Considerando-se os Poderes Judiciários dos países democráticos desenvolvidos, constata-se que as Supremas Cortes dos Estados Unidos e da Inglaterra e as Cortes Constitucionais da França e da Alemanha não têm nenhum integrante envolvido nas seguintes situações pessoais ou profissionais:
– reprovação em concurso para juiz;
– prestação de serviços advocatícios para organização criminosa;
– prestação de serviços advocatícios para condenado por assassinatos em país democrático;
– permissão para a esposa trabalhar em escritório que lida com causa que pode ser submetida a julgamento na Suprema Corte;
– atividades empresariais incompatíveis com o cargo;
– difamação de instituições e autoridades de seu país no exterior;
– tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo;
– militância em campanha política de partido responsável pela maior corrupção da história;
– descumprimento e conspurcação da Carta Magna com decisões espúrias e inconstitucionais;
– investidura de advogado na egrégia Corte por mandatário amigo que, anteriormente, recebeu seus serviços advocatícios; e
– participação em agremiação socialista — nacional-socialismo (nazismo ou fascismo) e socialismo real (comunismo).
E a Suprema Corte de CorruPTozumba tem?
Para facilitar a compreensão, CorruPTozumba é um reino imaginário em que a elite dirigente se notabiliza pela conspurcação da liberdade e da verdade, pelo ‘toma-lá-da-cá’ nas interações políticas, pela corrupção generalizada nas ações de governo, pela gestão econômica catastrófica, pela atuação judicial à margem do estado de direito e pela defesa de socialização.
Em CorruPTozumba, todo cidadão que proclamar “eu não voto em ladrão” é condenado à prisão.
A identificação do local e dos personagens de CorruPTozumba causa o ingresso do cidadão na virtuosa eternidade da sabedoria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário