domingo, 13 de setembro de 2026

Governo Lula versus governo Bolsonaro - 2

O jornal Estadão publicou um editorial com o título “Lula é isso aí”, em que faz uma análise das candidaturas à presidência da República, à luz da escancarada e hedionda crise do Supremo Tribunal Federal (STF).

Vale a pena destacar o seguinte aspecto relativo ao presidente Lula, candidato à reeleição: 

“Lula, por outro lado, aproximou-se de Moraes e encheu o STF de dedicadíssimos fâmulos, o que converteu o tribunal de vez em poder político, não raro a serviço do governo petista, que o usa para se contrapor a um Congresso que lhe é rotineiramente hostil. [...] É um desastre para a democracia, considerando que o Judiciário só se legitima quando dele não se duvida.”

É conveniente ressaltar também o que o editorialista mencionou a respeito do concorrente senador Flávio Bolsonaro:

Como incumbente, Lula deveria ter, a três semanas do primeiro turno, uma margem um pouco maior de vantagem em relação a Flávio Bolsonaro – um candidato que é apenas um boneco de ventríloquo do ex-presidente Jair Bolsonaro e que, além de tudo, tem um longo histórico de suspeitas as mais diversas no terreno da corrupção. O próprio escândalo do Banco Master, que envolve o ministro Alexandre de Moraes, envolve também, e até o pescoço, o candidato Flávio. E, no entanto, Flávio sobe consistentemente nas pesquisas de intenção de voto, enquanto Lula, que não está diretamente ligado ao escândalo do Master, cai.

Será que é razoável a visão do editorialista do Estadão? Opino replicando!


Os senhores Paulo Guedes, Tarcísio de Freitas, Rogério Marinho, e as senhoras Damares Alves e Teresa Cristina estão entre os bons ministros da história republicana brasileira. 

Faltam aos articulistas e editorialistas coragem moral e estatura ética para reconhecer essa verdade. Criticar o pai do candidato de oposição porque, na condição de presidente, eliminou ou reduziu os ganhos fáceis da mídia, de políticos, artistas e intelectuais e, na hora errada e na hora certa, falava coisas inconvenientes, ou, simplesmente, o que os sábios não gostam é legítimo; não tratar das verdades conjunturais é desinformação em estado puro. 

Os assinantes e demais leitores esperam de um jornal — considerado pelo professor de português, há 65 anos, um dos grandes do mundo — isenção, compromisso com a liberdade, verdade e decência. Comparar os governos do partido responsável pelo Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Lava-Jatão, Mulinhão, Moraeszão e STFão com qualquer outro governo é procedimento hediondo, somente constatável em País — que, embora com enormes riquezas naturais — tem 100 milhões de pessoas sem esgoto sanitário; a educação está entre os 20% piores do mundo (conforme resultados do PISA); a criminalidade é muito elevada; os procedimentos judiciais são indigentes; e a desigualdade social e econômica está em patamar absurdo. 

Enfrentar as aleivosias e distopias é preciso! Construir um mundo melhor para as próximas gerações é imperioso.


Ademais, Paulo Guedes continua como economista de projeção mundial; Tarcísio tornou-se governador do maior estado da Federação; Rogério Marinho, Damares e Teresa Cristina são senadores (as) da República — apenas para confirmar o status político e de gestão pública dos ministros do governo passado.


Um leitor desafortunado resolveu atribuir ao governo Bolsonaro as mortes de 700 mil pessoas por Covid-19. Entendo que é preciso desfazer essa aleivosia, não para seu autor — seguramente, alicerçado em canalhice — mas para outrem que, não dispondo de informação correta, pode ser levado a abraçar a inverdade.


O caboclo tem dificuldade de ler, escrever e utilizar a faculdade de pensar. Pedir que tenha capacidade de somar é exagero e irracionalidade. Vou escrever para os demais leitores. 

Os Estados Unidos tem 340 milhões de habitantes e tinha, em dado momento, 900 mil mortos por Covid-19. 

A população da Alemanha, França e Inglaterra chega próximo de 230 milhões de habitantes e, no mesmo momento citado, os três países tinham cerca de 600 mil mortos por Covid-19. 

A população do México, Colômbia e Argentina é da ordem de 220 milhões de habitantes e, similarmente, os três países tinham perto de 650 mil mortos por Covid-19.

O Brasil com 212 milhões de habitantes tinha 700 mil mortes por Covid-19. 

