A ONG Transparência Internacional apresentou mais um levantamento da corrupção praticada em mais de 100 países. Trata-se do Índice de Percepção da Corrupção (IPC) 2025, que avalia o nível de corrupção no setor público de 182 países.
Os povos nórdicos estão entre os menos corruptos do mundo. Já o Brasil se insere na amostra daqueles que abrigam cidadãos indigentes e que fazem da corrupção um meio de sobrevivência.
De acordo com o artigo “Qual é o país considerado menos corrupto? E o pior? Veja ranking e a posição do Brasil na avaliação”, de Rariane Costa, do Estadão, “o Brasil manteve sua pior posição histórica, com 36 pontos em uma escala de 0 a 100, ocupando o 107º. lugar, ficando abaixo da média global e regional, de 42 pontos.”
Esse relatório da ONG Transparência Internacional é absolutamente coerente em relação ao Brasil. O governante que tentou alterar esse estado de coisas está preso. Sim, porque ele mexeu no vespeiro da súcia e a consequência foi a atuação impactante dos responsáveis pela corrupção, entre outros:
– autoridade cuja esposa advoga para líder de organização criminosa;
– autoridade que coloca em posição privilegiada no setor público, quem não passou em concurso para o devido labor;
– autoridade cujo julgamento foi cancelado por burocracia de foro judicial e não por inocência; e
– autoridades favoráveis ao socialismo (comunismo e nazismo), responsáveis pelas maiores aleivosias da humanidade.
Enfim, que venha outubro de corrente ano e que os brasileiros declarem sua preferência: podem escolher entre elevar o País ou afundá-lo além do que o imaginário sequer consegue vislumbrar.
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