quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Magistrados e artistas infelizes


Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm adotado procedimentos que contrariam os mandamentos constitucionais; e têm afrontado os preceitos alicerçados na liberdade e verdade, bem como no bom senso, razão e lógica.


Por ocasião do recebimento de premiação, nos Estados Unidos, por seu desempenho em filme, artista brasileiro (cujo nome é irrelevante) fez discurso político extemporâneo e inconveniente, posicionando-se contra o governo brasileiro anterior, do qual ele discorda, bem como contra uma parcela de brasileiros.

O Deputado Federal Nikolas Ferreira decidiu fazer uma caminhada de 250 quilômetros, entre cidade mineira de Paracatu-MG e Brasília, contra esse mencionado estado de coisas e em defesa da verdade e da justiça. Ele iniciou sua epopeia sozinho e mobilizou milhares de adeptos que a ele se uniram.

Contextualizar esses eventos é preciso.

Imaginemos uma solução para juízes desonestos, torpes, maus-caracteres e hediondos. 

Pensemos na caminhada do Deputado Nikolas Ferreira! Ele precisa candidatar-se a governador de Minas Gerais. Certamente, vai ganhar a eleição.

Então, em seu governo ele precisa dar prioridade para Educação, Saúde, Justiça e Segurança Pública (nesta ordem). Em Educação e Saúde, seu governo deve tornar mais de 80% da clientela de cidadãos atendidos satisfatoriamente — algo comparável aos países desenvolvidos.

Em consequência, depois, ele se elegerá Presidente da República e repetirá a dose na gestão federal. Aí, os desvios da Justiça, causados por magistrados desqualificados, deixarão de existir.

Ademais, brasileiros que denigrem a imagem do Brasil no exterior serão devidamente evaporados, pela comprovação da indigência cerebral; e, especialmente, porque deixarão de mamar nas tetas do governo para fazer as aleivosias que os caracterizam.


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Unhappy Judges and Artists

Ministers of the Supreme Federal Court (STF) have adopted procedures that contradict constitutional mandates and affront precepts based on freedom and truth, emanating from common sense, reason, and logic.

On the occasion of an award ceremony in the United States for his performance in a film, a Brazilian artist (whose name is irrelevant) made an inopportune and inappropriate political speech, positioning himself against the previous Brazilian government, with which he disagrees, as well as against a segment of the Brazilian population.

Federal Deputy Nikolas Ferreira decided to undertake a 250-kilometer walk between the city of Paracatu-MG and Brasília against this state of affairs and in defense of truth and justice. He began his epic journey alone and has already mobilized thousands of supporters who have joined him.

Contextualizing these events is necessary.

Considering the Brazilian film "The Secret Agent," one of the Oscar contenders, let's imagine a solution to the real problem of dishonest, corrupt, unscrupulous, and heinous magistrates. 

Let's think about the more than 200-kilometer walk of Federal Deputy Nikolas Ferreira, in defense of the prevalence of freedom and truth in the public sphere, with emphasis on the Judiciary! He needs to run for governor of Minas Gerais. He will certainly win the election.

Then, in his government, he needs to prioritize Education, Health, and Public Security (in that order). In Education and Health, his government must ensure that more than 80% of citizens are satisfactorily served-something comparable to developed countries.

Consequently, he will be elected President of the Republic and repeat the dose in federal management. Then, the deviations of Justice, caused by incompetent judges, will cease to exist.

Furthermore, Brazilians who tarnish Brazil's image abroad will be duly eliminated due to their proven intellectual indigence. And mainly because they will cease to take advantage of public funds to conceive the nonsense that motivates them.

A film based on this theme would win an Oscar.


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Versões deste texto foram divulgados nos seguintes jornais:

  • Estadão, Folha de São Paulo, Estado de Minas, Correio da Bahia, Diário de Pernambuco, Gazeta do Povo e Gaúcha Zero Hora; e
  • New York Times e The Guardian.
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Vocação e opção pela criminalidade

Na plataforma X, um cidadão declarou que Bolsonaro matou mais de 700 mil pessoas vítimas de Covid por falta de vacina. Obviamente, é mais uma narrativa falsa com que os opositores tentam fazer o jogo político desonesto e indigente.


