sábado, 8 de agosto de 2026

P&D e produção de material bélico

[1] Objetivo

Em face do comparecimento ao DCT, em 10/08/2026, por força do convite para a Aula Inaugural do 1º. Curso de Inteligência Artificial do Exército Brasileiro, resolvi formular uma síntese de minha participação em estágio, visita e intercâmbio em organizações e eventos relativos à pesquisa, desenvolvimento e produção de material bélico nos Estados Unidos, França, Rússia e China.

A partir dessa síntese, é apresentada o fator fundamental para o sucesso de empreendimentos de obtenção de material bélico com autonomia tecnológica e, por extensão, estratégica. Convém mencionar que ‘material bélico’ é chamado também de ‘material de defesa’ ou ‘material de emprego militar’.

Adicionalmente, são apresentadas consequências da decisão de empreender as atividades de pesquisa, desenvolvimento e produção de material bélico, bem como da omissão em empreendê-las.


[2] Estágios, visitas e intercâmbios

[2.1] Estágio no USACERL

– HQUSAE (HeadQuarters of US Army Corps of Engineers) – Washington-District of Columbia

––> 16 Set 1991

––> Missão e estrutura organizacional

––> Gerência e coordenação de obras de construção e atividades de meio ambiente; e de patrimônio imobiliário, de mobilização e P&D.


– ORD (Ohio River Division) – Cincinatti-Ohio State

––> 17 a 18 Set 1991

––> Missão e estrutura organizacional

––> Gerência e execução de obras militares e obras de cooperação


– USACERL (US Army Construction Engineering Research Laboratory) – Champaign-Illinois State

––> 19 a 20 Set 1991

––> O USACERL tem status de Departamento da University of Illinois at Urbana-Champaign

––> Missão e estrutura organizacional

––> Recursos humanos, materiais e financeiros

––> Programa de pesquisas: são realizados em 4 divisões:  Engenharia e Materiais, Sistemas e Meios, Sistemas de Energia e Utilidades e Meio Ambiente.


[2.2] Visita a organizações de P&D/C&T da França

– 29 Mai a 10 Jun 1994;

– GIAT (Grupo Industrial de Armamento Terrestre), em Satory-Versailles

––> fabricação de Shelter, blindagem p/Vtr et al;

– IET (Instituto Europeu de Telemedicina), em Toulouse

––> o IET foi instalado junto ao Centro Hospitalar da Universidade de Toulouse;

––> P&D, produção e operação de sistemas de Telemedicina e Telediagnóstico;

– AEROSPATIALE, em Paris

––> Foco: P&D e produção dos mísseis Eryx e Exocet.


[2.3] Participação na “Russian Expo Arms 2008”

– 05 a 15 Jul 2008;

– Local: cidade de Nizhny Tagil, na Rússia [essa cidade abriga um Centro de Avaliações de material bélico, onde se realizou a REA 2008];

– Contexto: a REA 2008 apresentou material bélico pesquisado, desenvolvido e (ou) produzido por 339 empresas de 6 países (318 da Rússia, 7 da Bielo-Rússia, 7 da França, r da Ucrânia, 1 da Letônia e 1 do Cazaquistão);

– Uma expressiva parcela dos artefatos é de última geração, isto é, de tecnologia de ponta. Exemplos:

––> VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado);

––> Multisensor para VANT;

––> Sistema de arma para carro de combate;

––> Simulador para treinamento de motorista e de emprego tático de carro de combate;

––> Equipamentos de visão termal;

––> Equipamentos de visão noturna; e

––> Equipamentos baseados em raio laser


[2.4] Intercâmbio com organizações de P&D/C&T da China

– 03 a 11 Abr 2010;

– Organização do Intercâmbio: Ministério da Defesa da República Federativa do Brasil e Ministério da Defesa da República Popular da China;

– FAO (Foreign Affairs Office) e QG do Exército Popular de Libertação, em Pequim

––> Tema: Cooperação nas áreas de ensino e instrução; armas e equipamentos; tecnologia e indústrias militares; e outros assuntos;

– Visita à NORINCO (China NORth INdustries Corporation), em Pequim

––> Objetivos: P&D e produção de Materiais de Emprego Militar;

– Visita à CETC (China Electronics Tecnology Group Corporation), em Nanjing

––> Empresa de Defesa, Eletrônica, Telecomunicações e TI;

––> Foco da visita: P&D e produção de radares (com alcance de 5 a 500 Km; produção divulgada: cerca de 1000 radares);

– Visita à cidade de Shangai

––> Objetivo: programação cultural.


[3] Fatores de sucesso para P&D e produção de material bélico

A partir desses eventos, é imperioso inferir que, independentemente do regime político prevalente — democracia nos Estados Unidos e França, e autoritarismo na Rússia e China —, há três fatores cruciais para a viabilidade e o sucesso da pesquisa, desenvolvimento e produção autônomos de material de defesa. Eles são: vontade e decisão política, capacidade de Engenharia e base industrial.

