segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Pelotões Especiais de Fronteira na Amazônia

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Recebi um magnífico vídeo relativo a Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), na Amazônia. Ao assisti-lo, senti-me tomado por alegria, emoção e nostalgia. Essa mídia foi realizada com o auxílio de Inteligência Artificial; e nele são destacados a missão (proteger e defender a Amazônia) e o lema (Vida, Combate e Trabalho), sínteses da rotina e da faina diária dos PEF.

As imagens me fizeram relembrar o tempo passado na fronteira amazônica, construindo obras e levando o bem-estar para pessoas do restante do País, dedicadas, resilientes e patriotas, que se dispuseram a servir e proteger o solo amazônico; ou pessoas que, sendo locais (a maioria indígena), tornaram-se aliados e se associaram de forma incondicional para o cumprimento dessa virtuosa missão.

As lembranças armazenadas em minha mente deixaram o aspecto esmaecido, resultante da condição humana, após o transcurso de 46 anos, para se posicionarem ao alcance dos olhos, numa espécie de retorno aos momentos épicos vivenciados na Amazônia, eternamente brasileira.

Recordei, pois, os 1400 dias de minha vida, em que estive com os pés em solo amazônico e com o foco de minha mente voltado para as questões amazônicas, servindo de 1981 a 1985 na Comissão Regional de Obras/12 (Manaus-AM).

Passei cerca de 140 dias não consecutivos — dentre os mais produtivos de meu modesto percurso de engenheiro militar — na fronteira amazônica, liderando equipes do glorioso e invicto Exército Brasileiro nas seguintes atividades:

(i) execução de obras de construção civil (aquartelamentos, casas e infraestrutura) em Tabatinga (então sede de Batalhão Especial de Fronteira) e nos Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) das seguintes localidades:

– Marco BV-8, na fronteira da Venezuela;

– Japurá e Ipiranga, na fronteira da Colômbia; e

– Estirão do Equador e Palmeira, na fronteira do Peru.

(ii) fiscalização de obras de construção civil (aquartelamentos e infraestrutura), nos PEF das seguintes localidades:

– Maturacá, Cucuí, na fronteira com a Venezuela; e

– Iauaretê, Querari e São Joaquim, na fronteira com a Colômbia.

É oportuno destacar os seguintes aspectos das localizações mencionadas:

– em Tabatinga, o rio Solimões cruza a fronteira para, mais a jusante, receber o nome de Amazonas.

– Japurá localiza-se às margens do rio homônimo, que cruza a fronteira.

– Ipiranga localiza-se às margens do rio Içá, que cruza a fronteira.

– Estirão do Equador e Palmeira estão localizadas às margens do rio Javari, que naquela região constitui a linha fronteiriça entre o Brasil e Peru.

Afora a contribuição das organizações militares beneficiárias das obras para a estratégica preservação do território pátrio, enfatizo que todo o esforço dos empreendimentos era voltado majoritariamente para pessoas da base da pirâmide social, sendo parcela expressiva de origem indígena. 

As exceções que confirmam a regra se relacionam com os bravos e pertinazes oficiais comandantes de Pelotão de Fronteira, médicos e dentistas, inseridos naturalmente na posição média do estrato social.

O vídeo permite uma visão das possíveis dificuldades enfrentadas na inesquecível Amazônia. Vencer as dificuldades nos impulsiona a superar o medo, um sentimento natural do ser humano; nos ensina ter coragem para enfrentar dificuldades maiores; e nos prepara para reunir energia e fé para conquistar vitórias.


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Vídeo realizado com o auxílio de Inteligência Artificial sobre os PEF da Amazônia. São destacados a missão e o lema — Vida, Combate e Trabalho — sínteses da rotina e da faina diária dos PEF .

Localização dos Pelotões Especiais de Fronteira onde realizei obras de construção civil, com equipes sob meu comando, ou fiscalizei a execução por empresas contratadas.
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domingo, 23 de agosto de 2026

Mensagens para sobrinhos

Mensagem para o Vinicius


Por ocasião do aniversário de 18 anos, em 15/08/2026, enviei a seguinte mensagem para o sobrinho Vinicius: 


Querido Vinicius

Parabéns pelo seu aniversário!

Que você esteja celebrando em paz e harmonia junto à maravilhosa família!

Que hoje você tenha muita alegria e tenha a certeza que você se constitui em exemplo de inteligência, força de vontade e elegância, para todos nós que temos o privilégio de interagir com você, mesmo estando a milhares de quilômetros de distância.

Hoje, nós nos lembramos de você e, nesse sentido, estou expressando o pensamento meu, de Isabel e de suas primas.

