domingo, 7 de junho de 2020

Editorial do Financial Times


O jornal britânico Financial Times publicou editorial em que expressa a opinião contra o presidente Bolsonaro, o que tem sido recorrente na mídia internacional, desde sua eleição em outubro de 2018.
Desta feita, além dos despautérios habituais, é citada a asserção do ministro Celso de Mello, que compara a situação brasileira com o que ocorreu na Alemanha nazista, por ocasião da ascensão no nacional-socialismo (entenda-se nazismo, uma variante do socialismo tão nefasta quanto o comunismo — apenas para relembrar: ambos se fartaram na fonte de qualquer autoritarismo no mundo, isto é, os ensinamentos de Thomas Hobbes, na emblemática obra “Leviatã”).
Evidentemente, a lamentável atitude do decano da Suprema Corte constitui-se em mais uma mancha em sua carreira, cujo grande destaque é a alcunha que o jurista Saulo Ramos, com oportunismo exemplar, distinguiu-o, por ter votado contra o candidato a senador pelo Amapá, José Sarney, que reconhecidamente tinha razão no processo levado a julgamento no STF.
Pelas razões expostas, fiz saber ao jornal britânico a visão prevalente entre os brasileiros que aspiram dias melhores para a juventude que se prepara para as transformações do País e para a substituição das atuais gerações.

A R Souto @ARSouto_749
@FinancialTimes. Os brasileiros lamentam muito pelos termos do editorial atinente ao presidente Bolsonaro, com citação do ministro Celso de Mello.  Esse magistrado pertence ao Supremo Tribunal Federal, mas não age de acordo com a Constituição. 

A R Souto @ARSouto_749
@FinancialTimes. Na verdade, este ano ele decidiu três vezes contra a lógica, a razão e a justiça. Além disso, ele mencionou na mídia opinião relativa a processos que julgaria. Isso é contra o estado de direito — nos países democráticos, os juízes só devem se manifestar no processo.

A R Souto @ARSouto_749
@FinancialTimes. O ex-ministro da Justiça Saulo Ramos escreveu um livro e relatou que ele chamou o Sr. Mello de "juiz de m ... ", porque ele decidiu contra a verdade e a justiça.

A R Souto @ARSouto_749
@FinancialTimes. Infelizmente, ele é um cidadão medíocre e um juiz com o notório saber enodoado por visão controversa. Ele não está contribuindo para a liberdade, a verdade, a coragem e a ética.
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[Mensagens postadas no Twitter e endereçadas para o jornal Financial Times
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Inconformismo contra a Democracia


Com o título “Manifestantes ocupam parte de Esplanada em ato contra Bolsonaro”, o Estadão noticiou eventos em São Paulo, Rio, Minas e Paraná, com protestos contra o governo Federal. O inconformismo contra a prevalência dos democratas liberais na economia e conservadores nas questões psicossociais continua no Brasil e no mundo, com grande repercussão na mídia, porém com pouco impacto na população em geral.
Basta lembrar que imprensa tradicional perdeu importância na última década sobretudo pela prevalência das redes sociais, que permitem a comunicação social direta entre a origem e os destinatários da informação. Assim, o WhatsApp e outros aplicativos alicerçados na Internet criaram novos paradigmas para a transmissão dos fatos que interessam aos cidadãos.
Mas qual é o pano de fundo dessas manifestações a que a mídia atribui importância? Afinal, quem são os inconformados?

Trata-se do pessoal da Dilma, do Lula, do Sérgio Cabral, do Eduardo Cunha, do Gedel Lima, do FHC e dos demais parceiros — aí incluídos Maduro, Hugo Chaves, irmãos Castro, povo das ditaduras africanas et al — e o nefasto trabalho realizado nos últimos 20 anos no Brasil. Eles se vestem de cores escuras, como escuras são as respectivas mentes; trapaceiam com a palavra Democracia; e praticam malfeitos que a História registra. É fundamental que essa turma apareça e assim nos garanta que jamais voltarão; e as crianças que nos substituirão estejam eternamente livres de mentiras, trapaças e hediondas ações.