Na pandemia do coronavírus, no mesmo período: 

– os Estados Unidos tiveram 900 mil mortos por Covid; 

– a soma de Alemanha, França e Inglaterra teve 635 mil mortos; e 

– a soma de México, Colômbia e Argentina teve 603 mil mortos. 

Quer dizer, populações acima de 200 milhões tiveram mais de 600 mil mortos por COVID. 

Quer dizer, tem gente tão hedionda que lê mas não sabe o que leu!

Melhor proclamando: pode saber o que leu, mas a falha de caráter — que o leva para algum nefasto socialismo (comunismo, fascismo, nazismo ou seus puxadinhos) — faz com que o caboclo jamais abandone a vocação e opção pela criminalidade. Será que vai entender as verdades expostas? 


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domingo, 18 de janeiro de 2026

Súcia versus Tarcísio


No artigo “PT vai à PGR para investigar elogios a Tarcísio nas redes”, de Roberta Ribeiro, publicado no Jornal Gazeta do Povo, em 17/01/2026, foi noticiado que o Partido dos Trabalhadores (PT) acusou o governador Tarcísio de Freitas “de financiar uma rede de perfis de entretenimento e fofoca nas redes sociais para promover feitos do governo e alavancar a imagem pessoal do governador, potencial candidato à Presidência da República em 2026.”

Em consequência o PT encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação solicitando a investigação do governador paulista. 

Insurgi-me contra esse procedimento da súcia socialista e postei o comentário apresentado a seguir.

Tudo o que prejudica a corrupção, incomoda os adeptos da bandalheira. 
Tudo o que contribui para a redução dos 100 milhões de brasileiros sem esgoto sanitário gera inconformismo entre os nefastos da criminalidade. 
Tudo o que leva o País para a oferta de igualdade de oportunidade para todos desperta a ira dos portadores de doença ideológica perigosa e, não raro, incurável. 
Tudo o que estimula a faculdade de pensar e construir um mundo melhor fomenta oposição dos hediondos e desprezíveis. 
A despeito da dificuldade de compreensão (por indigência neuronal), tem gente que vai se identificar com os perfis aqui delineados e, se tivesse capacidade de se antenar com a literatura universal, proclamaria: “Hamlet e Lear que se danem!”
 

 


Assassinato de médicos



Desafortunadamente, dois médicos foram alvejados e mortos por outro médico, na região de Alphaville, na Grande São Paulo.

O assassino foi preso em fragrante e a notícia teve grande repercussão na mídia. Na matéria publicada no Estadão, alguns leitores postaram comentários depreciativos, asseverando que o evento foi desencadeado em disputa econômica entre bolsonaristas, proprietários de armas relativas à organização conhecida pela sigla CAC (Caçador, Atirador Desportivo e Colecionador).

O posicionamento político é extemporâneo e despropositado, sendo, pois, oriundo de mentes enfermas e deformadas. Cabe a tentativa de caracterizar a origem de tal inconveniência, por intermédio de postagem dessa visão no jornal.

Pelos comentários políticos postados, entende-se a opção desses cidadãos pela corrupção; pela preferência por 100 milhões sem infraestrutura de esgoto sanitário; pela simpatia por Maduro e integrantes do Hamas; e pelo apego ao socialismo (nacional-socialismo, socialismo real e puxadinhos similares — indigências produzidas por cérebros doentes). 

Que as famílias dos falecidos tenham energia para superar a dor! 
Que o assassino tenha a pena prevista na legislação; e que a Justiça aja com rapidez!
E que os caboclos destituídos dos primados do bom senso, da razão e da lógica se transformem e ingressem nas sendas da paz e da harmonia.

