terça-feira, 10 de setembro de 2019

Utilização de arma em visita ao JB no hospital


Em visita ao candidato a Presidência da República, que foi covardemente esfaqueado na cidade de Juiz de Fora, o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro apareceu armado de pistola ao lado do seu pai hospitalizado. Houve uma série de comentários na imprensa, que variaram da argumentação racional à agressão grosseira. Decidi inserir-me no debate no campo de comentários do jornal Estadão.

[1ª. mensagem]
Vários brasileiros adeptos do nazi-comunismo têm pregado a violência e até mesmo a morte de adversários. Vários dentre eles aprovaram a atitude do Adélio — doente, insano, praticante criminoso, apoiador e aliado de quem defende a violência. Mostrar a arma é adequado? É um recado que precisa ser dado? Pode haver controvérsia, porém defender-se com arma e portá-la são direitos inalienáveis de quem foi vítima de covardia e continua sendo ameaçado. Só a coragem pode fazer face à doença cerebral e ideológica. O resto é choro inútil. Claro, dós e incomoda.

[2ª. mensagem]
E mais: tem gente que não consegue produzir mais de uma linha (sendo esta, às vezes com linguagem chula). Quer dizer, formular um argumento que condene a violência, a corrupção e os enjaulados em Curitiba, nem se fala. Não se pode esperar de pessoas assim, a busca de uma trajetória que fortaleça a democracia. O mundo é assim mesmo. A realidade impõe que haja escorpiões, cobras e outros predadores. É imperioso que as pessoas que pensam estejam com os antídotos prontos para emprego.

Uma leitora replicou minha segunda mensagem. De forma deselegante, grosseira e agressiva. Trepliquei. Uma perda de tempo. Talvez. Porém, debater faz bem para a saúde.

[3ª. mensagem]
Pelo menos você consegue escrever mais de uma linha. Os argumentos são frágeis. Prefere ‘fulanizar’ do que expressar ideias. Sua dor só você consegue sentir. Vou lhe dar uma sugestão: leia “Carta a Meneceu” (Carta sobre a felicidade), de Epicuro (320 a. C.). Em seguida leia “A relação entre a filosofia de Epicuro e a de Demócrito”, de Karl Marx. Depois, a gente conversa. Porém com compromisso, qual seja, deixar de fora do diálogo a ausência de sentimentos de ser bem amada. Estou curioso para saber sua próxima agressão.

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