quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Longo caminho para a democracia [1]


Citemos cinco conquistas civilizacionais: o uso de papel higiênico, a utilização de absorvente higiênico, a direção de automóvel com cinto de segurança, a observância das regras de trânsito e a prática da democracia. 
Os brasileiros estão bem nos três primeiros indicadores. O sabugo de milho ou sucedâneo e a toalhinha foram abandonados; e o cinto de segurança de três pontas são uma presença constante no cotidiano dos motoristas e passageiros. 
Porém a inobservância das regras de trânsito contribuem para 60.000 mortes por ano em acidentes veiculares. 
No atinente à democracia, a escolha dos ministros da Suprema Corte, as decisões judiciais, a corrupção eleitoral, as práticas legislativas não republicanas e a falta de aceitação de uma política sem “toma-lá-dá-cá” no Parlamento ensinam que o País ainda tem um longo caminho a percorrer. 
Vale dizer, nos dois últimos indicadores, o Brasil sofre de males da “idade do sabugo”. Enfim, desde os tempos socráticos e aristotélicos, há a consciência de que o caminho democrático é acidentado, complexo e de demorada travessia. Nesse sentido, o Zero Dois, Deputado Federal Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, candidato a Presidência da República, suscitou um debate imprescindível, ao asseverar que “na democracia, as conquistas são lentas”.
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Notas conexas e esclarecedoras do árduo caminho para a democracia. 

(i) Luís Lula da Silva e Dilma Roussef, integrantes do PT, ocuparam a Presidência da República de 2003 a 2010 e de 2011 a 2016, respectivamente; e ocasionaram a maior crise social, política, econômica e moral da história do Brasil.

(ii) O ex-presidente Lula foi acusado de corrupção e outros crimes; foi julgado, condenado e encarcerado na sede Polícia Federal de Curitiba. Para contextualização, ressalte-se que, antes dele, quatro ex-presidentes da República foram presos:
–     Hermes da Fonseca, sobrinho de Deodoro da Fonseca — em 1922, no exercício da presidência do Clube Militar, foi preso por criticar a intervenção federal em Pernambuco, pelo presidente Epitácio Pessoa;
–     Washington Luiz — em 1930, foi preso durante o exercício da presidência, no Forte de Copacabana, em face da Revolução em curso que levou Getúlio ao poder; e depois viveu exilado na Europa e nos Estados Unidos durante 17 anos;
–     Artur Bernardes — em 1932, foi preso por tentar deflagrar em Minas Gerais um movimento em apoio à Revolução Constitucionalista do mesmo ano, em São Paulo;
–     Juscelino Kubstchek — foi preso em 13 de dezembro de 1968 (data em que foi editado o Ato Institucional nº 5, durante a Presidência de Costa e Silva), por articular com o ex-governador Carlos Lacerda e com o ex-presidente João Goulart a formação de uma frente para exigir a volta da democracia. Foi levado para um quartel na cidade vizinha, Niterói. Foi solto no dia 22 de dezembro de 1968. Ficou mais um mês, em prisão domiciliar, em seu apartamento.
Nenhum desses quatro ex-presidentes foi preso pela acusação de corrupção.

(iii) Além de Lula, do PT, foram encarcerados por corrupção e crimes conexos: Eduardo Cunha e João Paulo, ex-presidentes da Câmara dos Deputados, do aliado PMDB e do PT, respectivamente; Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda, do PT; Sérgio Cabral, Antony Garotinho, Rosinha Garotinho e Pesão, ex-governadores do Rio de Janeiro, de partidos aliados do PT; José Dirceu, José Genoíno, ex-presidentes do PT; João Vacari Neto e Delúbio Soares, ex-tesoureiros do PT; Gedel Vieira Lima, de partidos aliados do PT; e mais de uma dezena de empresários poderosos envolvidos na corrupção petista.

(iv) Em 2019, os filhos do provável vencedor da eleição para Presidência da República são: 
– Zero Um, Flávio Bolsonaro, senador do Rio de Janeiro; 
– Zero Dois, Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro;
– Zero Três, Eduardo Bolsonaro, deputado federal de São Paulo. 
É um fato inédito na história política do País e que incomoda muito os integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) e assemelhados. 
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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Utilização de arma em visita ao JB no hospital


Em visita ao candidato a Presidência da República, que foi covardemente esfaqueado na cidade de Juiz de Fora, o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro apareceu armado de pistola ao lado do seu pai hospitalizado. Houve uma série de comentários na imprensa, que variaram da argumentação racional à agressão grosseira. Decidi inserir-me no debate no campo de comentários do jornal Estadão.

