segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Mensagem a estimados amigos e queridos familiares – [2]

Em face do recebimento de um magnífico vídeo relativo a Pelotões de Fronteira — e ao assisti-lo, sentir-me tomado por alegria, emoção e nostalgia — reproduzo esta matéria que contempla os mais de 140 dias não consecutivos passados na fronteira amazônica, construindo obras e levando o bem estar para as pessoas dedicadas, resilientes e patriotas que se dispuseram a servir e proteger o solo amazônico. 

Claro, enriqueço o modesto texto com o acréscimo do vídeo. Dessa forma, as lembranças armazenadas em minha mente deixam o aspecto esmaecido, resultante da condição humana, para se posicionarem ao alcance dos olhos, numa espécie de retorno aos momentos épicos vivenciados na Amazônia, eternamente brasileira.

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VER TAMBÉM:


Passei 1400 dias de minha vida com os pés em solo amazônico e com o foco de minha mente voltado para as questões amazônicas, servindo de 1981 a 1985 na Comissão Regional de Obras/12 (Manaus-AM).
Passei cerca de 140 dias não consecutivos — dentre os mais produtivos de meu modesto percurso de engenheiro militar — na fronteira amazônica, liderando equipes do glorioso e invicto Exército Brasileiro nas seguintes atividades:
(i) execução de obras de construção civil (aquartelamentos, casas e infraestrutura) em Tabatinga [1] (sede de Batalhão Especial de Fronteira) e nos Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) das seguintes localidades:
– Marco BV-8, na fronteira da Venezuela;
– Japurá [2] e Ipiranga [3], na fronteira da Colômbia; e
– Estirão do Equador e Palmeira [4], na fronteira do Peru.
(ii) fiscalização de obras de construção civil (aquartelamentos e infraestrutura), nos PEF das seguintes localidades:
– Maturacá, Cucuí, na fronteira com a Venezuela; e
– Iauaretê, Querari e São Joaquim, na fronteira com a Colômbia.

Localização dos Pelotões de Fronteira onde realizei obras de construção civil, com equipes sob meu comando, ou fiscalizei a execução por empresas contratadas.
 
Vídeo realizado com o auxílio de Inteligência Artificial sobre os Pelotões de Fronteira (PEF) na Amazônia. São destacados a missão e o lema — Vida, Combate e Trabalho — sínteses da rotina e da faina diária dos PEF 

Afora a contribuição das organizações militares beneficiárias das obras para a estratégica preservação do território pátrio, enfatizo que todo o esforço dos empreendimentos era voltado majoritariamente para pessoas da base da pirâmide social, sendo parcela expressiva de origem indígena. As exceções que confirmam a regra se relacionam com os bravos e pertinazes oficiais comandantes de pelotão de fronteira, médicos e dentistas, inseridos naturalmente na posição média do estrato social.
Apresento a seguir o texto “Macron x Bolsonaro”, do jornalista Caio Potzz, resultante das questões surgidas nos últimos dias sobre os incêndios em curso na Amazônia, no qual são ressaltadas, de forma objetiva e brilhante, qual deva ser a atitude e a disposição de brasileiros, especialmente aqueles que se propõem até mesmo ao sacrifício da própria vida em prol da defesa dos interesses nacionais e, por óbvio, dos interesses da Amazônia brasileira. Espero que o jornalista Potzz conceda a autorização requerida para a divulgação de seu artigo em meu blog e no Facebook.
Divulgo esse artigo por constatar que ele é emblema da parcela de minha alma que se tornou amazônica; e reflete o pensamento que sai de minha alma, associado eternamente com a Amazônia.
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Notas
[1] Tabatinga, onde o rio Solimões cruza a fronteira para, mais a jusante, receber o nome de Amazonas.
[2] Japurá, onde o rio homônimo cruza a fronteira.
[3] Ipiranga, onde o rio Içá cruza a fronteira.
[4] Estirão do Equador e Palmeira, ambas localizadas às margens do rio Javari, que naquela região constitui a linha fronteiriça entre o Brasil e Peru.

