quarta-feira, 11 de março de 2026

Preferência pelo socialismo

Foi divulgada mais uma pesquisa eleitoral pela empresa Quaest. Conquanto haja otimismo, dado que o pré-candidato Flávio Bolsonaro atingiu o empate com o candidato Lula, há uma enorme preocupação com o fato de que o presidente tem a preferência de dezenas de milhões de brasileiros. É imperioso que se caracterize e se interprete essa anomalia das preferências dos cidadãos.


A preferência pelo socialismo — seja ele socialismo real (comunismo) ou nacional-socialismo (nazismo) — é indicador de morbidez perigosa e às vezes incurável. Em todos os lugares do mundo, a implantação do socialismo resultou em tragédia. A ideia da doença impregnada na mente dos socialistas é verdade inequívoca e indiscutível. 

A constatação da mentira e da falsidade no pensamento dos socialistas foi caracterizada com sabedoria pelo filósofo Berthold Brecht — socialista acima de qualquer suspeita para tratar do tema.

E daí? O elevado percentual de preferência de brasileiros pelo socialismo torna dilacerantes os destinos do grandioso Brasil, bem como das próximas gerações tupiniquins. 


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Filho do Lula versus filho do Bolsonaro


Tendo em vista que a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou as expectativas e, de acordo com as pesquisas de opinião, ele já empatou com o candidato Lula (PT) na preferência do eleitorado.

Diante da surpresa, os integrantes da agremiação petista mudaram de tática após a divulgação das pesquisas e querem comparar o tratamento dado a Lulinha e a Flávio pelos pais presidentes. Claro, essa turma quer utilizar os ensinamentos de Lênin, patrono do socialismo real — imitados por  Goebels, arauto do nacional-socialismo —, sobre a arte de mentir, como mecanismo político, que tão bem foi reproduzida com inequívoca sabedoria pelo filósofo socialista Berthold Brecht:

“Quem peleja pelo comunismo tem que pelejar e não pelejar; declarar a verdade e não declarar a verdade; agir e não agir; manter a palavra e não cumprir a palavra; [...]. Quem peleja pelo comunismo, dentre todas as virtudes, tem apenas uma: pelejar pelo comunismo.”


Nesse contexto, a tentativa dos adeptos da corrupção agride a faculdade de pensar de quem a possui!

Um cidadão recebeu DO PAI milhares ou milhões de recursos afanados do setor público para sobreviver fora do zoológico, com impacto hediondo nos velhos e nas crianças de baixa renda. 

O outro recebeu DE CIDADÃOS milhares ou milhões de votos para sobreviver na arte da política; e agora enfrenta o virtuoso PAI do outro em igualdade de condições. 

Compará-los reflete a ideia de que a corrupção e a criminalidade são normais e aceitáveis, uma vez que fazem parte da cultura. 

Bom, os intelectuais e demais pessoas de bom senso e que se alicerçam na razão e na lógica deveriam reagir contra esse nefasto estado de coisas. 

Ou então o grandioso País seguirá pequeno diante do ideal de liberdade, verdade, coragem e ética.


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segunda-feira, 9 de março de 2026

Renúncia ou impeachment

Com a divulgação do conteúdo do celular do empresário Daniel Vorcaro, patrocinador do escândalo de corrupção do banco Master — onde aparecem as interações entre a família do Sr. Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), com ênfase para a contratação da advogada Viviane Moraes, esposa do ministro, pela quantia absurda de R$ 129 milhões —, a advogada veio a público tentar se explicar e tudo indica que complicou a vida do marido.

A esse respeito, analistas cogitam da possibilidade de a Sra. Viviane ter deixado “o marido entre a renúncia e o impeachment.”


Os seres humanos devem deixar o lado negativo de problemas, bem como analisá-los pelo lado bom, construtivo e otimista.

Então, vamos lá! Um cidadão ou cidadã que, de forma honesta e virtuosa, vende um produto que vale R$ 120,00 por R$ 1.200,00 é extremamente qualificado e valoroso. Merece aplausos. 

É o tipo de funcionário que todo proprietário de empresa e todo líder de organização criminosa precisa e deve contratar.


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Sugestões para pesquisa eleitoral

A última pesquisa relativa à eleição presidencial deste ano de 2026 indicou empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula da Silva.

A súcia do Partido dos Trabalhadores (PT) está meio assustada com o crescimento vertiginoso do candidato oponente que, inicialmente, fora desacreditado e, agora, menos de três meses após o lançamento de sua pré-candidatura, alcançou, na preferência popular, o presidente que entrou para a história como o maior corrupto da evolução humana.

Cabe, pois, uma pesquisa adicional, compatível com a condição do Sr. Lula da Silva.


Nesse contexto, são apresentadas sugestões para nova e inovadora pesquisa eleitoral. Em quem você votaria: 

1) Em um candidato corrupto ou em outro candidato? 

