sexta-feira, 1 de maio de 2026

Rejeição de indicado para o STF – 3

O jornal Estadão publicou o editorial “Mais uma chance para o STF”, em declara com veemência que a rejeição do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, “foi uma espécie de ‘impeachment’ que colocou o Supremo numa encruzilhada: ou a Corte recobra o prumo republicano ou se sujeita a sanções de efeitos imprevisíveis.”


A rigor, a Corte não tem como recobrar o prumo republicano. Afinal, nos Tribunais de países democráticos desenvolvidos, não há ministro que tenha passado por alguma das seguintes condições: 

    • reprovação em concurso para juiz; 
    • prestação de serviços para organização criminosa; 
    • advocacia para condenado por assassinatos em país democrático;
    • militância em campanha eleitoral de partido responsável por corrupção; 
    • trabalho da esposa em escritório de advocacia cuja causa possa ser levada à Suprema Corte; 
    • prática empresarial incompatível com o cargo; 
    • difamação de altas autoridades do País no exterior; 
    • tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo;
    • descumprimento da Carta Magna com decisões inconstitucionais; 
    • investidura na Corte por amigo que antes recebeu seus serviços advocatícios; atuação em partido socialista (comunista ou nazista); e 
    • defesa de tese de doutorado, por indicado, favorável a partido atuante na maior corrupção do mundo. 

Integrantes de Suprema Corte desse jaez só existe em ditaduras nefastas, com ausência de liberdade e de procedimentos éticos no setor público. 

É conveniente e imperioso lembrar que os magistrados que cooperaram com o nazismo foram julgados e condenados em Nuremberg; pelo menos dois que cooperaram com a ditadura iraniana foram assassinados por opositores prejudicados.


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Rejeição de indicado para o STF – 2

A derrota imposta pelo Senado Federal ao Poder Executivo e, por extensão, ao Supremo Tribunal Federal (STF), no imbróglio da indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a Suprema Corte brasileira continua repercutindo no meio político e na mídia.

Analistas asseveram que um possível próximo passo pode ser a decretação de impeachment de ministros do STF, pelo Senado Federal.

Os absurdos praticados por integrantes da egrégia Corte brasileira precisam ser combatidos e evitados para que a democracia brasileira ganhe vigor e se equipare àquelas que vigem nos países democráticos desenvolvidos.


A esse respeito, é oportuno mencionar com ênfase que o Sr. Jorge Messias, indicado para investidura na Suprema Corte, defendeu tese de doutorado apoiando os procedimentos do Partido dos Trabalhadores (PT), no atinente à prática de corrupção, de mentira e de traição aos anseios populares (fez crítica ao impeachment da Sra. Roussef, expôs crítica à operação Lava-Jato e defendeu as acusações aos militantes de direita em falsa tentativa de golpe). 

Ora, espera-se de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha tese e livros publicados voltados para ciência jurídica, para conceitos e conhecimentos que contribuam para a evolução da sociedade e do Estado e que sejam referência para as atuais e futuras gerações.

Pelo exposto, o Sr. Messias é excelente referência para aqueles que defendem e praticam a corrupção e outros males hediondos que afetam terrivelmente os cidadãos brasileiros. 

Por via de consequência, infere-se o acerto histórico de sua rejeição pelo Senado Federal. Ademais, foi excepcional lição para o Presidente Lula e para os ministros do Supremo Tribunal Federal.


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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Rejeição de indicado para o STF - 1

O presidente Lula indicou o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a investidura no Supremo Tribunal Federal (STF) .

Na sabatina realizada no Senado Federal a indicação do Sr. Messias foi rejeitada por 42 a 34 votos, uma derrota acachapante e que jamais ocorrera nos últimos 120 anos.

Nessa histórica derrota, fica caracterizada uma crise institucional entre os poderes da República, que favorece a direita na eleição presidencial de outubro do corrente ano.