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Por oportuno, reproduzo a crônica do jornalista Caio Potzz, que expressa também o sentimento que os brasileiros devem nutrir em relação à Amazônia.
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MACRON X BOLSONARO

Caio Potzz

Existe uma frase histórica (por conta da atuação dos franceses nas Guerras Mundiais): “você bate o pé e eles levantam as mãos”. Uma piadinha pela forma como sempre se rendem nas batalhas. Honrando a tradição, Macron não foi diferente na questão polêmica da Amazônia. Hoje, preferiu “RESPEITANDO A SOBERANIA, devemos ter o objetivo de reflorestar”. Engoliu um sapo e falou as palavrinhas mágicas.
A Amazônia (dentro do nosso território) não é do mundo. O mundo precisa dela, mas a Amazônia é do Brasil. Nós somos soberanos sobre seu destino. Podemos receber dinheiro, ajuda, palpites, visitas e até críticas mas... ela é do Brasil.
Franceses, que tratam imigrantes como lixo, não resolvem seus “coletes amarelos” e que, ignorando os apelos mundiais, realizaram 193 testes nucleares na Polinésia Francesa, expondo o Taiti a índices de radiação 500 vezes maiores que o máximo recomendado por agências internacionais, podem ter xilique, mas a Amazônia é nossa.
Noruegueses que matam cerca de 600 baleias por ano, na contra mão da vida, podem cortar verbas. Mas a Amazônia é nossa.
Alemães, que são os que mais emitem gases que causam o efeito estufa no mundo e são comprovadamente o 4° país que mais polui o planeta, podem morder as orelhas. Mas a Amazônia é nossa.
PT e PSOL, bandos que se aglutinam como bactérias numa infeção, que nunca plantaram uma árvore e jamais produziram algo de útil para a sociedade, podem aumentar seu discurso de ódio —  como historicamente sempre fizeram — para dividir o País. Mas a Amazônia é nossa.
A Anitta pode escrever que sem oxigênio não teremos internet e “intelectuais” como Madonna, Cher, Gisele Bündchen, Leonardo DiCaprio, Kim Kardashian podem postar fotos de 2015 mostrando o apocalipse Amazônico como se fosse uma imagem atual. Mas a soberania daquele lugar é nossa.
Minha discussão não é sobre quem começou o fogo. Isso é secular. Minha discussão é sobre soberania. Aqui, nós mandamos. O verde da Amazônia está na nossa bandeira. França, Alemanha, Noruega, PT e PSOL usam vermelho nas suas.
Nós não fomos “do mundo” em Brumadinho e Mariana. Pelo menos, não lembro de ver Alemães, Noruegueses e Franceses resgatando corpos.
E não somos do mundo quando temos 14 milhões de desempregados e uma situação caótica financeira causada por corrupção e má gestão de pseudo governos. Não vejo nenhum país europeu deixando de comprar produtos similares da China para adquirir os nossos, de forma que melhore nossa balança comercial.
Não podemos apenas “ser do mundo” para dividir o que existe de mais rico no País. Se não é na dor, não será no amor.
O mundo não come sem o nosso Agronegócio. Eles são nossos reféns. Se brincarmos de “parar”, eles morrem de fome.

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domingo, 23 de agosto de 2026

Mensagens para sobrinhos

Mensagem para o Vinicius


Por ocasião do aniversário de 18 anos, em 15/08/2026, enviei a seguinte mensagem para o querido sobrinho Vinicius: 


Querido Vinicius

Parabéns pelo seu aniversário!

Que você esteja celebrando em paz e harmonia junto à maravilhosa família!

Que hoje você tenha muita alegria e tenha a certeza que você se constitui em exemplo de inteligência, força de vontade e elegância, para todos nós que temos o privilégio de interagir com você, mesmo estando a milhares de quilômetros de distância.

Hoje, nós nos lembramos de você e, nesse sentido, estou expressando o pensamento meu, de Isabel e de suas primas.

Receba abraços e beijos de quem te admira.

Aléssio


O Vinicius respondeu de forma muito simples, contudo com a elegância habitual. Eis sua resposta:


Oi Tio, muito obrigado, um beijo para todos.


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Em um telefonema para a mana Angeliqui, em 20/08/2026, tomei conhecimento de que o Vinicius e a Cynthia se deslocariam de Orlando, na Flórida, onde moram, para a cidade de Gainsville, também na Flórida, para que ele se submetesse a terapia genética, durante 3 meses, na continuidade do tratamento da distrofia muscular de Duchene.


Mensagem para Cynthia

Em consequência, enviei a seguinte mensagem áudio, via WhatsApp, em 23/08/2026, para a sobrinha:

Cynthia, boa noite,

Estou ligando para você para desejar uma feliz evolução na segunda ou terceira fase das atividades do Vini aí nos Estados Unidos. Eu conversei bastante com a mana Angeliqui e ela me disse que você passaria cerca de 3 meses com o Vini em Gainsville, em uma etapa fundamental do tratamento que ele está fazendo. Então, um dos motivos da ligação era cumprimentar toda família e desejar muito sucesso nessa nova fase. E lembrando... — eu falei para a Angeliqui — isso é o resultado da sua coragem e bravura; e que você continue dessa maneira.

