O editorial da Gazeta do Povo com o título “O apagão da liberdade de expressão no Brasil” faz uma excelente análise das aleivosias reinantes entre os membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Curiosamente, o articulista omitiu aspectos que precisam ser levados em conta por ocasião de eventual formulação de proposta para a transformação da suprema corte brasileira.
O editorial corresponde a uma Aula Magna sobre o tema, contudo deixa de lado uma causa relevante do estado de anomia que a liberdade de expressão mergulhou no malsinado Poder Judiciário: a nomeação de ministros inequivocamente desconectados dos mandamentos de ilibada conduta e notável saber jurídico.
Vou citar apenas algumas dentre várias contradições: reprovação em concurso para juiz, esposa trabalhando e escritórios de advocacia, participação em atividades empresariais incompatíveis com o cargo e militância em partido radical (nazista ou comunista).
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