Depois de ter sido confrontado, com êxito, pelo senador Flávio Bolsonaro no debate presidencial da rede de TV Band, o presidente Lula entrou em estado de preocupação e está insistindo na asneira de abrir seu sigilo bancário e telefônico e desafiando o oponente para fazer o mesmo.
O artigo “Lula anuncia ofício ao TSE abrindo sigilos dele e de 5 filhos e exigindo o mesmo de Flávio Bolsonaro”, publicado no Estadão, revela que segundo o Sr. Lula “o anúncio amplia o desafio lançado por ele no debate Band/Estadão deste domingo, 18, e reiterado nas redes sociais nesta segunda-feira.”
Esse problema de sigilo bancário e telefônico dos Bolsonaros só interessa para os cidadãos eleitores que elegeram um irmão a deputado federal em São Paulo, um filho a senador em Santa Catarina e outro filho a deputado federal também em Santa Catarina, a esposa a senadora no Distrito Federal; que deram a outro filho a maior votação no primeiro turno da eleição presidencial; e que elegeram a maior quantidade de senadores e deputados federais da história, pertencentes ao Partido Liberal (PL).
Em relação ao sigilo bancário e telefônico do Sr. Lula, não é preciso quebrar, basta conhecer os documentos do triplex do Guarujá e do sítio em Atibaia, reformados pelas empresas OAS e Odebrecht, constantes do processo da Operação Lava-Jato (anulado pelo STF, mas sem retirar as acusações de crime praticado pela organização meliante); e, finalmente, basta conhecer os documentos dos maiores escândalos da história mundial, praticados sob a responsabilidade do Sr. Lula.
Como já pregava o filósofo grego, 450 a. C., “só a mudança é permanente!”.
A esperança nunca se apaga!
Diante da hipótese de, em debate na TV, o Sr. Lula repetir a pergunta por achar que, na tentativa anterior, o oponente não respondeu, são apresentadas novas proposições para resposta.
Não adianta abrir o sigilo bancário e telefônico. Esses documentos não apresentam dados do Mensalão, Petrolão, Correião, INSSião, Marcolão, Vorcarão e outros. Até porque os valores do maior conjunto de corrupção da história só aparecem nos respectivos processos na Justiça.
Ademais, canalhice, cara de pau, falsidade e demais atributos dessa súcia são comprovados e públicos, e nesse sentido, independem de abertura de sigilo.
Será que a Roberta Luchsinger tem razão quando se refere à senilidade, esclerosamento, atitudes de mau caráter, mentiroso contumaz e outros vícios do personagem?
Um país riquíssimo como o Brasil merece um presidente compatível com suas riquezas e com a perspectiva de oferecer a todos os cidadãos exemplos de retidão, moralidade e ética, e sobretudo igualdade de oportunidades.
As atuais e próximas gerações aguardam com expectativa e otimismo.
A esperança nunca se apaga!
De forma similar, uma nova argumentação é revelada para a resposta à pergunta.
Não adianta abrir o sigilo bancário e telefônico. Esses documentos não apresentam os bilhões que foram gastos em viagens internacionais pelo presidente e por sua dama cuidadora.
No caso do sigilo telefônico, é certo que deve haver algum celular secreto para que não haja o risco de tornar pública as mensagens pessoais trocadas com os chefes de Estado estrangeiros. Ademais, existem os documentos com sigilo de 100 anos; quer dizer, não podem ser abertos.
Então, só a transformação equaciona os graves problemas criados por um governo trágico, perdulário, inconsequente e caracterizados de forma racional e lógica pela Sra. Luchsinger em entrevista para rede de TV com alcance nacional.
O povo brasileiro — e, em especial, a juventude — merecem a mudança, a ser concretizada a partir de 25 de outubro.
A esperança nunca se apaga!
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