Comentei também com a mana que, afora essa razão para lhe telefonar, eu tentaria sugerir que você pudesse transmitir essa história em um livro. É possível que você já esteja pensando nisso. É bem provável que você esteja escrevendo e já tenha muita coisa escrita, mas eu confesso..., afirmei: você tratar dessa questão... — e pensei: 

Se ela já estiver desencadeando isso... Que ótimo! Se ainda não estiver..., é preciso que ela divida toda essa história com outros seres humanos que precisam muito. 

É natural que tenha o lado individual, pessoal... — eu entendo que você se coloca na condição de uma heroína; e o Vini na condição de um herói. 

Isso precisa ficar registrado; em favor de vocês mesmos, de todos aqueles que os admiram e de todos aqueles que precisam do conhecimento que você já acumulou durante todo esse tempo. 

Cynthia, um grande abraço e um beijo! Um abraço para o Vini e para todos da família! Muito sucesso mesmo! Boa noite!


A Cynthia respondeu com a elegância habitual. Eis sua mensagem:


Bom dia, Tio Aléssio!

Obrigada pelas lindas palavras e por todo o carinho.

É o início de uma nova batalha, com riscos e incertezas, mas também com muita fé e esperança de que esse novo estudo de terapia genética possa conter a progressão da doença nos próximos anos.

Obrigada também pelo incentivo para compartilhar nossas experiências. Tenho procurado transformar todos esses desafios em aprendizados e registrar um pouco dessa caminhada. Espero que, no momento certo, eu possa compartilhar nossa história e, quem sabe, ajudar outras famílias que estejam passando por caminhos semelhantes.

Seguimos confiantes e entregando tudo nas mãos de Deus🙏🏻❤️


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NOTA.

A distrofia muscular de Duchenne é uma doença genética rara e progressiva que causa fraqueza e degeneração dos músculos. Ela decorre da ausência de distrofina, uma proteína essencial para a integridade celular muscular. A afecção acomete quase exclusivamente meninos e manifesta-se na primeira infância, comprometendo a locomoção e as funções cardíaca e respiratória. 

O que é e causas

  • Origem genética: mutação no gene DMD no cromossomo X.
  • Falta de distrofina: sem essa proteína, as fibras musculares rompem-se e degeneram com facilidade.
  • Público afetado: atinge sobretudo meninos, aparecendo em cerca de 1 a cada 3.500 nascimentos. 

Principais sintomas

  • Atraso motor inicial: dificuldade para correr, pular, andar ou subir escadas.
  • Quedas frequentes: perda de equilíbrio e dificuldade para se levantar do chão.
  • Panturrilhas volumosas: chamado de pseudo-hipertrofia, com tecido gorduroso no lugar de músculo forte.
  • Evolução: perda da capacidade de andar por volta dos 12 anos, com posterior impacto respiratório e cardíaco. 

Tratamento e cuidados

  • Abordagem multidisciplinar: fisioterapia motora e respiratória para preservar funções e retardar contraturas.
  • Uso de medicamentos: corticosteroides para prolongar a força muscular.
  • Acompanhamento clínico: avaliações frequentes com cardiologistas e pneumologistas

Fonte: Google <distrofia muscular de duchene> [Consulta em 23/Ago/2026, às 15:03 h]


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Primeiro debate eleitoral de 2026

A TV Bandeirantes e o jornal Estadão promovem, neste domingo, 23 de agosto, o primeiro debate entre os presidenciáveis que concorrerão nas eleições de outubro próximo. 

Lamentavelmente, há indicações de que os dois principais candidatos — presidente Lula da Silva e senador Flávio Bolsonaro — não comparecerão ao debate.

De qualquer sorte, os eleitores estão curiosos para tomar conhecimento da tendência que a campanha eleitoral seguirá nos quase dois meses que antecedem o pleito presidencial.


A expectativa é que, no debate, os presidenciáveis discutam planos, procedimentos e ações de gestão para Educação, Saúde, Segurança e Infraestrutura, com o objetivo de alavancar as enormes riquezas brasileiras em favor da construção de um país com:

– igualdade de oportunidades para todos os cidadãos;

– redução das desigualdades entre eles;

– combate rigoroso à corrupção;

– operação da justiça com severa de punição para os integrantes de organizações criminosas; e

– mecanismos de afastamento do setor público, dos maus gestores, dos corruptos e dos desonestos.

Enfim, que o debate aponte soluções para a construção de um estado melhor para os brasileiros, independentemente de quaisquer diferenças — isto é, para homens e mulheres, ricos e pobres, pretos e brancos, gays e não gays e todas as outras diversidades.

Otimismo exagerado? Não! “Tentar sempre, desistir jamais, vencer quando possível!”