E que não se esqueça, nem por um segundo sequer: ultrapassamos 500 dias sem corrupção. Isso dói nas mentes obscuras que conduziram o Brasil nas últimas décadas, até 2018. Todos que se aproveitavam de uma forma ou de outra estão contra o governo Federal. O problema não é os defeitos do atual Governo, é a impossibilidade de os defeitos dos governos anteriores voltarem a prevalecer. O inconformismo é o atestado da ausência de compreensão do que seja Democracia, decência e prevalência dos interesses da coletividade.
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[Comentários postados no Estadão online de 7/Jun/2020]
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sábado, 6 de junho de 2020

Eu, Laura e o filme "O Preço do Amanhã"

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

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VER TAMBÉM

O nascimento de Laura (a outra)

Livros escritos pelas trigêmeas

Mensagens da Laura e do papai para ela

Laura – Trabalhos pedagógicos - 1

Laura – Trabalhos pedagógicos - 2

Laura – Vídeos de sua evolução

Mensagem para a família

Vivência no Irã – Lamento e felicidade

Aniversário das queridas filhas

Colação de Grau da Laura

Viagem a Paris – 18 a 24/Jun/2018

Viagem a Londres – 24 a 30/Jun/2018


(Clique sobre um título)

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Eu e minha filha Laura assistimos ao filme "O Preço do Amanhã". Normalmente, ela recusa os convites para apreciarmos juntos alguma obra da sétima arte (ela sempre aceita meus convites para assistir ou jogar futebol!). Desta feita, ela aceitou porque tinha o trabalho escolar de Sociologia. O tema deveria ser baseado em algum filme que tenha a possibilidade de mostrar a luta social contra as desigualdades.

Valeu a pena acompanhá-la? Há considerações relevantes e controversas.

O filme apresenta abordagens inéditas e revolucionárias. Os conceitos de economia e de duração da vida do ser humano foram completamente transformados. Pode-se asseverar que pode-se estabelecer similaridades entre os personagens do filme e personagens de um outro planeta dentre aqueles de outras galáxias, onde possivelmente haja vida.

A noção de moeda — base da economia — cujas origens são encontradas, há mais de 10.000 anos, entre os caçadores coletores, foi substituída pela noção de tempo. Tudo o que os protagonistas do filme precisam adquirir é valorado em tempo (segundos, minutos, horas, ..., anos) cunhado sob a parte interna do braço esquerdo. Se tenho uma necessidade, se quero algo, ofereço algum tempo para obter o que desejo.

A duração da vida adquire uma relatividade associada com o que disponho em termos de tempo. Daí, surge uma consequência auspiciosa ou traumática, esperançosa ou pessimista: quão mais rico sou, mas tempo de vida disponho. Chegando ao paroxismo, quem é rico e consegue manter o ‘patrimônio’, garante a vida eterna; quem é pobre e não tem meios para aumentar sua ‘moeda’, assegura a morte em curto prazo.

Em cima das duas transformações, é montada a trama onde se destacam: uma família milionária; os bandidos em busca da nova ‘moeda’; os agentes de segurança atuando em favor do “establishment”; e um personagem pobre mas hábil, talentoso e brilhante, que tem a possibilidade de ascender social e economicamente.

Aí entra a lamentável abordagem político-ideológica: de um lado, a injustiça resultante da existência de ricos e pobres, ou seja, pessoas em que a riqueza é sinônimo de vida longa e faustosa e a pobreza é sinônimo de vida breve e em estado de penúria; de outro, o surgimento de quem se dispõe a lutar para dar a todos uma maior possibilidade de vida, isto é, torna-se imperioso tirar de quem tem muito tempo para dar a quem tem pouco. 

É curioso que o filme toca muito os jovens e, por essa razão, há uma eficaz divulgação “boca a boca” e por intermédio das redes sociais, fora dos instrumentos de comunicação social tradicionais. Nesse contexto, por intermédio de uma metáfora muito bem construída, é feita a cabeça dos jovens para contraporem-se ao capitalismo e aceitarem o socialismo.

Olhando desse ponto de vista, o filme é pernicioso. Ao invés de estimular os jovens a identificar e abraçar as virtudes do capitalismo democrático — o que é uma prevalência histórica inquestionável, dado que garante a todos a possibilidade de vida produtiva e digna — e identificar-lhes os vícios para, sanando-os, contribuir para a construção de um mundo melhor e mais justo, sobretudo com a prevalência do mérito; o filme contribui para a criação de má vontade, antipatia e mesmo ódio pelo sistema que prevaleceu ao longo da História, em detrimento dos sistemas socializantes — como o nacional-socialismo (nazismo) e o socialismo real (comunismo), caracterizadores de supressão da liberdade e de assassinatos em massa.

Em síntese, o filme é admirável pela abordagem transformadora nas noções de economia e de duração da vida humana, porém é lamentável pela metáfora associativa com o que há de pior na evolução do ser humano — a adoção do igualitarismo que se opõe à essência da condição humana, ou seja, a possibilidade e evoluir pela faculdade de pensar e pelo esforço pessoal.

