quinta-feira, 7 de maio de 2026

Brazilian President's Visit to the USA – 2 [The Wall Street Journal and The New York Times]


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Visita do Presidente Brasileiro aos EUA

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As mentioned in a previous article on this blog, the Brazilian media is highlighting President Lula's visit to the United States to meet with President Trump.

The American newspapers The New York Times and The Wall Street Journal also prominently featured the events in which the Brazilian leader participated.


It is regrettable that Mr. Trump received at the White House Mr. Lula, the president of Brazil—a notorious figure in political crime, responsible for the world's largest corruption scandal.

Brazilians admire the American people and never imagined that Mr. Trump could commit such a deplorable act of interaction with a politician who disrespects the fundamental values of freedom, truth, and ethics.

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Visita do presidente brasileiro aos EUA – 2


Conforme foi mencionado em artigo, anteriormente divulgado neste blog, a mídia brasileira está dando destaque à visita do presidente Lula aos Estados Unidos para encontro com o presidente Trump.

Os jornais americanos The New York Times e The Wall Street Journal também divulgaram com ênfase os eventos em que o mandatário brasileiro participou.


É lamentável que o Sr. Trump tenha recebido, na Casa Branca, o Sr. Lula, presidente do Brasil — um notório personagem da criminalidade política, responsável pelo maior escândalo de corrupção do mundo. 

Os brasileiros admiram o povo americano e jamais imaginaram que o Sr. Trump pudesse cometer um ato deplorável de interação com um político que desrespeita os valores fundamentais da liberdade, da verdade e da ética.

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Visita do presidente brasileiro aos Estados Unidos - 1

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Brazilian President's Visit to the USA

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A mídia está divulgando com destaque a visita do presidente Lula aos Estados Unidos para se encontrar com o presidente Trump.

Trata-se de uma tentativa de amenizar os conflitos criados com o parceiro americano, por parte do presidente brasileiro, mercê de sua incontinência verbal, e da busca de argumentos para utilização na campanha eleitoral que em breve estará em curso.


O problema não é ente corrupto, que representa o país de um novo exoplaneta no exterior, nem magistrados que descumprem a norma fundamental. O problema é ‘australoptecus estrumerius’ defensor de candidato corrupto que, eleito, nomeia para a egrégia Corte, indivíduos desqualificados, perniciosos e defensores da corrupção e de organizações criminosas. 

Que, na primavera, sejam eleitos representantes capazes de satisfazer aos anseios da sociedade do aludido exoplaneta e deem prosseguimento à histórica rejeição de doutorando que defendeu tese em favor dos processos e procedimentos de organização criminosa. 

Que nessas eleições de mandatário, os criminosos que, vergonhosamente, representam os ‘exoplanetenses’ no exterior sejam banidos da vida pública. Não citar nomes é impedimento para a ocorrência de infração das leis; porém, todos sabem o que está ocorrendo nesse malsinado exoplaneta. 

Certos líderes estão querendo abolir das fontes bibliográficas as palavras corrupto e ladrão. As meras citações dessas palavras, sem referência a qualquer ente, são consideradas ofensa, injúria e difamação. Claro, a súcia possui notório saber sobre questões hediondas, contudo a conduta jamais é ilibada. 

Enfim, “Só a mudança é permanente!” — então, que na primavera, haja mudança para compatibilizar com a afirmação do sábio grego, proferida 400 anos a. C.

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Candidatos à presidência inimigos do sistema


Em face do sucesso do pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro, com bem tem demonstrado os resultados das pesquisas de vários institutos, o presidente Lula está tentando reverter essa tendência e, por isso, divulgou sua “condição de inimigo do ‘sistema’ ”, o que é uma marca do pré-candidato Flávio.


Inimigo de si próprio? Canalhice ou demência? Imaginar que outrem aceita as condições hediondas de uma parcela de entes humanos é a permanência na condição de "AustraloPTecus Estrumerius". 

E tem gente que gosta, admira e defende! A rigor, estes são responsáveis pelo estado de coisas nefastas que afligem um país com enorme riqueza territorial, populacional e de recursos naturais. 

"Só a mudança é permanente!" (Hipócrates, 400 anos a. C.). Então, mudemos tão cedo quanto possível!


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Rejeição de indicado para o STF - 4

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Rejeição de indicado para o STF – 1

Rejeição de indicado para o STF – 2

Rejeição de indicado para o STF - 3

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A rejeição da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) continua repercutindo no meio político e jurídico. 


Desta feita, a Associação Civitas para Cidadania e Cultura impetrou no STF a chamada Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 1324), pleiteando a anulação da sessão do Senado que rejeitou o nome do Advogado-Geral da União.


Por óbvio, no nome dessa Associação, houve descuido e omissão de um vocábulo, isto é, o nome deve ser: Associação Civitas para Conspurcação da Cidadania e Cultura (AC4).


O problema não é político corrupto, nem magistrados que descumprem a Carta Magna. O problema é eleitor que vota em candidato corrupto que, eleito, investe em Tribunais, indivíduos desqualificados, perniciosos e defensores da corrupção e de organizações criminosas. Que em outubro sejam eleitos senadores capazes de satisfazer aos anseios da sociedade e deem prosseguimento à histórica rejeição de doutorando que defendeu tese em favor dos processos e procedimentos de organização criminosa.