Nos países citados (à exceção do Brasil), não há energúmenos, distópicos e hediondos que culparam os presidentes ou primeiros-ministros pelas mortes por Covid-19 — isto é, o Jo Biden, Ângela Merkel, Emmanuel Macron e Boris Johnson (nos EUA e nos 3 países europeus), bem como os presidentes Andrés Obrador, Gustavo Preto e Alberto Fernandez (nos 3 países latino-americanos). 

Claro, para culpar o presidente brasileiro, o sujeito deve ter estudado nas escolas cuja gestão é devida aos 20 anos de governos petistas. Nesse sentido, há uma coerência e uma lógica cristalina: não aprendeu leitura, matemática e interpretação; e sendo a favor da corrupção e da criminalidade petista não tem faculdade de pensar — deve ser notado que, no caso presente, a conclusão confirma a introdução. 

Um singelo alerta: a faculdade de pensar é a "ultima ratio regum"! Tem caboclo que não tem a primeira nem a última.

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sábado, 12 de setembro de 2026

Necessidade de reforma política e judicial

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Fachin, manteve a sessão do plenário da Corte, prevista para o dia 15 de setembro (3ª. feira), com o objetivo de avaliar o pedido de André Mendonça para que Alexandre de Moraes seja investigado por ter mantido ligação suspeita com o banqueiro Daniel Vorcaro.

A pergunta que cidadãos decentes hesitam em ignorar é se o presidente do STF tem estatura moral e intelectual para debelar a crise que afronta o bom senso, a verdade e a ética; ou se somente a evolução política permitirá que o País encontre seu rumo.


É possível confiar, acreditar e imaginar que um riquíssimo País pode oferecer igualdade de oportunidade para todos? 

Na condição de procurador jurídico, o caboclo fez campanha política pública para candidata a presidente da República.

Na condição de ministro do STF: 

(i) concedeu liberdade para cidadão preso por corrupção, sob a alegação de que o devido processo foi desencadeado na instância errada; 

(ii) contribuiu para enterrar a Lava-Jato, a maior operação contra a corrupção no País; 

(iii) proibiu a Polícia de usar seus helicópteros de fazer operações contra narcoterroristas no Rio de Janeiro; e,

(iv) finalmente, patrocinou a maior crise da história de Suprema Corte em qualquer tempo e em qualquer lugar.

A despeito dessas decisões catastróficas, pode-se inferir que é possível utilizar as riquezas de nosso grandioso País se, em outubro, a maioria dos eleitores votarem pelas transformações requeridas e, sobretudo, pelo advento das reformas política e judicial que apontarão a gestão pública e a justiça para a virtude, isto é, para os alicerces representados pela liberdade, verdade e ética.


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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Governo Lula versus governo Bolsonaro - 1

A corrupção e a prática da inverdade estão no DNA dos integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT). Em entrevista para uma emissora de TV, o presidente Lula atribuiu a criação da instituição financeira suspeita de ter provocado a maior fraude financeira do país, bem como o enriquecimento do bandido preso Daniel Vorcaro ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.


É preciso perguntar para o caboclo em que governo foram desencadeadas as seguintes operações: Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Lava-Jatão, Marcolão, Mulinhão, Moraeszão, STFão e outras. 

É preciso perguntar ao caboclo em qual governo a faculdade de pensar foi eliminada do Palácio do Planalto. 

É preciso liberdade para atacar quem o caboclo quer, mas, tem que atacar todos os problemas, em todas as direções. 

Bom, outubro está chegando e vai possibilitar a solução. Os votos serão contra a corrupção e contra a mentira.

É terrível, mas é a única forma de tentar construir um País melhor para as próximas gerações.


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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Financiamento de filmes sobre ex-presidentes

Está havendo uma tentativa de mudar o foco em relação aos escândalos que envolvem ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por causa do inquestionável impacto na candidatura do presidente Lula, na eleição à presidência da República. As novas narrativas buscam a conspurcação da candidatura do senador Flávio Bolsonaro, em particular, na busca frenética de supostas irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.


O filme "Lula, o filho do Brasil", de 2010, dirigido por Fábio Barreto e Marcelo Santiago, foi financiado pelas empresas Odebrecht, Camargo Correia e JBS. Problema?

O filme "963 dias – A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, sobre o ex-presidente Temer, dirigido por Bruno Barreto, foi financiado pelo banco Master. Problema?

"Dark Horse", dirigido por Cyrus Nowrasteh, sobre o ex-presidente Bolsonaro, foi financiado pelo banco Master. Problema?

Se não houve recursos públicos para nenhum deles, nenhum problema!

Os cidadãos favoráveis à liberdade e verdade gritam: “NENHUM PROBLEMA!”