Receba abraços e beijos de quem te admira.

Aléssio


O Vinicius respondeu de forma muito simples, contudo com a elegância habitual. Eis sua resposta:


Oi Tio, muito obrigado, um beijo para todos.


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Em um telefonema para a mana Angeliqui, em 20/08/2026, tomei conhecimento de que o Vinicius e a Cynthia se deslocariam de Orlando, na Flórida, onde moram, para a cidade de Gainsville, também na Flórida, para que ele se submetesse a terapia genética, durante 3 meses, na continuidade do tratamento da distrofia muscular de Duchene.


Mensagem para Cynthia

Em consequência, enviei a seguinte mensagem áudio, via WhatsApp, em 23/08/2026, para a sobrinha:

Cynthia, boa noite,

Estou ligando para desejar uma feliz evolução na segunda ou terceira fase das atividades do Vini aí nos Estados Unidos. Eu conversei bastante com a mana Angeliqui e ela me disse que você passaria cerca de 3 meses com o Vini em Gainsville, em uma etapa fundamental do tratamento que ele está fazendo. Então, um dos motivos da ligação era cumprimentar toda a família e desejar muito sucesso nessa nova fase. E lembrando... — eu falei para a Angeliqui — isso é o resultado da sua coragem e bravura; e que você continue dessa maneira.

Comentei também com a mana que, afora essa razão para lhe telefonar, eu tentaria sugerir que você pudesse transmitir essa história em um livro. É possível que você já esteja pensando nisso. É bem provável que você esteja escrevendo e já tenha muita coisa escrita, mas eu confesso..., afirmei: vou tratar dessa questão... — e pensei: 

Se ela já estiver desencadeando isso... Que ótimo! Se ainda não estiver..., é preciso que ela divida toda essa história com outros seres humanos que precisam muito. 

É natural que tenha o lado individual, pessoal... — eu entendo que você se coloca na condição de uma heroína; e o Vini na condição de um herói. 

Isso precisa ficar registrado; em favor de vocês mesmos, de todos aqueles que os admiram e de todos aqueles que precisam do conhecimento que você já acumulou durante esse tempo. 

Cynthia, um grande abraço e um beijo! Um abraço para o Vini e para todos da família! Muito sucesso mesmo! Boa noite!


A Cynthia respondeu com a elegância habitual. Eis sua mensagem:


Bom dia, Tio Aléssio!

Obrigada pelas lindas palavras e por todo o carinho.

É o início de uma nova batalha, com riscos e incertezas, mas também com muita fé e esperança de que esse novo estudo de terapia genética possa conter a progressão da doença nos próximos anos.

Obrigada também pelo incentivo para compartilhar nossas experiências. Tenho procurado transformar todos esses desafios em aprendizados e registrar um pouco dessa caminhada. Espero que, no momento certo, eu possa compartilhar nossa história e, quem sabe, ajudar outras famílias que estejam passando por caminhos semelhantes.

Seguimos confiantes e entregando tudo nas mãos de Deus🙏🏻❤️


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NOTA.

A distrofia muscular de Duchenne é uma doença genética rara e progressiva que causa fraqueza e degeneração dos músculos. Ela decorre da ausência de distrofina, uma proteína essencial para a integridade celular muscular. A afecção acomete quase exclusivamente meninos e manifesta-se na primeira infância, comprometendo a locomoção e as funções cardíaca e respiratória. 

O que é e causas

  • Origem genética: mutação no gene DMD no cromossomo X.
  • Falta de distrofina: sem essa proteína, as fibras musculares rompem-se e degeneram com facilidade.
  • Público afetado: atinge sobretudo meninos, aparecendo em cerca de 1 a cada 3.500 nascimentos. 

Principais sintomas

  • Atraso motor inicial: dificuldade para correr, pular, andar ou subir escadas.
  • Quedas frequentes: perda de equilíbrio e dificuldade para se levantar do chão.
  • Panturrilhas volumosas: chamado de pseudo-hipertrofia, com tecido gorduroso no lugar de músculo forte.
  • Evolução: perda da capacidade de andar por volta dos 12 anos, com posterior impacto respiratório e cardíaco. 

Tratamento e cuidados

  • Abordagem multidisciplinar: fisioterapia motora e respiratória para preservar funções e retardar contraturas.
  • Uso de medicamentos: corticosteroides para prolongar a força muscular.
  • Acompanhamento clínico: avaliações frequentes com cardiologistas e pneumologistas

Fonte: Google <distrofia muscular de duchene> [Consulta em 23/Ago/2026, às 15:03 h]


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Primeiro debate eleitoral de 2026

A TV Bandeirantes e o jornal Estadão promovem, neste domingo, 23 de agosto, o primeiro debate entre os presidenciáveis que concorrerão nas eleições de outubro próximo. 

