terça-feira, 8 de junho de 2021

Une opinion française sur le gouvernement de Bolsonaro – Le Point

M. Nicolas Baverez a publié dans la revue Le Point l'article «Nicolas Baverez – Covid : le Brésil ne s’en sort vraiment pas», mais il y a une série d'inexactitudes, certaines tout simplement grossières, relatives à la la performance du gouvernement Bolsonaro dans la pandémie de coronavirus ; dans la gestion gouvernementale du Brésil, avec une comparaison absurde avec le Venezuela ; et dans la conduite de l'économie.

 

Les critiques de M. Baverez sur le comportement du gouvernement fédéral brésilien face à la terrible tragédie du coronavirus sont parsemées d'omissions et de mépris des faits qui sous-tendent la réalité. 

Les statistiques montrent que le Brésil a un nombre de morts similaire à ceux qui sont décédés en Allemagne + Royaume-Uni +

France (population équivalente à celle du Brésil). 

L'allégation selon laquelle le gouvernement brésilien actuel transforme le Brésil en Venezuela est incompatible avec les éléments de preuve des deux pays. Y a-t-il des Brésiliens qui fuient le Brésil comme des millions de Vénézuéliens ? 

Dans la liste de l'économie, il y a un mépris de la vérité et une absence de discernement intellectuel dans l'utilisation des données et dans la formulation des inférences et des jugements de valeur par l'écrivain. Selon les données du FMI et de la Banque mondiale, les pertes économiques du Brésil dues à la pandémie sont inférieures à la moyenne mondiale. 

M. Baverez ne fait pas de rapport correctement. Jeanne d'Arc, Dreyfuss, De Gaulle et Clostermann n'aiment pas cela; Pétain, peut-être !


En outre, M. Baverez prévoit que Bolsonaro contestera le résultat des prochaines élections de 2022. Il semble qu'il prédise la victoire de l'opposant par la fraude électorale.

 

Quel erreur ! Bolsonaro n'aura pas besoin de contester les résultats de l'élection de 2022. Ses opposants - qui comprennent une partie importante des médias - rapportent régulièrement des Fake News sur son gouvernement. Ainsi, ils apportent une contribution pertinente à leur réélection. Les électeurs brésiliens sont alertes et apporteront la réponse nécessaire pour le bien des générations futures.

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[Divulgado na revista francesa Le Point em 8/Jun/2021]

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Uma opinião francesa sobre o governo Bolsonaro

O senhor Nicolas Baverez publicou na revista Le Point o artigo “Nicolas Baverez – Covid: o Brasil realmente não está aguentando”, no qual há uma série de incorreções, algumas delas no nível da grosseria, atinentes ao desempenho do governo Bolsonaro na pandemia do coronavírus; na gestão governamental do Brasil, com equiparação absurda com a Venezuela; e na condução da economia.

 

As críticas de Baverez ao comportamento do governo federal brasileiro diante da terrível tragédia do coronavírus são salpicadas de omissões e desrespeito aos fatos que fundamentam a realidade.

Estatísticas mostram que o Brasil tem um número de mortos semelhante ao da Alemanha + Reino Unido + França — conjunto de países cuja população é da mesma ordem de grandeza que a do Brasil.

A alegação de que o atual governo brasileiro está transformando o Brasil na Venezuela é inconsistente com as evidências de ambos os países. Existem brasileiros fugindo do Brasil como milhões de venezuelanos fogem de seu país?

No rol da economia, há um desrespeito pela verdade e uma falta de discernimento intelectual no uso dos dados e na formulação de inferências e julgamentos de valor por parte do escritor. Segundo dados do FMI e do Banco Mundial, as perdas econômicas do Brasil com a pandemia são inferiores à média global.

O Sr. Baverez não está reportando adequadamente. Joana d'Arc, Dreyfuss, De Gaulle e Clostermann não gostam disso; Pétain, talvez goste muito!

 

Ademais, o senhor Baverez antecipa que Bolsonaro vai contestar o resultado das próximas eleições de 2022. Parece que ele está antevendo a vitória do opositor com fraude eleitoral.

 

Que absurdo! Bolsonaro não precisará contestar o resultado da eleição de 2022. Os seus opositores — que incluem uma parte significativa dos meios de comunicação social — divulgam regularmente Fake News sobre o seu governo. Assim, dão uma contribuição relevante para a sua reeleição. Os eleitores brasileiros estão alertas e darão a resposta necessária para o bem das gerações futuras.

 

 

 

Mensagem para uma desconhecida


Por razões inexplicáveis, uma desconhecida — cujo nome merece repousar na escuridão — me enviou uma mensagem e-mail com várias acusações de genocídio contra integrantes do Governo Federal, comparando a tragédia do coronavírus do Brasil com a dos países africanos.

