Ao comentar o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal (PF), delegado Andrei Rodrigues, o editorial do Estadão formulou um título que foge ao procedimento do melhor jornal brasileiro, isto é, “O Supremo está uma bagunça”. É estarrecedor.
A trágica conjuntura política e judicial é a oportunidade para desafios grandiosos e, cumpre pois manifestar otimismo e esperança em relação ao futuro das próximas gerações.
A cada surpresa institucional constata-se que há compatibilidade e coerência entre as instituições e a parcela de cidadãos que apoia e elege entes capazes de desencadear o Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Marcolão, Mulinhão, STFão e outras distopias.
É possível reagir a esse estado de coisas? A esperança, o otimismo e a fé devem prevalecer. Outubro está chegando. Os cidadãos defensores da liberdade, verdade e ética não podem desistir. As próximas gerações merecem um país decente, justo, solidário e compatível com a grandeza de suas enormes riquezas.
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