sexta-feira, 24 de abril de 2026

Vida em algum exoplaneta distante

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

O cientista suíço Didier Queloz chegou ao Brasil para, como destaque, apresentar uma palestra no São Paulo Innovation Week sobre a possibilidade de vida fora da Terra.

Deve ser ressaltado que, até meados da década de 1990, imaginava-se que planetas existiam apenas no Sistema Solar, girando ao redor do Sol.

Queloz se notabilizou porque, quando jovem doutorando, divulgou, com seu orientador, Michel Mayor, estudo científico apresentando a descoberta do primeiro exoplaneta, o 51-Pegasi-b, em órbita de uma estrela muito parecida com o Sol.

A descoberta rendeu a ele e a Mayor (juntamente com James Peebles) “o Nobel de Física de 2019, ‘pelas contribuições sobre o lugar da Terra no Cosmos’ ”.


A pergunta crucial a ser respondida por Didier Queloz: será que se a média de herdeiros no mundo se reduzir para 1,8 filhos por cada mulher, o ser humano se extingue na Terra em uns 3.000 anos? 

Nesse contexto, a existência de vida nos exoplanetas descobertos por Queloz se torna uma perspectiva extraordinária. 

Alguma uma forma de vida parecida com a nossa — possivelmente extinta no futuro na Terra — existiria em algum astro distante?


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