sexta-feira, 8 de maio de 2026

A nefarious apology for Che Guevara – [New York Times]

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

The documentary “Che Guevara: The Last Companions”, by Frenchman Christophe Dimitri Réveille, will premiere at the 2026 Cannes Film Festival.

The work deals with the story of three survivors, partners of the Argentine who died in Bolivia because of his efforts to implement in South American countries the regime that Fidel Castro and Che Guevara previously brought to power in Cuba.

Subverting history, Mr. Réveille treats as heroes those who set out to reproduce in South American lands the genocidal socialist regime, originating from sick and heinous minds.


Considering the art of filmmaking, it is also reasonable to add the news about the documentary "Che Guevara: The Last Companions." Through it—and with the regrettable support of a portion of the media, including the American New York Times and the Brazilian Estadão—filmmaker Christophe Dimitri Réveille is treating as heroes those who fought for the implementation of the communist socialist regime that murdered approximately 90 million people worldwide (about 11% of the Soviet, Chinese, Cuban, Cambodian, and other populations where it prospered) and which equaled the Nazi socialist regime that murdered about 6 million people in Germany and surrounding areas (about 13% of the German population at the time). 

Did Mr. Réveille, in his nefarious work, address the atrocities committed by Che Guevara when he commanded the La Cabaña prison, with swift executions without formal trials? 

Did he address the murder of homosexuals? 

Did he address the murder of a teenager in front of his parents? 

That is to say, did he mention that Che Guevara was racist, homophobic, and a mass murderer? 

As a matter of fact, Mr. Réveille is awake to the defense of falsehood, wickedness, ignominy, and other heinous vices of those who have become imbued with the disease of ideologies contrary to humanism, freedom, truth, logic, reason, and common sense.


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As with some articles, the New York Times does not allow reader comments—and this was the case with the article about Che Guevara—so before posting the comment about the Argentine-Cuban genocidal leader, along with an article on another cinematic topic, I sent the following message by email, reproducing the text almost verbatim.


Dear Sir or Madam,

With the documentary "Che Guevara: The Last Companions" (See: "New Che Guevara Documentary Shows There Is More to Know", by Farah Nayeri), — and with the regrettable support of a portion of the media—filmmaker Christophe Dimitri Réveille is treating as heroes those who fought for the implementation of the communist socialist regime that murdered approximately 90 million people worldwide (about 11% of the Soviet, Chinese, Cuban, Cambodian, and other populations where it prospered) and which equaled the Nazi socialist regime that murdered approximately 6 million people in Germany and surrounding areas (about 13% of the German population at the time).

In his nefarious work, Did Mr. Réveille address the atrocities committed by Che Guevara when he commanded the La Cabaña prison, with swift executions without formal trials? 

Did he address the murder of homosexuals? 

Did he address the murder of a teenager in front of his parents? 

In other words, did he mention that Che Guevara and his companions as well, were racists, homophobics, and a mass murderers?

Mr. Réveille is awake to defend the falsehood, wickedness, ignominy, and other heinous vices of those who have become imbued with the disease of ideologies contrary to humanism, freedom, truth, logic, reason, and common sense.

Best regards,

Alessio Ribeiro Souto

Subscriber of NYT

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Apologia nefasta de Che Guevara

Vai estrear no Festival de Cannes de 2026, o documentário “Che Guevara: Os Últimos Companheiros”, do francês Christophe Dimitri Réveille.

A obra trata da história de três sobreviventes, parceiros do argentino morto na Bolívia por causa de sua faina para a implantação em países da América do Sul, do regime que anteriormente Fidel Castro e Che Guevara levaram ao poder em Cuba.

Subvertendo a história, o Sr. Réveille dá tratamento de heróis àqueles que se propuseram ao objetivo de reproduzir nas plagas sul-americanas o regime socialista genocida, oriundo de mentes doentias e hediondas.

Considerando a arte cinematográfica, é razoável tratar da notícia sobre o documentário “Che Guevara: Os Últimos Companheiros”. Através dele — e com o lamentável apoio de parcela da mídia, aí incluídos o americano New York Times e o brasileiro Estadão —, o cineasta Sr. Christophe Dimitri  Réveille está dando o tratamento de herói para aqueles que lutavam pela implantação do regime socialista comunista que assassinou cerca de 90 milhões de pessoas no mundo (cerca de 11% das populações soviéticas, chinesas, cubanas, cambodjanas e de outros países onde prosperou) e que se igualou ao regime socialista nazista que assassinou cerca de 6 milhões de pessoas na Alemanha e proximidades (cerca de 13% da população alemã, na época). 

Por acaso, em sua obra nefasta, o Sr. Réveille tratou das atrocidades cometidas por Che Guevara quando comandante da prisão de La Cabaña, com execuções rápidas e sem julgamento formal? 

Tratou do assassinato de homossexuais? 