[1ª. mensagem]
Vários brasileiros adeptos do nazi-comunismo têm pregado a violência e até mesmo a morte de adversários. Vários dentre eles aprovaram a atitude do Adélio — doente, insano, praticante criminoso, apoiador e aliado de quem defende a violência. Mostrar a arma é adequado? É um recado que precisa ser dado? Pode haver controvérsia, porém defender-se com arma e portá-la são direitos inalienáveis de quem foi vítima de covardia e continua sendo ameaçado. Só a coragem pode fazer face à doença cerebral e ideológica. O resto é choro inútil. Claro, dós e incomoda.

[2ª. mensagem]
E mais: tem gente que não consegue produzir mais de uma linha (sendo esta, às vezes com linguagem chula). Quer dizer, formular um argumento que condene a violência, a corrupção e os enjaulados em Curitiba, nem se fala. Não se pode esperar de pessoas assim, a busca de uma trajetória que fortaleça a democracia. O mundo é assim mesmo. A realidade impõe que haja escorpiões, cobras e outros predadores. É imperioso que as pessoas que pensam estejam com os antídotos prontos para emprego.

Uma leitora replicou minha segunda mensagem. De forma deselegante, grosseira e agressiva. Trepliquei. Uma perda de tempo. Talvez. Porém, debater faz bem para a saúde.

[3ª. mensagem]
Pelo menos você consegue escrever mais de uma linha. Os argumentos são frágeis. Prefere ‘fulanizar’ do que expressar ideias. Sua dor só você consegue sentir. Vou lhe dar uma sugestão: leia “Carta a Meneceu” (Carta sobre a felicidade), de Epicuro (320 a. C.). Em seguida leia “A relação entre a filosofia de Epicuro e a de Demócrito”, de Karl Marx. Depois, a gente conversa. Porém com compromisso, qual seja, deixar de fora do diálogo a ausência de sentimentos de ser bem amada. Estou curioso para saber sua próxima agressão.

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Ideologia e educação


Em entrevista ao Estadão, a viúva do educador Paulo Freire assevera que ninguém pode competir com suas ideias. Respeite-se o cidadão que já partiu da realidade terrena, porém a utilização de sua figura para a propagação ideológica e política tem o condão de submetê-lo a críticas compatíveis com o embate resultante. 
Nesse sentido são pertinentes as seguintes indagações: 
– A abordagem do Sr. Paulo Freire foi aplicada no Brasil? 
– Se foi, quais são os resultados? 
– Resolveu os problemas de Educação onde foi aplicada?
– Ele é reconhecido no mundo? 
– Em quais países suas propostas foram aplicadas e resolveram o problema de Educação? 
–  Ele é considerado autoridade pelos resultados que proporcionou ou pela associação de suas propostas educacionais com a ideologia de seus parceiros? 
Na análise, deve ser lembrado que ideologia, doença e estupidez podem ser incuráveis.
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[Divulgado no Estadão online de 3/Set/2019]
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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Mensagem para uma jornalista sobre a Amazônia


