quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Financiamento de filmes sobre ex-presidentes

Está havendo uma tentativa de mudar o foco em relação aos escândalos que envolvem ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por causa do inquestionável impacto na candidatura do presidente Lula, na eleição à presidência da República. As novas narrativas buscam a conspurcação da candidatura do senador Flávio Bolsonaro, em particular, na busca frenética de supostas irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.


O filme "Lula, o filho do Brasil", de 2010, dirigido por Fábio Barreto e Marcelo Santiago, foi financiado pelas empresas Odebrecht, Camargo Correia e JBS. Problema?

O filme "963 dias – A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, sobre o ex-presidente Temer, dirigido por Bruno Barreto, foi financiado pelo banco Master. Problema?

"Dark Horse", dirigido por Cyrus Nowrasteh, sobre o ex-presidente Bolsonaro, foi financiado pelo banco Master. Problema?

Se não houve recursos públicos para nenhum deles, nenhum problema!

Os cidadãos favoráveis à liberdade e verdade gritam: “NENHUM PROBLEMA!”

Os cidadãos favoráveis à corrupção e à mentira gritam: “NENHUM PROBLEMA, MAS EU TENHO A ‘SENSAÇÃO’ QUE HÁ PROBLEMA!”


É preciso saber também se houve dinheiro público — não em filme, mas, na vida real — no Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Lava-Jatão, Masterzão, Marcolão, Mulinhão, Moraeszão e STFão. 

Bom, tem cidadãos que gostam, apoiam, defendem e elegem os responsáveis por essas tramoias. Além de gostar, sentem prazer! Claro, é preciso cuidado, uma vez que se identificam, admiram a grosseria, ofendem e agridem.

Se lessem Platão, Aristóteles, São Tomás de Aquino, Goethe et al, ficariam pensativos. Se lessem Jung e Freud, descobririam a causa da dificuldade de pensar e buscariam tratamento. Como jamais os lerão, a inépcia e a moléstia não serão enfrentadas, até porque são perigosas, contagiosas e incuráveis.

Enfim, que não se afunde na indignação e no pessimismo! Outubro está chegando! 

É possível impedir que um país riquíssimo, tenha tanta gente desprovida de educação, saúde, segurança e infraestrutura satisfatórias. 

É possível acreditar que impunidade será eliminada. 

É possível acenar com um mundo melhor para as novas gerações. 

É possível imaginar transformações que tragam o império da liberdade, verdade e ética. 

Claro, tudo isso à custa de duas reformas fundamentais: a política e a judiciária.


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Redirecionamento da campanha pelos petistas

Como as pesquisas eleitorais para a eleição presidencial passaram a indicar a vitória do senador Flávio Bolsonaro, do PL, contra o presidente Lula, do PT, a campanha em curso está orientando a estratégia para que os petistas larguem as mãos do ministro Moraes, do STF, em face das acusações a esse aliado, no âmbito do escândalo Master-Vorcaro-STF.


Largar a mão de bandido é uma estratégia rigorosamente correta. Da mesma forma, é preciso largar a própria Mão (rápida e perigosa, em se tratando de recursos alheios!) e, nesse sentido, é preciso ignorar também os escândalos do Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Mulinhão, STFão e outras aleivosias e distopias (seja lá o que isso signifique; bom, no caso em tela, boa coisa não é!).


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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

STF, bagunça ou loucura?

 

Ontem, 8 de setembro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma decisão monocrática afastando o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, de sua função.

Hoje, 9 de setembro, o ministro Flávio Dino, do STF, revogou o afastamento do diretor-geral da PF, reintegrando-o ao cargo. 


O que os socialistas reais (comunistas para os que gostam) são capazes de fazer, tanto os sábios quanto os indigentes duvidam. Basta ver o que ocorreu na China, na União Soviética, no Camboja, em Cuba e na Coreia do Norte. 

Eles continuam tentando! É preciso não desistir da peleja para impedi-los. É preciso perseverar. Um mundo melhor, mais justo e solidário é possível! 

Que venha outubro! A liberdade, a verdade e a ética prevalecerão!


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Nota. 

Ao final da tarde de hoje, 9 de setembro, o ministro André Faquin, presidente do STF adotou a decisão de retirar do ministro Alexandre de Moraes a relatoria do Inquérito das Fake News; bem como a revogação do afastamento do diretor-geral da PF, que foi adotada ontem pelo ministro André Mendonça e a revogação desse afastamento, que foi adotada hoje pelo ministro Flávio Dino. Ao mesmo tempo, o ministro Faquin agendou para o dia 15 de setembro a sessão plenária do STF para tratar de alguns desses assuntos.

Fica bem caracterizado o editorial do Estadão, de hoje, com o título “O Supremo virou uma bagunça.” Dúvida há: virou bagunça ou loucura plena?


