quarta-feira, 17 de maio de 2023

Cassação do mandato do Deputado Federal Dallagnol


VER TAMBÉM
[Assuntos correlatos]
[Clique sobre o título desejado]
--------------------------------------------------------------


Com base na Lei da Ficha Limpa, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato do Deputado Federal Dalton Dallagnol (Podemos-PR). Os processos resultaram de solicitação da federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), pela qual se elegeu Luiz Inácio Lula da Silva, e do Partido da Mobilização Nacional (PMN). 

A lei que fundamentou a decisão proíbe magistrados e membros do Ministério Público de lançarem candidatura se tiverem pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de Processos Administrativos Disciplinares (PADs) – a restrição vale por oito anos. Na legislação, no entanto, não há referência a outras classes de procedimentos administrativos. 

Por ocasião do desencadeamento dos processos, havia reclamações administrativas e sindicâncias contra o ex-Procurador, porém ele não respondia a PAD. Vale dizer, o ex-Procurador da Operação Lava Jato foi cassado com base em processos que não constam do estatuto que rege o assunto — o que caracteriza uma excrescência jurídica.

 

Tem gente rindo e gente chorando. 

Hitler, Stalin, Pol Pot, Fidel Castro, Hugo Chaves e os lacaios, corruPTos e ex-condenados, que os admiram, defendem e imitam estão rindo. 

Aristóteles, Tomás de Aquino, Locke, Rui Barbosa e todos aqueles que prezam a liberdade e a verdade estão chorando.

O pior é que tem gente que não consegue sequer fazer a diferença entre esses universos. 

É disfunção ética e estética ou simplesmente doença mental ideológica?

 

Quase uma dúzia de leitores deram ‘aprovação’ (‘like’) a meu comentário. Uma leitora com linguajar adequado (o que nem sempre ocorre) mostrou sua discordância afirmando que ignorei a burla da lei [nas intervenções do Dallagnol nos processos da Lava Jato] e que usei o “nome de grandes pensadores para apoiar visão distorcida dos fatos ...”. Tripliquei apontando o engano da interlocutora.

 

O cidadão comete crime (exemplos: assassinato e estupro de criança, roubo e corrupção — causando prejuízos para saúde e educação de milhões de pessoas) e é condenado com erro no processo ou no local do julgamento ou na lei aplicada, então ele deve ser absolvido e libertado?

 

Para os doentes ideológicos condenar essa estupidez é visão distorcida dos fatos. 


Corrija-se o erro do julgamento, mantendo-se os criminosos enjaulados. 

Simples como a brisa que alivia e o sorriso de uma criança que fascina. 

É preciso separar as sílabas e soletrar?

___________________

###################

                                  [Divulgado no Estadão online de 17/05/2023]

___________________

###################

 

terça-feira, 16 de maio de 2023

Suspensão de decisão judicial inepta

VER TAMBÉM
[Assuntos correlatos]
[Clique sobre o título desejado]
--------------------------------------------------------------


Em despacho exemplar o Desembargador Thompson Flores, do TRF4 suspendeu a anulação da condenação de Sérgio Cabral. O magistrado justificou sua decisão alegando que “vê ‘ação ou omissão’ de Eduardo Appio, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, ao invalidar sentença do ex-juiz Sérgio Moro que impôs pena de 14 anos de prisão ao ex-governador do Rio de Janeiro.”

 

Impedir que facínoras trafeguem livremente e trafiquem impunimente é ato pleno de virtude e nobreza. 

É bem verdade que isso incomoda aqueles que admiram, defendem e apoiam os corruptos e mediantes similares. 

É bem verdade que os cidadãos que têm bandidos favoritos expressam indignação e ansiedade. 

Porém, não pode ser esquecido que a morte injusta de Sócrates se prestou a referência de evolução cultural e humanitária durante cerca de dois milênios. 

Para os doentes inconformados há pois uma perspectiva de cura. 

Otimismo e fé prevalecem e vencem a estupidez e a distopia.

____________________

####################


[Divulgado no Estadão online de 16/05/2023]

____________________

####################

 

 

quarta-feira, 10 de maio de 2023

Governo, virtude, ética e estética


No artigo “Lula subestima o tamanho e a natureza das resistências que enfrenta” (Estadão de 10/05/2023), o jornalista William Waack avalia o governo Lula, comparando-o com os governos passados do ex-condenado, e assevera que “o Presidente superestima próprias virtudes, sabedoria política e poderes; resultado até aqui é enorme dificuldade para governar”.

Faltou ao articulista caracterizar de forma clara e inequívoca que alguém que passou para a história como ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário não tem a estatura requerida para dirigir um país com as dimensões do Brasil. Ademais, virtude é causa e consequência da submissão aos valores essenciais que podem ser sintetizados em ética e estética. Ademais ...

Subestima virtudes? Quais? 

Aquelas que estão expostas em milhares de páginas dos processos arquivados nos tribunais federais? 

Aquelas que as supremas autoridades judiciárias entendem que as respectivas centenas de processos são lixo produzido pelas instâncias jurídicas? 