É preciso enfatizar que a autonomia significa o desencadeamento das atividades de. P&D e produção com recursos humanos, recursos financeiros e base industrial majoritariamente nacionais — em nosso caso, majoritariamente brasileiros.

A vontade e decisão política deve ser interpretada como a consciência intelectual e a consequente determinação de agir por parte dos elevados escalões da força armada que requer material bélico de ponta — e, por via de consequência, também das lideranças inferiores envolvidas nos respectivos processos.

A capacidade de Engenharia deve ser entendida como a existência no âmbito da força armada de engenheiros formados na melhor escola de Engenharia País e treinados para a atividade de P&D em centro de excelência.

O fator base industrial resulta da interação entre os centros de P&D e a indústria com qualificação para a produção de artefato novo e de última geração. Nesse caso, são fundamentais a comunicação eficaz entre as lideranças dos dois setores, bem como a vocação da empresa para o tipo de artefato requerido e a ser encomendado.

Afora o fato dessas proposições serem resultantes das experiências constatadas em dois países capitalistas liberais e em dois países autoritários — sendo a China um autoritário comunista — é relevante apresentar testemunho sobre os processos desencadeados no CTEx, de 2006 a 2010, para a obtenção de material bélico de ponta. Graças ao tripé mencionado, com ênfase para os alicerces de infraestrutura de qualificação de engenheiros e a interação com a base industrial, foi possível ao CTEx entregar para a Força Terrestre, pelo menos 6 artefatos bélicos que jamais foram pesquisados, desenvolvidos e produzidos no Hemisfério Sul, com recursos humanos, financeiros e industriais majoritariamente nacionais (enfatize-se: brasileiros!).

Dois artefatos que se encontram em pleno uso na atualidade na Força Terrestre são emblemáticos: 

– o Simulador para Treinamento de Pilotos de Helicóptero Esquilo e Fennec — à época, denominado Simulador SHEFE; 

– o radar de defesa antiaérea — denominado SABER-M60. 

Podem ser citados também: 

– o Sistema MAGE-COM Veicular; 

– o Módulo de Telemática Operacional; 

– o Míssil Superfície-Superfície 1.2 AC (MSS 1.2AC); e 

– o Sistema de Metralhadora Automatizado X (REMAX). 

Conquanto não aproveitados por falta ou demora na encomenda, merecem destaque: 

– o Simulador Treinador Informatizado para Pistola (Simulador TIRO PST); 

– o Veículo Leve de Emprego Geral Aerotransportável (VLEGA) “Gaúcho); e 

– o Veículo Aéreo Não Tripulado VT 15 (VANT VT 15)


[4] Aspectos cruciais a considerar

[4.1] Adoção da visão de estadista e desencadeamento da pesquisa, desenvolvimento e produção de material bélico de ponta no Brasil, com recursos humanos e centros de P&D brasileiros, bem como com a participação de empresa com capital majoritariamente brasileiro. Em consequência, ocorrerá a independência tecnológica nesse campo de artefatos bélicos de ponta, com a redução da dependência estratégica e tecnológica geral, em relação aos países desenvolvidos.

[4.2] Adoção da visão — às vezes, realista — de não desencadeamento da P&D e produção de material bélico de ponta no Brasil. Em consequência, poderá haver a necessidade de compra futura de material bélico de ponta no mercado internacional, contribuindo para o fortalecimento de empresas estrangeiras com essa capacitação e aumento de dependência estratégica e tecnológica, em relação aos países desenvolvidos.

[4.3] Não há uma visão correta e outra errada! É crucial que se tenha consciência da existência de ambas e das respectivas consequências. Nesse contexto, é imperioso asseverar que as duas visões citadas devem ser consideradas pelos responsáveis políticos, organizacionais e institucionais pela busca de autonomia ou redução da dependência tecnológica e estratégica (inseridos nos comandos das forças armadas e no governo da República), bem como pelos responsáveis intelectuais do processo de P&D e produção de equipamentos bélicos (inseridos nas organizações de Ciência & Tecnologia).

[4.4] De qualquer sorte, há a conveniência de considerar também:

[4.4.1] “A pesquisa, o desenvolvimento, a fabricação e a avaliação autônomos de Material de Emprego Militar condicionam as aspirações estratégicas e políticas de um país.” [*]

[4.4.2] “Candidata-se à decadência antes de atingir o ápice o país cujas Forças Armadas não possuem o domínio do ciclo de vida de seus artefatos bélicos.” [*]


[*] Em palavras alusivas ao 27º aniversário do CTEx (2006).