É preciso mencionar com ênfase que o Sr. Jorge Messias, indicado para investidura na Suprema Corte, defendeu tese de doutorado apoiando os procedimentos do Partido dos Trabalhadores (PT), no atinente à prática de corrupção, de mentira e de traição aos anseios populares (fez crítica ao impeachment da Sra. Roussef, expôs crítica à operação Lava-Jato e defendeu as acusações aos militantes de direita em falsa tentativa de golpe). 

Ora, espera-se de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha tese e livros publicados voltados para ciência jurídica, para conceitos e conhecimentos que contribuam para a evolução da sociedade e do Estado e que sejam referência para as atuais e futuras gerações.

Pelo exposto, o Sr. Messias é excelente referência para aqueles que defendem e praticam a corrupção e outros males hediondos que afetam terrivelmente os cidadãos brasileiros. 

Por via de consequência, infere-se o acerto histórico de sua rejeição pelo Senado Federal. Ademais, foi excepcional lição para o Presidente Lula e para os ministros do Supremo Tribunal Federal.


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terça-feira, 28 de abril de 2026

Perspectivas do pleito presidencial - 4

A mais nova pesquisa eleitoral do instituto Atlas/Bloomberg aponta o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula no segundo turno das eleições presidenciais de outubro próximo, com um placar de 47,8 a 47,5, o que caracteriza empate técnico.

Para quem foi lançado há menos de cinco meses, com enorme surpresa e notória descrença de parte da mídia e do universo político, trata-se de um desempenho excepcional e indicador de que há razoável probabilidade de derrota do presidente que uma boa parcela da intelectualidade e da opinião pública menciona — de forma perigosa, por ser errada (sic) e proibida —, como ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário.


Os resultados da pesquisa indicam que os cidadãos lúcidos, perspicazes e decentes estão acordando e se posicionando contra a corrupção que prevaleceu nos últimos anos em nosso grandioso País. 

É provável, pois, que, a partir das eleições de outubro próximo, a súcia que ocasionou os maiores escândalos na gestão política no mundo vai ser varrida da administração pública brasileira. 

É certo asseverar que a juventude é majoritariamente responsável por essa varredura que trará enormes benefícios para as próximas gerações. 

A prevalência da liberdade, da verdade e da ética é promissora e motivadora da concretização do objetivo de busca de paz e harmonia, no âmbito da democracia.


O resultado das eleições alicerçadas nessas promissoras pesquisas está condicionado aos procedimentos da votação com as urnas eletrônicas. 

A prescrição constitucional de transparência e correção foi maculada em face do cancelamento do voto impresso.

Nesse sentido, os canalhas estão em vantagem. 

É preciso cuidado, fiscalização rigorosa, inclusive de cada cidadão votante que aspira decência e harmonia.


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sábado, 25 de abril de 2026

Expulsão de policial e reciprocidade

O delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, lotado nos Estados Unidos, foi expulso daquele país, por contrariar as normas legais vigentes. Ora, há acusação de que, quando no Brasil e em estado alcoólico, esse cidadão teria atropelado e morto um motociclista em cidade do interior de São Paulo — o que deveria impedir que ele agisse como policial em qualquer circunstância, sobretudo em outro país.

Em reciprocidade ao procedimento dos EUA, o governo brasileiro determinou que o policial americano William Myers fosse impedido de exercer suas funções no Brasil. Embora a mídia inconfiável tenha divulgado que ele fora expulso, há dúvida quanto à veracidade dessa informação. A rigor, sua participação em atividades policiais conjuntas teria sido cancelada e, por isso, ele retornou para os Estados Unidos.

Resta o que fazer com brasileiros adeptos da corrupção e de apoio a organizações criminosas.


Em nome da liberdade, da verdade, da coragem e da ética, deve ser estatuído que, se as acusações contra esse cidadão de, quando bêbado, ter provocado atropelamento e morte de um motociclista forem verdadeiras, ele e as autoridades adeptas da corrupção que o protegem, devem ser imediatamente expulsas do Brasil, para viver em estado de reclusão perpétua em país onde prevaleça a decência, a justiça e, por conseguinte, a democracia. O resto é conversa para corrupto dormir, sonhar e sentir prazer com suas perversidades, como sempre acontece com gente com incompletude e disfunção cerebral.