Aquelas que levaram a dezenas de condenações ignoradas por autoridades irresponsáveis? 

Aquelas não encontradas em nenhum livro de história, relativas a líderes da evolução humana? 

Aquelas que personagens distópicos admitem que existem mas todos sabem que são inexistentes? 

Existe piada melhor?

___________________

###################

[Divulgado no Estadão online de 10/05/2023]

___________________

###################

 

 

terça-feira, 9 de maio de 2023

A ópera O Guarani e os indígenas


Virou modismo interpretar, criticar e reescrever obras do passado. Desta feita, o senhor Ailton Krenak, que se denomina filósofo, líder indígena e escritor, resolveu produzir e, sob a direção de Cibele Forjaz, apresentar no Teatro Municipal de São Paulo a ópera O Guarani, de Carlos Gomes. Essa obra é baseada no romance de José de Alencar e se constituiu na primeira ópera essencialmente nacional, tendo como personagem-símbolo o indígena Peri.

Em completo desrespeito às memórias dos notáveis autor e escritor, o produtor Krenak solapa o personagem da obra, afirmando que “Peri é uma caricatura de índio ridícula, a que estamos sujeitos há 150 anos.” E aduz que “os povos originários se sentem ofendidos pela narrativa da ópera. E ela traz um dano cultural enorme por ter sido perpetuada acriticamente por tanto tempo”.

Por seu turno, a diretora Forjaz assevera que, em O Guarani, o “sentido de integração nacional, de catequese, e o idílio amoroso entre Peri e Ceci servem como símbolo da formação de uma identidade na qual o invadido precisa ser vestir da cultura do invasor”. E atribuindo-se a posse da sabedoria, acrescenta que “essa integração é uma forma de genocídio e extermínio. Toda a luta do povo indígena nos últimos cem anos é o oposto disso, é o direito à diferença, a culturas vivas, que dialogam com o contemporâneo a partir de suas crenças, culturas e línguas”.

 

Como bisneto de indígena, tenho o orgulho de dizer que leio Platão, Aristóteles e Rui Barbosa; ouço Bach, Beethoven e Villa-Lobos; Admiro Botticelli, Da Vinci e Di Cavalcanti; e defendo a Educação universal para todos, inclusive para meus parentes indígenas. 

A par desse alicerce e dessa visão, entendo que todo ente humano — aí incluídos os indígenas — tem o direito de assimilar, interpretar e espalhar a liberdade, a verdade, a coragem e a ética, com ênfase para a liberdade de se opor a esses brancos que adoentados por ideologias socialistas (nacional-socialismo e socialismo real), querem impor sua estupidez a qualquer custo.

_________________

#################

                                 


[Divulgado no Estadão online de 09/05/2023]
_________________

#################

 

domingo, 23 de abril de 2023

O que esperar do ministro interino do GSI?

A publicação Congresso em Focol/UOL divulgou, em 22/04/2023, a entrevista do ministro interino do GSI, Ricardo Cappelli, ao jornalista Sylvio Costa, com o título “Exclusivo: para Cappelli, investigações podem ligar Heleno a 8 de janeiro”.

Em análise da invasão e depredação do Palácio do Planalto em 08/01/2023, o Sr. Cappelli teceu severas críticas aos Generais Heleno, Braga Neto e Ramos, inclusive atribuindo ao primeiro, responsabilidade pelos citados eventos na sede do Governo Federal, naquela data.

Entre outras ofensas e aleivosias, essa figura tomada pela doença e pela covardia da ideologia socialista (que inclui o socialismo real e o nacional-socialismo), declarou:

“As investigações vão provar, vão mostrar. Mas me chama atenção o fato de o valente, o valentão [Gen Heleno], que vivia aí incitando ataques às instituições da República, estar desaparecido há quatro meses. Cadê ele?”

..........................

“Cadê eles? Cadê o Braga Neto, o fortão, o valentão? Alguém consegue falar com ele? Você consegue falar com ele?”

Na questão em tela, cabem as indagações e reflexões anteriormente divulgadas no Estadão online e no Facebook do Estadão, da CNN e do Correio Braziliense. Nesse sentido, o que se pode esperar, no presente e no futuro, das autoridades atualmente responsáveis pela gestão pública em nosso País?

 

O que esperar de gente macabra, acusada, julgada, condenada e presa, depois libertada e elevada à condição de mandatário de seu respectivo país? Estão nessa amostra de universo Stalin, Hitler, Pol Pot, Fidel Castro e Hugo Chaves (a rigor Pol Pot não foi preso, pois refugiou-se na mata) — todos envolvidos em questões políticas, sequestros e sedição, porém nenhum acusado de corrupção e rapinagem. A História registra as ações hediondas, que se deveria ter esperado deles.

 

O que esperar de gente mergulhada nas águas, terras e nuvens de Mensalão, Petrolão, Triplex e Sítio? Presidente, parlamentares, empresários e funcionários de estatais foram devidamente acusados, julgados, condenados e presos. Impactada por centenas de processos judiciais (com um ou outro erro, mas inequivocamente iluminadores de realidade sórdida), a História registra as distopias que se deveria ter esperado deles.

