quinta-feira, 7 de maio de 2026

Candidatos à presidência inimigos do sistema


Em face do sucesso do pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro, com bem tem demonstrado os resultados das pesquisas de vários institutos, o presidente Lula está tentando reverter essa tendência e, por isso, divulgou sua “condição de inimigo do ‘sistema’ ”, o que é uma marca do pré-candidato Flávio.


Inimigo de si próprio? Canalhice ou demência? Imaginar que outrem aceita as condições hediondas de uma parcela de entes humanos é a permanência na condição de "AustraloPTecus Estrumerius". 

E tem gente que gosta, admira e defende! A rigor, estes são responsáveis pelo estado de coisas nefastas que afligem um país com enorme riqueza territorial, populacional e de recursos naturais. 

"Só a mudança é permanente!" (Hipócrates, 400 anos a. C.). Então, mudemos tão cedo quanto possível!


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Visita do presidente brasileiro aos Estados Unidos

A mídia está divulgando com destaque a visita do presidente Lula aos Estados Unidos para se encontrar com o presidente Trump.

Trata-se de uma tentativa de amenizar os conflitos criados com o parceiro americano, por parte do presidente brasileiro, mercê de sua incontinência verbal, e da busca de argumentos para utilização na campanha eleitoral que em breve estará em curso.


O problema não é ente corrupto, que representa o país de um novo exoplaneta no exterior, nem magistrados que descumprem a norma fundamental. O problema é ‘australoptecus estrumerius’ defensor de candidato corrupto que, eleito, nomeia para a egrégia Corte, indivíduos desqualificados, perniciosos e defensores da corrupção e de organizações criminosas. 

Que, na primavera, sejam eleitos representantes capazes de satisfazer aos anseios da sociedade do aludido exoplaneta e deem prosseguimento à histórica rejeição de doutorando que defendeu tese em favor dos processos e procedimentos de organização criminosa. 

Que nessas eleições de mandatário, os criminosos que, vergonhosamente, representam os ‘exoplanetenses’ no exterior sejam banidos da vida pública. Não citar nomes é impedimento para a ocorrência de infração das leis; porém, todos sabem o que está ocorrendo nesse malsinado exoplaneta. 

Certos líderes estão querendo abolir das fontes bibliográficas as palavras corrupto e ladrão. As meras citações dessas palavras, sem referência a qualquer ente, são consideradas ofensa, injúria e difamação. Claro, a súcia possui notório saber sobre questões hediondas, contudo a conduta jamais é ilibada. 

Enfim, “Só a mudança é permanente!” — então, que na primavera, haja mudança para compatibilizar com a afirmação do sábio grego, proferida 400 anos a. C.

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Rejeição de indicado para o STF - 4

A rejeição da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) continua repercutindo no meio político e jurídico. 


Desta feita, a Associação Civitas para Cidadania e Cultura impetrou no STF a chamada Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 1324), pleiteando a anulação da sessão do Senado que rejeitou o nome do Advogado-Geral da União.


Por óbvio, no nome dessa Associação, houve descuido e omissão de um vocábulo, isto é, o nome deve ser: Associação Civitas para Conspurcação da Cidadania e Cultura (AC4).


O problema não é político corrupto, nem magistrados que descumprem a Carta Magna. O problema é eleitor que vota em candidato corrupto que, eleito, investe em Tribunais, indivíduos desqualificados, perniciosos e defensores da corrupção e de organizações criminosas. Que em outubro sejam eleitos senadores capazes de satisfazer aos anseios da sociedade e deem prosseguimento à histórica rejeição de doutorando que defendeu tese em favor dos processos e procedimentos de organização criminosa.


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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Rejeição de indicado para o STF – 3

O jornal Estadão publicou o editorial “Mais uma chance para o STF”, em declara com veemência que a rejeição do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, “foi uma espécie de ‘impeachment’ que colocou o Supremo numa encruzilhada: ou a Corte recobra o prumo republicano ou se sujeita a sanções de efeitos imprevisíveis.”


A rigor, a Corte não tem como recobrar o prumo republicano. Afinal, nos Tribunais de países democráticos desenvolvidos, não há ministro que tenha passado por alguma das seguintes condições: 

    • reprovação em concurso para juiz; 
    • prestação de serviços para organização criminosa; 
    • advocacia para condenado por assassinatos em país democrático;
    • militância em campanha eleitoral de partido responsável por corrupção; 
    • trabalho da esposa em escritório de advocacia cuja causa possa ser levada à Suprema Corte; 
    • prática empresarial incompatível com o cargo; 
    • difamação de altas autoridades do País no exterior; 
    • tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo;
    • descumprimento da Carta Magna com decisões inconstitucionais; 
    • investidura na Corte por amigo que antes recebeu seus serviços advocatícios; atuação em partido socialista (comunista ou nazista); e 
    • defesa de tese de doutorado, por indicado, favorável a partido atuante na maior corrupção do mundo. 

Integrantes de Suprema Corte desse jaez só existe em ditaduras nefastas, com ausência de liberdade e de procedimentos éticos no setor público. 

