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"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado." Homenagem a Oscar Barbosa Souto Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz. In Memoriam. |
O Brasil e a Copa do Mundo de 2026
Os analistas de futebol e os torcedores em geral estão descrentes das possibilidades da vitória da seleção brasileira na Copa do Mundo a ser realizada a partir de junho deste ano de 2026, no Canadá, no México e nos Estados Unidos.
As trapalhadas gerenciais da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) são a causa do posicionamento da maioria dos aficionados pelo mais praticado e assistido esporte no mundo. As ações disparatadas da CBF impactaram sobretudo na escolha do técnico, dado que em um ano, quatro passaram pela liderança da seleção canarinha; e houve atraso na escolha do consagrado técnico italiano Carleto Ancelotti.
Quem esquece o passado, não vivencia o presente e não vislumbra o futuro. Em 1958, havia o Senhor Didi, o melhor da Copa do Mundo, e o Brasil foi campeão na Suécia. Em 1962, havia o Senhor Garrincha, o melhor da competição, a história se repetiu e o Brasil foi campeão no Chile. Em 1970, o Senhor Zagalo (substituto do técnico Saldanha, que enxergou cegueira em nosso principal jogador — por óbvio, por essa proeza merecia uma estátua no interior da “Fountain”, do Marcel Duchamp), havia os Senhores Pelé, Rivelino, Tostão e Jairzinho, que compunham a melhor seleção de todos os tempos, e o Brasil foi campeão no México. Em 1974, havia o Senhor Zico, um dos melhores do mundo em seu tempo, e o Brasil merecia ser campeão na Alemanha. Em 1994, havia o Senhor Romário, melhor do mundo na Europa, e o Brasil foi campeão nos Estados Unidos. Em 2002, havia os Senhores Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e Cacá, melhores do mundo na Europa, e o Brasil foi campeão do mundo na Coreia e Japão. Em 2026, há os Senhores Raphinha e Vinícius Jr., dois dentre os melhores do mundo, liderados pelo Senhor Carleto, e o Brasil merece se tornar campeão no Canadá, México e Estados Unidos. Otimismo e um misto de realismo e fantasia tornam o presente saudável e o futuro pleno de esperança e inequivocamente melhor!
Em que pese ter assumido o comando da seleção brasileiro com atraso, o técnico Ancelotti está dando uma demonstração de conhecimento e experiência, e está passando uma excelente impressão de trabalho qualificado e tranquilo, seja nos contatos com seus liderados, seja nos contatos com a mídia, de capital relevância para a conquista dos rigorosos torcedores da seleção canarinha.
Graças a Didi, Garrincha, Pelé, Romário e Ronaldo, o Brasil foi campeão do mundo de futebol em 1958, na Suécia; em 1962, no Chile; em 1970, no México; em 1994, nos Estados Unidos; e em 2002, na Coreia e no Japão, respectivamente. Com Zizinho e Zico, o Brasil foi vice-campeão em 1950, no Brasil; e 4º. colocado em 1974, na Alemanha. Em 2026, poderá ser campeão no Canadá, no México e nos Estados Unidos. Otimismo e um misto de realismo e fantasia tornam o presente saudável e o futuro pleno de esperança e inequivocamente melhor!
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