segunda-feira, 25 de maio de 2020

A bala de prata e o gol de placa


Com o artigo “Para procuradores, Bolsonaro pode ter cometido crime de advocacia administrativa em pressão para trocas na PF” (o Globo de 25/Mai/2020), a rede Omerta Globo Trash tenta a todo custo demonstrar que o vídeo da reunião presidencial de 22/Abr/2020 contém indícios de crime de responsabilidade do presidente da República Jair Bolsonaro. 
A divulgação do vídeo foi determinada pelo ministro do STF Celso de Mello, no contexto do inquérito iniciado em face da entrevista para a TV do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, na qual ele informou sua decisão de sair do governo e fez denúncias contra o presidente da República.
Os analistas mais equilibrados asseveram que a “bala de prata” esperada pelos opositores do governo federal tornou-se um gol de placa do presidente. Isso não impede que a imprensa tente mostrar o contrário do que o bom senso, a lógica e a razão indicam.
Ultrapassados 500 dias de governo sem corrupção, é compreensível que os corruPTos estejam incomodados. É compreensível que os adePTos da política que colocou o País na fronteira do precipício, caracterizado pela maior crise da história, estejam insatisfeitos. Claro, querem arranjar um crime de responsabilidade presidencial a qualquer custo.
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[Divulgado no Globo online de 25/Mai/2020]
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domingo, 24 de maio de 2020

Confiabilidade de pesquisas


O Estadão prossegue com a incessante campanha contra o Governo Federal. Em seu editorial “Queda nas pesquisas” (Estadão de 24 de maio) chama a atenção para a redução da aprovação do Presidente Bolsonaro. Da forma como o Estadão, o Globo e a Folha de São Paulo estão nessa atitude oposicionista, a reeleição em 2022 está garantida. Parece que essa turma não percebe que manter o Presidente diariamente em suas páginas — não importa se de forma favorável ou desfavorável — é campanha gratuita garantida.
Como o Estadão impede a publicação de comentário dos leitores sobre seus editoriais, postei a mensagem contíguo à matéria 'Moro, Valeixo sai esta semana. Está decidido', escreveu Bolsonaro ao então ministro; veja” (Estadão de 23 de maio), com viés contrário ao governo, em que o centenário jornal tenta, inutilmente, reforçar a bala de prata relativa à divulgação do vídeo da reunião presidencial de 22 de abril (que é objeto de possível inquérito determinado pelo ministro Celso de Mello, do STF).
Essa notícia se insere no mesmo contexto daquele expresso no editorial "Queda nas pesquisas" (Estadão de hoje). O que essa turma demora de perceber — e muitos jamais perceberão — é que se pesquisa fosse coisa séria, o presidente do Brasil seria o Haddad. 
Então, o bom senso, a lógica e a razão indicam que o editorial está certíssimo. É só entender de forma contrária ao que está escrito, e tem-se a verdade. As mensagens que o Estadão teve acesso são provas com a mesma credibilidade do citado editorial. São provas de nada nenhuma. O inquérito presidido pelo teatral "boa sorte" é a mesma coisa.
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[Divulgado no Estadão online de 23/Mai/2020]
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sábado, 23 de maio de 2020

Mensagem para a revista Time


Uma longa matéria foi publicada pela revista Time, a partir de entrevista que lhe concedera o Sr. Sérgio Moro.