Alguém do jornal Estadão impediu a divulgação desse comentário sobre a súcia nefasta. Ao substituir algumas palavras fortes por equivalente com uma letra adicional (corrupção por corruppção, acusação por accusação, morte por morrte e corrupto por corruppto), o comentário foi aceito e divulgado. Estranho! Os jornalistas podem utilizar essas palavras; os leitores estão impedidos (ou apenas este comentarista está devidamente identificado e tem alguns comentários excluídos?)

Antes das mencionadas alterações, postei o comentário apresentado a seguir, que foi aceito. Muito estranho!


Por intermédio de um capacho hediondo, o Estadão impediu a divulgação de comentário que postei. A linguagem é escorreita (será que o capacho sabe o que é isso?). Só resta uma alternativa: parar de ler o periódico que leio há mais de 50 anos e, na condição de assinante, há mais de 20 anos. Será que esta ponderação também vai ser excluída?


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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Vida em algum exoplaneta distante

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

O cientista suíço Didier Queloz chegou ao Brasil para, como destaque, apresentar uma palestra no São Paulo Innovation Week sobre a possibilidade de vida fora da Terra.

Deve ser ressaltado que, até meados da década de 1990, imaginava-se que planetas existiam apenas no Sistema Solar, girando ao redor do Sol.

Queloz se notabilizou porque, quando jovem doutorando, divulgou, com seu orientador, Michel Mayor, estudo científico apresentando a descoberta do primeiro exoplaneta, o 51-Pegasi-b, em órbita de uma estrela muito parecida com o Sol.

A descoberta rendeu a ele e a Mayor (juntamente com James Peebles) “o Nobel de Física de 2019, ‘pelas contribuições sobre o lugar da Terra no Cosmos’ ”.


A pergunta crucial a ser respondida por Didier Queloz: será que se a média de herdeiros no mundo se reduzir para 1,8 filhos por cada mulher, o ser humano se extingue na Terra em uns 3.000 anos? 

Nesse contexto, a existência de vida nos exoplanetas descobertos por Queloz se torna uma perspectiva extraordinária. 

Alguma uma forma de vida parecida com a nossa — possivelmente extinta no futuro na Terra — existiria em algum astro distante?


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domingo, 19 de abril de 2026

Virtude de magistrado

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

O notável intelectual Leonardo Corrêa — autor do livro "A República e o Intérprete — Notas para um Constitucionalismo Republicano em Tempos de Juízes Legisladores", publicou no jornal Gazeta do Povo o artigo “Clarence Thomas: o juiz do povo e o peso das palavras”.

Trata-se de uma obra-prima atinente às virtudes de conceituado juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos. Poder-se-ia resumir o artigo em um de seus parágrafos, isto é: “Sua palestra recente na Universidade do Texas dispensou a moldura da teoria constitucional em favor de um esforço mais difícil, o de recuperar o fundamento moral sobre o qual a ideia de Constituição se apoia.” 

É irresistível a ideia de comparar o magistrado americano com as malsinadas imagens daqueles que militam na justiça em nosso grandioso País. 


Que diferença! E a sociedade que suporta a turma investida por adePTos da corrupção? 

Portadores de desqualificação em estado puro! 

Gente que sequer passou em concurso para juiz; que tem negócios incompatíveis com o cargo de magistrado; que pertenceu a hediondo partido socialista (comunista ou nazista — ambos a mesma coisa); que age às margens da Carta Magna; que defende tese de doutorado a favor da criminalidade; que tem cônjuge que trabalha em processo que pode chegar à Suprema Corte; e outros nefastos absurdos institucionais!


A propósito, a seguir é apresentado o endereço, no site youtube, da palestra do juiz Clarence Thomas na Universidade do Texas.


Palestra do juiz Clarence Thomas

[Clique sobre o título]


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