2) Em um candidato condenado pela Justiça e libertado por problema burocrático ou em outro candidato? 

3) Em um candidato que apoiou os ditadores Maduro e Khamenei ou em outro candidato? 

4) Em um candidato que apoia o Hamas e o Hezbollah ou em outro candidato? 

5) Em um candidato que defende as organizações criminosas e foi eleito pelos criminosos das penitenciárias ou em outro candidato? 

6) Em um candidato que nomeia ministros desqualificados para a Suprema Corte ou em outro candidato? 

7) Em um candidato responsável pela maior crise de corrupção da humanidade ou em outro candidato?

Muito simples! Que os cidadãos alfabetizados e com a faculdade de pensar em atividade decidam!


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sábado, 7 de março de 2026

Compromisso e credibilidade em ciência

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto.
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

A cientista Tatiana Sampaio divulgou a possível descoberta de tratamento, por intermédio da proteína polilaminina, para alguém que, em face de algum trauma se torna paraplégico. Ela sofreu uma saraivada de críticas por causa de possíveis incorreções no processo de desencadeamento de sua pesquisa.

Agora, ela veio a público e confirmou que o artigo pré-print trazia imprecisões e erros de digitação, o que pode se configurar como inaceitável para o nível de responsabilidade que ela abraçou, na universidade.


No final do ensino fundamental — vale dizer, antes de ingressar no ensino médio —, o estudante precisa ter capacidade de escrever um texto e, também, de revisar a primeira versão. 

A cientista até pode ser qualificada, ter mérito, mas não pode esquecer que, em qualquer área humana, há aspectos fundamentais que não podem ser relegados para segundo plano. Caso contrário, passa a valer a aceitação de um errinho, de uma mentirinha, de uma corrupçãozinha e de outras coisinhas mais. 

A propósito, tem gente que defende o Masterzão, o INSSião, o Petrolão, o Mensalão e aleivosias similares. 

Em suma, "inhos" e "ãos" são igualmente reprováveis. Garantia de compromisso e credibilidade é um bom propósito para vencer as fragilidades resultantes da condição humana e ter sucesso nas questões científico-tecnológicas.


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Uma leitura fascinante

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Retomei a leitura do livro “A FRONTEIRA”, da escritora norueguesa Erika Fatland — um belo presente ganho em meu aniversário. Ao longo de suas quase 700 páginas, em uma formulação instigante e desafiadora, constata-se que, durante os anos de 2015 e 2016, a aventureira Erika percorreu mais de 20 mil quilômetros, ao longo da fronteira do gigantesco território da Rússia. 


Conforme seu relato, na épica aventura, a jornalista Erika partiu de navio, da localidade de Kirkenes, próxima da fronteira tríplice entre a Noruega, Finlândia e Rússia; prosseguiu pelo Mar Báltico até o Estreito de Bering, junto ao Alaska e enveredou para o Sul. 

Deslocou-se de avião doméstico norte-coreano, trem chinês de alta velocidade, trem suburbano cazaque, ônibus, micro-ônibus, cavalo, táxi, barco de carga, caiaque ou usando seus próprio pés e viajou por catorze países e três repúblicas separatistas: Coreia do Norte, China, Mongólia, Cazaquistão, Azerbaijão, Nagorno-Karabakh, Geórgia, Abecásia, Ucrânia, República Popular de Donetsk (depois incorporada pela Rússia), Bielorrúsia, Lituânia, Polônia, Letônia, Estônia, Finlândia e, finalmente, Noruega, exatamente no ponto de partida.

Apresento a seguir, excertos do último capítulo da lavra de Erika Fatland.

“Nenhum dos lugares que visitei estava a salvo de traumas ou cicatrizes em função de sua vizinhança com a Rússia. Sobretudo povos e etnias minoritárias, esmagados entre as mós do poder ao longo de séculos, dilacerados pelas diferenças entre grandes potências, deslocados à força de um lugar para outro.

“Nações não têm memória, nações não têm feridas que saram, nações não têm cicatrizes. Tudo isso pertence unicamente a indivíduos, um mais um mais um mais um, milhões deles.

“..........

“Acima de tudo, tenho a sensação de haver testemunhado tanto a mais completa ausência de direção quanto o puro oportunismo. O Império Russo agigantou-se dessa monta precisamente porque os governantes de plantão aproveitavam todas as oportunidades que se lhes apresentavam para expandir a fronteira, a qualquer custo, e raramente se esquivaram da brutalidade, do jogo sujo ou de declarar mais uma guerra.

“Ao longo da história, o tamanho tem sido a melhor defesa da Rússia. As distâncias são tão grandes que nenhum exército estrangeiro foi capaz de dar conta dessa enorme massa de terra. Mas o tamanho também é o calcanhar de aquiles da Rússia. O Império Romano, o Império Persa, o Califado Omíada e o Império Mongol deixaram de existir simplesmente porque ficaram grandes demais. O centro perdeu a capacidade de controlar a periferia ou defender as fronteiras externas contra os exércitos invasores.

