domingo, 5 de julho de 2020

Universo dos sem-vergonhas


Em entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo, no âmbito da campanha nacional e internacional para detratar o governo brasileiro, o historiador italiano Carlo Ginzburg asseverou que “o presidente Bolsonaro envergonha o Brasil”.
Evidentemente, esse esquerdista renitente e irresponsável faz parte do universo daqueles que se calam e se acovardam diante dos malfeitos e dos crimes que seus correligionários praticam.
Nesse contexto, postei comentário que confronta a nefasta atitude dos opositores das transformações de costumes em curso na atual conjuntura brasileira.
Esse Ginzburg e os brasileiros que gostam dele não sentem vergonha do Stalin, do Beria, do Mussolini, do Lula, do Dirceu, do E. Cunha, do S. Cabral e de outros personagens malfeitores da humanidade. Claro, essa turma toda (admirados e admiradores) não querem o combate à corrupção e a todos os males que afligiram o Brasil nos últimos 20 anos. É compreensível! Eles falam de vergonha e são insensíveis ao sentimento da vergonha. Dito de forma mais simples: pertencem ao universo dos sem-vergonhas.

Vale dizer, essa turma é do universo daqueles que comparam os que alteraram o Brasil em 2018 aos tiranos da década de 1940. Claro, o SV Ginsburg não está no grupo de italianos, adultos e crianças, que todos os anos homenageiam os 467 brasileiros que se sacrificaram nos campos de batalha da Itália para varrer de lá os adeptos de Beria e Goebels (os primos em ideal hediondo). A pandemia do SV Ginzburg é pior do que a pandemia do Covid-19, dado que é mais duradoura e infectocontagiosa.
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[Mensagem divulgada na Folha de São Paulo online de 5/Jul/2020]
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