sábado, 17 de junho de 2023

Mensagem para o amigo Marco Aurélio

Prezado amigo,

Como sempre, brilhante seu artigo ‘Conspiração Contra a Pátria’, em que alerta: “negligenciar a missão constitucional de garantia da lei e da ordem (jurídica, inclusive), atrás do escudo do silêncio, ou na comodidade da inação, é sim furtar-se das responsabilidades herdadas das heroicas lutas pela democracia dos nossos antepassados”.

Como faz falta gente com disposição e coragem para utilizar a faculdade essencial do ser humano: a virtude de pensar.

Como faz falta juristas da estirpe de Rui Barbosa e Sobral Pinto.  Se gente como eles houvesse, Olympio Mourão Filho e Humberto Castelo Branco não fariam falta.

Em 5 de janeiro do presente ano, no artigo ‘Problemas brasileiros cruciais’, escrevi a seguinte observação: “A propósito daqueles que são favoráveis à investidura de socialistas, notórios e implacáveis corruptos, em elevadas instâncias da República, cumpre asseverar que eles não trocam 20 dias de glória por 20 anos de problemas com os adeptos do socialismo, contudo, fazem a opção por 20 anos de problemas para aqueles que defendem a liberdade.” (Conforme https://arsoutoacl.blogspot.com/2023/01/mensagem-para-um-amigo.html )

Pois bem, gostaria de ter vida longa para, nos próximos 20 anos, ler as pérolas de seu talento bem como do ingente esforço para contribuir para a recuperação do que foi perdido, graças à lamentável atuação de gente que está distante de Mourão Filho e de Castelo Branco. Dúvidas não há: os esquerdistas levaram 20 anos tentando desmoralizar as Forças Armadas — fracassaram; em 20 dias, os nossos conseguiram o intento dos oponentes.

Por favor, 20 anos mesmo! Não podemos perder o otimismo.

Forte abraço,

RS


quinta-feira, 15 de junho de 2023

Um sábio doutor com cognição eterna

Em uma interpelação na CPI do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST), na Câmara dos Deputados, o senhor José Geraldo, Professor da UnB e Pesquisador Sênior Voluntário — esquerdista que já foi reitor da UnB — declarou para a Deputada Federal Carol de Toni o seguinte:

“Eu não tenho como discutir com a deputada porque a sua visão de mundo, a sua percepção como cosmovisão, só lhe permite enxergar o que a senhora já tem escrito na sua cognição. Então o que a senhora vai ver não é o que existe, mas é o que a senhora recorta da realidade”.

A deputada ficou desconcertada e declarou que estava sendo ofendida pelo ilustre convidado. Ora, ela perdeu a oportunidade de se contrapor a ele no mesmo nível em que fora provocada. Ela deveria ter asseverado:

“O senhor tem toda razão! Como sábio professor doutor, o senhor só enxerga o que já tem escrito na sua cognição! E o que está na sua cognição? Os ensinamentos autoritários típicos de gente como Lênin, Stalin, Che Guevara e Stedili, bem como de seus similares Hitler, Mussolini e Pol Pot.

Em consequência, sua cognição não admite quem pensa diferente. E o que é pior: independentemente do tempo transcorrido, sua cognição jamais permitirá qualquer melhoria em sua cosmovisão. Ou seja, além de hediondo, seu binômio cognitivo é eterno!”

 

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sexta-feira, 9 de junho de 2023

Narrativa e irresponsabilidade — recepção a Maduro

Em face do desmantelamento institucional, das restrições à liberdade e até mesmo das perversidades contra o povo venezuelano, o governo do presidente Nicolás Maduro não é reconhecido por 51 países no mundo. Ademais, por diversos indícios do envolvimento do Sr. Maduro no tráfico internacional de drogas, a justiça dos Estados Unidos oferece a recompensa de 15 milhões de dólares para quem oferecer provas dessa criminalidade que tanto impacta a juventude americana.