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[Clique sobre um título]
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Cara Ana,
Conforme já é do seu conhecimento, no que concerne à região Norte do Brasil, tenho preferência pelo inovador programa Amazônia 4.0, que prevê uma ênfase muito grande para a economia alicerçada nos produtos da floresta e na biodiversidade, o que pode ser possível com maciço apoio científico-tecnológico.
Afora, o potencial econômico muito expressivo, há a visão de que essa abordagem torna possível o desenvolvimento sustentável e a preservação do meio ambiente.
 No que diz respeito ao artigo “Crônica de um desmonte anunciado”, do escritor Maurício Tuffani, publicado na Folha de São Paulo, que apresenta dez razões para caracterizar a responsabilidade do Bolsonaro nas queimadas da Amazônia, eis o que penso:
(i) há no texto em tela dados e informações corretos, porém não há isenção na formulação dos argumentos pois trata da visão e dos interesses de apenas um lado, o que contraria fundamentalmente um trabalho denso, sério, imparcial e até mesmo científico, que deve ser a tônica de uma análise de um tema da magnitude da Amazônia e do meio ambiente;
(ii) nenhuma autoridade que pensa diferente do autor foi ouvida ou citada; é aquela história, “só é correto, só é democrata, só é confiável quem pensa e age da mesma maneira que eu” — quantos poderiam assinar essa assertiva? Ah, Goeboels, Beria, Che Guevara, Marx, Heidegger, entre tantos outros, não hesitariam. 
 (iii) não há uma única palavra sobre as condições climáticas adversas do corrente ano, que potencializaram as queimadas;
(iv) não há qualquer referência às queimadas de outras regiões do globo, atuais e de outras épocas, notadamente na África — só as queimadas atuais da Amazônia contribuem para o desequilíbrio climático do mundo e ainda por cima são culpa do atual presidente do Brasil;
(v) não há menção às grandes queimadas da Amazônia da primeira década deste século, cuja ordem de grandeza rivaliza com as deste ano — nesse sentido, não atribuo a responsabilidade ao Lula que era presidente quando elas ocorreram;
(vi) de forma geral, o artigo fulaniza demasiadamente os argumentos ao invés de formulá-los à luz da lógica e da razão.
Posso então formular a seguinte inferência: 
(i) minha abordagem para a Amazônia não coincide com aquela que o Ministério do Meio Ambiente está pregando e empreendendo; 
(ii) a análise, as opiniões e os juízos de valor do Maurício Tuffani, alinhavando dez razões para culpar o atual governo pelos incêndios na Amazônia, constituem um exercício intelectual criativo, mas destituído de amparo ético; e indicam que o autor está ligado a uma facção do espectro político-ideológico e por isso não têm minha acolhida; 
(iii) repito à exaustão que minha abordagem favorita é o desenvolvimento econômico dos recursos naturais amazônicos, voltado também para as populações locais, com objetivos que contemplem a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente — note que nesse caso, diferentemente da borracha, do café, da soja e do açaí (em que para cada unidade monetária recebida pelo Brasil correspondem 5 a 10 unidades monetárias recebidas pelos países desenvolvidos, em face da agregação de valor resultante da aplicação de Ciência & Tecnologia, Inovação e Industrialização, C&TI2), nós tomaríamos conta de um enorme potencial de recursos que, de forma similar ao que ocorreram com as commodities citadas, iriam (ou irão) para o exterior; 
(iv) defendo o combate severo e implacável contra a exploração criminosa da Amazônia. 
ARS

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Pesquisa do DataFolha sobre o governo Bolsonaro

A Folha de São Paulo e o Globo divulgaram pesquisa do DataFolha com o nível de aprovação e desaprovação do governo Bolsonaro. Claro, os dois jornais destacaram o aspecto negativo com bastante ênfase. Postei três mensagens atinentes ao tema, submetidas ao limite imposto de 500 caracteres para cada uma. Elas são reproduzidas a seguir.

Globo e Folha de São Paulo
Efusivos cumprimentos ao DataFolha pelos resultados da pesquisa sobre a atuação do Governo. Constata-se qualificação, eficácia e oportunidade desse órgão de mídia. Os dados apresentam rigorosa coerência com aqueles divulgados antes da eleição de 2018. É imperioso ler o artigo da Folha sobre as pesquisas e depois ouvir os comentários dos analistas do Globo. As duas empresas, em uníssono, estão antecipando o resultado de 2022. Muito cedo, mas isso é irrelevante. O que importa é a resiliência.

Globo e Folha de São Paulo
Interpretemos os dados do DataFolha. Por omissão, estão divulgando: o presidente está fazendo o que prometeu; os ministros estão trabalhando; o Parlamento está atuando sem “toma-lá-dá-cá”; a reforma da previdência está sendo aprovada; a reforma tributária está sendo desencadeada; a corrupção endêmica e sistêmica foi estancada; a criminalidade está diminuindo; a economia está crescendo; o desemprego está diminuindo; as obras de infraestrutura estão desencalacrando.

Globo e Folha de São Paulo
E mais! Os interesses nacionais estão sendo apropriadamente gerenciados; o diálogo com a Alemanha, a Dinamarca et al está sendo de igual para igual; o País decidiu não apoiar ditaduras corru.pt.as; o Mercosul e a UE se acertaram; o mundo recebeu um firme recado de que a Amazônia é brasileira; o Macron tenta surfar no êxito do governo brasileiro; os discursos falsamente corretos estão sendo abandonados; as grandes empresas de comunicação estão se desmoralizando (gravíssimo para a democracia!). 

