quarta-feira, 17 de junho de 2026

Copa do Mundo de 2026 – 2

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

El mejor jugador de todos los tempos


En un artículo del diario barcelonés Mundo Deportivo, el exfutbolista Ronaldo supuestamente afirmó que Messi, al marcar un hat-trick en el partido de Argentina contra Argelia, em el Mundial de 2026, demostró ser el mejor jugador de todos los tiempos.

Esta polémica declaración podría deberse a una traducción errónea. De lo contrario, analicemos los hechos y los argumentos.


La cuestión de quién es el mejor futbolista de todos los tiempos debe someterse al sentido común, la razón y la lógica. 

¿Qué tipo de agua mineral bebía Ronaldo, o con quién se juntaba, para afirmar que Messi es el mejor de todos los tiempos? 

Los maravillosos argentinos Di Stéfano, Maradona y Messi fueron los mejores futbolistas de sus respectivas épocas. Son y serán admirables en cualquier época que se quiera analizar. 

Además, los humanos de hoy tenemos la fortuna de ver a Messi realizar maravillas en el deporte más practicado y admirado del mundo; y, por lo tanto, somos admiradores incondicionales de este fantástico genio. 

Sin embargo, para ser el mejor de todos los tiempos, cualquier genio del fútbol necesita marcar más de 1300 goles; ganar más de 3 Copas del Mundo con su selección nacional; paralizar una guerra entre países para que los ciudadanos de ambos lados puedan verlo jugar; y necesita que su expulsión sea revocada por los aficionados presentes, quienes exigieron la expulsión del árbitro que dirigió el partido. 

Es decir, para ser el mejor de todos los tiempos, hay que superar los récords del insuperable Pelé.


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O maior futebolista de todos os tempos

Em um artigo do jornal de Barcelona, Mundo Deportivo, o ex-jogador Ronaldo supostamente declarou que o Messi ao fazer um hat-trick no jogo da Argentina contra a Argélia, no âmbito da Copa do Mundo de 2026, demonstrou que de fato era o maior jogador do mundo de todos os tempos.

Essa declaração controversa pode ter origem em uma tradução de nosso idioma que pode ter sido feita com incorreção. Senão vamos aos fatos e argumentos.


A questão relativa a quem é o melhor jogador de futebol de todos os tempos precisa ser submetida ao bom senso, à razão e à lógica.

 Que água mineral bebeu ou com quem andou Ronaldo para fazer a afirmação de que Messi é o melhor de todos os tempos? 

Os maravilhosos argentinos Di Stefano, Maradona e Messi foram os melhores jogadores de futebol de suas respectivas épocas. São e serão admiráveis em qualquer época que se queira analisar.

 Ademais, nós humanos da atualidade temos a felicidade de observar Messi fazendo maravilhas no esporte mais praticado e admirado no mundo; e, por isso, somos inequívocos admiradores desse gênio fantástico. 

Porém, para ser o melhor de todos os tempos, qualquer gênio do futebol precisa fazer mais de 1.300 gol; ganhar mais de 3 Copas do Mundo de seleções; paralisar uma guerra entre países para que os cidadãos dos dois lados possam assisti-lo jogando; e precisa ter sua expulsão cancelada pelos torcedores presentes, que exigiu a expulsão do juiz que apitava a partida. 

Vale dizer, para ser o melhor de todos os tempos, é preciso superar essas marcas do insuperável Pelé.


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sábado, 13 de junho de 2026

Copa do Mundo de 2026 – 1

Política e futebol

A articulista do Estadão, senhora Eliane Catanhêde, aficionada e defensora do atual governo — patrocinador dos maiores escândalos de corrupção da história mundial — resolveu analisar fatos políticos inseridos na organização da Copa do Mundo no Canadá, México e Estados Unidos. E de quebra mencionou uma certa apatia do povo brasileiro em relação ao evento máximo do futebol mundial.


Esse povo da política não deveria se meter onde não foi chamado, muito menos em futebol. Os aficionados do futebol deveriam deixar a política no aguaceiro em que os "virtuosos" estão afundando o Brasil. 

Dito isso — e evitando linguagem grosseira — a seleção brasileira pode ser campeã do mundo. Em 1950, o Brasil de Zizinho era melhor e não foi campeão. Em 1954, a Hungria de Puskas encantava e perdeu na final. Em 1974, a Holanda de Cruyif aprontava e perdeu na final. Em 1982, o Brasil de Zico merecia ser campeão e foi afastado pela Itália. 

Enfim, pelas razões expostas, equipe pentacampeã poderá chegar ao hexacampeonato e trazer de volta a alegria e o orgulho que a política subsidiada pela mídia nos subtraiu. 

Simples! Não precisa soletrar nem separar as sílabas.


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Universidades brasileiras

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Doutor Honoris Corrupcionis

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) concedeu o título de Doutor Honoris Causa para a militante esquerdista Erika Hilton (PSOL-SP). Conforme declarou Joyce Alves, pró-reitora de Assuntos Estudantis da universidade, a concessão ocorreu “pelo seu compromisso com a justiça social, com a diversidade, pela atuação que ela tem tido no Congresso, uma atuação combativa, sempre lutando pelas minorias, pelo direito das mulheres, da população LGBTQIA+, dos trabalhadores e das trabalhadoras”.


Uma coisa é inequívoca, essa concessão faz jus à condição em que o Brasil se encontra: 

– 100 milhões de pessoas sem esgoto sanitário; 

– a metade dos eleitores elegendo os cidadãos compromissados com o Mensalão, Petrolão, Correião, INSSião, Masterzão e demais obras-primas da súcia que não dorme; 

– concessão de várias dezenas de títulos Doutor Honoris Corrupcionis para quem está navegando o barco. 

