terça-feira, 24 de setembro de 2019

Discurso do Bolsonaro na ONU [3] – Le Monde


VER TAMBÉM:
Les analyses du discours du Président Jair Bolsonaro à la séance plénière du Conseil de sécurité ont suscité une vague de critiques négatives dans les médias. Cela signifie que beaucoup de gens n'ont pas aimé le ton et le contenu que le président a imprimés dans ses mots.
De toute évidence, il y aurait une énorme inquiétude si les analystes étaient d'accord à l'unanimité avec le représentant brésilien. Mais qui n'a pas aimé le discours après tout?

Beaucoup de gens n’ont pas aimé le discours de Bolsonaro à l’ouverture de l’Assemblée générale des Nations Unies. Ce sont: les présidents de pays qui mentent à la population; les chefs de pays qui causent la faim, la mort ou la fuite des citoyens; les étrangers et les nationaux qui ont accusé le gouvernement brésilien d'avoir brûlé l'Amazone; ceux qui défendent un territoire plus vaste que l'État de São Paulo (40 millions d'habitants) pour abriter un certain nombre d'Indiens pour lesquels la municipalité de Campinas (avec un million d'habitants) est suffisante; les membres des médias menteurs et démoralisés; et des politiciens et hommes d'affaires emprisonnés pour corruption.

D'autres n'ont pas aimé aussi bien: les politiciens accusés de corruption et non encore reconnus coupables; les politiciens qui ne peuvent pas travailler sans "donner et prendre"; les politiciens qui défendent les avantages pour les criminels; et les autres canailles, que ce soit par vocation ou par choix, et qui défendent et soutiennent toutes les personnalités citées dans les phrases précédentes.
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[Publié sur Facebook du journal Le Monde le 24 / septembre / 2019]
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Discurso do Bolsonaro na ONU [2]


VER TAMBÉM:


As análises do discurso do presidente Jair Bolsonaro no plenário do Conselho de Segurança gerou uma onde de críticas negativas na mídia. Isso significa que muita gente não gostou do tom e do conteúdo que o presidente imprimiu a suas palavras.
Obviamente, haveria enorme preocupação se os analistas concordassem unanimemente com o mandatário brasileiro. Mas afinal quem não gostou do discurso? Respondi a essa indagação por intermédio dos dois jornais mais importantes do País. Estadão e Globo.

Não gostaram do discurso do Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da ONU: os dirigentes de país que causam a fome, a morte ou a fuga de cidadãos; os estrangeiros e nacionais que acusaram o governo brasileiro de incendiar a Amazônia; os que defendem um território maior do que o Estado de São Paulo para uma quantidade de índios que cabe em Campinas; os integrantes da mídia mentirosos e desmoralizados; e os políticos e empresários encarcerados por corrupção. 

Não gostaram também os políticos acusados por corrupção e ainda não condenados; os políticos que não conseguem trabalhar sem “toma-lá-dá-cá”; os políticos defensores de regalias para criminosos; e os demais canalhas, seja  por vocação ou por opção, e que defendem e apoiam todos os citados nas sentenças anteriores.
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 [Divulgado no Estadão online de 24/Set/2019]

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  [Divulgado no Globo online de 24/Set/2019]
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Discurso do Bolsonaro na ONU [1]


VER TAMBÉM:

Por intermédio de um de seus articulistas, o Estadão publicou análise desalinhavada sobre o governo Bolsonaro. A asserção de que o presidente está falando para seus apoiadores não resiste à menor consideração crítica. 
É algo incompreensível para um jornal que poderia se arvorar como o mais importante do Brasil. Em poucas linhas expressei o que é óbvio e inquestionável.

Quando o Che Guevara afirmou na ONU em 1964 que ele e seus comparsas tinham fuzilado cidadãos em Cuba, e continuariam fuzilando, ele não falou apenas para os cubanos; falou para o mundo. 
Quando hoje o Bolsonaro fez a apologia da liberdade, verdade, progresso dos índios, combate à criminalidade em geral e ambiental, liberalismo e soberania, ele não falou apenas para seus apoiadores; falou para o mundo. 
Quando o Estadão e seus articulistas fazem uma oposição desarrazoada e ilógica ao governo Bolsonaro, eles não estão se desmoralizando apenas perante as pessoas que pensam, mas perante o mundo.
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 [Divulgado no Estadão online de 24/Set/2019]
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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Vocação ideológica ou compensação emocional da Sra. Bachelet?