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[Divulgado no Globo e na Folha de São Paulo online,  de 2/Set/2019]
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domingo, 1 de setembro de 2019

Pesquisa do DataFolha sobre o interesse estrangeiro na Amazônia


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VER TAMBÉM


[Clique sobre um título]
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O DataFolha divulgou o resultado de pesquisa com indicação de que 75% dos brasileiros consideram legítimo o interesse estrangeiro na Amazônia. 
Ora, é fácil constatar que se trata de mais uma falsidade contra os legítimos interesses brasileiros. Posicionei-me perante os patrões dessa empresa de pesquisa.

Folha de São Paulo
Basta lembrar o que o Dr. Coutinho publicou na Folha de São Paulo em 27/Ago:
(i) “todos subestimamos o número de estúpidos em circulação”; 
(ii) “a irracionalidade do estúpido o torna a criatura mais perigosa do mundo”; e
(iii) “há os inaptos, os inteligentes, os bandidos e os estúpidos”.
Nenhuma pesquisa do DataFolha indicava o vencedor da eleição de outubro/2018. Então, por lógica similar cristalina, é simples e fácil inferir: para 75% da população não é legítimo o interesse de estrangeiros na Amazônia. Ponto

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 1/Set/2019]
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Leis da estupidez humana


VER TAMBÉM:

De forma didática, em magnífico artigo com o título “Uma conspiração de estúpidos” (FSP, 27/Ago/2019), o escritor  português João Pereira Coutinho apresenta a visão do italiano Carlo M. Cipolla, divulgada em 1976 por intermédio do ensaio “The Basic Laws of Human Stupidity”, a respeito do tema. Esforço-me para elaborar uma síntese do artigo do doutor Coutinho. 
O texto começa asseverando que contra a estupidez, até os deuses lutam em vão — conforme falava Schiller. Subsequentemente, é mostrada a estruturação de Cipolla para a estupidez, o que ocorre por intermédio de quatro leis.
Primeira lei. Parece razoavelmente consensual: todos subestimamos o número de estúpidos em circulação.
Segunda lei. A estupidez não é determinada pela educação e pela cultura; é determinada pela natureza, como por exemplo a cor dos olhos ou ondulação do cabelo.
Terceira lei. Os seres humanos se distribuem em quatro categorias fundamentais: os inaptos, os bandidos, os inteligentes e os estúpidos.
Quarta lei. A irracionalidade do estúpido o torna a criatura mais perigosa do mundo.
Destaco agora a interrelação entre estupidez e política formulada pelos dois scholars. Afinal, ambas impactam de forma inexcedível o cotidiano dos cidadãos.
Para tal, impõe verificar a conceituação de Cipolla, transmitida por Coutinho para as categorias fundamentais de ser humano, constantes da Terceira Lei. Nesse sentido, o inapto, quando age, beneficia os outros e prejudica a si próprio. O bandido, pelo contrário, prejudica os outros para se beneficiar pessoalmente. O inteligente, quando age, consegue beneficiar todos (por isso é inteligente).
O que distingue o estúpido é a capacidade que ele tem para provocar dano a terceiros sem retirar daí nenhuma vantagem própria. Pelo contrário: ele pode incorrer em danos também.
Aplicando os tipos ideais de Cipolla à política, Coutinho afirma que políticos inteligentes são raros; e que políticos inaptos, daqueles que beneficiam os outros pelo sacrifício dos seus interesses, são mais raros ainda.
A maioria se distribui entre a bandidagem e a estupidez, e ele não sabe qual delas será pior.
A questão essencial e que representa uma divergência entre os intelectuais Coutinho e Cipolla: a quantidade de pessoas inteligentes é capaz de manter os estúpidos em seu lugar? O italiano acha que sim; o português acha que não.
Pela quantidade de políticos brasileiros que aderiram aos europeus e assinaram um documento coletivo pleiteando que não seja aprovado o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, acho que o doutor Coutinho tem razão. Não raro, a estupidez leva vantagem e, portanto, os lúcidos precisam potencializar a determinação e a vontade para mitigar a sanha prejudicial dos estúpidos.
Os dois intelectuais formularam uma análise inequivocamente associada com o patamar da excelência. Ademais, os conceitos elaborados valem para qualquer origem da estupidez: o comunismo, o nazismo, a psicopatia, a anencefalia e outras. Pode-se acrescentar que ambos deixaram de enfatizar o caráter doentio encontrado no ponto de partida do desencadeamento de qualquer atitude estúpida.

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