Destarte, seria a intenção do professor impactar a cabeça dos alunos no sentido de criar uma simpatia pelo socialismo? Se a resposta for afirmativa, tem-se mais uma controvérsia do sistema educacional brasileiro de nível superior (e formação dos professores), com a gestão universitária baseada nas minorias ideológicas, alicerçadas nos partidos como o PT, PSol e PC do B — a escória do atraso brasileiro e mundial.


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Post Scriptum - I

Por ter esquecido o título do filme, tentei obtê-lo na Internet. Encontrei o título e uma curta matéria que ajuda a refletir sobre as inferências mostradas nos garranchos que alinhavei sobre o filme.


Post Scriptum - II

O que se espera dos professores?

Espera-se que transmitam informação, conhecimento e sobretudo que estimulem a faculdade de pensar dos alunos.

Para que os adolescentes estejam em condições de assistir ao filme e interpretá-lo satisfatoriamente, os aspectos enumerados a seguir devem ser transmitidos, principalmente, nas matérias de História e Sociologia.

i] Nos séculos IV e III a. C., Platão e Aristóteles lançaram as bases da civilização Ocidental — expressas, entre outros, nos livros Apologia de Sócrates e República, de Platão (428/348 a. C.); e Ética, Política e Retórica, de Aristóteles (384/322 a. C.).

ii] No século XVII, Thomas Hobbes formulou as bases do autoritarismo, caracterizado pelo exercício do poder absoluto e centralizado e, portanto, com restrição da liberdade — sintetizadas no livro Leviatã (1651).

iii] No século XVII, John Locke estabeleceu os fundamentos do liberalismo, alicerçado no direito à vida, à liberdade e à propriedade — consolidados no livro Dois Tratados sobre o Governo (1689).

iv] A civilização Ocidental foi materializada no liberalismo, na democracia e na liberdade, com longa evolução que resultou, no século XX, nos países desenvolvidos da Europa e da América do Norte. A democracia e a liberdade prevaleceram, para citar alguns exemplos, no Reino Unido, na França, na Alemanha (após 1945), na Suécia, nos Estados Unidos e no Canadá. Os pressupostos primaciais dos regimes democráticos é a liberdade e a concessão a todos da oportunidade de vida com dignidade. 

v] O Brasil tem lutado para se inserir no processo democrático. Nos últimos 30 anos, foram dados passos nessa direção. A plenitude democrática ainda está longe de ser conquistada. As desigualdades sociais e econômicas e os lamentáveis procedimentos políticos e judiciais indicam que há um longo caminha a percorrer para o atingimento da democracia.

vi] No século XIX, Karl Marx — enleado em seus problemas familiares, em que ressaltam a morte de quatro filhos na infância, por falta de cuidados materiais; o suicídio de duas filhas adultas, Eleanor Marx e Jenny Julia Marx; e a recusa de reconhecimento do filho que teve com sua empregada — publicou, entre outros, os livros O Manifesto Comunista (1848) e O Capital (1867?).

vii] A obra de Marx deu origem às revoluções comunistas no mundo inteiro, voltadas para o socialismo real, autoritário e estatizante, com ausência de liberdade, bem como com igualitarismo inatingível (com a socialização da miséria, exceto para os dirigentes do País) e com frequentes casos de escravidão humana. O comunismo causou a morte de cerca de 100 milhões de pessoas no mundo — cerca de 60 milhões na China e 20 milhões na União Soviética (sendo aproximadamente 5 milhões mortos de fome na Ucrânia, no episódio conhecido como hediondo Holodomor).


viii] A partir da década de 1930, foi implantado na Alemanha o nacional-socialismo (ou simplesmente nazismo) — da mesma forma que o socialismo real (ou simplesmente comunismo) — apoiado no autoritarismo estatizante, supressão da liberdade e com frequentes casos de escravidão humana. O nazismo foi responsável pelo assassinato de 6 milhões de judeus e outras minorias, nos fornos de gás alemães, no nefasto episódio denominado Holocausto. Além disso, deu origem à Segunda Guerra Mundial, vencida pelos Aliados e que causou terríveis danos à humanidade.

ix] É imperioso e oportuno destacar a inspiração do autoritarismo concebido por Hobbes, sobre o nacional-socialismo (nazismo) e sobre o socialismo real (comunismo). É inquestionável que ambos propugnam e praticam o poder centralizado absoluto, a supressão da liberdade (partido único, ausência de separação de poderes, imprensa única e estatal e controle sobre as atividades dos cidadãos) e o assassinato como forma de prevalência.