A senhora Michelle Bachelet, ex-presidente chilena e agora Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, declarou que “sente 'pena' do Brasil sob o governo Bolsonaro”.

O que falar de uma cidadã que, entre sorrisos e mesuras, abraçava Fidel Castro e Hugo Chaves? 

É lícito inferir que, em nome de sua concepção de “direitos humanos”, ela aprova os mais de 100 milhões de assassinatos perpetrados no mundo pelos regimes de déspotas socialistas, aí incluídos os dois que são objeto de seu afeto? 

É apenas opção e vocação ideológica ou compensação por suas indigências emocionais?

[Enfim, é razoável] uma senhora que abraçava Fidel Castro e Hugo Chaves querer falar mal do Brasil? É melhor que ela cuide dos que ela venera e deixe o Brasil recuperar-se da maior crise moral que outros admirados por ela [Lula, José Dirceu, Dilma et al] causaram.

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[Divulgado no Globo online em 23/09/2019] 

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Cena política brasileira


A busca e apreensão realizada pela Polícia Federal no Senado, em face das acusações de corrupção contra o líder do Governo naquela casa, senador Fernando Bezerra, ocasionaram forte reação no Parlamento e efusivo noticiário na imprensa. Tratei do assunto de forma enviesada, com comentários publicados no Estadão e no Globo.

Estadão e Globo
Observando a cena política brasileira ...  Aristóteles criou o raciocínio silogístico e, de quebra, um problemão para o Brasil. Hipóteses: o ser humano evoluiu de alguma espécie símia; há determinados grupos políticos brasileiros que estão a meio caminho nessa evolução -- pensam com enorme dificuldade e decidem com pleno desacerto, em tudo o que diga respeito aos cidadãos, enfatizo. Conclusão: há um grande risco desses grupos completarem a evolução e causarem um exagerado aumento populacional — de repente, a teoria de Malthus tornar-se-ia aplicável: gente demais, alimento de menos. 

Bom, é melhor largar isso de mão, afinal de contas, pensar não é obrigatório. E há que se considerar que mesmo pensando com dificuldade os integrantes dos grupos citados já desenvolveram uma razoável sensibilidade aos impactos da verdade, mas ainda estão submetidos a um exagerado apego à violência. Agora dois desafios: (i) a identificação dos grupos em evolução; (ii) quem se sentir atingido, que assuma a carapuça.


[Divulgado no campo 'Comentários', do respectivo artigo no Estadão, em 20/Set/2019]

[Divulgado no campo 'Comentários', do respectivo artigo no Globo, em 20/Set/2019]

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Entretien avec Lula [Le Monde]


Concernant l'interview publiée avec Lula le 12/Sep/2019, j'ai envoyé un message au journal français Le Monde, dont le texte est présenté ci-dessous.
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Cher Monsieur,

Le Monde certainement publierait une interview avec le président Macron. 
Publierait-il également une interview du condamné Pétain (et plus tard exécuté pour trahison lors de la Seconde Guerre mondiale), plaidant son innocence?

Le Monde publierait une interview avec l'héroïne Jean D'Arc. 
Publierait-il une interview avec Mgr Pierre Cauchon [1] pour expliquer que condamner l'enjeu de Jean, qu'il dirigeait, était un acte juste et décent?

Le Monde publierait une interview du capitaine Dreyfus. 
Publierait-il une interview avec le lieutenant-colonel Paty de Clam, se déclarant correct dans l'accusation diabolique de Dreyfus, qui a conduit à la plus grande erreur judiciaire de la France [2]?

Le Monde publierait une interview de Napoléon. 
Publierait-il également une interview de Joseph Fouché [3], considéré comme le parfait traître -- si au lieu de fuir en exil, il était emprisonné -- juste pour justifier son innocence et les raisons de sa trahison de la France et de Napoléon?

Le Monde publierait une interview de Pierre Clostermann -- née au Brésil et du plus grand aviateur français de la Seconde Guerre mondiale. 
Publierait-il une interview de Saint-Exupéry, juste pour expliquer pourquoi, selon Clostermann [4], "l'écrivain, porte-parole inconscient de Vichy, il expliquait aux USA que la France devait expier et à Roosevelt que De Gaulle serait un segundo Hitler”?