[Aléssio Ribeiro Souto]


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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Filme “A Odisseia” - 9 – [New York Times]

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Artistic forgery of a character

Maya Phillips, an arts and culture critic for The New York Times, wrote a scathing piece about Christopher Nolan’s film “The Odyssey”, titled “ 'The Odyssey' Should Have Done Better by This Character”.

Right at the start, she declares: “This latest portrayal feels like a particularly disheartening disservice to one of the earliest examples of a powerful, sexually autonomous woman in literature.”

Phillips particularly disagrees with the changes director Nolan made to the role of Circe.

In this regard, she states: “This Circe seems cruel and crazed. In Homer’s telling, Odysseus becomes so enamored of her that she becomes a kind of substitute wife.”

After summarizing the roles of women in Nolan’s work, Phillips

adds: “None are fulfilling, but none feel as dismissive as the evil witch treatment of Circe.”

Agreeing with the columnist, I posted a comment alongside her article, asserting the artistic falsification of the character. I transcribe it below.

There is, of course, no version of “The Odyssey” bearing Christopher Nolan’s name; what exists is Homer’s “Odyssey”. Regardless of the financial resources employed, Mr. Nolan created an artistic reimagining of this universal masterpiece—and did so, certainly, with richness and excellence—but we must never lose sight of Homer’s genius (especially regarding his Circe) simply to let ourselves be captivated by Mr. Nolan’s inventions and the diminished stature of the original work’s characters.


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Falsificação artística de personagem

A senhora Maya Phillips, crítica de arte e cultura do jornal New York Times, escreveu uma crônica contundente sobre o filme “A Odisseia”, de Cristopher Nolan, intitulada “ ‘A Odisseia’ deveria ter tratado melhor essa personagem.”

Já no início, ela declara que Esta representação mais recente parece um desserviço particularmente desanimador a um dos primeiros exemplos de uma mulher poderosa e sexualmente autônoma na literatura.

A senhora Phillips não se conforma, em particular, com as alterações inseridas pelo diretor Nolan no papel de Circe.

E, nesse sentido, ela afirma Esta Circe [de Nolan] parece cruel e desequilibrada. Na narrativa de Homero, Odisseu fica tão encantado por ela que ela se torna uma espécie de esposa substituta.”

Após uma síntese do papel das mulheres na obra de Nolan, a 

senhora Phillips complementa, asseverando que Nenhuma delas tem um papel plenamente satisfatório, mas nenhum tratamento parece tão redutor quanto o de Circe como a bruxa malvada.”

Concordando com a articulista, postei um comentário no jornal New York Times, contíguo a seu artigo, estatuindo a falsificação artística de personagem. Transcrevo-o a seguir.


Com certeza, não existe “A Odisseia” de Cristhopher Nolan. O que existe é “A Odisseia” de Homero. Por mais recursos financeiros que tenha utilizado, o Sr. Nolan fez uma transformação artística dessa obra-prima universal — e o fez com riqueza e excelência, é verdade — contudo, jamais podemos nos afastar da genialidade de Homero (em especial, de sua Circe) para nos encantar com as falsificações do Sr. Nolan e a redução da grandiosidade dos personagens da obra original.


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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Nacional-socialismo e socialismo real

O intelectual liberal Roberto Motta publicou na Gazeta do Povo o artigo “O que não te contaram sobre esquerda e direita: duas ideias essenciais”. Em realidade, ele está se referindo às ideias ou aos princípios do socialismo. Quais são eles? 

“O primeiro é o fim da propriedade privada”, uma vez que os socialistas acham que os bens materiais devem ser distribuídos de uma forma mais justa. 

“O segundo princípio socialista é ter o Estado como controlador de todas as relações econômicas, políticas e sociais”, dado que tudo precisa ser definido, planejado e regulado pelo Estado; ao cidadão cabe apenas obedecer.

Sem me opor frontalmente às proposições mencionadas, postei comentários apontando simplificações relativas ao ideário do articulista.


Senhor Motta, a sua crônica está excelente, porém muito sofisticada e intelectualizada. Vamos simplificar. Coloquemos os pingos nos ‘is’! 

O nacional-socialismo é socialismo? Com certeza, é! O socialismo real é socialismo? É claro que sim! 

Bom, na Alemanha, o primeiro aniquilou 6 milhões de pessoas, o que equivale a 12% da população alemã (da ordem de 49 milhões de habitantes, na década de 1940). Na Rússia, China, Camboja, Cuba e Coreia do Norte, o outro exterminou cerca de 100 milhões de pessoas, o que perfaz 11% do somatório das respectivas populações (cerca de 990 milhões de habitantes, nas décadas de 1940 e 1950). 

Então, o socialismo e suas versões puxadinhas suprimem a liberdade e assassinam cidadãos. Muito simples! Não é preciso soletrar nem separar as sílabas. Basta estimular a arte de somar!