O ex-ministro da Justiça brasileiro repetiu para aquele semanário americano as acusações contra o presidente da República, com ênfase para o fato de que o chefe da Polícia Federal foi demitido para a nomeação de alguém que desse ao chefe de Governo relatórios confidenciais das ações da organização policial federal brasileira.
De acordo com a opinião do Sr. Moro, o artigo cogita que o caminho ficaria aberto para que a investigação constatasse obstrução da justiça e abuso de poder; e por extensão, estaria configurada a possibilidade de impeachment do presidente da República.
Encaminhei à revista a mensagem apresentada a seguir.
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Prezados senhores,
Com o presidente Jair Bolsonaro, o Brasil completou 500 dias sem corrupção.
Se o Sr. Sérgio Moro acusou o Sr. Bolsonaro de corrupção, como vocês noticiaram, ele é um mentiroso e um covarde. Quando deixou o governo (ele era o Ministro da Justiça), ele declarou em um entrevista na TV que o Sr. Bolsonaro não cometeu crime.
Na realidade, o Sr. Moro não teve a coragem de informar ao presidente da República que estava deixando o governo, em uma atitude que é habitual nos Estados Unidos e em outros países democráticos. Ele preferiu transmitir sua decisão pela TV e não ao presidente que é responsável pela investidura dos ministros de Estado.
Infelizmente, a revista Time não contatou outras fontes para verificar e informar corretamente seus leitores. A liberdade, a verdade e a ética não foram observados por seus jornalistas.
Atenciosamente,
ARS
Brasília - Brasil

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From:  <souto49@yahoo.com>
To: <editors@time.com>
Thur, May 21st, 20:47

Dear Sir,
Since the beginning of Jair Bolsonaro’s administration until now, Brazil completed 500 days without corruption.
If Mr. Sergio Moro accused Mr. Bolsonaro of corruption as you reported, he is a liar and a coward. When he left the government (he was the secretary of justice), he declared in an TV interview that Mr. Bolsonaro didn’t committed crime.
As a matter of fact Mr. Moro didn’t have courage of telling Mr. Bolsonaro that he decided to leave the government, as it is usual in USA and other democratic countries. He preferred to transmit his decision by TV and not to the president who is responsible by the assignment of the secretaries.
Unfortunately, your magazine should have contacted other sources to inform correctly your readers. The information provided by Time's journalists does not agree with the notions of freedom, truth and ethics.
Best regards,
ARS
Brasilia - Brazil
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O artigo “ 'I Didn't Enter the Government to Serve a Master.' Brazil's Star Justice Minister on His Resignation and Clash With President Bolsonaro” pode ser encontrado em:
(Consulta realizada em 23/Mai/2020, às 18:02 h).
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Vídeo devastador


Em 24/Abr/2020, o ministro da Justiça Sérgio Moro anunciou sua saída do governo em uma entrevista coletiva, na qual acusou o presidente Jair Bolsonaro, entre outras coisas, de tentar interferir na Polícia Federal. 

Em face da gravidade dos fatos citados pelo agora ex-ministro da Justiça, o Procurador-Geral da República Augusto Aras encaminhou ao STF a solicitação para que seja desencadeada uma investigação. 
O ministro Celso de Mello, do STF, determinou a abertura de inquérito e em consequência o Sr. Moro foi ouvido na Polícia Federal e afirmou que o Presidente Bolsonaro não cometera crime, mas citou fatos ocorridos na reunião presidencial do dia 22 de abril, que possivelmente poderiam caracterizar a existência de ilegalidade. 
O ministro Mello determinou que o vídeo contendo a gravação da reunião fosse enviado à Suprema Corte. A possível divulgação parcial ou total do vídeo criou uma expectativa em nível nacional sobre a possível “bala de prata” — que seria prova de crime de responsabilidade do Presidente da República. Nesse contexto, o Sr. Mello determinou a divulgação do vídeo, com exclusão de trechos contendo menção a outros países.
O vídeo teve um efeito devastador: contribuiu para a reeleição do presidente. A razão é simples. O ministro “boa sorte” (acepção teatral da fala do Saulo Ramos) comprovou o que os defensores da corrupção, do assalto aos recursos públicos mais temiam: o presidente falou palavrões, defendeu os mais pobres e adotou a postura necessária contra o ministro das hostes opositoras. Ou seja, saiu fortalecido e aprovado pelos que combatem as práticas hediondas da política.
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[Divulgado no Estadão online de 23/Mai/2020]
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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Viver ou morrer melhor


