Tendo em vista que a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou as expectativas e, de acordo com as pesquisas de opinião, ele já empatou com o candidato Lula (PT) na preferência do eleitorado.
Diante da surpresa, os integrantes da agremiação petista mudaram de tática após a divulgação das pesquisas e querem comparar o tratamento dado a Lulinha e a Flávio pelos pais presidentes. Claro, essa turma quer utilizar os ensinamentos de Lênin, patrono do socialismo real — imitados por Goebels, arauto do nacional-socialismo —, sobre a arte de mentir, como mecanismo político, que tão bem foi reproduzida com inequívoca sabedoria pelo filósofo socialista Berthold Brecht:
“Quem peleja pelo comunismo tem que pelejar e não pelejar; declarar a verdade e não declarar a verdade; agir e não agir; manter a palavra e não cumprir a palavra; [...]. Quem peleja pelo comunismo, dentre todas as virtudes, tem apenas uma: pelejar pelo comunismo.”
Nesse contexto, a tentativa dos adeptos da corrupção agride a faculdade de pensar de quem a possui!
Um cidadão recebeu DO PAI milhares ou milhões de recursos afanados do setor público para sobreviver fora do zoológico, com impacto hediondo nos velhos e nas crianças de baixa renda.
O outro recebeu DE CIDADÃOS milhares ou milhões de votos para sobreviver na arte da política; e agora enfrenta o virtuoso PAI do outro em igualdade de condições.
Compará-los reflete a ideia de que a corrupção e a criminalidade são normais e aceitáveis, uma vez que fazem parte da cultura.
Bom, os intelectuais e demais pessoas de bom senso e que se alicerçam na razão e na lógica deveriam reagir contra esse nefasto estado de coisas.
Ou então o grandioso País seguirá pequeno diante do ideal de liberdade, verdade, coragem e ética.
###############################

Nenhum comentário:
Postar um comentário