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sábado, 22 de agosto de 2026

Música, música, música ... – [2]

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VER TAMBÉM

Música, música, música, ... – [1]


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Em uma boa parcela de minhas atividades — caminhada, refeição, trabalho no computador, ... — ouço música. Isso tem a virtude de melhorar a identificação e compreensão da arte musical.

Há uma música que está entre as preferidas: o Concerto duplo para violão, bandoneon e orquestra. Repassei-a via WhatsApp para as queridas Isabel e filhas, seguida de uma mensagem ilustrativa.


Queridas Isabel e filhas,

Uma música para ser ouvida e apreciada por quem ingressou na universidade — o ambiente daqueles que têm capacidade superior de observar, interpretar e ocasionar transformações no mundo.

•⁠ Composição do Concerto duplo para violão, bandoneon e orquestra de cordas: Astor Piazzolla — o maior compositor argentino;

•⁠ Regência da orquestra de cordas de Paris: Alondra de la Parra, mexicana — a mais capacitada maestrina do mundo;

•⁠ Violão: Yamandu Costa — o maior violonista brasileiro da atualidade; e

•⁠ Bandoneon: Richard Galliano — o maior bandoneonista da França.

Enfim, um mundo bom depende de pessoas talentosas e comprometidas com a transformação. Afinal, “só a mudança é permanente.” Heráclito (400 a. C.).


Como bônus, acrescento a música Bolero, de Ravel, com a WDR Sinfonieorchester, na Kölner Philharmonie, regido também pela notável Alondra de la Parra.


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Música 1

Concerto duplo para violão, bandoneon e orquestra, de Astor Piazzolla


[Dê um clique sobre o título da música]


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Música 2

Bolero, de Ravel


[Dê um clique sobre o título da música]


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Mensagem para Alessandra

Querida Filha,

Em face da relevância na atual conjuntura, destaquei os seguintes temas em comentários divulgados nos jornais Estadão e Gazeta do Povo (e postados ao final deste texto):

•⁠ ⁠Aperfeiçoamento da educação;

•⁠ ⁠⁠Transformação do Poder Judiciário;

• ⁠⁠Sistema eleitoral com urna eletrônica.

Em minha visão, eles são exemplos de temas típicos que um senador da República pode tratar em suas deliberações. Então, uma abordagem é esse parlamentar da mais alta casa legislativa fazer uma reunião com assessores e determinar as seguintes providências:

•⁠ Ao primeiro, ele determinaria a formulação de 3 discursos para apresentar na tribuna do Senado;

•⁠ Ao segundo, ele determinaria estudo, e elaboração de minutas de projetos de lei para solução de Educação;

•⁠ Ao terceiro, ele determinaria estudo e elaboração de minutas de projeto de lei para transformação do Poder Judiciário; e

•⁠ Ao quarto, ele determinaria estudo e elaboração de minutas de projeto de lei para impedir que as urnas eletrônicas sejam utilizadas em fraude eleitoral.

O que for ordenado aos assessores deve seguir as direções fundamentais indicadas nas matérias que publiquei na imprensa.

Nesse sentido, o senador não precisa ser advogado nem especialista em quaisquer dentre os temas.

Precisa apenas ter talento para avaliar o mundo e a conjuntura e identificar soluções para construir um país melhor e com dignidade e igualdade de oportunidades para todos os cidadãos ou para a maioria deles.


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Transformação do Poder Judiciário

A articulista Aline Rechmann publicou no jornal Gazeta do Povo o instigante e oportuno artigo “O que os planos dos candidatos à Presidência dizem sobre o STF”, em que discute as tratativas relativas a mudanças na estrutura do Poder Judiciário brasileiro.

Valendo-me de sugestão anterior, que divulguei na mídia, postei o comentário transcrito a seguir relativo ao tema.


Para que o Poder Judiciário brasileiro atinja o patamar de seus congêneres dos países democráticos a transformação deve englobar: 

1) extinção do Supremo Tribunal Federal (STF); 

2) criação de um Tribunal Constitucional; 

3) transferência das atribuições não estritamente constitucionais do atual STF para o Superior Tribunal de Justiça (STJ); 

4) redução do mandato de membros do Tribunal Constitucional e do novo STJ para 8 anos, não renováveis; 

5) exigência de obrigatoriedade para que magistrados de todos os tribunais sejam nomeados somente se ingressaram na magistratura por concurso público; e 

6) exigência para os indicados para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ, tenham sido, durante pelo menos 4 anos, magistrados, promotores ou procuradores.


Afora o que está sugerido no comentário anterior para a transformação do Poder Judiciário, deve ser incluída um aspecto adicional: a indicação de ministros para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ deve ser feita para o Senado Federal por integrantes das respectivas Cortes, sem a intervenção do presidente da República. Dessa forma, evita-se que presidentes corruptos, mentirosos e canalhas tenham essa atribuição.


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