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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Rejeição de indicado para o STF – 3

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Rejeição de indicado para o STF – 1

Rejeição de indicado para o STF – 2

Rejeição de indicado para o STF - 4

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O jornal Estadão publicou o editorial “Mais uma chance para o STF”, em declara com veemência que a rejeição do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, “foi uma espécie de ‘impeachment’ que colocou o Supremo numa encruzilhada: ou a Corte recobra o prumo republicano ou se sujeita a sanções de efeitos imprevisíveis.”


A rigor, a Corte não tem como recobrar o prumo republicano. Afinal, nos Tribunais de países democráticos desenvolvidos, não há ministro que tenha passado por alguma das seguintes condições: 

    • reprovação em concurso para juiz; 
    • prestação de serviços para organização criminosa; 
    • advocacia para condenado por assassinatos em país democrático;
    • militância em campanha eleitoral de partido responsável por corrupção; 
    • trabalho da esposa em escritório de advocacia cuja causa possa ser levada à Suprema Corte; 
    • prática empresarial incompatível com o cargo; 
    • difamação de altas autoridades do País no exterior; 
    • tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo;
    • descumprimento da Carta Magna com decisões inconstitucionais; 
    • investidura na Corte por amigo que antes recebeu seus serviços advocatícios; atuação em partido socialista (comunista ou nazista); e 
    • defesa de tese de doutorado, por indicado, favorável a partido atuante na maior corrupção do mundo. 

Integrantes de Suprema Corte desse jaez só existe em ditaduras nefastas, com ausência de liberdade e de procedimentos éticos no setor público. 

É conveniente e imperioso lembrar que os magistrados que cooperaram com o nazismo foram julgados e condenados em Nuremberg; pelo menos dois que cooperaram com a ditadura iraniana foram assassinados por opositores prejudicados.


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Rejeição de indicado para o STF – 2

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Rejeição de indicado para o STF – 1

Rejeição de indicado para o STF - 3

Rejeição de indicado para o STF - 4

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A derrota imposta pelo Senado Federal ao Poder Executivo e, por extensão, ao Supremo Tribunal Federal (STF), no imbróglio da indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a Suprema Corte brasileira continua repercutindo no meio político e na mídia.

Analistas asseveram que um possível próximo passo pode ser a decretação de impeachment de ministros do STF, pelo Senado Federal.

Os absurdos praticados por integrantes da egrégia Corte brasileira precisam ser combatidos e evitados para que a democracia brasileira ganhe vigor e se equipare àquelas que vigem nos países democráticos desenvolvidos.


A esse respeito, é oportuno mencionar com ênfase que o Sr. Jorge Messias, indicado para investidura na Suprema Corte, defendeu tese de doutorado apoiando os procedimentos do Partido dos Trabalhadores (PT), no atinente à prática de corrupção, de mentira e de traição aos anseios populares (fez crítica ao impeachment da Sra. Roussef, expôs crítica à operação Lava-Jato e defendeu as acusações aos militantes de direita em falsa tentativa de golpe). 

Ora, espera-se de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha tese e livros publicados voltados para ciência jurídica, para conceitos e conhecimentos que contribuam para a evolução da sociedade e do Estado e que sejam referência para as atuais e futuras gerações.

Pelo exposto, o Sr. Messias é excelente referência para aqueles que defendem e praticam a corrupção e outros males hediondos que afetam terrivelmente os cidadãos brasileiros. 

Por via de consequência, infere-se o acerto histórico de sua rejeição pelo Senado Federal. Ademais, foi excepcional lição para o Presidente Lula e para os ministros do Supremo Tribunal Federal.


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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Rejeição de indicado para o STF - 1

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Rejeição de indicado para o STF – 2

Rejeição de indicado para o STF - 3

Rejeição de indicado para o STF - 4

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O presidente Lula indicou o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a investidura no Supremo Tribunal Federal (STF) .

Na sabatina realizada no Senado Federal a indicação do Sr. Messias foi rejeitada por 42 a 34 votos, uma derrota acachapante e que jamais ocorrera nos últimos 120 anos.

Nessa histórica derrota, fica caracterizada uma crise institucional entre os poderes da República, que favorece a direita na eleição presidencial de outubro do corrente ano.


É preciso mencionar com ênfase que o Sr. Jorge Messias, indicado para investidura na Suprema Corte, defendeu tese de doutorado apoiando os procedimentos do Partido dos Trabalhadores (PT), no atinente à prática de corrupção, de mentira e de traição aos anseios populares (fez crítica ao impeachment da Sra. Roussef, expôs crítica à operação Lava-Jato e defendeu as acusações aos militantes de direita em falsa tentativa de golpe). 

Ora, espera-se de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha tese e livros publicados voltados para ciência jurídica, para conceitos e conhecimentos que contribuam para a evolução da sociedade e do Estado e que sejam referência para as atuais e futuras gerações.

Pelo exposto, o Sr. Messias é excelente referência para aqueles que defendem e praticam a corrupção e outros males hediondos que afetam terrivelmente os cidadãos brasileiros. 

Por via de consequência, infere-se o acerto histórico de sua rejeição pelo Senado Federal. Ademais, foi excepcional lição para o Presidente Lula e para os ministros do Supremo Tribunal Federal.


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