Tudo indica que, em face do relatório da Polícia Federal ter apontado suposta atuação criminosa de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo de corrupção do Banco Master, em reunião secreta para tratar do assunto, dez ministros da egrégia Corte conceberam um Acordão para poupar o acusado, de tal sorte a não piorar a crise de desconfiança por que passa integrantes da mais alta instância do Poder Judiciário.
Contudo, a divulgação de trechos de declaração de, pelo menos quatro ministros na aludida reunião, mostrando críticas severas contra a Polícia Federal, entornou o caldo e tem provocado reverberação em todos os órgãos de mídia brasileiro.
Ocorre que a maioria dos analistas está dando ênfase para possível erro cometido pela Polícia Federal no processo de investigação, ao invés de potencializar os eventuais crimes cometidos pelas altas autoridades.
Há algo incompreensível! Os analistas — jornalistas, intelectuais, ... — estão dando ênfase para os erros da Polícia Federal em detrimento da hedionda atuação dos integrantes da criminalidade.
Ora, se a Polícia Federal descobriu crime contra a sociedade, sem prejudicar qualquer cidadão decente — cujo perfil se enquadre em bom senso, razão e lógica —, não importa o erro cometido! Ela cumpriu seu papel fundamental. Danem-se os criminosos, os nefastos e os hediondos.
Em síntese, é preciso inverter o processo prevalente nos grandes escândalos brasileiros, com ênfase na Lava-Jato, que por suposto erro de foro, fez os brasileiros herdarem o governo responsável pela maior corrupção da história.
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