Conforme o artigo “Reunião secreta de Lula, Moraes e Alcolumbre ocorre em meio a investidas da PF”, dos jornalistas Sílvio Ribas e Juliet Manfrin, publicado no jornal Gazeta do Povo, essas três autoridades se reuniram de forma secreta na casa do ministro Alexandre de Moraes.
Os articulistas mencionam os seguintes problemas envolvendo as três autoridades:
– a recomposição das relações entre os senhores Lula e Alcolumbre, que estavam estremecidas desde a rejeição do nome de Jorge Messias, indicado para o STF;
– os inquéritos da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula;
– as investigações sobre as fraudes no INSS que atingiram o ex-chefe de gabinete do governo do governo do presidente Lula, Marco Aurélio Carvalho, o Marcola;
– a existência de um contrato milionário firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro Moraes;
– os investimentos de R$ 400 milhões feitos pela Amapá Previdência (Amprev), comandada por um aliado do senador Alcolumbre e com seu irmão no conselho fiscal, em títulos do Banco Master.
Está explicada a razão pela qual um país riquíssimo oferece a uma expressiva maioria de seus cidadãos um baixíssimo padrão de vida (100 milhões sem esgoto sanitário, crianças e idosos morrendo por falta de apoio de saúde e, especialmente, nível educacional precário para a maioria dos jovens dependentes de ensino público).
A explicação pode ser encontrada na reunião secreta de três das mais altas autoridades, envolvidas em escândalos inimagináveis, como bem demonstra esse corajoso e qualificado artigo.
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