Lamentavelmente, há indicações de que os dois principais candidatos — presidente Lula da Silva e senador Flávio Bolsonaro — não comparecerão ao debate.

De qualquer sorte, os eleitores estão curiosos para tomar conhecimento da tendência que a campanha eleitoral seguirá nos quase dois meses que antecedem o pleito presidencial.


A expectativa é que, no debate, os presidenciáveis discutam planos, procedimentos e ações de gestão para Educação, Saúde, Segurança e Infraestrutura, com o objetivo de alavancar as enormes riquezas brasileiras em favor da construção de um país com:

– igualdade de oportunidades para todos os cidadãos;

– redução das desigualdades entre eles;

– combate rigoroso à corrupção;

– operação da justiça com severa de punição para os integrantes de organizações criminosas; e

– mecanismos de afastamento do setor público, dos maus gestores, dos corruptos e dos desonestos.

Enfim, que o debate aponte soluções para a construção de um estado melhor para os brasileiros, independentemente de quaisquer diferenças — isto é, para homens e mulheres, ricos e pobres, pretos e brancos, gays e não gays e todas as outras diversidades.

Otimismo exagerado? Não! “Tentar sempre, desistir jamais, vencer quando possível!”


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sábado, 22 de agosto de 2026

Música, música, música ... – [2]

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VER TAMBÉM

Música, música, música, ... – [1]


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Em uma boa parcela de minhas atividades — caminhada, refeição, trabalho no computador, ... — ouço música. Isso tem a virtude de melhorar a identificação e compreensão da arte musical.

Há uma música que está entre as preferidas: o Concerto duplo para violão, bandoneon e orquestra. Repassei-a via WhatsApp para as queridas Isabel e filhas, seguida de uma mensagem ilustrativa.


Queridas Isabel e filhas,

Uma música para ser ouvida e apreciada por quem ingressou na universidade — o ambiente daqueles que têm capacidade superior de observar, interpretar e ocasionar transformações no mundo.

•⁠ Composição do Concerto duplo para violão, bandoneon e orquestra de cordas: Astor Piazzolla — o maior compositor argentino;

•⁠ Regência da orquestra de cordas de Paris: Alondra de la Parra, mexicana — a mais capacitada maestrina do mundo;

•⁠ Violão: Yamandu Costa — o maior violonista brasileiro da atualidade; e

•⁠ Bandoneon: Richard Galliano — o maior bandoneonista da França.

Enfim, um mundo bom depende de pessoas talentosas e comprometidas com a transformação. Afinal, “só a mudança é permanente.” Heráclito (400 a. C.).


Como bônus, acrescento a música Bolero, de Ravel, com a WDR Sinfonieorchester, na Kölner Philharmonie, regido também pela notável Alondra de la Parra.


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Música 1

Concerto duplo para violão, bandoneon e orquestra, de Astor Piazzolla


[Dê um clique sobre o título da música]


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Música 2

Bolero, de Ravel


[Dê um clique sobre o título da música]


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As trigêmeas Ava, Claire e June

O texto apresentado a seguir foi escrito e publicado por um cidadão supostamente americano e de origem judaica, que fez a opção por construir um mundo melhor para quem o cerca.


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Durante 22 anos, criei minhas três sobrinhas como se fossem minhas próprias filhas, e o que elas fizeram na formatura me emocionou de um jeito que ainda é difícil colocar em palavras.

As meninas tinham apenas seis meses quando meu irmão as levou para minha casa.

Três cadeirinhas de bebê.

Uma bolsa cheia de fraldas.

E um pequeno bilhete:

“Desculpe, Noah. Eu não consigo fazer isso.”



A mãe delas havia morrido apenas onze dias antes.

Meu irmão estava completamente abalado.

E, pouco tempo depois, desapareceu da nossa vida.

Eu tinha 27 anos.

Era solteiro, tinha pouco dinheiro e não fazia a menor ideia de como cuidar de três bebês.

Lembro de ficar parado na sala, olhando para aquelas três meninas que, de repente, dependiam inteiramente de mim.

Pensei:

“Como vou conseguir?”

Então a menor delas fechou a mãozinha em volta do meu dedo.

E alguma coisa mudou dentro de mim.

Eu não sabia se seria um bom pai.

Nem sabia como pagaria todas as contas.

Mas sabia de uma coisa.

Eu não podia deixá-las.

Durante os 22 anos seguintes, o “tio Noah” deixou aos poucos de ser apenas tio.

