O presidente Lula indicou o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a investidura no Supremo Tribunal Federal (STF) .
Na sabatina realizada no Senado Federal a indicação do Sr. Messias foi rejeitada por 42 a 34 votos, uma derrota acachapante e que jamais ocorrera nos últimos 120 anos.
Nessa histórica derrota, fica caracterizada uma crise institucional entre os poderes da República, que favorece a direita na eleição presidencial de outubro do corrente ano.
É preciso mencionar com ênfase que o Sr. Jorge Messias, indicado para investidura na Suprema Corte, defendeu tese de doutorado apoiando os procedimentos do Partido dos Trabalhadores (PT), no atinente à prática de corrupção, de mentira e de traição aos anseios populares (fez crítica ao impeachment da Sra. Roussef, expôs crítica à operação Lava-Jato e defendeu as acusações aos militantes de direita em falsa tentativa de golpe).
Ora, espera-se de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha tese e livros publicados voltados para ciência jurídica, para conceitos e conhecimentos que contribuam para a evolução da sociedade e do Estado e que sejam referência para as atuais e futuras gerações.
Pelo exposto, o Sr. Messias é excelente referência para aqueles que defendem e praticam a corrupção e outros males hediondos que afetam terrivelmente os cidadãos brasileiros.
Por via de consequência, infere-se o acerto histórico de sua rejeição pelo Senado Federal. Ademais, foi excepcional lição para o Presidente Lula e para os ministros do Supremo Tribunal Federal.
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