sábado, 31 de janeiro de 2026

Pleito presidencial de 2026 — a oportunidade de redenção

A indigência e transitoriedade de partidos políticos e a corrupção sistêmica e endêmica fazem parte da política brasileira. Nesse contexto, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado — curiosamente, um nome respeitável — acaba de mudar de partido e aderir ao PSD, legenda liderada pelo Sr. Gilberto Kassab, inconfiável político que oscila entre as lideranças que se encontram à frente do poder. 

O objetivo do Sr. Caiado é candidatar-se à presidência da República em oposição ao ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário Lula e à recém-lançada candidatura do senador Flávio Bolsonaro.

É improvável que essa suposta terceira via representada pelo Sr. Caiado possa fazer face à polarização entre petistas e bolsonaristas. Então, só existe uma saída: impedir que a corrupção seja a linha mestra da gestão de nosso grandioso País; e negar ao partido responsável pelos maiores escândalos de corrupção da história se mantenha no poder.

Para evolução bem-sucedida, qualquer país precisa de traumas, intelectuais e estadistas. Os traumas obrigam os intelectuais a pensarem. Os intelectuais pensam e indicam os caminhos, as soluções. Os estadistas desencadeiam as propostas dos estadistas. 

O Brasil só tem traumas, Masters e Kassabs. Restam educação indigente, muitos médicos reprovados no EneaMed, saúde (des)impactante, 100 milhões sem esgoto sanitário, eleitores alicerçados na corrupção e dirigentes corruptos.

Fazer o que? 2026 oferece a oportunidade de redenção.

 

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