O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Fachin, manteve a sessão do plenário da Corte, prevista para o dia 15 de setembro (3ª. feira), com o objetivo de avaliar o pedido de André Mendonça para que Alexandre de Moraes seja investigado por ter mantido ligação suspeita com o banqueiro Daniel Vorcaro.
A pergunta que cidadãos decentes hesitam em ignorar é se o presidente do STF tem estatura moral e intelectual para debelar a crise que afronta o bom senso, a verdade e a ética; ou se somente a evolução política permitirá que o País encontre seu rumo.
É possível confiar, acreditar e imaginar que um riquíssimo País pode oferecer igualdade de oportunidade para todos?
Na condição de procurador jurídico, o caboclo fez campanha política pública para candidata a presidente da República.
Na condição de ministro do STF:
(i) concedeu liberdade para cidadão preso por corrupção, sob a alegação de que o devido processo foi desencadeado na instância errada;
(ii) contribuiu para enterrar a Lava-Jato, a maior operação contra a corrupção no País;
(iii) proibiu a Polícia de usar seus helicópteros de fazer operações contra narcoterroristas no Rio de Janeiro; e,
(iv) finalmente, patrocinou a maior crise da história de Suprema Corte em qualquer tempo e em qualquer lugar.
A despeito dessas decisões catastróficas, pode-se inferir que é possível utilizar as riquezas de nosso grandioso País se, em outubro, a maioria dos eleitores votarem pelas transformações requeridas e, sobretudo, pelo advento das reformas política e judicial que apontarão a gestão pública e a justiça para a virtude, isto é, para os alicerces representados pela liberdade, verdade e ética.
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