Tratou do assassinato de adolescente na frente dos pais? 

Vale dizer, mencionou que Che Guevara era racista, homofóbico e assassino em massa? 

Na realidade, o Sr. Réveille está acordado para a defesa da falsidade, maldade, ignomínia e demais vícios hediondos daqueles que se impregnaram com a moléstia das ideologias contrárias ao humanismo, à liberdade, à verdade, à lógica, à razão e ao bom senso.

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Mensagem e-mail para o NYT

Como em alguns artigos, o jornal New York Times não permite comentário de leitores — e esse foi o caso da matéria sobre Che Guevara —, antes de postar o comentário sobre o argentino-cubano genocida, junto a artigo sobre outro tema cinematográfico, enviei, por e-mail, a mensagem transcrita a seguir, reproduzindo o texto quase ipsis litteris.


Prezado(a) Senhor(a),

Com o documentário "Che Guevara: Os Últimos Companheiros" (Veja: "Novo documentário sobre Che Guevara mostra que há mais para saber", de Farah Nayeri), — e com o lamentável apoio de parte da mídia — o cineasta Christophe Dimitri Réveille trata como heróis aqueles que lutaram pela implementação do regime comunista socialista que assassinou aproximadamente 90 milhões de pessoas em todo o mundo (cerca de 11% das populações soviética, chinesa, cubana, cambojana e de outros países onde prosperou) e que se iguala ao regime nazista socialista que assassinou aproximadamente 6 milhões de pessoas na Alemanha e áreas vizinhas (cerca de 13% da população alemã na época).

Em sua obra nefasta, o Sr. Réveille abordou as atrocidades cometidas por Che Guevara quando comandava a prisão de La Cabaña, com execuções sumárias sem julgamentos formais?

Ele abordou o assassinato de homossexuais?

Ele abordou o assassinato de um adolescente na frente de seus pais? Em outras palavras, ele mencionou que Che Guevara e seus companheiros também eram racistas, homofóbicos e assassinos em massa?

O Sr. Réveille está acordado para defender a falsidade, a maldade, a ignomínia e outros vícios hediondos daqueles que foram imbuídos da doença de ideologias contrárias ao humanismo, à liberdade, à verdade, à lógica, à razão e ao bom senso.

Atenciosamente,

Alessio Ribeiro Souto

Assinante do NYT

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Visita do presidente brasileiro aos EUA – 2 [The Wall Street Journal and The New York Times]


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VER TAMBÉM

Visita do Presidente Brasileiro aos EUA

[Clique sobre o título]

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Brazilian President's visit to USA


As mentioned in a previous article on this blog, the Brazilian media is highlighting President Lula's visit to the United States to meet with President Trump.

The American newspapers The New York Times and The Wall Street Journal also prominently featured the events in which the Brazilian leader participated.


It is regrettable that Mr. Trump received at the White House Mr. Lula, the president of Brazil—a notorious figure in political crime, responsible for the world's largest corruption scandal.

Brazilians admire the American people and never imagined that Mr. Trump could commit such a deplorable act of interaction with a politician who disrespects the fundamental values of freedom, truth, and ethics.

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Visita do presidente brasileiro aos EUA – 2


Conforme foi mencionado em artigo, anteriormente divulgado neste blog, a mídia brasileira está dando destaque à visita do presidente Lula aos Estados Unidos para encontro com o presidente Trump.

Os jornais americanos The New York Times e The Wall Street Journal também divulgaram com ênfase os eventos em que o mandatário brasileiro participou.


É lamentável que o Sr. Trump tenha recebido, na Casa Branca, o Sr. Lula, presidente do Brasil — um notório personagem da criminalidade política, responsável pelo maior escândalo de corrupção do mundo. 

Os brasileiros admiram o povo americano e jamais imaginaram que o Sr. Trump pudesse cometer um ato deplorável de interação com um político que desrespeita os valores fundamentais da liberdade, da verdade e da ética.

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Visita do presidente brasileiro aos EUA - 1

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VER TAMBÉM

Brazilian President's Visit to the USA

[Clique sobre o título]

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A mídia está divulgando com destaque a visita do presidente Lula aos Estados Unidos para se encontrar com o presidente Trump.

Trata-se de uma tentativa de amenizar os conflitos criados com o parceiro americano, por parte do presidente brasileiro, mercê de sua incontinência verbal, e da busca de argumentos para utilização na campanha eleitoral que em breve estará em curso.


O problema não é ente corrupto, que representa o país de um novo exoplaneta no exterior, nem magistrados que descumprem a norma fundamental. O problema é ‘australoptecus estrumerius’ defensor de candidato corrupto que, eleito, nomeia para a egrégia Corte, indivíduos desqualificados, perniciosos e defensores da corrupção e de organizações criminosas. 