O presidente Luís Lula da Silva convidou o Sr. Maduro para participar de cúpula sul-americana em Brasília e o recebeu com honras de Chefe de Estado. No discurso de boas-vindas, o Sr. Lula declarou que as acusações contra o governo do Sr. Maduro não passam de ‘narrativas’. 

Em conversa com jornalistas, o presidente Gabriel Boric, do Chile — esquerdista que apoiou o Sr. Lula durante a campanha presidencial — refutou o presidente brasileiro declarando que "não é uma construção

narrativa [o que ocorre na Venezuela], é uma realidade. É séria, e tive a oportunidade de vê-la nos olhos e na dor de centenas de milhares de venezuelanos que vêm à nossa pátria e que exigem, também, uma posição firme e clara para que os direitos humanos sejam respeitados sempre e em todos os lugares, independentemente da cor política do governante de turno".

Afinal, que narrativas estão sendo asseveradas de forma recorrente?

 

Narrativa contra a Venezuela? 

Cerca de 7 milhões de venezuelanos fugidos para o exterior é narrativa? 

Mais de 70% de pobres num dos países mais ricos do mundo em petróleo é narrativa? 

A falta de liberdade na Venezuela — essa circunstância venerada pelos socialistas — é narrativa? 

As perseguições e mortes de opositores venezuelanos é narrativa? 

A nomeação de juízes da Suprema Corte venezuelana sem notório saber e ilibada conduta é narrativa? 

A desmoralização do Parlamento venezuelano é narrativa? 

A devolução de bilhões de reais para os cofres públicos, em face de corrupção no Brasil, é narrativa? 

A acusação de posse do triplex e do sítio é narrativa? 

A acusação do Palocci sobre a propina de centenas de milhões é narrativa? 

A condenação por corrupção e o encarceramento por mais de 500 dias é narrativa?

Ex-presidiário — como Hitler, Stalin e Fidel Castro — tornar-se mandatário de seu país é narrativa?

Claro, para uma parcela de gente comprometida com a atual realidade brasileira, tudo isso é piada, narrativa, falsidade!


Nesse contexto, seria o Sr. Boric um louco ou  irresponsável?


Uma leitora da Folha de São Paulo incomodou-se com meu comentário relativo à inaceitável recepção que o governo ofereceu ao Sr. Maduro. Ela postou texto pleno de incongruências, contrapondo-se à minha visão, incluindo acusações à família do Bolsonaro “por ter ido mais de 100 vezes à Arábia, ... uma ditadura comunista”.

 

Pensar é a faculdade fundamental do ser humano. Ela foi desenvolvida em cerca de 10 milhões de anos.

Tem gente que regrediu em cerca de 200 anos e passou a apoiar Adolf Hitler e/ou Joseph Stalin — e o que é agravante: não consegue enxergar as diferenças desenvolvidas com o passar dos tempos mencionados; além disso, mistura Venezuela com Arábia, apenas pelo fato de que a Venezuela tem mais petróleo do que a Arábia, sem perceber que mais de 70% dos venezuelanos passam fome e os árabes, igualmente ditadores, alimentam todas as pessoas que ocupam seu território.

É oportuno declarar enfaticamente que a faculdade de pensar impede que eu tenha bandidos favoritos.

Simples com a brisa que alivia e o sorriso de uma criança que enternece.

Isso é diálogo: nenhuma agressão nem ofensa, apenas fatos e argumentos.

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[Divulgado no Facebook da Folha de São Paulo, em 9/Jun/2023]

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quinta-feira, 1 de junho de 2023

Nulidade, desonra e injustiça

 

Neste primeiro dia de junho de 2023, foi noticiado que o presidente Luís Lula da Silva está indicando seu advogado, Sr. Cristiano Zanin Martins, para preencher a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal, com a aposentadoria do ministro Ricardo Lewandowski. O Sr. Zanin defendeu o presidente Lula nos vários processos que resultaram em sua condenação e encarceramento, durante mais de 500 dias, por crimes de corrupção e assemelhados. 

