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| "O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado." Homenagem a Oscar Barbosa Souto Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz. In Memoriam. |
O cientista suíço Didier Queloz chegou ao Brasil para, como destaque, apresentar uma palestra no São Paulo Innovation Week sobre a possibilidade de vida fora da Terra.
Deve ser ressaltado que, até meados da década de 1990, imaginava-se que planetas existiam apenas no Sistema Solar, girando ao redor do Sol.
Queloz se notabilizou porque, quando jovem doutorando, divulgou, com seu orientador, Michel Mayor, estudo científico apresentando a descoberta do primeiro exoplaneta, o 51-Pegasi-b, em órbita de uma estrela muito parecida com o Sol.
A descoberta rendeu a ele e a Mayor (juntamente com James Peebles) “o Nobel de Física de 2019, ‘pelas contribuições sobre o lugar da Terra no Cosmos’ ”.
A pergunta crucial a ser respondida por Didier Queloz: será que se a média de herdeiros no mundo se reduzir para 1,8 filhos por cada mulher, o ser humano se extingue na Terra em uns 3.000 anos?
Nesse contexto, a existência de vida nos exoplanetas descobertos por Queloz se torna uma perspectiva extraordinária.
Alguma uma forma de vida parecida com a nossa — possivelmente extinta no futuro na Terra — existiria em algum astro distante?
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