Aprendi a trançar o cabelo delas.

Aprendi a preparar três lanches diferentes porque cada uma gostava de uma coisa.

Trabalhei turnos extras quando precisavam de roupas novas, livros ou dinheiro para uma excursão da escola.

Fiquei ao lado da cama quando tiveram febre.

Fui às apresentações escolares.

Ouvi histórias sobre as primeiras amizades, as primeiras decepções e os primeiros grandes planos.

Comemorei cada conquista e lembrei a elas que um fracasso nunca significava o fim.

Ava, Claire e June cresceram.

E eu cresci junto com elas, aprendendo o que realmente significa ser pai.

Até que chegou o dia da formatura.



Eu estava sentado na plateia, vendo as três atravessarem o palco uma depois da outra.

Ava.

Claire.

June.

Cada uma recebeu seu diploma, e meus olhos se encheram de lágrimas.

Por um instante, não vi três mulheres adultas.

Vi aquelas mesmas três bebês nas cadeirinhas que meu irmão havia deixado comigo 22 anos antes.

Quando parecia que a cerimônia estava chegando ao fim, o reitor voltou ao microfone.

— Ainda temos um último momento.

Eu não fazia ideia do que viria.

Então as três meninas voltaram ao palco.

June pegou o microfone.

— Nosso pai biológico não pode estar aqui hoje. — disse ela.

Prendi a respiração.

Ava tirou uma folha dobrada.

Reconheci na mesma hora.

Era o mesmo bilhete que meu irmão havia deixado 22 anos antes.

June olhou para mim.

— Nós encontramos o que ele deixou.

Ela abriu lentamente o papel.

E quando começou a ler a primeira frase, senti minhas pernas fraquejarem.

Porque naquele instante percebi que minhas meninas haviam guardado dentro de si muito mais sobre o passado do que jamais tinham me contado.

“Desculpe, Noah. Eu não consigo fazer isso.”

Durante 22 anos, tentei não pensar no motivo que levou meu irmão a deixar as próprias filhas.

Então Claire se aproximou do microfone.

— Encontramos esta carta junto com nossas certidões de nascimento e finalmente entendemos uma coisa.

Ava olhou diretamente para mim.

— Você não nos criou porque era obrigado. Você nos escolheu.

Meus olhos se encheram de lágrimas.

June continuou:

— Por isso, hoje queremos que todos saibam quem realmente foi nosso pai.

O público começou a se levantar enquanto as meninas desciam do palco e caminhavam em minha direção.

Ava me entregou uma pequena caixa de madeira.

Dentro havia uma fotografia nossa e um bilhete:

“Pai, você nos deu 22 anos da sua vida. Agora é a nossa vez de dar algo a você.”

As três me abraçaram.

Ao longo dos anos, algumas vezes me perguntei se todas aquelas noites sem dormir, os turnos extras, as preocupações e os sacrifícios tinham valido a pena.

Naquele momento, eu sabia a resposta.

Eu não tinha perdido 22 anos.

Eu tinha ganhado três filhas.

Então June se aproximou e sussurrou palavras que vou guardar pelo resto da vida:

— Obrigada por ter nos acolhido, pai.


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Fonte: Dediquei 22 anos à criação de minhas trigêmeas

https://usa.newstime.am/dediquei-22-anos-a-criacao-dos-meus-trigemeos-depois-da-faculdade-eles-fizeram-algo-que-eu-jamais-esperava/?fbclid=IwY2xjawT6wRpwZG9mBWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMU1ka3BxcVFZdzdWR1FzOWNzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEee4-bTQjPGwwKkPYWkBS9Qq3I6uLgr5O3yKiVh6S3rQUqJm1OEYnHEt4OUbk_aem_x5ZuOQsKrMP3DluTJWEuyQ#google_vignette


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Transcrevi este texto em homenagem à queridas filhas trigêmeas Laura, Cecília e Alessandra, que há 23 anos fazem a nossa felicidade.

Parodiando Claire ao agradecer ao tio Noah, a elas eu diria:

— “Eu não as criei porque fui obrigado; e sim porque tive a opção, a vocação e o privilégio dessa escolha!”


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Aléssio, Alessandra, Cecília e Laura
Casa na restinga da Marambaia-RJ – 15/08/2004.


Cecília, Alessandra, Aléssio e Laura
Conclusão do Ensino Fundamental – Colégio Leonardo da Vinci – Brasília – 08/12/2018.



Cecília, Laura, Aléssio, Alessandra e Isabel
Conclusão do Ensino Médio – Colégio Leonardo da Vinci – Brasília– 15/12/2021.


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