x] Em 2003, ascendeu ao poder no Brasil o corruPTo socialismo-petismo, que no bojo dos maiores escândalos de corrupção da humanidade, ao longo de uma década e meia de desmandos, lançou o País na maior crise social, econômica e política de sua História.

xi] Em 2018, numa emblemática eleição presidencial, o socialismo-petismo foi vencido e pela primeira vez na história, no âmbito da democracia, o socialismo foi afastado do poder em um grande País. Após a investidura na Presidência da República, o novo governo tem apresentado acertos e erros. Estes não serão analisados agora. É adequado e oportuno que essa análise seja feita a partir das próximas eleições presidenciais, em 2022 e 2026, respectivamente.






 

Impõe-se recordar o passado


Um articulista da Folha de São Paulo mencionou que um cientista teria esclarecido que “a curva não é plana”, com o objetivo de evidenciar o crescimento dos índices de vergonha mundial que o presidente Jair Bolsonaro estaria passando. 
Enfim, o objetivo dos integrantes do jornal que segue a trilha do Pravda é criar um ambiente de chacota contra o presidente brasileiro. 
Não esquecer o passado é imperioso. Assim, reduz-se o risco de repeti-lo no futuro.

O pico da vergonha mundial foi atingido pelo presidiário Lula quando apareceu com a calça molhada em público; quando levou aquela mulher nas viagens internacionais; quando esteve associado com o Mensalão; quando foi condenado pelo apto no Guarujá; quando foi condenado por causa do sítio; quando culpou a finada esposa por seus malfeitos; e por tantos outros prejuízos causados principalmente às crianças e aos idosos brasileiros.

E também quando se referiu de forma inadequada, sucessivamente, a mulheres, a negros e a gays. E ainda quando fez apologia do coronavírus como solução contra o atual governo. Ademais, o Lula está inconformado: o Brasil já ultrapassou 500 dias sem corrupção. E olha que o pode ultrapassar 2.900 dias sem que a turma passe a mão grande em recursos públicos. Isso naturalmente é inaceitável para o presidiário e seus correligionários.
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[Comentários divulgados na Folha de São Paulo online de 6/Jun/2020]
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A prevalência da lei

Tornou-se lugar comum no País a tentativa de criminalizar as pessoas que se manifestam contra alguém, alguma instituição ou procedimento de autoridade. 

Um exemplo típico dessa abordagem aparece na abertura de artigo da Folha de São Paulo, onde se constata a afirmação de que “o Brasil vive a institucionalização de um projeto fascista. Ele envolve não só o avanço no país de milícias e grupos paramilitares mas também a transformação em política de Estado de mecanismos de repressão violenta, racismo, 'LGBTfobia', misoginia, exploração do trabalho e criminalização de movimentos sociais.”

Fica evidenciado que se atribuiu adjetivos àqueles que se manifestam a favor do governo e se condenou a ação do governo de forma mentirosa, nefasta e absurda.

Essa questão é de extrema simplicidade: quem comete crime — desrespeito à ordem pública, quebra-quebra, destruição do patrimônio, ameaça a outrem, ... — deve ser acusado, julgado e, se considerado culpado, condenado, de acordo com a prevalência da lei.

 

Os apoiadores do Brasil (não raro, na cor verde-amarelo) não fazem quebra-quebra, não agridem e não atacam a polícia; apenas manifestam-se contra um Parlamento que reúne expressiva quantidade de acusados de corrupção, e contra integrantes da Suprema Corte que não demonstram notório saber e ilibada conduta. Simples, muito simples. 

Os “virtuosos” jamais compreenderão. A eles não interessam a Liberdade e a Verdade.

 

Taco de beisebol, pistola, fuzil ou outra arma qualquer devem ser portados e utilizados para defesa. É assim nos países organizados. 

Na Alemanha, na União Soviética, em Cuba e na Venezuela, uma das primeiras medidas dos ditadores hediondos foi desarmar a população. 

Tem gente que gosta, apoia, defende o desarmamento da população para que os discípulos de Beria e Goebels prevaleçam, trapaceiem, agridam e ofendam. 

Apenas uma lembrança: a moça do taco [mencionada no artigo da Folha] não o utilizou contra a Polícia ou outros cidadãos.

