O delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, lotado nos Estados Unidos, foi expulso daquele país, por contrariar as normas legais vigentes. Ora, há acusação de que, quando no Brasil e em estado alcoólico, esse cidadão teria atropelado e morto um motociclista em cidade do interior de São Paulo — o que deveria impedir que ele agisse como policial em qualquer circunstância, sobretudo em outro país.
Em reciprocidade ao procedimento dos EUA, o governo brasileiro determinou que o policial americano William Myers fosse impedido de exercer suas funções no Brasil. Embora a mídia inconfiável tenha divulgado que ele fora expulso, há dúvida quanto à veracidade dessa informação. A rigor, sua participação em atividades policiais conjuntas teria sido cancelada e, por isso, ele retornou para os Estados Unidos.
Resta o que fazer com brasileiros adeptos da corrupção e de apoio a organizações criminosas.
Em nome da liberdade, da verdade, da coragem e da ética, deve ser estatuído que, se as acusações contra esse cidadão de, quando bêbado, ter provocado atropelamento e morte de um motociclista forem verdadeiras, ele e as autoridades adeptas da corrupção que o protegem, devem ser imediatamente expulsas do Brasil, para viver em estado de reclusão perpétua em país onde prevaleça a decência, a justiça e, por conseguinte, a democracia. O resto é conversa para corrupto dormir, sonhar e sentir prazer com suas perversidades, como sempre acontece com gente com incompletude e disfunção cerebral.
Alguém do jornal Estadão impediu a divulgação desse comentário sobre a súcia nefasta. Ao substituir algumas palavras fortes por equivalente com uma letra adicional (corrupção por corruppção, acusação por accusação, morte por morrte e corrupto por corruppto), o comentário foi aceito e divulgado. Estranho! Os jornalistas podem utilizar essas palavras; os leitores estão impedidos (ou apenas este comentarista está devidamente identificado e tem alguns comentários excluídos?)
Antes das mencionadas alterações, postei o comentário apresentado a seguir, que foi aceito. Muito estranho!
Por intermédio de um capacho hediondo, o Estadão impediu a divulgação de comentário que postei. A linguagem é escorreita (será que o capacho sabe o que é isso?). Só resta uma alternativa: parar de ler o periódico que leio há mais de 50 anos e, na condição de assinante, há mais de 20 anos. Será que esta ponderação também vai ser excluída?
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