Acrescentei algo que é de simplicidade insuperável, para caracterizar as semelhanças entre o nacional-socialismo e o socialismo real — ou seja, entre o nazismo e o comunismo.


Ademais, o que difere a esquerda da direita? 

Ponha-se de pé, fique de frente para o Norte e abra os braços — o braço direito se volta para o Leste e o braço esquerdo para o Oeste. 

Agora gire e fique de frente para o Sul, com os braços abertos — nesse caso, o braço direito se volta para o Oeste e o braço esquerdo para o Leste. 

Com esse subterfúgio, constata-se que a esquerda e a direita se equivalem. 

Há similaridade nos sistemas ideológicos. Não tem sentido diferenciar a esquerda da direita, isto é, ambas suprimem a liberdade (política, religiosa, de expressão et al), abolem a propriedade privada (ou entregam-na a apaniguados), conspurcam a justiça e praticam assassinato de oponentes. 

Bom, mas isso todos sabem!


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domingo, 2 de agosto de 2026

O futebol e a política

Os analistas têm tentado insistentemente avaliar e caracterizar as causas do insucesso da seleção brasileira de futebol nos últimos tempos, especialmente, na Copa do Mundo no México, EUA e Canadá.

Ultimamente, um aspecto tem sido explorado com mais ênfase: a cultura de exaltação individual dos jogadores. Nesse sentido, o desempenho coletivo da seleção estaria sendo impactado negativamente e, por óbvio, o mais relevante fator de sucesso nesse esporte estaria num nível insatisfatório. Será?


Do ponto de vista da gestão — que funcionou de forma eficaz, especialmente, em 1958 e 1970 — no futebol, estamos rigorosamente coerentes com o que ocorre com a alta gestão governamental de nosso rico e poderoso, mas malsinado País.

Mesmo com enorme base territorial, grande população e recursos naturais incalculáveis, estamos com os maiores índices de corrupção do mundo, com o apoio governamental para as organizações criminosas, com 100 milhões de brasileiros sem esgoto sanitário, com os piores índices educacionais do mundo e outros indicadores que indignam e envergonham. 

Ora, não foi exatamente essa conspurcação de boas práticas que imperou na Confederação Brasileira de Futebol nos últimos 4 anos? 

E o que piora tudo: tem gente que gosta, apoia, defende e contribui para manter esse estado de coisas — muita gente mesmo! 

Será que na política será como no futebol, isto é, solução possível somente em 2030? Esperemos outubro para ver no que vai dar. Só depende de cidadãos decentes e amantes da liberdade e da verdade!


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Falsidades na pandemia

O médico infectologista Anthony Fauci foi convocado pelo Parlamento dos Estados Unidos, para prestar depoimento sobre suas ações por ocasião da pandemia do coronavírus. Os senadores que o interrogaram causaram-lhe uma avassaladora desmoralização pública por causa das supostas mentiras e falsidades sobre a doença Covid-19, praticadas por ele, quando chefiava o Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (NAIDI). 


É difícil entender a razão pela qual os apoiadores e defensores da gestão pública que praticam a maior corrupção da história, apoiam os integrantes de organizações criminosas, concordam com a existência de 100 milhões de brasileiros sem esgoto sanitário e contribuem para que o Brasil tenha os piores índices educacionais do mundo, são defensores da figura do médico Fauci, que contribuiu para financiar as pesquisas do coronavírus no Instituto de Virologia de Wuhan, na China. Muito difícil mesmo!


Em face de mensagem grosseira e ofensiva de um leitor, postei a resposta apresentada a seguir. Curiosamente, no dia seguinte a equipe do Estadão excluiu a mensagem do cidadão agressor.


É muito fácil perceber a qualificação humana, intelectual, política e ética daqueles que postam comentário neste ambiente. 

É muito fácil imaginar a orientação recebida no âmbito familiar (lembrando que alguns são orgulho dos genitores outros os envergonham). 

É muito fácil assimilar o padrão de elegância ou grosseria, talento ou desqualificação, e afeição pela virtude ou apego ao lamaçal. 

É muito fácil identificar a escolha política: vocação pela liberdade e verdade ou opção pela corrupção e pelo apoio à criminalidade e outros vícios dos doentes ideológicos. 

Basta ler o que escrevem e como escrevem. 

Não é preciso sabedoria para identificar a doença cerebral perigosa e incurável. 

Não é preciso agressão nem ofensa para transmitir a podridão do lamaçal onde os seres ora caracterizados sentem prazer em rastejar. 

Simples, muito simples! Tão simples quanto a brisa suave que alivia a tensão; tão simples quanto o sorriso de uma criança que emociona. 

Enfim, envidemos esforço para construir um mundo melhor, inclusive para os seres que estão em estado de dor, sofrimento e angústia.


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