quarta-feira, 15 de abril de 2020

Desfaçatez de líderes da América Latina


Em carta encaminhada ao FMI, líderes da América Latina, liderados pelo Sr. Fernando Henrique Cardoso, alertam que “a pandemia do Covid-19 pode provocar um dos episódios mais trágicos na história da América Latina e do Caribe”. Eles tecem críticas aos presidentes de diversos países porque “tendem a minimizar os riscos da pandemia, desinformando cidadãos, e desconsiderando tanto evidências científicas, quanto orientações de seus próprios especialistas”. E finalmente, pedem “ação rápida e decisiva”.
O argumento não leva em conta a carta aberta de 30 cientistas brasileiros, liderados por um dos maiores cientistas conterrâneos (Marcos Eberlin, bioquímico PhD, com cerca de 25.000 citações internacionais) para o Ministro da Saúde, alertando para uma série de questões preconizadas pelo governo federal e ignoradas pelos signatários do pleito ao FMI.
Entre as medidas sugeridas pelo Dr. Eberlin, e homologadas por três dezenas de cientistas, está a utilização da hidrocloroquina no tratamento da infecção do Covid-19. Transcrevo um trecho dessa emblemática carta.
“Sou um cientista, químico e bioquímico, e já atuei em várias áreas da medicina e de análises clínicas. Meu grupo desenvolveu um método inovador e rápido de diagnóstico de zika. Minha filha — Lívia Eberlin — desenvolveu uma caneta para diagnóstico seguro de câncer e, juntos, trabalhamos em um método rápido de diagnóstico para o coronavírus. São dados obtidos nesta semana, e, se tais dados forem confirmados, teremos algo muito inovador a oferecer pela ciência. Atuo em ciência há mais de 40 anos, coordenei um grupo de pesquisas com mais de 55 doutores e pós-doutores, já orientei mais de 200 deles, e publiquei mais de 1.000 artigos científicos com quase 25.000 citações. Desculpe a falta de modéstia, mas se ciência é a questão aqui, tenho que dizer que sou um dos cientistas brasileiros mais produtivos da ciência brasileira contemporânea”.
Em consequência, dúvida não resta de que a correspondência dos líderes da América Latina para o FMI utiliza mal a alegada “desconsideração de evidências científicas” e está no contexto da politização que lamentavelmente prejudica mais do que soluciona a mais grave crise do século XXI.

Essa turma está preocupada com o que? 
O Brasil foi governado por corruptos, ladrões e canalhas durante mais de 10 anos e não houve problema. 
Crianças recém-nascidas morreram a um taxa de mais de 35.000 por ano (12,6 mortes por 1000), com a contribuição dos desvios de recursos da saúde, e para eles não houve problema. 
Os criminosos corruptos foram libertados pela Justiça e para eles não houve problema. 
Querem arranjar problema agora? 
Deveriam ter vergonha, passar verniz na cara de pau e poupar os cidadãos de tamanha desfaçatez. 
Ao invés de potencializar a crise, deveriam contribuir para sua mitigação.
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[Mensagem divulgado no Globo online de 15/Abr/2020]
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Censura à liberdade de opinião


O Sr. Noam Chomsky é um intelectual americano de esquerda que não raro se intromete nas questões brasileiras, em apoio aos esquerdistas em geral, e em defesa de acusados de corrupção, com ênfase para os criminosos do PT e partidos aliados que já foram julgados e condenados.
Evidentemente, só posso emprestar consideração e respeito para os seres humanos cujo pensamento, visão e atitude se oponham à corrupção, ao autoritarismo de qualquer tendência e ao desrespeito à liberdade e à verdade. 
É o que exprimi na mensagem postada em um site acessado por engano, em relação a quem denominei Noam ChOVIDomsky.

No que diz respeito ao uso do bom senso, da lógica e da razão, o Sr. Noam ChOVIDomsky compete com um macaco. Mas se der um treinamento rápido para o macaco, não há competição, o macaco ganha fácil. 
Entre ser ou não ser criminoso, ele ganha de qualquer um, na medida em que consegue fazer a cabeça de outras pessoas. Estas passam a defender certas ideias dele, numa velocidade de propagação nos envolvidos em fatores de risco (ingenuidade, canalhice, opção ideológica, qualquer que seja, ou outros), que torna a coletividade pior do que quando atacada pelo vírus — aí o ChOVIDomsky ganha fácil do Covid19. 
Não é de hoje, que o ChOVIDomsky ataca o Brasil, na defesa dos envolvidos em corrupção. É preciso uma vacina e um remédio rápido para evitar males maiores.
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Na procura de artigo sobre o governo brasileiro no Washington Post e Corriere Della Sera, por engano, fiz o acesso ao site Brasil 247, no qual postei esta mensagem.
A posteriori, descobri que trata-se de um site de esquerda brava.
A mensagem foi censurada e excluída pelo site.
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terça-feira, 14 de abril de 2020