Como é de conhecimento público, por filigranas jurídicas, o Sr. Lula foi ‘descondenado’, a despeito de inequívocas provas constantes dos processos a que se submeteu. 

Conquanto o Sr. Zanin seja advogado de elevada qualificação, de acordo com o jurista Ives Gandra Martins, falta-lhe titulação acadêmica, o que lhe retira a condição de notório saber jurídico, exigido pela Constituição para investidura de ministro do STF.

 

 

SE os processos de nomeação de ministro da Suprema Corte adotados por Stalin, Hitler, Pol Pot, Fidel Castro e Hugo Chaves (ex-presidiários que alçaram ao Poder) fossem semelhantes ao do Brasil, ENTÃO cada um deles nomearia o respectivo advogado para a conspurcada Egrégia Corte de seu país. 

Coincidência no mérito, lógica insuperável e coerência inexcedível.

Diante do desastre e da vergonha, Aristóteles, Tomás de Aquino e Rui Barbosa estão se revolvendo no túmulo e pleiteando a mudança de seus nomes.

 

Aristóteles: 

“Aquele que não conhece nem justiça nem leis é o pior de todos os homens.”

“A virtude moral é uma consequência do hábito. Nós nos tornamos o que fazemos repetidamente. Ou seja: nós nos tornamos justos ao praticarmos atos justos, controlados ao praticarmos atos de autocontrole, corajosos ao praticarmos atos de bravura.”

Podemos inferir que um cidadão é corrupto quando pratica ato condizente com sua vocação, é condenado quando submetido a um processo justo, é preso quando enfrenta a efetividade da Justiça e é 'descondenado' quando há a negação da ética e moral e a opção dos juízes por covardia. 

 

Tomás de Aquino:

Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la.”

“Para aquele que tem fé, não é necessária uma explicação. Mas para aquele sem fé, não existe explicação possível.” 

Podemos inferir que para aquele cuja opção é a virtude moral, não é necessária uma explicação. Porém, para aquele cuja vocação é a corrupção — com certeza, admirador e defensor do socialismo e outras ‘distopias’ (como o nacional-socialismo e o socialismo real) — não existe explicação possível.

 

Rui Barbosa: 

“... Ao lado da vergonha de mim, tenho pena, tanta pena de ti, povo brasileiro! De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto!” 

Por óbvio, inferência não é preciso!

 


[Divulgado no Estadão online de 1º/Jun/2023] 

 




 [Divulgado no Correio Brasiliense online de 1º/Jun/2023] 

 


  [Divulgado no Facebook da Folha de São Paulo em 1º/Jun/2023] 

 

 

 

 

segunda-feira, 29 de maio de 2023

Visita do ditador Maduro ao Brasil

Desafortunadamente, o presidente da República decidiu recepcionar o ditador Nicolau Maduro, da Venezuela, na cúpula sul-americana em Brasília.

Esse personagem conseguiu inserir mais de 75% dos venezuelanos na pobreza. Em face de seu governo calamitoso, ele causou a migração para o exterior de mais de 5 milhões de venezuelanos, sendo mais de 500 mil para o Brasil.

Ademais, cerca de 50 países não reconhecem o governo Maduro. 

Através do Programa de Recompensa para Narcóticos, o governo dos Estados Unidos oferece recompensa de até 15 milhões de dólares por informações que resultem na prisão ou na condenação de Nicolás Maduro.

 

Urge enfatizar uma sequência de questionamentos.

Quantos venezuelanos estão migrando para o Brasil? E para outros países?

Quantos brasileiros estão migrando para a Venezuela?

Quantos brasileiros apoiam o regime da Venezuela? E quantos brasileiros distópicos e apreciadores do socialismo (socialismo real e nacional-socialismo) apoiam o regime venezuelano?

Receber um ditador de 5a. categoria é razoável?

