Em mandato anterior — e antes da acusação, julgamento e condenação por corrupção —, o presidente Lula nomeou o Sr. Dias Toffoli, antigo advogado do Partido dos Trabalhadores (e que carregava no currículo uma reprovação em concurso para juiz), para o cargo de Advogado-Geral da União (AGU).
Posteriormente, o presidente investiu o Sr. Toffoli na condição de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na atual conjuntura, o presidente se sentiu desgastado com o envolvimento do ministro Toffoli no escândalo Master e, por isso, declarou que o prestigiado correligionário deve deixar a relatoria do processo daquele escândalo ou deve, até mesmo, deixar a Suprema Corte.
Os responsáveis pelo Mensalão, Petrolão, Lavajatão, Inssião, Correião, Masterzão e demais aleivosias praticadas contra o povo brasileiro começaram a se estranhar. É um bom sinal!
Só é preciso uma instância de Nuremberg para abrigar os respectivos processos.
E naturalmente uma mudança na legislação para que seja incluída a pena perpétua, sem saidinha, e, especialmente, sem a mais perigosa e contaminante disfunção: a visita íntima (em face das nefastas consequências constatadas).
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