em Paris, por ocasião da visita à Sorbonne. Menciono esse evento porque o livro do Fausto, pai, foi levado ao mercado internacional, mais por seu acesso a fontes financeiras do governo do que pelo mérito da obra.

Enfim, segue minha reação ao que considero uma distorção política e ideológica.

 

A politização das polícias é corrigível. E a “politização” dos intelectuais? Claro, Aristóteles está se revolvendo na cova com esta indagação. 

No artigo “O bicho-papão do comunismo”, o Sr. Sérgio Fausto decreta a inexistência de risco causado pelo sistema que assassinou mais de 100 milhões de seres humanos. 

Nem uma palavra do sábio articulista sobre as ameaças do Foro de São Paulo e sobre as interações do ex-honesto, ex-corrupto e ex-presidiário com as gangues que prevalecem em Cuba e na Venezuela, e ameaça a Argentina; e sobre as interações do cabra com os demais intelectuais distópicos.

 

Quando há a politização das polícias, a população reage com descrédito. Com a “politização” dos intelectuais, há o falseamento da verdade, uma parcela dos cidadãos se prostitui e adere à “falsocracia”.

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[Divulgado no Estadão online de 19/Jun/2021]

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sexta-feira, 18 de junho de 2021

Copa América - III


Contrariando formadores de opinião, sobretudo aqueles associados com a malfadada vertente político-ideológica esquerdista, a Copa América está sendo realizada no Brasil.

Nos dois primeiros jogos, a seleção brasileira foi bem, sobretudo graças ao talento do jogador Neymar. Após o segundo jogo, em que o Brasil goleou o Peru por 4 x 0, Neymar concedeu entrevista e, mostrando sua sensibilidade, chorou e fez candente desabafo, não tendo esclarecido a causa de seus soluços.

De qualquer sorte, os questionamentos são requeridos e oportunos.

 

A Copa América está se mostrando fundamental por duas razões: para dar entrosamento à seleção brasileira e para nos livrar da Globo Trash. 

Com a melhoria alcançada no conjunto, a conquista da Copa do Qatar torna-se possível, trazendo enorme alegria para o povo brasileiro. 

Com a neutralização da Globo, a população se volta para a conquista de atitudes e procedimentos associados com a decência, a verdade e a ética.

 

Alguém precisa ter a coragem e a elegância de dizer para o Neymar que o chororô é humano e compreensível, contudo, depois de cada treinamento, ele precisa treinar batida de falta 50, 100, 200 vezes, até acertar, em 90% dos chutes, uma camiseta pendurada no canto direito ou esquerdo da trave. 

Assim, ele pode incluir-se no universo de Didi, Gerson, Beckenbauer, Maradona, Zidane e Pelé; e excluir-se do universo de Zizinho, Puskas, Cruiyf, Zico e Messi, os maiores cujos talentos não foram suficientes para suas seleções ganharem a Copa do Mundo.

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[Divulgado no Estadão online de 18/Jun/2021]

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 18/Jun/2021]

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