segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Crise no STF, AGU e banco Master - 7

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Inconstitucionalidade de inquérito e solução mediante eleições

O articulista Alexandre Garcia publicou no jornal Gazeta do Povo o artigo “Moraes vendeu a alma e a família”, no qual afirma que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, “foi cúmplice da manutenção do Inquérito do Fim do Mundo”, institucionalizado há sete anos pelo ministro Dias Toffoli (a rigor, trata-se do Inquérito 4.781 – Inquérito das Fake News, aberto em 14 de março de 2019). 

Ademais, entre outras aleivosias de integrantes do STF, assevera que “A Constituição Federal, nos artigos 127 e 129, estabelece que a iniciativa de qualquer inquérito é do Ministério Público, e não do Supremo. [...] Então, foi algo totalmente inconstitucional [referindo-se ao Inquérito das Fake News].”

E ainda, formula sua peroração com maestria, atribuindo às eleições para o Senado e para a presidência da República “a melhor maneira de sair dessa crise. Porque existem outras maneiras, mas que vão cobrar um pedágio muito pesado para a nação brasileira [...] E temos oportunidade também de tirar um presidente que estimula roubo de celular para tomar cervejinha, que diz que a mãe o ensinou a mentir e que estava totalmente envolvido na Operação Lava Jato, cujos processos foram cancelados pelo Supremo.”

Uma aula corajosa do Sr. Alexandre Garcia. Contudo, temo que, sem reforma política e reforma judiciária, não há solução.

Tudo bem, a eleição de outubro é um bom começo, mas, somente com as reformas, é possível impedir que proliferem os hediondos Alcolumbre e Moraes e respectivos lamaçais. 

Davi e Alexandre são personagens históricos exemplares. No Brasil, temos alguns — como no Senado e no STF — que deveriam ser expurgados da vida pública e submetidos apenas às próprias famílias (detentoras de 129 milhões do contrato da esposa de Moraes com o Vorcaro; e 400 milhões de indicado de Alcolumbre na gestão da Amapá Previdência, respectivamente).


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