 

Quando se atinge mais de 500 dias sem corrupção, é compreensível um certo nervosismo, ainda mais nesses tempos complexos de pandemia. Notadamente de quem só escreve uma linha, com ofensas. 

Preparem-se para mais 2.900 dias. Cuidado com o stress. É melhor ter calma e paciência.

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[Comentários divulgados na Folha de São Paulo online de 6/Jun/2020]

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sexta-feira, 5 de junho de 2020

Democracia versus terrorismo


Um delegado de polícia, cofundador do Movimento dos Policiais Antifascistas, resolveu se posicionar em defesa dos manifestantes que, em São Paulo e em outras capitais, fizeram quebra-quebra, agrediram os agentes de segurança e outros cidadãos. 
Ademais, esse cidadão declarou que “manifestantes que atacaram Congresso e STF não foram considerados terroristas ...”. 
É mais um, dentre os portadores de doença ideológica, a condenar o atual governo, no âmbito do inconformismo contra a maior vitória da história mundial, no âmbito da democracia, contra o nefasto socialismo, que — à semelhança de seu similar, o nacional-socialismo — tantos prejuízos tem colocado à causa da busca da paz e harmonia. 
Ora, discurso contra a corrupção no Parlamento e palavras de ordem contra os despautérios recorrentes da Suprema Corte têm que ser considerado terrorismo? 
Portar um taco de beisebol — à semelhança dos americanos, que portam fuzis nas ruas — é terrorismo ou apenas um meio de defesa contra os violentos e nefastos que praticam o terrorismo?

Os apoiadores do Brasil (não raro, na cor verde-amarelo) não fazem quebra-quebra, não agridem e não atacam a polícia; apenas manifestam-se contra um Parlamento que reúne expressiva quantidade de acusados de corrupção, e contra integrantes da Suprema Corte que não demonstram notório saber e ilibada conduta. Simples, muito simples. Os “virtuosos” jamais compreenderão. A eles não interessam a Liberdade e a Verdade.


Taco de beisebol, pistola, fuzil ou outra arma qualquer devem ser portados e utilizados para defesa. É assim nos países organizados. Na Alemanha, na U. Soviética, em Cuba e na Venezuela, uma das primeiras medidas dos ditadores hediondos foi desarmar a população. Tem gente que gosta, apoia, defende o desarmamento da população para que os discípulos de Beria e Goebels prevaleçam, trapaceiem, agridam e ofendam. Apenas uma lembrança: a moça do taco não o utilizou contra a Polícia ou outros cidadãos.

Alguns leitores replicaram meu comentário de forma inadequada, na fronteira da grosseira. Utilizei o direito de tréplica para acalmar os ânimos ...

Quando se atinge mais de 500 dias sem corrupção, é compreensível um certo nervosismo, ainda mais nesses tempos complexos de pandemia. Notadamente entre aqueles que só escrevem uma linha, com ofensas. Preparem-se para mais 2.900 dias. Cuidado com o stress. É melhor ter calma e paciência.
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[Mensagens postadas na Folha de São Paulo online de 5/Jun/2020]
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União para o caos


Em sua coluna no Estadão, a militante oposicionista Eliane Catanhêde faz uma curiosa análise das manifestações públicas, com ênfase para uma manifestante bolsonarista que carregava um taco de beisebol — bolsonarista mesmo ou fugitiva?
Ela faz alusão às últimas declarações do presidente e do vice-presidente da República e menciona a questão da intervenção alicerçada no art. 142 da Carta Magna.
Ademais, mostra a inconveniência de manifestações oposicionistas pela grande possibilidade de ter efeito contrário ao esperado.
Por último, conclui com candente apelo pela união do bandido presidiário com as demais forças de esquerda contra o governo federal.

A mulher do taco de beisebol é da turma da Joyce e do deputado ator — onde está a Fake News? 
A imprensa não pode ser portadora e fonte de Fake News — ou é a principal fonte? 
Aqueles dois foram eleitos por bolsonaristas e fugiram — terão algum voto na próxima eleição?
Ademais, a articulista aduz: "Líderes responsáveis e do bem (sic) têm de desprezar o egocentrismo do ex-presidente Lula  e mobilizar o centro, unir as esquerdas, ..." — e continuar a corrupção que quase afundou o Brasil e os brasileiros; e voltar ao que o presidiário falou de mulheres, gays e negros, à calça molhada em público; à mulher no avião; aos bilhões do povo brasileiro jogados fora na Bolívia, Venezuela, Cuba e nas ditaduras africanas?
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[Divulgado no Estadão online de 5/Jun/2020]
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