Le Monde publierait une interview du président Charles De Gaulle. 
Publierait-il une interview d'Adolf Hitler, s'il était emprisonné en France, plaidant non coupable?

Publieriez-vous également que Lula a déclaré [5]: “Hitler, même faux, avait ce que j'admire chez un homme, le feu de proposer de faire quelque chose et d'essayer de le faire”? 
Publierait-il qu'il est raisonnable d'admirer un homme qui a agi de manière aussi cruelle et déplorable contre les Français?

Le Monde a néanmoins interrogé Lula incarcéré, révélant sa déclaration d'innocence, bien qu'il ait été condamné par plusieurs juges dans plus d'un cas, en pleine force de l'Etat de droit démocratique, pour participation à des actes de corruption et autres actes répréhensibles; et par conséquence assumer la responsabilité de la plus grande crise sociale, politique, économique et morale de l'histoire du Brésil. 
L’interview se passe-t-il au nom de la liberté, de l'égalité et de la fraternité?

Le Monde a interrogé le prisonnier Lula dans le pénitencier. Leur alliés et associés sont également en état d'arrestation. Ce sont: deux anciens présidents de la Chambre des Députés, appartenant respectivement au Parti des Travailleurs (PT) et a parti allié; quatre anciens gouverneurs des partis alliés du PT; deux anciens présidents du PT; deux anciens trésoriers du PT; un ancien ministre des finances du PT; et plus d'une douzaine d'hommes d'affaires puissants, alliés du PT. 
Le Monde est-il d'accord avec l'innocence de Lula?

Dans l'histoire du Brésil, avant Lula, quatre anciens présidents de la République ont été arrêtés (Hermes da Fonseca, Washington Luiz, Artur Bernardes e Juscelino Kubitschek), tous pour des raisons d'État. Lula est le seul président reconnu coupable de participation à une organisation criminelle. 
Le Monde appuie-t-il sa affirmation d'innocence?

Quelles personnes interrogées pour vous et quelles raisons pour l'entretien devrais-je dire aux enfants du Monde?

ARS

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[1] Pernoud, Régine & Clin, Marie-Véronique. Joan of Arc: Her History.Palgrave Macmillan, Paris, 1999.
[2] Zola, Emile.J’Accuse – Lettre au Président de la République.Jornal L’Aurore, Paris, 1898.
[3] Zweig, Stefan – Joseph Fouché: Retrato De Um Homem Político.Zahar, Rio de Janeiro, 2015.
 [4] Clostermann, Pierre. Le Grand Cirque 2000 – Mémoires d’un Pilote de Chasse FFL dans la RAF. Flamarion, Paris, 2001.
[5] Gordon, Flávio. A Corrupção da Inteligência – Intelectuais e Poder no Brasil. Editora Record, Rio de Janeiro, 2018.
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A propósito da entrevista publicada com Lula em 12/Set/2019, enviei mensagem para o jornal francês Le Monde, cujo texto é apresentado a seguir.
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Prezados senhores,

O Le Monde certamente publicaria entrevista do rejeitado presidente Macron. 
Publicaria também uma entrevista do condenado Pétain (e depois executado por traição na Segunda Guerra Mundial), declarando-se inocente?

O Le Monde publicaria entrevista da heroína Joana D’Arc.
Similarmente, publicaria uma entrevista do bispo Pierre Cauchon [1] para explicar que a condenação de Joana na fogueira, que ele liderou, foi um ato justo e decente?

O Le Monde publicaria entrevista do Capitão Dreyfus. 
Igualmente, publicaria uma entrevista do tenente-Coronel Paty de Clam, declarando-se correto na acusação diabólica a Dreyfus que levou ao maior erro judiciário da França [2]?

O Le Monde publicaria entrevista de Napoleão. 
Publicaria também a entrevista de Joseph Fouché [3], considerado o traidor perfeito — se ao invés de fugir para o exílio, fosse encarcerado —, apenas para justificar sua inocência e as razões de suas traições à França e a Napoleão?

O Le Monde publicaria entrevista do herói Pierre Clostermann — nascido no Brasil e maior aviador francês na Segunda Guerra Mundial. 
Publicaria uma entrevista do Saint-Exupéry, apenas para explicar porque, segundo Clostermann [4], o escritor, “considerado porta-voz inconsciente de Vichy, declarou nos Estados Unidos que a França deveria passar por um processo de expiação e asseverou a Roosevelt que De Gaulle seria um segundo Hitler”?