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Suprema bagunça

 

Ao comentar o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal (PF), delegado Andrei Rodrigues, o editorial do Estadão formulou um título que foge ao procedimento do melhor jornal brasileiro, isto é, “O Supremo está uma bagunça”. É estarrecedor.

A trágica conjuntura política e judicial é a oportunidade para desafios grandiosos e, cumpre pois manifestar otimismo e esperança em relação ao futuro das próximas gerações.


A cada surpresa institucional constata-se que há compatibilidade e coerência entre as instituições e a parcela de cidadãos que apoia e elege entes capazes de desencadear o Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Marcolão, Mulinhão, STFão e outras distopias.

É possível reagir a esse estado de coisas? A esperança, o otimismo e a fé devem prevalecer. Outubro está chegando. Os cidadãos defensores da liberdade, verdade e ética não podem desistir. As próximas gerações merecem um país decente, justo, solidário e compatível com a grandeza de suas enormes riquezas.


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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Resultados do PISA 2025


A OECD (Organization for Economic Cooperation and Development) divulgou os resultados da avaliação dos estudantes de 91 países e economias, o chamado PISA (Programme for International Student Assesment), referente a 2025, cujos testes abrangem 4 campos do conhecimento: leitura, matemática, ciências e resolução de problema por meio de ferramentas computacionais.

De acordo com essa avaliação, houve “um recuo global de desempenho expõe a perda de concentração e atenção dos jovens — além da diminuição do hábito da leitura — em um mundo cada vez mais transformado pelo excesso de telas e pela inteligência artificial.”

No que se refere ao Brasil, os estudantes continuam se colocando entre os estudantes dos 20% de países com piores resultados. Contudo, apresenta dados que “em uma análise de 20 anos, o balanço é de que o Brasil incluiu mais crianças na escola, avançou nos resultados e reduziu a distância para as nações ricas, que sofrem com uma inédita crise de aprendizagem.


A seguir, as dramáticas constatações, citando apenas os países latino-americanos! 

Em Leitura, o Brasil é o 52º. colocado, atrás de Chile, Uruguai e Costa Rica.

Em Ciências, o Brasil é o 67º., atrás de Uruguai, Chile, Costa Rica, Colômbia e México.

Em Problemas Computacionais, o Brasil é o 69º., atrás de Chile, Uruguai, México, Costa Rica, Peru, Colômbia e Equador.

Em Matemática, o Brasil é o 71º. (lamentavelmente, a pior colocação das 4 áreas avaliadas), atrás do Uruguai, Chile, México, Costa Rica, Peru e Colômbia.

Uma curiosidade curiosa: nas quatro áreas avaliadas estamos à frente da Argentina. Não é apenas Pelé, o melhor de todos os tempos; e os cinco campeonatos mundiais de seleção. É estranho!

Olhando os 91 países e economias com estudantes avaliados, estamos aproximadamente entre os 25% piores.

Quer dizer, fica bem explicado porque os brasileiros elegem líderes responsáveis pelo Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, INSSião, Correião, Marcolão, Mulinhão e, agora, STFão. É o trágico impacto de educação indigente, potencializado por 100 milhões de cidadãos sem esgoto sanitário e o terrível choque na saúde; a elevada criminalidade em geral e no trânsito; a corrupção desenfreada; e a impunidade resultante da hedionda situação da aplicação da justiça. E que dúvida não reste: cidadãos, jornalistas, comunidade acadêmica e intelectualidade em geral são responsáveis por essa distopia.

A constatação, a indignação, ..., mas e a solução?

As seguintes proposições podem contribuir inequivocamente para melhorar a educação no Brasil:

1) avaliar e identificar as ações dos diretores e professores das escolas com melhor desempenho, até porque, mesmo no setor público, há escolas com desempenho satisfatório; 

2) propiciar curso de treinamento — a ser repetido, com viés atualizado e aperfeiçoado, com frequência semestral — para todos os diretores e professores das demais escolas, com base nas ações identificadas nas melhores escolas; 

3) estabelecer metas de desempenho e resultados para todas as escolas; 

4) adotar medidas de estímulo para os diretores e professores das escolas que atingirem as metas estabelecidas (inclusive estímulo de ordem financeira); 

5) substituir os diretores e professores das escolas classificadas entre as 10% de piores desempenho e resultados; 

6) condicionar a concessão de recursos financeiros do governo federal para os governos estaduais ao cumprimento das metas de desempenho e resultados das respectivas escolas — idêntico procedimento para concessão de recursos para os municípios; e

7) instituir medidas punitivas — aí incluída a perda de cargo, no caso de repetição de mau desempenho — para os governadores, prefeitos e respectivos secretários de educação que não adotarem as medidas estabelecidas e não atingirem as metas preconizadas.

Em síntese, avaliação e premiação continuadas e permanentes, e punição, com a mobilização subjetiva, psicológica e até mesmo espiritual, se possível — enfatizo: avaliação, premiação e punição continuadas e permanentes!

