segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Resultados do PISA 2025 - 2

O editorial do jornal Estadão com o título “Colapso educacional” faz uma avaliação dos resultados educacionais do PISA 2025, nos quais o desempenho dos estudantes dos países da OECD — que compreende as 31 economias mais desenvolvidas — apresentaram uma queda nos últimos anos.

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PISA – Programme for International Studente Assesment

OECD – Organization for Economic Cooperation and Development

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As causas podem ser a participação dos jovens nas redes sociais, a utilização dos smartphones e as perdas causadas pela pandemia do coronavírus. Enfim, tem havido um distanciamento dos jovens ao conhecimento.

Embora o jornal não tenha mencionado, houve uma ligeira melhora nos resultados dos jovens brasileiros, mas o Brasil continua entre os piores 20% dentre 91 países, onde houve a aplicação das provas.


Por crença, resiliência e teimosia pura e simples, vou repetir o que já postei em espaço semelhante deste jornal.

As seguintes proposições podem contribuir inequivocamente para melhorar a educação no Brasil:

1) avaliar e identificar as ações dos diretores e professores das escolas com melhor desempenho, até porque, mesmo no setor público, há escolas com desempenho satisfatório; 

2) propiciar curso de treinamento — a ser repetido, com viés atualizado e aperfeiçoado, com frequência semestral — para todos os diretores e professores das demais escolas, com base nas ações identificadas nas melhores escolas; 

3) estabelecer metas de desempenho e resultados para todas as escolas; 

4) adotar medidas de estímulo para os diretores e professores das escolas que atingirem as metas estabelecidas (inclusive estímulo de ordem financeira); 

5) substituir os diretores e professores das escolas classificadas entre as 10% de piores desempenho e resultados; 

6) condicionar a concessão de recursos financeiros do governo federal para os governos estaduais ao cumprimento das metas de desempenho e resultados das respectivas escolas — idêntico procedimento para concessão de recursos para os municípios; e

7) instituir medidas punitivas — aí incluída a perda de cargo, no caso de repetição de mau desempenho — para os governadores, prefeitos e respectivos secretários de educação que não adotarem as medidas estabelecidas e não atingirem as metas preconizadas.

Em síntese, avaliação e premiação continuadas e permanentes, e punição, com a mobilização subjetiva, psicológica e até mesmo espiritual, se possível — enfatizo: avaliação, premiação e punição continuadas e permanentes!

Sim, até mesmo porque a educação deve ser a primeira prioridade na gestão pública nos níveis federal, estadual e municipal e, sobretudo, na visão de todos os cidadãos que aspiram por um País melhor e com igualdade de oportunidade para todos. 

Que haja incentivo e estímulo para discussões e debates, amplos e irrestritos.


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