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[Divulgado no Facebook da Folha de São Paulo, em 29/05/2023]

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quinta-feira, 25 de maio de 2023

Racismo no futebol espanhol - V — [Mundo Deportivo, de Barcelona]

Um personagem espanhol — José María García, veterano jornalista que marcou época no rádio — apresentou um documentário sobre a carreira do Vinícius Júnior (no site Movistar) e se pronunciou sobre a situação do jogador do Real Madrid, asseverando que “Vini não merece isso, contudo tem que mudar radicalmente”, de certa forma, atribuindo ao próprio jogador brasileiro pelo menos uma parcela da culpa pelos desprezíveis insultos racistas que ele vem sofrendo.

 

Ok! Vinicius deve mudar! Com certeza, ele é suficientemente talentoso para mudar. Esse Sr. José Maria Garcia, que apoia o racismo e pensa que quem sofre ataque racista nunca mudará. Ele seguirá em frente, para sempre, com sua estupidez!

 

Um leitor do jornal Mundo Deportivo, onde meu comentário foi divulgado, postou texto, afirmando que eu não entendi, e que o Sr. Garcia estava combatendo os racistas e de quebra tentando fazer ver ao Vini Jr. que ele deveria mudar. A abordagem do Sr. Garcia é simplista e contraria as reações de indignação relativas ao lamentável episódio, ocorridas em várias partes do mundo.

 

Quando uma mulher realiza provocação e o homem a estupra, é a mulher que deve mudar? 

Quando Vini Jr. utiliza seu talentoso futebol e sua característica irreverência para provocar e, como contrapartida, é insultado com racismo, é ele quem deve mudar?

Se o cidadão não concorda com as provocações do Vini Jr., ele deve reagir especificamente contra as provocações; e não pode haver dúvida de que a cor da pele nada tem a ver com a atitude do jogador brasileiro.

Por favor, chega de hipocrisia. Não raro, nazistas e comunistas agem de forma hedionda, em especial, por não concordar com a forma de pensar e agir de outros.

 

O indigitado leitor do Mundo Deportivo postou mais quatro curtos comentários objetivando defender seu ponto de vista, com testemunhos de provocações feitas por Vinicius em outros jogos, inclusive no Brasil; e ressaltando que, nessas ocasiões, ele não se comporta adequadamente dentro do campo de futebol. Vali-me de texto já divulgado ontem no jornal Mundo Deportivo para responder ao persistente defensor do Sr. Garcia.

 

Em editorial, o jornal britânico ‘The Times’ manifesta a opinião de que o racismo no futebol espanhol é “a vergonha da Espanha”. 

Por via de consequência, apresento uma proposta para erradicar esse terrível problema, à luz de uma simplicidade aristotélica.

Eis a solução! Na primeira vez em que um jogador ou torcedor de determinada equipe expressa publicamente racismo, a respectiva equipe perde 3 pontos; na segunda vez, a equipe perde 6 pontos; e na terceira vez, a equipe é rebaixada para a divisão inferior.

Dessa forma, os espanhóis se livrariam dos cidadãos criminosos, que — à semelhança daqueles que, no passado, prezavam e defendiam o alemão Adolfo e o espanhol Francisco Franco — hoje, praticam o desprezível crime do racismo. 

Claro, é preciso coragem e vocação pela liberdade, pela verdade e pela ética; e é preciso opção pelos valores essenciais do ser humano, sintetizado no objetivo de busca da paz e da harmonia.

 

 

[Versões dos comentários nos idiomas em que foram publicados em inglês e em espanhol]

 

Ok! Vinicius should change! For sure, he is bright enough for changing. This Mr. José Maria Garcia, who supports racism and thinks who suffers attacks from racist will never change; he will go ahead with his stupidity forever and ever!

 

When the woman provokes and the man rapes her, is it the woman who must change? 

When Vini Jr. uses his talented football and his characteristic irreverence to provoke and, in return, he is insulted with racism, is he the one who should change?