 

O que esperar de gente comprometida com a corrupção, com meliantes que atuam nos principais centros do País, bem como com meliantes que se propuseram a quebrar palácios do Executivo, do Judiciário e do Legislativo? A cúpula ignorou dezenas de indícios de que isso ocorreria e, por ação ou omissão, estimulou que ocorresse, na busca de eventos e respectivas narrativas para reduzir o lamaçal em que sempre estiveram imersos. A História está registrando o que se deveria ter esperado deles.

 

O que esperar de cidadãos favoráveis e defensores dessa gente? Em análise lógica, racional e ética: nada.

 

O que esperar de cidadãos contrários a essa gente? Tudo.

Há de se esperar que tentem sempre e jamais desistam. 

Há de se esperar vontade, energia e resiliência para, tão logo seja possível, alterar esse estado de coisas despótico e distópico da atual conjuntura. 

Há de se esperar disposição, força e fé para lutar pela construção de um mundo melhor e inexcedivelmente adequado para todos os cidadãos. 

Há de se esperar que a democracia seja um objetivo inarredável do ser humano, à luz da liberdade, verdade, coragem e ética.

Que na próxima eleição presidencial, tudo o que for esperado do universo de cidadãos com sanidade fisiológica e moral, prevaleça para gáudio das gerações que nos substituirão.

 

Divulgação (em 23/Abr/2023):

 Congresso em Foco/UOL

Divulgação anterior (em 20/Abr/2023):

 Estadão online;

 Facebook do Estadão, da CNN e do Correio Braziliense.

    [Conforme https://arsacloz.blogspot.com/2023/04/o-que-esperar.html ]

 

_______________

###############

_______________

###############

 

 

quinta-feira, 20 de abril de 2023

O que esperar?


VER TAMBÉM
[Assuntos correlatos]
[Clique sobre o título desejado]
--------------------------------------------------------------


Em face da divulgação de vídeos relativos à recepção oferecida por integrantes do Gabinete de Segurança Institucional aos manifestantes que invadiram o Palácio do Planalto, no dia 08/01/2023, das ações paralelas que esses invasores desencadearam, depredando dependências daquele Palácio, e da subsequente crise gerada pelo conhecimento público da inépcia, omissão e inquestionável falha na segurança de quem deveria atuar preventiva e corretivamente, muito há a questionar, a começar de fatos históricos similares que estão na origem dessas ocorrências  

  

O que esperar de gente macabra, acusada, julgada, condenada e presa, depois libertada e elevada à condição de mandatário de seu respectivo país? Estão nessa amostra de universo Stalin, Hitler, Pol Pot, Fidel Castro e Hugo Chaves (a rigor Pol Pot não foi preso, pois refugiou-se na mata) — todos envolvidos em questões políticas, sequestros e sedição, porém nenhum acusado de corrupção e rapinagem. A História registra as ações hediondas, que se deveria ter esperado deles.

 

O que esperar de gente mergulhada nas águas, terras e nuvens de Mensalão, Petrolão, Triplex e Sítio? Presidente, parlamentares, empresários e funcionários de estatais foram devidamente acusados, julgados, condenados e presos. Impactada por centenas de processos judiciais (com um erro ou outro, mas inequivocamente iluminadores de realidade sórdida), a História registra as distopias que se deveria ter esperado deles.

 

O que esperar de gente comprometida com a corrupção, com meliantes que atuam nos principais centros do País, bem como com meliantes que se propuseram a quebrar palácios do Executivo, do Judiciário e do Legislativo? A cúpula ignorou dezenas de indícios de que isso ocorreria e, por ação ou omissão, estimulou que ocorresse, na busca de eventos e respectivas narrativas para reduzir o lamaçal em que sempre estiveram imersos. A História está registrando o que se deveria ter esperado deles.

 

O que esperar de cidadãos favoráveis e defensores dessa gente? Em análise lógica, racional e ética: nada.

 

O que esperar de cidadãos contrários a essa gente? Tudo.

Há de se esperar que tentem sempre e jamais desistam. 

Há de se esperar vontade, energia e resiliência para, tão logo seja possível, alterar esse estado de coisas despótico e distópico da atual conjuntura. 

Há de se esperar disposição, força e fé para lutar pela construção de um mundo melhor e inexcedivelmente adequado para todos os cidadãos. 

Há de se esperar que a democracia seja um objetivo inarredável do ser humano, à luz da liberdade, verdade, coragem e ética.

Que na próxima eleição presidencial, tudo o que for esperado do universo de cidadãos com sanidade fisiológica e moral, prevaleça para gáudio das gerações que nos substituirão.

 

 

Divulgação:

 Estadão online, de 20/Abr/2023; e

 Facebook do Estadão, da CNN e do Correio Braziliense em 20/Abr/2023.

 

_______________

###############

_______________

###############


_______________

###############


_______________

###############

_______________

###############