A mídia está divulgando com destaque a visita do presidente Lula aos Estados Unidos para se encontrar com o presidente Trump.
Trata-se de uma tentativa de amenizar os conflitos criados com o parceiro americano, por parte do presidente brasileiro, mercê de sua incontinência verbal, e da busca de argumentos para utilização na campanha eleitoral que em breve estará em curso.
O problema não é ente corrupto, que representa o país de um novo exoplaneta no exterior, nem magistrados que descumprem a norma fundamental. O problema é ‘australoptecus estrumerius’ defensor de candidato corrupto que, eleito, nomeia para a egrégia Corte, indivíduos desqualificados, perniciosos e defensores da corrupção e de organizações criminosas.
Que, na primavera, sejam eleitos representantes capazes de satisfazer aos anseios da sociedade do aludido exoplaneta e deem prosseguimento à histórica rejeição de doutorando que defendeu tese em favor dos processos e procedimentos de organização criminosa.
Que nessas eleições de mandatário, os criminosos que, vergonhosamente, representam os ‘exoplanetenses’ no exterior sejam banidos da vida pública. Não citar nomes é impedimento para a ocorrência de infração das leis; porém, todos sabem o que está ocorrendo nesse malsinado exoplaneta.
Certos líderes estão querendo abolir das fontes bibliográficas as palavras corrupto e ladrão. As meras citações dessas palavras, sem referência a qualquer ente, são consideradas ofensa, injúria e difamação. Claro, a súcia possui notório saber sobre questões hediondas, contudo a conduta jamais é ilibada.
Enfim, “Só a mudança é permanente!” — então, que na primavera, haja mudança para compatibilizar com a afirmação do sábio grego, proferida 400 anos a. C.
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