sábado, 14 de fevereiro de 2026

Erro de investigação e erro jurídico

Tudo indica que, em face do relatório da Polícia Federal ter apontado suposta atuação criminosa de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo de corrupção do Banco Master, em reunião secreta para tratar do assunto, dez ministros da egrégia Corte conceberam um Acordão para poupar o acusado, de tal sorte a não piorar a crise de desconfiança por que passa integrantes da mais alta instância do Poder Judiciário.

Contudo, a divulgação de trechos de declaração de, pelo menos quatro ministros na aludida reunião, mostrando críticas severas contra a Polícia Federal, entornou o caldo e tem provocado reverberação em todos os órgãos de mídia brasileiro.

Ocorre que a maioria dos analistas está dando ênfase para possível erro cometido pela Polícia Federal no processo de investigação, ao invés de potencializar os eventuais crimes cometidos pelas altas autoridades.


Há algo incompreensível! Os analistas — jornalistas, intelectuais, ... — estão dando ênfase para os erros da Polícia Federal em detrimento da hedionda atuação dos integrantes da criminalidade. 

Ora, se a Polícia Federal descobriu crime contra a sociedade, sem prejudicar qualquer cidadão decente — cujo perfil se enquadre em bom senso, razão e lógica —, não importa o erro cometido! Ela cumpriu seu papel fundamental. Danem-se os criminosos, os nefastos e os hediondos. 

Em síntese, é preciso inverter o processo prevalente nos grandes escândalos brasileiros, com ênfase na Lava-Jato, que por suposto erro de foro, fez os brasileiros herdarem o governo responsável pela maior corrupção da história.


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Gravação de reunião secreta do STF

Por mais incrível que possa parecer, uma reunião a portas fechadas de dez ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual apenas eles — ministros, enfatize-se — estavam presentes, teria sido gravada e o conteúdo da gravação vazou e foi divulgado pelo jornal digital Poder360. 

Os ministros ficaram revoltados com o vazamento e a divulgação, como se revolta e indignação socorresse os indigentes e desqualificados. 

A rigor, esses eventos potencializam o estado de desconfiança e falta de credibilidade no Poder Judiciário, mercê de sequência interminável de decisões questionadas por juristas, intelectuais e pela população em geral.

Construamos, pois, uma metáfora para as trapalhadas.


Numa reunião dessa em um condomínio de Brasília (na capital, ocorrem coisas que o criador não previu...), os 9 integrantes da Administração optaram por vazar o conteúdo das declarações do evento para evitar que a acusação de corrupção contra um deles respingasse sobre a maioria e ampliasse o desgaste de forma inapelável. 

O interessante é que nenhum condômino (e nenhum analista...) cogitou dessa hipótese nefasta, porém, não exatamente absurda. É isso que dá em cenários desmoralizados e sem a credibilidade requerida. 

O que surpreende é que na Administração do condomínio não sobrava sequer um único defensor da liberdade e da verdade, mesmo entre aqueles supostos acima de qual suspeita.


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Hollywood e a criminalidade financeira

As notícias sobre o escândalo de corrupção do Banco Master adquiriram uma conotação assombrosa após a divulgação de suposta gravação de reunião dos integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar das acusações levantadas pela Polícia Federal contra o ministro Dias Toffoli, na apuração dos dados contidos no celular do banqueiro Daniel Vorcaro — responsável pela chefia de um esquema de fraudes financeiras que atinge o patamar de R$ 12 bilhões, envolvendo títulos de créditos falsos.


A propósito das aleivosias tupiniquins — constatadas em trapalhadas a portas fechadas, em egrégios gabinetes —, em Hollywood, as pessoas estão tensas, preocupadas e indignadas. 

Não há filme de ficção que possa competir com a realidade criminosa que prevalece no Brasil, nas altas esferas da República. 

Há uma iniciativa em curso: solicitar aos três poderes brasileiros a oferta de cursos para roteiristas, diretores e produtores americanos, para que a meca do cinema não sucumba em falência. 

Parece piada, contudo, infelizmente, trata-se de realidade inequívoca, hedionda, insuportável e insuperável


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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Possível julgamento de acusado de corrupção

Em mandato anterior — e antes da acusação, julgamento e condenação por corrupção —, o presidente Lula nomeou o Sr. Dias Toffoli, antigo advogado do Partido dos Trabalhadores (e que carregava no currículo uma reprovação em concurso para juiz), para o cargo de Advogado-Geral da União (AGU).

Posteriormente, o presidente investiu o Sr. Toffoli na condição de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na atual conjuntura, o presidente se sentiu desgastado com o envolvimento do ministro Toffoli no escândalo Master e, por isso, declarou que o prestigiado correligionário deve deixar a relatoria do processo daquele escândalo ou deve, até mesmo, deixar a Suprema Corte.