Que, na primavera, sejam eleitos representantes capazes de satisfazer aos anseios da sociedade do aludido exoplaneta e deem prosseguimento à histórica rejeição de doutorando que defendeu tese em favor dos processos e procedimentos de organização criminosa. 

Que nessas eleições de mandatário, os criminosos que, vergonhosamente, representam os ‘exoplanetenses’ no exterior sejam banidos da vida pública. Não citar nomes é impedimento para a ocorrência de infração das leis; porém, todos sabem o que está ocorrendo nesse malsinado exoplaneta. 

Certos líderes estão querendo abolir das fontes bibliográficas as palavras corrupto e ladrão. As meras citações dessas palavras, sem referência a qualquer ente, são consideradas ofensa, injúria e difamação. Claro, a súcia possui notório saber sobre questões hediondas, contudo a conduta jamais é ilibada. 

Enfim, “Só a mudança é permanente!” — então, que na primavera, haja mudança para compatibilizar com a afirmação do sábio grego, proferida 400 anos a. C.

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Candidatos à presidência inimigos do sistema


Em face do sucesso do pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro, com bem tem demonstrado os resultados das pesquisas de vários institutos, o presidente Lula está tentando reverter essa tendência e, por isso, divulgou sua “condição de inimigo do ‘sistema’ ”, o que é uma marca do pré-candidato Flávio.


Inimigo de si próprio? Canalhice ou demência? Imaginar que outrem aceita as condições hediondas de uma parcela de entes humanos é a permanência na condição de "AustraloPTecus Estrumerius". 

E tem gente que gosta, admira e defende! A rigor, estes são responsáveis pelo estado de coisas nefastas que afligem um país com enorme riqueza territorial, populacional e de recursos naturais. 

"Só a mudança é permanente!" (Hipócrates, 400 anos a. C.). Então, mudemos tão cedo quanto possível!


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Rejeição de indicado para o STF - 4

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VER TAMBÉM

Rejeição de indicado para o STF – 1

Rejeição de indicado para o STF – 2

Rejeição de indicado para o STF - 3

[Clique sobre um título]

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A rejeição da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) continua repercutindo no meio político e jurídico. 


Desta feita, a Associação Civitas para Cidadania e Cultura impetrou no STF a chamada Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 1324), pleiteando a anulação da sessão do Senado que rejeitou o nome do Advogado-Geral da União.


Por óbvio, no nome dessa Associação, houve descuido e omissão de um vocábulo, isto é, o nome deve ser: Associação Civitas para Conspurcação da Cidadania e Cultura (AC4).


O problema não é político corrupto, nem magistrados que descumprem a Carta Magna. O problema é eleitor que vota em candidato corrupto que, eleito, investe em Tribunais, indivíduos desqualificados, perniciosos e defensores da corrupção e de organizações criminosas. Que em outubro sejam eleitos senadores capazes de satisfazer aos anseios da sociedade e deem prosseguimento à histórica rejeição de doutorando que defendeu tese em favor dos processos e procedimentos de organização criminosa.


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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Rejeição de indicado para o STF – 3

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VER TAMBÉM

Rejeição de indicado para o STF – 1

Rejeição de indicado para o STF – 2

Rejeição de indicado para o STF - 4

[Clique sobre um título]

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O jornal Estadão publicou o editorial “Mais uma chance para o STF”, em declara com veemência que a rejeição do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, “foi uma espécie de ‘impeachment’ que colocou o Supremo numa encruzilhada: ou a Corte recobra o prumo republicano ou se sujeita a sanções de efeitos imprevisíveis.”


A rigor, a Corte não tem como recobrar o prumo republicano. Afinal, nos Tribunais de países democráticos desenvolvidos, não há ministro que tenha passado por alguma das seguintes condições: 

    • reprovação em concurso para juiz; 
    • prestação de serviços para organização criminosa; 
    • advocacia para condenado por assassinatos em país democrático;
    • militância em campanha eleitoral de partido responsável por corrupção; 
    • trabalho da esposa em escritório de advocacia cuja causa possa ser levada à Suprema Corte; 
    • prática empresarial incompatível com o cargo; 
    • difamação de altas autoridades do País no exterior; 
    • tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo;
    • descumprimento da Carta Magna com decisões inconstitucionais; 
    • investidura na Corte por amigo que antes recebeu seus serviços advocatícios; atuação em partido socialista (comunista ou nazista); e 
    • defesa de tese de doutorado, por indicado, favorável a partido atuante na maior corrupção do mundo. 

Integrantes de Suprema Corte desse jaez só existe em ditaduras nefastas, com ausência de liberdade e de procedimentos éticos no setor público. 

É conveniente e imperioso lembrar que os magistrados que cooperaram com o nazismo foram julgados e condenados em Nuremberg; pelo menos dois que cooperaram com a ditadura iraniana foram assassinados por opositores prejudicados.


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