“Quando finalmente entrou em colapso, a União Soviética o fez sobretudo porque os habitantes de suas áreas mais periféricas se rebelaram, e assim, máscara por máscara, república por república, da Lituânia à Geórgia, o império se desfez. A Rússia perdeu aproximadamente, 20% de seu território, bem como mais da metade de seus habitantes.

“Mesmo assim, ainda é gigantesca. Tem quatro vezes o tamanho da União Europeia e quase o dobro dos EUA e da China. A fronteira da Rússia, conforme descrito neste livro, em também será história. Talvez se expanda antes de se contrair novamente, convulsionando-se como uma serpente em agonia, tão difícil que é imaginar que uma Rússia com seus quase duzentos grupos étnicos e nacionalidades, sues 17 milhões de quilômetros quadrados e 60 mil quilômetros de fronteira continue existindo como uma só entidade no longo prazo — seja no longo prazo de uma geração, seja ao longo de cem ou duzentos anos.

“Em 1991, a Rússia ganhou oito novos países vizinhos Em breve podem ser mais. Uma das razões pelas quais Iéltsin, e depois Putin, reprimiram tanto os rebeldes da Tchetchênia foi o temor de que o império se fragmentasse ainda mais. Até aqui a Tchetchênia vem sendo governada com punho de ferro pelo ditador Ramzan Kadyrov, mas tanto cortinas quando punhos de ferro podem enferrujar e se desfazer, às vezes da noite para o dia.”

O livro é fantástico uma vez que apresenta aspectos das histórias milenares de cada país, com ênfase para o impacto político e estratégico das interações dos respectivos governantes com mandatário da Rússia. 

Afora, citações bibliográficas rigorosas, o texto descreve a interação da autora com personagens relevantes de cada país e, não raro, transmite, com simplicidade, eventos significativos que enriquecem os respectivos relatos e os juízos de valor sempre equilibrados e verossímeis.

A obra permite a compreensão da importância da Rússia para a Ásia e para a Europa, mercê da insuperável grandeza territorial (17 milhões de quilômetros quadrados e 60 mil quilômetros de fronteira), bem como da complexidade populacional, resultante das diferentes etnias que compõem o perfil humano do país.

Por último e fundamentalmente relevante, a caracterização do autoritarismo comunista da Rússia bem como do autoritarismo nazista da Alemanha — que a autora apresenta, deplorando a ambos — encaminha para o conceito crucial que, modestamente, já apresentei em alguns textos passados, atinente ao objetivo fundamental do ser humano que “é a busca da paz e da harmonia, somente possível por intermédio do sistema democrático que, por seu turno, é alicerçado na liberdade, verdade, coragem e ética.”

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sexta-feira, 6 de março de 2026

Aleivosias no âmbito empresarial e judicial

O escândalo de corrupção do banco Master expôs fraudes praticadas não apenas por empresários do setor bancário, mas também altas autoridades dos poderes da República, com ênfase para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O problema atingiu tal gravidade que a manchete do Estadão apontando acusação contra ministros da Suprema Corte é: “Toffoli e Moraes deveriam se explicar ou se afastar do STF”; e o subtítulo indica “Suspeitas sobre as conexões de Daniel Vorcaro com os dois ministros do STF são gravíssimas e vão desde contratos milionários a uma suposta ajuda para evitar a prisão do banqueiro”.

Sobre o mesmo tema, a Gazeta do Povo divulgou o seguinte artigo: “Vazamentos sobre Moraes intensificam pressão da oposição por CPMI do Master e apoio a Mendonça”.

A mídia em geral e os analistas e intelectuais estão deixando de contemplar as causas desse malsinado estado de coisas. Apontá-las é imperioso e urgente.


Problema? Solução? É possível, resolvendo as aleivosias que seguem. 

Nos Tribunais de países democráticos desenvolvidos, não há ministro que tenha passado por alguma das seguintes condições:

reprovação em concurso para juiz; 

prestação de serviços para organização criminosa; 

advocacia para condenado por assassinatos em país democrático;

militância em campanha eleitoral de partido responsável por corrupção;

trabalho da esposa em escritório de advocacia cuja causa possa ser levada à Suprema Corte;

prática empresarial incompatível com o cargo; 

difamação de altas autoridades do País no exterior;

tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo;

descumprimento da Carta Magna com decisões inconstitucionais;

investidura na Corte por amigo que antes recebeu seus serviços advocatícios;

atuação em partido socialista (comunista ou nazista); e

defesa de tese de doutorado favorável a partido atuante na maior corrupção do mundo. 


O tipo de profissional da justiça ora cogitado só existe em ditaduras nefastas, cujos mandatários praticam a corrupção hedionda e têm o apoio de organizações criminosas.


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