Avaliação de Chefes de Estado


Segundo o jornal americano Washington Post e o italiano Corriere Della Sera, em avaliações distintas no contexto da crise do coronavírus, Jair Bolsonaro está entre os piores mandatários avaliados (Trump, Macron, Angela Merkel e outros).
Contrariamente, o Banco Mundial afirmou que o Brasil está entre os países que tiveram a melhor reação contra o Covid19. 
Então, a abordagem ítalo-americana seria apenas um paradoxo decorrente do proselitismo político e midiático ou simples má fé da imprensa estrangeira, resultante do inconformismo com a vitória contra o socialismo no Brasil? 
Penso que os leitores do Washington Post e Corriere Della Sera merecem notícias baseadas na verdade. Como as matérias divulgadas refletem a direção contrária, convém lembrar aos americanos os notáveis americanos assassinados por seus conterrâneos; e aos italianos que o nome correto do diário milanês seria Jornal da Mentira — uma forma a meio caminho entre a ironia e a indelicadeza, única linguagem adequada para aqueles que tentam conspurcar a realidade. 
Transmiti-lhes minha opinião por mensagens Twitter.

A R Souto @ARSouto_749
@washintonpost 
What? Jair Bolsonaro the worst leader in fighting Covid19. The World Bank states Brazil is among the countries which had the best reaction against Covid19. Is the guy who evaluated the presidents crazy? 

A R Souto @ARSouto_749
@washingtonpost
I think the readers of Washington Post deserve news based in the truth. Actually, America has the worst world murders. Kennedy, Lincoln, Lennon, Luther King talk about this, but we should respect Americans as well.

A R Souto @ARSouto_749
@Corriere
Che cosa, Jair Bolsonaro 2. Negazionista? La Banca Mondiale afferma che il Brasile è tra i paesi che hanno avuto la migliore reazione contro Covid19. Questo tizio che ha valutato i presidenti ..., è pazzo?

A R Souto @ARSouto_749
@Corriere
Penso che i lettori del Corriere Della Sera meritino notizie basate sulla verità. Altrimenti, il nome corretto del quotidiano milanese sarebbe il Corriere Della Bugia.

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[Mensagens postadas por Twiiter nos endereços dos respectivos jornais em 14/Abr/2020]
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[Mensagens postadas por Twiiter nos endereços dos respectivos jornais em 14/Abr/2020]
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segunda-feira, 13 de abril de 2020

Ministro inconsequente e transformações em curso



Em sua ânsia por aproveitar-se da crise do coronávirus para atingir a notoriedade que qualquer conjuntura normal não lhe permitiria, o político Mandetta, Ministro da Saúde, travestido de médico, não hesita em criar constrangimentos para o governo federal, de toda ordem, em sua interação com a mídia e com os demais poderes da República.

O Banco Mundial citou o Brasil como um dos países com melhor reação à crise desencadeada com a pandemia do coronavírus. Há indicadores de que essa avaliação deve levar em conta a totalidade do processo desencadeado pelo governo brasileiro nos campos da Economia, da Justiça, das Relações Exteriores, da Infraestrutura, da Defesa, da Casa Civil e da Saúde. Portanto, o resultado decorre de uma ampla gestão e interação coletiva.

O político Mandetta tenta atingir a condição de vítima, para potencializar seus ganhos, que o histórico judicial nos tribunais de Mato Grosso do Sul o impediriam de obter.

O Ministro da Saúde Mandetta está fazendo um esforço enorme para ser demitido. Falta-lhe o que para pedir demissão? 
Para refletir, pensar, ressalto: 
 (i) a imprensa precisa investigar as acusações contra ele, na justiça sul-mato-grossense, por ocasião de sua gestão como Secretário de Saúde municipal; 
 (ii) os cidadãos precisam avaliar melhor o conceito de covardia ética e moral por parte de autoridades públicas. 
Enfim, as transformações em curso não podem parar. Se os cidadãos persistirem, o Brasil vai continuar melhorando, apesar da crise nefasta e de pessoas que dela se aproveitam.

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Mensagem divulgada no Estadão online de 13/Abr/2020]
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domingo, 12 de abril de 2020

As transformações em curso


No cáustico artigo “A revolta da cloroquina”, publicado no Estadão neste 12 de abril, a jornalista Vera Magalhães se posiciona contra o governo federal e contra o uso da cloroquina. Em síntese, ela assevera que “assim como a reação à vacina em 1904, a apologia a um remédio é irracional e perigosa”.