Os responsáveis pelo Mensalão, Petrolão, Lavajatão, Inssião, Correião, Masterzão e demais aleivosias praticadas contra o povo brasileiro começaram a se estranhar. É um bom sinal! 

Só é preciso uma instância de Nuremberg para abrigar os respectivos processos. 

E naturalmente uma mudança na legislação para que seja incluída a pena perpétua, sem saidinha, e, especialmente, sem a mais perigosa e contaminante disfunção: a visita íntima (em face das nefastas consequências constatadas).


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Otimismo em relação ao pleito presidencial deste ano


O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República, fez uma apresentação para uma parcela da elite econômica do País, em evento promovido pelo BTG Pactual.

Sua exposição foi sintetizada com objetividade no artigo “Os recados de Flávio Bolsonaro à elite econômica”, do jornal Gazeta do Povo da seguinte forma: “diante de empresários, investidores e executivos do setor financeiro, o sucessor escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou as linhas gerais do que tem chamado de “tesouraço”, ou seja, uma agenda centrada na redução de gastos públicos, corte de impostos e diminuição da burocracia como caminho para impulsionar o crescimento econômico e, principalmente, trazer previsibilidade ao país.”


O Flávio está surpreendendo. Aprende rápido, é calmo, não cria confusão, não engole provocação embutida em perguntas, afaga concorrentes que se caracterizam como futuros aliados e demonstra capacidade de escolha de possíveis ministros (claro, se eleito!). 

A apresentação para o BTG Pactual confirma essas suposições. Ou seja, ele tem a qualificação requerida para varrer do Planalto Central a turba que está afundando um país rico, continental e virtuosa promessa, jamais confirmada por histórica insanidade e corrupção. 

A perspectiva de sucesso existe — o que permite a cada cidadão dotado de bom senso, razão e lógica, otimismo e possibilidade de jamais desistir da busca de progresso, paz e harmonia.


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Melhor ministro da Fazenda

É incompreensível que o Estadão permita que um articulista bocó faça brincadeira — no artigo “Qual foi o melhor ministro da Fazenda da história do Brasil?” — com um tema tão complexo como o desempenho de ministros do campo econômico; e infira que o titular desse ministério no atual governo é o melhor ministro da história do Brasil.

O prestigioso Estadão está se prestando para campanha política gratuita e extemporânea? É difícil entender, mas caracterizar o contexto é razoável.

Brincar com coisa séria resulta da virtude ou da indigência da faculdade de pensar? Se o cabra se expressa de forma similar aos Australoptecus Estrumerius, dúvidas não há!

Claro, o cabra deve gostar de brincar com o Mensalão, Petrolão, Lavajatão, Inssião, Correião, Masterzão e demais aleivosias praticadas com o suporte dos respectivos ministros da Fazenda. Aí, elege um deles para destaque. 

Seria interessante se a direção do Estadão (nenhuma correlação com os escândalos!...) desse um jeito nisso.

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Bocó

Palavra aprendida há uns 70 anos, na roça de onde venho; tão pouco utilizada na atualidade; e que caracteriza o tolo, ignorante ou infantil.


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A pré-candidatura Flávio Bolsonaro toma fôlego

O governo atual liderado por um político acusado de corrupção, submetido a julgamento, condenado a cerca de 10 anos de prisão, encarcerado na sede da Polícia Federal em Curitiba e libertado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob a alegação de incorreção de foro, está sendo ameaçado pela pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro.

Inicialmente, vários setores da mídia expressaram descrédito nessa tentativa da família bolsonarista. À medida que o tempo vai passando, uma mudança de rumos nas análises de especialistas está tomando corpo.

O artigo “A candidatura de Flávio começa a avançar em setores refratários ao clã Bolsonaro”, do respeitado articulista William Waack, publicado no Estadão, é o mais recente indicador do novo cenário, que se constitui em robusta ameaça ao governo que tem mergulhado o Brasil em lamaçal.


Vão engolir o Flávio por uma indagação simples: quem enfrentou os maiores escândalos de corrupção e ladroagem nas últimas décadas? 

Claro, para isso teve que enfrentar o sistema e muitos ficam cheios de nhe-nhe-nhem!

Ademais, o cenário, o contexto, a conjuntura e a antiga percepção mudaram e tem gente que não consegue renunciar ao inconformismo e se desapegar do passado.

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Nhe-nhe-nhem

– O Vocabulário Ortográfico traz nhe-nhe-nhem e nhem-nhem-nhem.

O Dicionário Aurélio (pelo menos o antigo) traz nhenhenhém.

– O Dicionário online de Português traz nhe-nhe-nhem.


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