As pesquisas relativas à eleição presidencial de outubro têm demonstrado uma queda progressiva da candidatura do presidente Luís Lula da Silva, na preferência dos eleitores.
De um lado, há cada vez mais a consciência do passado e do presente do Sr. Lula mergulhado nas esferas da corrupção; e de outro, o desempenho do governo não satisfaz as expectativas da população.
Em países democráticos desenvolvidos, corruptos contumazes — acusados, julgados, condenados e encarcerados — jamais se tornam mandatários. Os cidadãos exercem o papel fundamental de só eleger aqueles que correspondem ao anseio popular, mercê de ilibada conduta e admirável capacidade de gestão. Com tranquilidade e resiliência, o Brasil vai se encaminhar para condição similar e possibilitará uma herança virtuosa para as próximas gerações. Que as eleições presidenciais deste ano seja um marco desse objetivo crucial, amparado em verdade, decência e ética.
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