segunda-feira, 16 de março de 2026

A auspiciosa derrota no Oscar

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Uma expressiva quantidade de intelectuais, jornalistas e outros cidadãos estavam na torcida para que o filme brasileiro “O Agente Secreto”, candidato a quatro Oscars, em Hollywood, ganhasse pelo menos uma estatueta. Quis o destino malvado (para eles, produtor, diretor e artistas...) que não houvesse esse desacerto e um filme produzido por socialistas bocós fosse premiado na meca do cinema.


Apoiar as aleivosias expostas a seguir e ganhar Oscar? Nem pensar! 

O problema não é um corrupto e canalha que lidera facções criminosas; o problema é a existência de dezenas de milhões que gostam e elegem um caboclo com essa qualificação.

O problema não é a presidência de órgão legislativo; o problema é a existência de parlamentares que apoiam e elegem gente dessa escória — eles próprios eleitos pela mesma súcia que elege o mandatário. 

O problema não é a ocorrência de magistrados... 

Então, essas dezenas de milhões de cidadãos são indicadoras do terrível e malsinado destino dos respectivos Estado e sociedade.

Que o diretor vá apresentar o filme em país de ilha na América Central ou em país do Leste asiático!


[Esse comentário foi postado duas vezes junto a cada um de dois artigos do Estadão. Todas as vezes houve a exclusão imediata, pelo sistema do Estadão, passados alguns segundos, após cada postagem.]


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Como os comentários foram excluídos automaticamente após a postagem, inseri o comentário apresentado a seguir para verificar a possível razão da exclusão.

Como esse comentário elucidativo não foi excluído cheguei à conclusão que alguma palavra do primeiro comentário levava à exclusão imediata.


Estão excluindo meu comentário ou estou enganado? Postei o mesmo comentário duas vezes e em ambas, houve a exclusão. Alguém contrário à liberdade de expressão, contrário a minha forma de encarar o mundo — e à luz do hediondo anonimato  realizou o ato vil.

Esse não é o Estadão que conheci há 65 anos, recomendado por meu excelente professor de Português. Adicionalmente, ele transmitia a necessidade de utilização da faculdade de pensar, com liberdade, verdade, coragem e ética.


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Como não sabia a palavra causadora da exclusão, substituí as seguintes palavras: corrupto, canalha, facções, criminosas, caboclo (ou cabra), escória, súcia e malsinado. Então, foi elaborada a versão alternativa apresentada a seguir — ela foi aceita pelo sistema e, portanto, divulgada.


Apoiar as aleivosias expostas a seguir e ganhar Oscar? Nem pensar! 

O problema não é corruPT@ e c@n@lh@ que lidera f@cçõe$ criminos@$; o problema é a existência de dezenas de milhões que gostam e elegem um c@br@ com essa qualificação.

O problema não é a presidência de órgão legislativo; o problema é a existência de parlamentares que apoiam e elegem gente dessa e$córi@ — eles próprios eleitos pela mesma $úci@ que elege o mandatário. 

O problema não é a ocorrência de magistrados... 

Então, essas dezenas de milhões de cidadãos são indicadoras do terrível e m@l$in@do destino dos respectivos Estado e sociedade.

Que o diretor vá apresentar o filme em país de ilha na América Central ou em país do Leste asiático!


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No caso da postagem do mesmo comentário no jornal Gazeta do Povo, não houve problema na postagem e subsequente divulgação.


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