segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Solução para magistrados infratores

No artigo “Acabou, p@&%#!”, publicado em 11/01/2026 no jornal Gazeta do Povo, o articulista Luís Ernesto Lacombe, trata da “guerra suja, ... guerra imunda praticada por integrante do Poder Judiciário, ao inventar uma ‘tentativa de golpe de Estado’ chefiada por Jair Bolsonaro... o teatrinho mambembe de um julgamento delirante.”

Em sua crônica esclarecedora e contundente, ele acrescenta que “os abusos e as ilegalidades praticados por ministros do Supremo levarão, um dia, inevitavelmente, à anulação de todas as ações, de todas as penas impostas a Bolsonaro, seus aliados e seus apoiadores.”

Aos leitores cabem questionar o destino de magistrados que agem da forma denunciada no texto corajoso do admirado jornalista.

 

Vale lembrar que juízes que colaboraram com o nazismo na Alemanha de Adolfo, na década de 1940, foram acusados, julgados e condenados na vigência da democracia que substituiu o infame regime alemão. 

Já juízes que, a partir de 1979, colaboraram com o regime ditatorial do Irã, foram alvejados e mortos há alguns anos. 

Constata-se, pois, que sempre há solução para magistrados que agem à revelia dos mandamentos resultantes da liberdade, verdade e ética. 

Em qualquer circunstância, basta coragem para desencadear ações condizentes com a busca de objetivos fundamentais do ente humano.

 

 


  

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