domingo, 19 de abril de 2026

Virtude de magistrado

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

O notável intelectual Leonardo Corrêa — autor do livro "A República e o Intérprete — Notas para um Constitucionalismo Republicano em Tempos de Juízes Legisladores", publicou no jornal Gazeta do Povo o artigo “Clarence Thomas: o juiz do povo e o peso das palavras”.

Trata-se de uma obra-prima atinente às virtudes de conceituado juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos. Poder-se-ia resumir o artigo em um de seus parágrafos, isto é: “Sua palestra recente na Universidade do Texas dispensou a moldura da teoria constitucional em favor de um esforço mais difícil, o de recuperar o fundamento moral sobre o qual a ideia de Constituição se apoia.” 

É irresistível a ideia de comparar o magistrado americano com as malsinadas imagens daqueles que militam na justiça em nosso grandioso País. 


Que diferença! E a sociedade que suporta a turma investida por adePTos da corrupção? 

Portadores de desqualificação em estado puro! 

Gente que sequer passou em concurso para juiz; que tem negócios incompatíveis com o cargo de magistrado; que pertenceu a hediondo partido socialista (comunista ou nazista — ambos a mesma coisa); que age às margens da Carta Magna; que defende tese de doutorado a favor da criminalidade; que tem cônjuge que trabalha em processo que pode chegar à Suprema Corte; e outros nefastos absurdos institucionais!


A propósito, a seguir é apresentado o endereço, no site youtube, da palestra do juiz Clarence Thomas na Universidade do Texas.


Palestra do juiz Clarence Thomas

[Clique sobre o título]


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