A divulgação de resultados de pesquisas eleitorais tem mostrado uma evolução progressiva e inesperada da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
De um lado, constata-se o aumento progressivo do percentual de cidadãos que poderão escolher Flávio no pleito de outubro deste ano de 2026; de outro lado, constata-se que a rejeição ao nome dele está caindo à medida que o tempo passa.
Então, a possibilidade de um candidato alternativo, no que tem sido chamado de terceira via, tem diminuído consideravelmente.
A questão essencial é que não importa muito a qualificação do candidato oposicionista — algo que, na normalidade, jamais deveria ser cogitado —, o que importa mesmo é a certeza de que a grei petista vai ser expurgada da condução indigente de nosso grandioso País.
É fundamental indagar o papel do sistema eleitoral baseado em urna eletrônica.
Não pode haver esquecimento: dentre 42 países que utilizam sistema eleitoral com urna eletrônica no mundo, apenas 3, Butão, Bangladesh e Brasil, não adotam o voto impresso.
Sem essa transparência e cumprimento da Carta Magna — que determina correção, clareza e objetividade na apuração — fica difícil vencer os patronos da corrupção, da mentira e da aversão à liberdade, verdade e ética.
No dia do pleito, cada cidadão deve ser um fiscal do processo de tal sorte a impedir a tentativa de fraude, natural no âmbito da criminalidade.
Tentar sempre, desistir jamais, vencer com nobreza e virtude.
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