É conveniente e imperioso lembrar que os magistrados que cooperaram com o nazismo foram julgados e condenados em Nuremberg; pelo menos dois que cooperaram com a ditadura iraniana foram assassinados por opositores prejudicados.


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Rejeição de indicado para o STF – 2

A derrota imposta pelo Senado Federal ao Poder Executivo e, por extensão, ao Supremo Tribunal Federal (STF), no imbróglio da indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a Suprema Corte brasileira continua repercutindo no meio político e na mídia.

Analistas asseveram que um possível próximo passo pode ser a decretação de impeachment de ministros do STF, pelo Senado Federal.

Os absurdos praticados por integrantes da egrégia Corte brasileira precisam ser combatidos e evitados para que a democracia brasileira ganhe vigor e se equipare àquelas que vigem nos países democráticos desenvolvidos.


A esse respeito, é oportuno mencionar com ênfase que o Sr. Jorge Messias, indicado para investidura na Suprema Corte, defendeu tese de doutorado apoiando os procedimentos do Partido dos Trabalhadores (PT), no atinente à prática de corrupção, de mentira e de traição aos anseios populares (fez crítica ao impeachment da Sra. Roussef, expôs crítica à operação Lava-Jato e defendeu as acusações aos militantes de direita em falsa tentativa de golpe). 

Ora, espera-se de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha tese e livros publicados voltados para ciência jurídica, para conceitos e conhecimentos que contribuam para a evolução da sociedade e do Estado e que sejam referência para as atuais e futuras gerações.

Pelo exposto, o Sr. Messias é excelente referência para aqueles que defendem e praticam a corrupção e outros males hediondos que afetam terrivelmente os cidadãos brasileiros. 

Por via de consequência, infere-se o acerto histórico de sua rejeição pelo Senado Federal. Ademais, foi excepcional lição para o Presidente Lula e para os ministros do Supremo Tribunal Federal.


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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Rejeição de indicado para o STF - 1

O presidente Lula indicou o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a investidura no Supremo Tribunal Federal (STF) .

Na sabatina realizada no Senado Federal a indicação do Sr. Messias foi rejeitada por 42 a 34 votos, uma derrota acachapante e que jamais ocorrera nos últimos 120 anos.

Nessa histórica derrota, fica caracterizada uma crise institucional entre os poderes da República, que favorece a direita na eleição presidencial de outubro do corrente ano.


É preciso mencionar com ênfase que o Sr. Jorge Messias, indicado para investidura na Suprema Corte, defendeu tese de doutorado apoiando os procedimentos do Partido dos Trabalhadores (PT), no atinente à prática de corrupção, de mentira e de traição aos anseios populares (fez crítica ao impeachment da Sra. Roussef, expôs crítica à operação Lava-Jato e defendeu as acusações aos militantes de direita em falsa tentativa de golpe). 

Ora, espera-se de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha tese e livros publicados voltados para ciência jurídica, para conceitos e conhecimentos que contribuam para a evolução da sociedade e do Estado e que sejam referência para as atuais e futuras gerações.

Pelo exposto, o Sr. Messias é excelente referência para aqueles que defendem e praticam a corrupção e outros males hediondos que afetam terrivelmente os cidadãos brasileiros. 

Por via de consequência, infere-se o acerto histórico de sua rejeição pelo Senado Federal. Ademais, foi excepcional lição para o Presidente Lula e para os ministros do Supremo Tribunal Federal.


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terça-feira, 28 de abril de 2026

Perspectivas do pleito presidencial - 4

A mais nova pesquisa eleitoral do instituto Atlas/Bloomberg aponta o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula no segundo turno das eleições presidenciais de outubro próximo, com um placar de 47,8 a 47,5, o que caracteriza empate técnico.

Para quem foi lançado há menos de cinco meses, com enorme surpresa e notória descrença de parte da mídia e do universo político, trata-se de um desempenho excepcional e indicador de que há razoável probabilidade de derrota do presidente que uma boa parcela da intelectualidade e da opinião pública menciona — de forma perigosa, por ser errada (sic) e proibida —, como ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário.


Os resultados da pesquisa indicam que os cidadãos lúcidos, perspicazes e decentes estão acordando e se posicionando contra a corrupção que prevaleceu nos últimos anos em nosso grandioso País. 

É provável, pois, que, a partir das eleições de outubro próximo, a súcia que ocasionou os maiores escândalos na gestão política no mundo vai ser varrida da administração pública brasileira. 

É certo asseverar que a juventude é majoritariamente responsável por essa varredura que trará enormes benefícios para as próximas gerações. 

A prevalência da liberdade, da verdade e da ética é promissora e motivadora da concretização do objetivo de busca de paz e harmonia, no âmbito da democracia.


O resultado das eleições alicerçadas nessas promissoras pesquisas está condicionado aos procedimentos da votação com as urnas eletrônicas. 

A prescrição constitucional de transparência e correção foi maculada em face do cancelamento do voto impresso.

Nesse sentido, os canalhas estão em vantagem. 

É preciso cuidado, fiscalização rigorosa, inclusive de cada cidadão votante que aspira decência e harmonia.


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