Há uma insistência da mídia em mostrar que a hidroxicloroquina não é um medicamento eficaz para a moléstia causada pelo Covid-19. 
Nessa questão, há controvérsia. Porém, é inegável que vários pacientes no Brasil e no exterior se curaram depois da ingestão de um coquetel de remédios que incluiu a hidroxicloroquina. 
Além disso, 25 cientistas brasileiros — com mais de 69.000 citações internacionais em seus trabalhos científicos — publicaram uma carta aberta em que mostram as vantagens advindas do uso desse medicamento.
Opinei sobre o tema. E li para minhas filhas queridas a mensagem que postei no jornal Globo. A Alessandra mencionou que o escritor Mário Quintana tratou da vida e da morte de forma semelhante à que eu enfoquei. Não li o memorável autor e por isso senti-me lisonjeado.

Qualquer estudo que não tenha levado em conta os milhares de pacientes brasileiros que nos últimos 70 anos tomaram hidroxicloroquina por causa da malária e outras enfermidades não é estudo sério. Muitos foram salvos do coronavirus. Se eu for acometido da moléstia causada pelo Covid-19, tomarei hidroxicloroquina e viverei com a sensação de que não vou morrer; ou morrerei com a percepção de que vou viver. Ou seja, viverei ou morrerei muito melhor de que se não tomasse o medicamento.
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[Divulgada no Globo online de 22/Mai/2020]
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quinta-feira, 21 de maio de 2020

A insanidade e o zoológico


No artigo “Que papelão, Forças Armadas” (Globo de 21/Mai/2020), ao analisar a atuação do governo federal, a jornalista Cora Ronai cometeu uma série de despautérios, com ofensas ao Presidente da República e às Forças Armadas. Ela chegou ao cúmulo de afirmar que “de desastre em desastre viemos dar aqui: um [presidente] sociopata genocida apoiado por militares.” 

Ela tem o direito de pensar e escrever o que ela quer. E os leitores têm o dever de duvidar de sua sanidade, bem como de imaginar um possível destino para que ela possa exercê-la da forma mais apropriada.
As agressões dessa senhora (sic) é algo fora de qualquer coisa que se possa imaginar. 
É mulher? É mãe? Provavelmente não. Se fosse saberia que "a maior tristeza de uma mãe é perceber que foi incapaz de educar sua filha; e de que produziu algo que ofende, agride, macula e envergonha". 
Se não fosse a agressão aos animais e o aumento da tristeza da genitora — e o risco da sujeira resultante — eu sugeriria (sem trocadilho) que ela fosse aninhada num zoológico.
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[Divulgado no Globo online de 21/Mai/2020]
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Viver ou morrer com a hidroxicloroquina


O colunista Merval Pereira publicou o artigo "Supremo deve barrar a cloroquina" (Estadão de 21/Mai/2020), onde faz a apologia contrária ao uso desse medicamento e prevê que a Suprema Corte mais uma vez intervirá em ação da esfera do Poder Executivo.

Se o colunista fosse melhor alfabetizado, leria a bula da novalgina, veria que tem vários efeitos colaterais e perceberia que, nesse aspecto, guarda similaridade com a hidroxicloroquina, não importando quão menos graves sejam. 
Claro, a qualidade da alfabetização pode estar relacionada com a qualidade do caráter — normalmente evidenciada quando o sujeito deixa de receber elevada remuneração pública por trabalho mínimo.

A hidroxicloroquina curou gente em Brasília (amigos meus), no Piauí, na França e nos Estados Unidos. O Covid-19 matou muita gente em todos esses lugares. 
Ninguém, nem mesmo o Merval hesitaria em usá-la se contraísse a moléstia. 
A razão é simples. Se posso me salvar ou morrer com ela, a aposta é: vivo com a sensação de que não vou morrer; ou morro com a sensação de que vou viver. E vivo ou morro muito melhor.
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[Divulgado no Globo online de 21/Mai/2020]
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