 


 



sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Notas de exame de Medicina

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O Ministério da Educação (MEC) decidiu divulgar na segunda-feira, 19 de janeiro, os resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (ENAMED), com a consequente aplicação de sanções às instituições que apresentarem resultados indigentes.

Em consequência a Associação Nacional das Universidades Particulares (ANUP) está tentando barrar na Justiça a divulgação dos resultados sob a alegação de que “a divulgação dos conceitos e aplicação de sanções traz ‘riscos de danos irreparáveis aos aluno e às instituições de ensino superior.’ ”

A ANUP está pedindo também que o governo não adote “qualquer sanção a partir da nota do ENAMED e que fosse determinado ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) a implementação de ajustes no exame.”

Como leitor, postei o comentário apresentado a seguir, no jornal Estadão, junto ao artigo “Notas de exame de Medicina preocupam faculdades e associação tenta para barrar divulgação na Justiça”.

 

A questão é simples: cursos de Medicina ruins existem, porém estão querendo impedir a comprovação de que eles existem. Afora essa avaliação, é imperioso que se estude e divulgue a quantidade de pessoas mortas em face de erros médicos e, adicionalmente, identifique-se a faculdade onde os desqualificados se formaram.

Afora a questão ética — não a ética covarde, mas a ética em favor dos cidadãos [que são] pacientes —, é preciso coragem para enfrentar a decisão pela adesão à melhoria da formação médica.

Medicina não deve ser negócio para ganhar dinheiro. A rigor, deve ser compromisso com a construção de mundo melhor por meio de uma profissão nobre e virtuosa.

 

 


 





 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Solução para magistrados infratores

No artigo “Acabou, p@&%#!”, publicado em 11/01/2026 no jornal Gazeta do Povo, o articulista Luís Ernesto Lacombe, trata da “guerra suja, ... guerra imunda praticada por integrante do Poder Judiciário, ao inventar uma ‘tentativa de golpe de Estado’ chefiada por Jair Bolsonaro... o teatrinho mambembe de um julgamento delirante.”

Em sua crônica esclarecedora e contundente, ele acrescenta que “os abusos e as ilegalidades praticados por ministros do Supremo levarão, um dia, inevitavelmente, à anulação de todas as ações, de todas as penas impostas a Bolsonaro, seus aliados e seus apoiadores.”

Aos leitores cabem questionar o destino de magistrados que agem da forma denunciada no texto corajoso do admirado jornalista.

 

Vale lembrar que juízes que colaboraram com o nazismo na Alemanha de Adolfo, na década de 1940, foram acusados, julgados e condenados na vigência da democracia que substituiu o infame regime alemão. 

Já juízes que, a partir de 1979, colaboraram com o regime ditatorial do Irã, foram alvejados e mortos há alguns anos. 

Constata-se, pois, que sempre há solução para magistrados que agem à revelia dos mandamentos resultantes da liberdade, verdade e ética. 

Em qualquer circunstância, basta coragem para desencadear ações condizentes com a busca de objetivos fundamentais do ente humano.

 

 


  

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Eficácia das redes sociais — para o bem e para o mal


No atinente ao editorial “A conta da ideologia petista”, do Estadão, de 06/01/2025, uma leitora postou um comentário crítico curioso, com severas restrições à argumentação do texto, especialmente, no que se refere à indigência na forma como foi escrito, com a possibilidade da utilização de Inteligência Artificial de forma descuidada, com prejuízos para a credibilidade das proposições do articulista.

 

Quando cheguei da roça, lá no interiorzão do Brasil, o professor de alfabetização afirmou que o Estadão era um dos dez melhores jornais do mundo. Por essa razão, leio o jornal a cerca de 70 anos. Claro, agora, se o professor repetisse sua proposição, ele estaria desmoralizado. 


Em certas ocasiões, o que era ótimo virou indigência em estado puro. É um sinal dos tempos — esses difíceis que estamos vivenciando. 


O Estadão não precisa conspurcar a conjuntura; as redes sociais cumprem esse papel com mais rapidez e eficácia, e ainda informa melhor os lúcidos e perspicazes.