If the guy doesn't agree with the teasing, he must react against the teasing; however, skin color has nothing to do with the provocation. 

Please, no more hypocrisy. Not infrequently, Nazis and Communists act heinously by not agreeing with others.

 

El diario británico ‘The Times’ expresa en su editorial la opinión de que el racismo en el fútbol español es "la vergüenza de España". 

Entonces, presento una propuesta para erradicar este terrible problema. Entiendo que debe haber una sencillez aristotélica. 

¡Aquí está la solución! La primera vez que un jugador o aficionado de un determinado equipo manifiesta públicamente racismo, hay una pérdida de 3 puntos para el equipo respectivo; la segunda vez, hay una pérdida de 6 puntos; la tercera vez, se produce el descenso del equipo a la división inferior.

De esta forma, los españoles se librarían de ciudadanos criminales, que —como los que en el pasado mimaron y defendieron al alemán Adolfo y al español Francisco Franco— hoy practican el vil crimen del racismo. 

Por supuesto, se necesita coraje y vocación por la libertad, la verdad y la ética; y es necesario optar por los valores esenciales del ser humano, sintetizados en el objetivo de buscar la paz y la armonía.

 

 

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[Divulgado no jornal espanhol Mundo Deportivo (de Barcelona), em 24/05/2023.]

[O comentário em espanhol foi postado como complemento aos outros dois comentários (em inglês). Foi postado uma segunda vez, em resposta ao interlocutor insistente.]

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quarta-feira, 24 de maio de 2023

Racismo no futebol espanhol - IV — [As, de Madrid; Mundo Deportivo, de Barcelona]

A propósito dos episódios enfrentados pelo jogador de futebol brasileiro Vinícius Júnior, no jogo Valência x Real Madri, no valenciano estádio Mestalla, o jornal britânico ‘The Times’ expressa em seu editorial a opinião de que o racismo no futebol espanhol é “a vergonha da Espanha”. 

Então, apresento uma proposta para erradicar esse terrível problema. Entendo que deve haver simplicidade aristotélica. Eis a solução! Na primeira vez que jogador ou torcedor de determinada equipe manifesta publicamente racismo, há a perda de 3 pontos pela respectiva equipe; na segunda vez, há a perda de 6 pontos; na terceira vez, há o rebaixamento da equipe para a divisão inferior. 

Dessa forma, os espanhóis se livrariam dos cidadãos criminosos, que — à semelhança daqueles que, no passado, prezavam e defendiam o alemão Adolfo e o espanhol Francisco Franco — home, praticam o desprezível crime do racismo. 

Claro, é preciso coragem e vocação pela liberdade, pela verdade e pela ética; e é preciso opção pelos valores essenciais do ser humano, sintetizado no objetivo de busca da paz e da harmonia.

 

 

El diario británico ‘The Times’ expresa en su editorial la opinión de que el racismo en el fútbol español es "la vergüenza de España". Entonces, presento una propuesta para erradicar este terrible problema. Entiendo que debe haber una sencillez aristotélica. 

¡Aquí está la solución! La primera vez que un jugador o aficionado de un determinado equipo manifiesta públicamente racismo, hay una pérdida de 3 puntos para el equipo respectivo; la segunda vez, hay una pérdida de 6 puntos; la tercera vez, se produce el descenso del equipo a la división inferior.

De esta forma, los españoles se librarían de ciudadanos criminales, que —como los que en el pasado mimaron y defendieron al alemán Adolfo y al español Francisco Franco— hoy practican el vil crimen del racismo. 

Por supuesto, se necesita coraje y vocación por la libertad, la verdad y la ética; y es necesario optar por los valores esenciales del ser humano, sintetizados en el objetivo de buscar la paz y la armonía.

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[Divulgado no jornal espanhol As, em 24/05/2023]

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[Divulgado no jornal espanhol Mundo Deportivo, em 24/05/2023]

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