HidroxiCloroQuina salva vidas de contaminados pelo coronavírus. Meu testemunho: três amigos próximos estão curados com essa medicação. Dois médicos conhecidos, de São Paulo, curaram-se mas, por razões políticas e de caráter, negam-se a admitir que usaram a HCQ. 
As doenças que não têm remédio para cura são:
– o ódio;
– o alinhamento ideológico nefasto;
– a corrupção;
– a preferência por bandidos encarcerados em Curitiba e outros cárceres (estão sendo soltos por essa preferência); e 
– o inconformismo com as transformações em curso. 
Em 2022, essas doenças incuráveis serão potencializadas. Impedir as transformações é uma impossibilidade lógica.
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[Mensagem divulgada no Estadão online de 12/Abr/2020]
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Cononavírus e o Presidente da República – The Guardian


No artigo “Bolsonaro dragging Brazil towards coronavirus calamity, experts fear”, o jornal britânico The Guardian noticiou hoje que "o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, pode estar acelerando a marcha do país em direção a uma devastadora crise de saúde pública, como as que atingiram o norte da Itália e Nova York, minando as medidas de distanciamento social".
Eu não entendo. Hoje, existem mais de 10.000 mortes por coronavírus no Reino Unido, mais de 20.000 nos Estados Unidos, mais de 19.000 na Itália, mais de 16.000 na Espanha; e apenas cerca de 1.200 mortes no Brasil. Por favor, sábios leitores do Guardian, prestem atenção!
Prestem atenção! Comparem a morte de brasileiros por coronavírus com as mortes por coronavírus de outros países, comparem a população brasileira (207 milhões) com a população britânica, italiana e espanhola (menos de 70 milhões, cada uma) e pensem, pensem, pensem. Obrigado.
De acordo com consagrado organismo internacional, o Brasil está entre os países que melhor reagiram à crise do coronavírus. Os corajosos e éticos leitores do The Guardian merecem conviver em liberdade, com a verdade.

A R Souto @ARSouto_749
@Guardian The Guardian noticed that “Brazil’s president, Jair Bolsonaro, could be hastening the country’s march towards a devastating public health crisis like those to have hit northern Italy and New York by undermining social distancing measures.”

A R Souto @ARSouto_749
@Guardian I don't understand. Today there are more than 10,000 coronavirus deaths in the UK, more than 20,000 in the United States, more than 19,000 in Italy, more than 16,000 in Spain and only about 1,200 in Brazil. Please, wise readers of the Guardian, pay attention.

A R Souto @ARSouto_749
@Guardian Pay attention, compare the Brazilian death by coronavirus with the deaths by coronavirus of other countries, compare the Brazilian population (207 millions) with the British, Italian and Spanish population (less than 70 million, each one), and think, think and think. Thank you. 

A R Souto @ARSouto_749
@Guardian According to a well-known international organization, Brazil is among the countries that best reacted to the coronavirus crisis. The Guardian's courageous and ethical readers deserve to live in freedom, with the truth.

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[Mensagens enviadas por Twitter para o jornal The Guardian, em 12/Abr/2020]
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Manutenção da maior vitória contra o socialismo


A colunista do Estadão investe contra as pessoas que saem às ruas, como se fosse possível viver sem trabalhar, sem sustento financeiro e com a possibilidade de ingressar na impossibilidade de obter alimentos.
Nessa sanha incontrolável contra o governo federal, ela atribui-lhe a responsabilidade pelo que está ocorrendo como se fosse possível atuar para manter as pessoas inertes e sem possibilidade de reação. E aí, caracteriza como “ímpeto suicida” a atitude dos cidadãos. Ora, ora, o ser humano evoluiu exatamente pela faculdade de enfrentar riscos e buscar meios de sobrevivência em cenários complexos e atemorizantes.
De outra forma, o inconformismo com a vitória eleitoral de 2018 e a possibilidade de reeleição do atual presidente em 2022 tornam desesperadora a atitude de formadores de opinião encastelados nas grandes empresas de mídia brasileiras.

A campanha do Estadão contra o governo federal continua implacável. Daí resultam duas atitudes.
 A primeira: cumprimentar os funcionários do jornal pela eficácia com que usam o instrumento jornalístico para cumprir as ordens dos chefes. 
A segunda: concitá-los a prosseguir a campanha da mesma forma que fizeram políticos, intelectuais, jornalistas e artistas, antes de outubro/2018. 
Os cidadãos reforçam a certeza de que é preciso manter a força, a fibra, o foco e a fé nas transformações iniciadas com a maior vitória, ao longo da história, contra o socialismo e a corrupção, no âmbito da democracia.
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[Mensagem divulgada no Estadão online de 12/Abr/2020]
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