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2021/Jun/08

Prezada Srtª. ou Srª.,

 

Narrativa é a arma dos que agem contra a realidade por desprezarem a liberdade, a verdade, a coragem e a ética!

 

Então, vamos a fatos incontestáveis sobre a tragédia do coronavírus:

 

1) Estados Unidos: 600 mil mortos em uma população de 340 milhões de habitantes;

2) Soma Alemanha + Reino Unido + França: cerca de 370 mil mortos em 230 milhões de habitantes;

3) Soma México + Colômbia + Argentina: cerca de 350 mil mortos em 220 milhões de habitantes; e

4) Brasil: cerca de 480 mil mortos em 212 milhões de habitantes.

 

Infere-se, pois, que o Brasil está em situação similar:

– ao país mais desenvolvido do mundo; 

– aos 3 países mais desenvolvidos da Europa; e 

– aos 3 países hispano-americanos mais relevantes da América Latina.

 

A responsabilidade pela desinformação prevalente cabe à pandemia dos formadores de opinião asininos, da linhagem dos donkeys, do gênero presidiodePTo, e da família dos corruPTocratas (S. Cabral, E. Cunha, L. da Silva et al); e cabe também a todos os seguidores que não enxergam, não sentem, não pensam e, como bom donkeys, apenas seguem a manada.

 

Em 2022, o povo brasileiro — que é majoritariamente trabalhador e honesto — dará a solução requerida. Haverá tristeza, choro, dor doída. Porém, nada como um dia atrás do outro para que os sentimentos se aquietem.

 

ARS

 

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Identifico-me:

 

1) Pela busca da paz e da harmonia, somente possível pela democracia, a qual se ampara na liberdade, verdade, coragem e ética.

 

2) Ademais, todos os meliantes — de esquerda, de direita, de baixo e de cima, com poder ou sem poder — devem ser acusados, julgados e, se condenados, devem ser encarcerados após o julgamento em 1a. ou 2a. instância, como ocorre em todos os países democráticos desenvolvidos do mundo.

 

3) A propósito da CPI do Covid, convém refletir sobre o que somos e onde queremos chegar. Destarte: 

     Na Democracia, o cidadão é encarcerado após a condenação em 1a. ou 2a. instância.

 

     Na Autocracia, o cidadão é encarcerado sem acusação ou condenação. 

 

     Na CorruPTocracia, o cidadão é encarcerado somente após a condenação em 4a. Instância; o que, não raro, resulta em prescrição da pena ou a própria morte, sem o cumprimento da sentença. 

 

      Qualquer semelhança com a STFcracia não é acusação, é mera coincidência.

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segunda-feira, 7 de junho de 2021

Ameaça à democracia

Fazendo coro com a maioria dos formadores de opinião que atua no Estadão, o jornalista Marcelo Godoy — que se atribui a condição de especialista em assuntos militares —, exerce a oposição irracional ao Governo Federal, tenta encontrar conflitos entre os militares e busca caracterizar a participação dos militares na gestão Bolsonaro como uma ameaça à democracia. Por certo, a narrativa do articulista beira as raias do absurdo.

 

Quem ameaça mais a democracia, a ordem pública, a paz e a tranquilidade da Nação: os corruptos e ex-terroristas que já ocuparam ministérios e a presidência da República; os formadores de opinião que agem como integrantes da “imprensa imunda”, de que falava Émile Zola, em “Eu Acuso”; ou os bolsonaristas que — com o aval ou não dos militares — pugnam pela eliminação da corrupção, pelo aumento da eficiência do Estado e pela neutralização daqueles que se posicionam favoráveis a sistema que assassinou uma centena de milhões de seres humanos, de um lado, ou uma dezena de milhões do outro lado? 

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[Divulgado no Estadão online de 7/Jun/2021]

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Democracia e STFcracia

VER TAMBÉM
[Assuntos correlatos]
[Clique sobre o título desejado]
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A CPI do Covid, em curso no Senado, para apurar crimes e responsabilidades atinentes às centenas de milhares de mortes causadas pelo coronavírus, é uma anomalia do Parlamento brasileiro. 

O presidente da CPI, senador Omar Aziz, teve recentemente sua esposa e outros familiares presos pela Polícia Federal por crimes por corrupção no Estado do Amazonas, por ocasião do mandato de governador do atual parlamentar. 

O relator da CPI, senador Renan Calheiros, tem mais de 10 processos em andamento no STF por crimes de corrupção. 

Qual é o contexto dessa CPI?

 

A propósito da CPI, convém refletir sobre o que somos e onde queremos chegar. 

Na Democracia, o cidadão é encarcerado após a condenação em 1a. ou 2a. instância. 

