O primeiro debate para o segundo turno da eleição presidencial, em 25 de outubro, surpreendeu muitos analistas pelas impropriedades cometidas pelo presidente Lula e pelo desemprenho equilibrado do senador Flávio Bolsonaro.
Há alguns dias, o Sr. Lula havia declarado na entrevista na rede de TV Globo que não sabia da inexistência de reajuste no Bolsa Família em seus 4 anos de governo.
No debate da rede de TV Band, ele confirmou que não sabe de coisas essenciais, uma vez que ele atribuiu ao governo Bolsonaro a morte de 600 mil pessoas por Covid-19.
Para confirmar a falsidade dessa declaração, basta examinar com atenção os dados mundiais e compará-los com os dados brasileiros.
Por exemplo, em setembro/2021, uma amostra da estatística mundial relativa à pandemia da Covid-19 apresenta a seguinte correlação entre a população e os respectivos mortos:
- Estados Unidos – 331 milhões de habitantes e 667 mil mortos;
- Alemanha + Reino Unido + França – 216,4 milhões de habitantes e 344 mil mortos;
- México + Colômbia + Argentina - 228,3 milhões de habitantes e 511 mil mortos;
- Rússia + Itália + África do Sul – 266,5 milhões de habitantes e 408 mil mortos;
- Índia – 1.403 milhões de habitantes e 444 mil mortos; e
- Brasil – 213 milhões de habitantes e 489 mil mortos.
Constata-se, pois, que países ou conjuntos de países com grandes populações têm número de vítimas similar e elevado. Os lamentos pelos que se foram e a solidariedade com os que ficaram é uma necessidade imperiosa dessa conjuntura terrível.
Nos países citados, a mídia, os intelectuais e os cidadãos não culparam os respectivos presidentes (ou primeiros-ministros), pelas mortes por Covid-19. Isto significa que não foram culpados: Joe Biden, Ângela Merkel, Emmanuel Macron e Boris Johnson (nos EUA e nos 3 países europeus), bem como Andrés Obrador, Gustavo Preto e Alberto Fernandez (nos 3 países latino-americanos).
Em síntese, o Sr. Lula confirma que é despreparado e tem dificuldade em lidar com a verdade.
A rigor, o debate deixou muito a desejar. Os dois candidatos buscaram apontar as deficiências do oponente em detrimento da apresentação de plano de governo e objetivos da respectiva gestão.
A despeito do nível insatisfatório, o debate na rede de TV Band não deixou dúvida!
É Flávio 22!
Pela juventude, pela tranquilidade, pela articulação demonstrada em um primeiro debate contra quem participou de 8 debates ao longo de mais de 20 anos.
E, especialmente, pela ênfase em segurança e pela perspectiva da escolha de uma equipe de ministros de alto padrão, como ocorrera em 2018, com Tarcísio de Freitas, Paulo Guedes, Rogério Marinho, Teresa Cristina e Damares Alves, que se notabilizaram por excelente desempenho e prosseguimento em altos cargos na vida pública, mesmo em detrimento da pandemia do coronavírus, da crise externa (guerra da Ucrânia) e crises cambiais nos Estados Unidos, Argentina e Europa.
“Só a mudança é permanente!” (Heráclito, 450 a. C.)
Estudar Jung e Freud permite usar o conhecimento para esquadrinhar os trilhões de interações entre 80 bilhões de neurônios e entender melhor as proposições de películas e sons associados. Ou não! Aí, resta apenas a paixão.




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