O Le Monde publicaria entrevista do presidente Charles De Gaulle. 
Publicaria uma entrevista do Adolfo Hitler, se encarcerado na França, declarando-se inocente? 

Publicaria ainda que Lula declarou [5]: “O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer”? 
Publicaria que é razoável admirar um homem que atuou de forma tão perversa e deplorável contra o franceses?

Pisando sobre qualquer restrição anteposta por juízo de valor, o Le Monde entrevistou o encarcerado Lula, divulgando sua declaração de inocência, apesar de condenado, por vários juízes em mais de uma instância, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, por participação em corrupção e outros malfeitos e ter responsabilidade na maior crise social, política, econômica e moral da história do Brasil. 
Isso ocorre em nome da liberdade, igualdade e fraternidade?

O Le Monde entrevistou o encarcerado Lula, que está preso. Seus aliados e associados também estão presos. Eles são: dois ex-presidentes da Câmara dos Deputados, integrantes do PT e de partido aliado, respectivamente; quatro ex-governadores de estado, de partidos aliados do PT; dois ex-presidentes do PT; dois ex-tesoureiros do PT; um ex-ministro da Fazenda do PT; e mais de uma dezena de empresários poderosos, aliados do PT. 
O Le Monde concorda com a inocência do Lula?

Na História do Brasil, antes do Lula, já houve quatro ex-presidentes da República que foram presos (Hermes da Fonseca, Washington Luiz, Artur Bernardes e Juscelino Kubitschek), todos por razões de Estado. O Lula é o único condenado por participação em organização criminosa. 
O Le Monde apoia sua declaração de que é inocente?

Quais entrevistados e quais razões para as entrevistas devo transmitir para as crianças do Mundo?

ARS
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[1] Pernoud, Régine & Clin, Marie-Véronique. Joan of Arc: Her History. Palgrave Macmillan, Paris, 1999.
[2] Zola, Emile.J’Accuse – Lettre au Président de la République. Jornal L’Aurore, Paris, 1898.
[3] Zweig, Stefan – Joseph Fouché: Retrato De Um Homem Político. Zahar, Rio de Janeiro, 2015.
 [4] Clostermann, Pierre. Le Grand Cirque 2000 – Mémoires d’un Pilote de Chasse FFL dans la RAF. Flamarion, Paris, 2001.
[5] Gordon, Flávio. A Corrupção da Inteligência – Intelectuais e Poder no Brasil. Editora Record, Rio de Janeiro, 2018.


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Mensagens Tweeter para o Le Monde
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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Longo caminho para a democracia [2]


Em face da extensa cobertura dada a uma controversa declaração do filho do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, sobre o longo tempo a ser despendido para a plena conquista de democracia, inseri-me no debate ressaltando o que os filósofos da Antiguidade já apontavam como a complexidade e longevidade da marcha para a democracia.
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Estadão
[1ª mensagem]
Indicadores de conquistas civilizacionais: papel higiênico, absorvente higiênico, cinto de segurança, regras de trânsito e democracia. Os brasileiros estão bem nas três primeiras referências. Porém, a inobservância das regras de trânsito contribuem para 60.000 mortes por ano. A escolha dos ministros da Suprema Corte, as decisões judiciais, a corrupção eleitoral, as práticas legislativas não republicanas e a falta de aceitação de uma nova política, sobretudo no Parlamento, ensinam que no atinente à democracia há um longo caminho a percorrer. Por linhas controversas, o Zero Dois tem razão.

Em face da resposta ofensiva e agressiva de um leitor, posicionei-me em nova mensagem.

[2ª mensagem]
A democracia não comporta a grosseria e a ofensa, portanto, o longo caminho significa dar educação aos grosseiros, aos que ofendem. 
A democracia não comporta a corrupção, por isso, o longo caminho significa transformar a mente doentia dos que querem libertar os corruPTos. 
A democracia significa impedir o mau uso dos recursos públicos, então o longo caminho é necessário para que mais recursos sejam aplicados em educação e saúde, com equilíbrio de oportunidade para todos e menos crianças e idosos morram. 
Enfim, aceito dialogar com interlocutores que queiram diálogo de forma democrática, sem estar de mal com a vida. 
Estou curioso para ler a próxima ofensa.
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 [Divulgado no Estadão online de 11/Set/2019]
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