Os cidadãos favoráveis à corrupção e à mentira gritam: “NENHUM PROBLEMA, MAS EU TENHO A ‘SENSAÇÃO’ QUE HÁ PROBLEMA!”


É preciso saber também se houve dinheiro público — não em filme, mas, na vida real — no Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Lava-Jatão, Masterzão, Marcolão, Mulinhão, Moraeszão e STFão. 

Bom, tem cidadãos que gostam, apoiam, defendem e elegem os responsáveis por essas tramoias. Além de gostar, sentem prazer! Claro, é preciso cuidado, uma vez que se identificam, admiram a grosseria, ofendem e agridem.

Se lessem Platão, Aristóteles, São Tomás de Aquino, Goethe et al, ficariam pensativos. Se lessem Jung e Freud, descobririam a causa da dificuldade de pensar e buscariam tratamento. Como jamais os lerão, a inépcia e a moléstia não serão enfrentadas, até porque são perigosas, contagiosas e incuráveis.

Enfim, que não se afunde na indignação e no pessimismo! Outubro está chegando! 

É possível impedir que um país riquíssimo, tenha tanta gente desprovida de educação, saúde, segurança e infraestrutura satisfatórias. 

É possível acreditar que impunidade será eliminada. 

É possível acenar com um mundo melhor para as novas gerações. 

É possível imaginar transformações que tragam o império da liberdade, verdade e ética. 

Claro, tudo isso à custa de duas reformas fundamentais: a política e a judiciária.


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Redirecionamento da campanha pelos petistas

Como as pesquisas eleitorais para a eleição presidencial passaram a indicar a vitória do senador Flávio Bolsonaro, do PL, contra o presidente Lula, do PT, a campanha em curso está orientando a estratégia para que os petistas larguem as mãos do ministro Moraes, do STF, em face das acusações a esse aliado, no âmbito do escândalo Master-Vorcaro-STF.


Largar a mão de bandido é uma estratégia rigorosamente correta. Da mesma forma, é preciso largar a própria Mão (rápida e perigosa, em se tratando de recursos alheios!) e, nesse sentido, é preciso ignorar também os escândalos do Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Mulinhão, STFão e outras aleivosias e distopias (seja lá o que isso signifique; bom, no caso em tela, boa coisa não é!).


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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

STF, bagunça ou loucura?

 

Ontem, 8 de setembro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma decisão monocrática afastando o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, de sua função.

Hoje, 9 de setembro, o ministro Flávio Dino, do STF, revogou o afastamento do diretor-geral da PF, reintegrando-o ao cargo. 


O que os socialistas reais (comunistas para os que gostam) são capazes de fazer, tanto os sábios quanto os indigentes duvidam. Basta ver o que ocorreu na China, na União Soviética, no Camboja, em Cuba e na Coreia do Norte. 

Eles continuam tentando! É preciso não desistir da peleja para impedi-los. É preciso perseverar. Um mundo melhor, mais justo e solidário é possível! 

Que venha outubro! A liberdade, a verdade e a ética prevalecerão!


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Nota. 

Ao final da tarde de hoje, 9 de setembro, o ministro André Faquin, presidente do STF adotou a decisão de retirar do ministro Alexandre de Moraes a relatoria do Inquérito das Fake News; bem como a revogação do afastamento do diretor-geral da PF, que foi adotada ontem pelo ministro André Mendonça e a revogação desse afastamento, que foi adotada hoje pelo ministro Flávio Dino. Ao mesmo tempo, o ministro Faquin agendou para o dia 15 de setembro a sessão plenária do STF para tratar de alguns desses assuntos.

Fica bem caracterizado o editorial do Estadão, de hoje, com o título “O Supremo virou uma bagunça.” Dúvida há: virou bagunça ou loucura plena?


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Suprema bagunça

 

Ao comentar o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal (PF), delegado Andrei Rodrigues, o editorial do Estadão formulou um título que foge ao procedimento do melhor jornal brasileiro, isto é, “O Supremo está uma bagunça”. É estarrecedor.

A trágica conjuntura política e judicial é a oportunidade para desafios grandiosos e, cumpre pois manifestar otimismo e esperança em relação ao futuro das próximas gerações.


A cada surpresa institucional constata-se que há compatibilidade e coerência entre as instituições e a parcela de cidadãos que apoia e elege entes capazes de desencadear o Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Marcolão, Mulinhão, STFão e outras distopias.

É possível reagir a esse estado de coisas? A esperança, o otimismo e a fé devem prevalecer. Outubro está chegando. Os cidadãos defensores da liberdade, verdade e ética não podem desistir. As próximas gerações merecem um país decente, justo, solidário e compatível com a grandeza de suas enormes riquezas.


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