O editorial “As lições de casa de quem ensina”, de 30/08/2026, do Estadão, assevera que “a educação de qualidade no Brasil não só é possível, como em vários lugares já é uma realidade. O próximo passo é converter exemplos dispersos em aprendizado para o sistema inteiro”.
Ora, venho preconizando essa ideia com perseverança e resiliência. Então, vou repetir o comentário postado anteriormente sobre a possibilidade de solução da educação em nosso grandioso e malsinado País.
Concordando com o excelente editorial, vou repetir o que já postei neste espaço de debates!
As seguintes proposições podem contribuir inequivocamente para melhorar a educação no Brasil:
1) avaliar e identificar as ações dos diretores e professores das escolas com melhor desempenho;
2) propiciar curso de treinamento — a ser repetido, com viés atualizado e aperfeiçoado, com frequência semestral — para todos os diretores e professores das demais escolas, com base nas ações identificadas nas melhores escolas;
3) estabelecer metas de desempenho e resultados para todas as escolas;
4) adotar medidas de estímulo para os diretores e professores das escolas que atingirem as metas estabelecidas (inclusive estímulo de ordem financeira);
5) substituir os diretores e professores das escolas classificadas entre as 10% de piores desempenho e resultados;
6) condicionar a concessão de recursos financeiros do governo federal para os governos estaduais ao cumprimento das metas de desempenho e resultados das respectivas escolas — idêntico procedimento para concessão de recursos para os municípios;
7) instituir medidas punitivas — aí incluída a perda de cargo, no caso de repetição de mau desempenho — para os governadores, prefeitos e respectivos secretários de educação que não adotarem as medidas estabelecidas e não atingirem as metas preconizadas.
8) em síntese, avaliação e premiação continuadas e permanentes, e punição, com a mobilização subjetiva, psicológica e até mesmo espiritual, se possível — enfatizo: avaliação, premiação e punição continuadas e permanentes!
Ademais, as discussões sobre os problemas de educação no Brasil devem ocorrer habitualmente nos cabeleireiros, nas mesas de bar, nas igrejas, na mídia, nos debates políticos (em especial, nas campanhas eleitorais), ..., isto é, sempre e em todos os lugares.
Sim, até mesmo porque a educação deve ser a primeira prioridade na gestão pública nos níveis federal, estadual e municipal e, sobretudo, na visão de todos os cidadãos que aspiram por um País melhor e com igualdade de oportunidade para todos.
Que haja incentivo e estímulo para discussões e debates, amplos e irrestritos.
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