Na Ditadura, o cidadão é encarcerado sem acusação ou condenação. 

Na Corruptocracia, o cidadão é encarcerado após a condenação em 4a. Instância; o que, não raro, resulta em prescrição da pena ou a própria morte, sem o cumprimento da sentença. 

Qualquer semelhança com a STFcracia não é acusação, é mera coincidência.

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 6/Jun/2021]

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[Divulgado no Correio Braziliense online de 7/Jun/2021]

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domingo, 6 de junho de 2021

O destino do técnico da seleção


O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi afastado pela instância com responsabilidade correlata por conflitos criados em sua gestão, com ênfase para o mau relacionamento com seus pares e subordinados, e cuja gota d’água foi o escândalo de assédio sexual contra uma funcionária da instituição.

 

Depois da queda do cabra da presidência, resta a saída do técnico. 

Já teve a chance na Copa do Mundo anterior e não mostrou a que veio. Tinha atitude de exagerada sociabilidade em relação a presidentes da República anteriores e agora declara que não mistura futebol com política — o que significa pouco comprometimento com a verdade. 

Então, por insuficiência de qualificação e por mau exemplo, deve seguir o caminho adequado para seus atributos; vale dizer, precisa ser incluído fora disso.

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[Divulgado no Estadão online de 6/Jun/2021]

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 6/Jun/2021]

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[Divulgado no Correio Braziliense online de 6/Jun/2021]

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Dia D – A invasão da Normandia


Em 6 de junho de 1944, o tenente aviador Pierre Clostermann, nascido no Brasil, participou da invasão da Normandia, pilotando uma aeronave de caça. 

Clostermann nasceu no Brasil e foi para a França com os pais. 

Voltou para o Brasil com 16 anos e fez pilotagem no Rio de Janeiro. 

Foi para a Califórnia, onde cursou Engenharia Aeronáutica e pilotagem comercial. Em 1941, ouviu o chamado de De Gaulle, em Londres, pela rádio BBC, para combater os alemães. 

Veio para o Brasil, trabalhou uns poucos meses em um jornal carioca. 

Foi para o Uruguai, pegou um navio, foi encontrar De Gaulle na Inglaterra e ingressou nas Forças Armadas Francesas Livres sob o comando daquele líder francês. 

Em 1945, aos 24 anos, havia se tornado o maior herói da aviação francesa, depois de cumprir centenas de missões aéreas de guerra e derrubar dezenas de aviões nazistas. 

Foi eleito para o Parlamento francês e reeleito meia dúzia de vezes. Escreveu 11 livros. 

Seu 11º livro tem capítulos dedicados a nosso País. Sempre demonstrou admiração, apego e respeito pelo Brasil. 

Enfim, não devemos esquecê-lo!


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sábado, 5 de junho de 2021

Depoimento de médica na CPI

A CPI do Covid-19 convocou a médica Dra. Luana Araújo para prestar depoimento. Ela foi tratada de forma diferente — sem a agressividade com que foram interrogadas duas dentre as mais brilhantes médicas de suas gerações, a Dra. Nise Yamaguchi e a Dra. Mayra Pinheiro (ambas defendem o tratamento precoce e a cloroquina) — e respondeu o que os senadores corruptos inquiridores queriam como resposta.

 

A médica não tem experiência expressiva em sua profissão; declara-se cientista, tendo passado longe da ciência (não chegou sequer perto do primeiro degrau, o doutorado); e não tem dados na plataforma Lattes. Não foi desafiada na CPI pelos agressores das demais senhoras. 

Bom, pelo menos enriqueceu seu currículo, declarando tocar piano sofrivelmente, e atribuindo-se, com empáfia, o mesmo apelido de um gênio da raça, a Marta Algerich (The Lioness). Isso é a radiografia de sua contribuição.

 

Deixei de citar o mestrado da Dra. Luana em universidade americana. Um leitor ponderou que esse curso era uma demonstração de capacidade profissional; sim, porém, não habilita alguém à condição de cientista. Outro mencionou que eu estaria comentando sob o viés ideológico; não concordo

 

Com certeza, a Johns Hopkins University, Zanvyl Krieger School of Arts & Sciences é excelente, mas não é Harvard, Stanford, Yale, MIT, nem quaisquer das outras Ivy League.

Ademais, mestrado nos Estados Unidos, inclusive em saúde pública (que é o caso dela) não é exatamente algo que recomenda qualquer cientista. 

Os chineses estão usando cloroquina. Há 10.000 médicos brasileiros que recomendam seu uso. 

Vocês fiquem com ideologia e o assassinato de 100 milhões no mundo (ou 10 milhões na Alemanha).

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 5/Jun/2021]

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