Os analistas têm tentado insistentemente avaliar e caracterizar as causas do insucesso da seleção brasileira de futebol nos últimos tempos, especialmente, na Copa do Mundo no México, EUA e Canadá.
Ultimamente, um aspecto tem sido explorado com mais ênfase: a cultura de exaltação individual dos jogadores. Nesse sentido, o desempenho coletivo da seleção estaria sendo impactado negativamente e, por óbvio, o mais relevante fator de sucesso nesse esporte estaria num nível insatisfatório. Será?
Do ponto de vista da gestão — que funcionou de forma eficaz, especialmente, em 1958 e 1970 — no futebol, estamos rigorosamente coerentes com o que ocorre com a alta gestão governamental de nosso rico e poderoso, mas malsinado País.
Mesmo com enorme base territorial, grande população e recursos naturais incalculáveis, estamos com os maiores índices de corrupção do mundo, com o apoio governamental para as organizações criminosas, com 100 milhões de brasileiros sem esgoto sanitário, com os piores índices educacionais do mundo e outros indicadores que indignam e envergonham.
Ora, não foi exatamente essa conspurcação de boas práticas que imperou na Confederação Brasileira de Futebol nos últimos 4 anos?
E o que piora tudo: tem gente que gosta, apoia, defende e contribui para manter esse estado de coisas — muita gente mesmo!
Será que na política será como no futebol, isto é, solução possível somente em 2030? Esperemos outubro para ver no que vai dar. Só depende de cidadãos decentes e amantes da liberdade e da verdade!
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