Ademais, as discussões sobre os problemas de educação no Brasil devem ocorrer habitualmente nos cabeleireiros, nas mesas de bar, nas igrejas, na mídia, nos debates políticos (em especial, nas campanhas eleitorais), ..., isto é, sempre e em todos os lugares. 

Sim, até mesmo porque a educação deve ser a primeira prioridade na gestão pública nos níveis federal, estadual e municipal e, sobretudo, na visão de todos os cidadãos que aspiram por um País melhor e com igualdade de oportunidade para todos. 

Que haja incentivo e estímulo para discussões e debates, amplos e irrestritos.


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PISA

Programme for International Student Assessment (PISA)

  • What it is: An international study run by the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD).
  • Who it tests: 15-year-old students from over 100 countries and economies.
  • What it measures: How well students apply their knowledge in reading, mathematics, and science to real-world problems, rather than just memorizing facts.
  • Why it matters:

 Governments use the results to compare their educational systems globally and improve school policies


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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Condenação da barbárie

"O lavrador diligente conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Uma médica foi brutalmente assassinada no Paraná, com pelo menos dez golpes de arma branca, deixando uma criança de dois anos de idade. Claro, trata-se de um evento trágico que deve ser condenado por todos os cidadãos e deve ter contundente ação dos organismos policiais e judiciais.

No caso da divulgação pela mídia, chamou a atenção o fato de alguns leitores terem atribuído conotação política às motivações para o crime, e atribuírem a causa ao fato de o autor pertencer ao lado político a que ele se opõe. Houve debates, nos quais alguns apoiavam o autor do comentário desprezível e outros o condenavam.


O pior de tudo é que esses manifestantes distópicos gostam, defendem, votam e elegem gente de estatura intelectual e neuronal similar. 

Aí fica bem explicado por que um país riquíssimo tem 100 milhões sem esgoto sanitário, com as consequências indigentes para a saúde; a educação segundo resultados do PISA está entre as piores; os dados da criminalidade são muito elevados; e segundo o órgão mundial de avaliação judiciária, temos resultados trágicos na aplicação da justiça. 

Vamos lá: gostam e defendem o Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, INSSião, Correião, Marcolão, Mulinhão e, agora, o STFão, bem como os respectivos responsáveis. Além disso, identificam-se (na maior cara de pau, sem qualquer vergonha), agridem e ofendem quem deles discorda.

Que, especialmente, os jovens pensem, adotem decisões razoáveis e se posicionem de forma incondicional para prioridade da educação, saúde, segurança e infraestrutura (nessa ordem); e com muita ênfase, em defesa da mulher e do combate inclemente contra o feminicídio.


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Retratação falsa de Janones

Dentro da perspectiva de praticar inverdade com fins políticos, o deputado federal esquerdista André Janones (do partido Rede, de MG), divulgou um vídeo com uma retratação em relação a ofensas que ele teria cometido contra o deputado federal Nikolas Ferreira (do PL, também de MG). 

Poucas horas depois, o próprio Janones postou informação, esclarecendo que se tratava de uma retratação falsa. Ele não afirmou, mas infere-se que ao falsear a retratação, ele tinha o objetivo de chamar a atenção para supostas irregularidades que o deputado Nikolas teria praticado.


Os socialistas reais assassinaram quase 100 milhões de pessoas na Rússia, China, Camboja, Coreia do Norte e Cuba. E continuam assassinando. Contudo, o pior assassinato da atualidade é o da verdade. Nisso, eles continuam mestres. E tem gente que gosta, defende, apoia e elege. Ora, trata-se de moléstia incurável, perigosa e contagiosa.

Bom, hoje, 7 de setembro, o povo vai às ruas; em outubro, essa maioria que defende a liberdade, verdade e ética, vai às urnas para — contrapondo-se à doença — votar por um país melhor, decente, justo e solidário. 

Que venham as eleições presidenciais. Que venham a lucidez, a coragem e a honra. As próximas gerações agradecem.


Um leitor resolveu brincar com o tema e postou a seguinte indagação em relação aos assassinatos dos socialistas no mundo: “não foram 100 bilhões?” Embora não devesse, repliquei com seriedade!


Foram quase 100 milhões, sendo 67 milhões na China (30 milhões de fome), 25 milhões na União Soviética, 3 milhões no Camboja, mais de um milhão na Coreia do Norte e quase 100 mil em Cuba (esses números podem estar incorretos, mas são uma boa aproximação). 

É compreensível que tenha gente com dificuldade de somar. 

A luta por um mundo melhor é responsabilidade de todos, mesmo daqueles que se opõem à liberdade e à verdade, fazem piada com coisa séria e, dessa forma, aproximam-se da condição cerebral dos animais irracionais. Claro, a causa é doença perigosa, incurável e contagiosa; bem como a consequente limitação da faculdade de pensar!


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