Enfim, tem gente que sente prazer com isso! Fazer o que?


Há a conveniência de apresentar a classificação da UFRRJ: 51ª. posição no Ranking Universitário Folha; 36ª. posição no Ranking de Instituições de Ensino Superior (IES) Empreendedoras; e 51ª. posição entre as instituições latino-americanas no US News & World Report. 

Ademais, é imperioso mencionar que a UFRRJ não se encontra entre as 52 melhores instituições brasileira no ranking do CWUR/2026. E, por via de consequência, não se coloca entre as 2000 melhores instituições do mundo. 

Duas indagações cruciais: 

(i) receber esse prêmio da UFRRJ deve ser considerado virtuoso ou desonroso? 

(ii) a pró-reitora Joyce Alves está compromissada com a qualidade do ensino da UFRRJ ou com militância nefasta?


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Música Clássica

CHOPIN, VILLA-LOBOS et al


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Heitor Villa-Lobos: 5 Preludes & 12 Studies


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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Eleições presidenciais de 2026 – 4

Inversão de compromisso


A Sra. Roseann Kennedy, publicou no Estadão o artigo “Censura inócua e fogo amigo: candidatura de Flávio derrete, preocupa PL e afasta Faria Lima”. 

A começar do título, o texto é implicitamente uma apologia da candidatura do presidente em exercício, o que faz da autora uma militante política travestida de jornalista.


A articulista contribui inequivocamente para que as eleições presidenciais se constituam na prevalência de procedimentos distópicos como o Mensalão, o Petrolão, o Correião, o INSSião, o Masterzão e outros escândalos plenos de aleivosias de nossa história recente. 

O que falta para ela contribuir para a evolução do País na direção de um futuro bem-sucedido para as próximas gerações: coragem, ética, dignidade ou qualquer outro atributo virtuoso? 

Convenhamos, os leitores do Estadão merecem algo distinto e alicerçado em esperança e otimismo. Até porque o dirigente máximo não é o responsável. O compromisso está associado aos eleitores que fazem a escolha e que, naturalmente, são influenciados pelos intelectuais de plantão. Eles existem?


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Julgamento do assassinato de Henry

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.
Aberração jurídica


O julgamento dos responsáveis pelo assassinato do menino Henry Borel continua repercutindo. No julgamento, o padrasto, ex-vereador carioca Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho, foi condenado a 42 anos de prisão e a mãe, Monique Medeiros, foi condenada por homicídio culposo, porém, recebeu o perdão judicial.

Nesse sentido, o pai da vítima, Leniel Borel, reagiu com indignação e considerou o caso uma “aberração jurídica”, caracterizada por uma “decisão militante”, como alusão ao fato de que a juíza Elizabeth Machado Louro, que transitou pela extrema esquerda, justificou seu posicionamento alegando “razão social desproporcional” e suposta “discriminatória de gênero”, para conceder o perdão.


Anteriormente, em pronunciamento oficial, a senhora Carmen — não a mulher livre e indomável da magnífica ópera de Bizet, mas a integrante da egrégia Corte maior do Brasil — justificou a aplicação de norma inconstitucional ao asseverar que "A grande dificuldade está aí: censura é proibida constitucionalmente, eticamente, moralmente, e eu diria até espiritualmente. Mas também não se pode permitir que estejamos numa ágora em que haja 213 milhões de pequenos tiranos soberanos. ...”. 

Por via de consequência, personagens ainda menores do Poder Judiciário, como a juíza Elizabeth, se valem dessa declaração distópica para, invocando uma espécie de jurisprudência, adotar procedimentos distópicos, como foi o caso da concessão de perdão judicial para Monique, a mãe que colaborou com o infanticídio.


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A saga do bravo general Villas Bôas

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Em 2016, na condição de comandante do Exército, o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas contraiu Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença neurológica degenerativa que destrói os neurônios motores, causa fraqueza, atrofia e rigidez muscular, perda de movimentos e dificuldade progressiva para engolir (disfagia), falar (disartria) e respirar.

O general Villas Bôas chegou à atualidade com movimento apenas das pálpebras, porém não perdeu a capacidade cerebral e a faculdade de pensar. Com apoios tecnológicos, de assistente e, especialmente, de pessoas da família, ele escreveu seu segundo livro, denominado “Coração da Selva”.

Nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, compareci à Biblioteca do Senado, para o lançamento de seu livro, que se constitui em uma apologia da Amazônia, onde ele servira em três ocasiões distintas de sua extraordinária carreira militar. Estimo que mais de 200 pessoas estavam presentes no evento. Afora uma expressiva quantidade de militares da reserva, compareceram políticos, intelectuais e pessoal da mídia — dentre eles o general Ferrarezi, o senador Espiridião Amin, o cientista político Paulo Kramer e o jornalista Alexandre Garcia. 

A senhora Aparecida, esposa do general Villas Bôas, fez um eloquente e emocionado discurso, foi aplaudidíssima e depois passou a redigir dedicatória nos livros adquiridos na entrada da Biblioteca, pelos presentes que se dispuseram a entrar em longa fila.

Depois de cumprimentar o bravo autor do livro e, também, sua esposa, interagi com amigos presentes no evento. Nesses instantes, antigas lembranças vieram à mente; e eu destacaria a recordação do excelente filme “O Escafandro e a Borboleta”, que conta passagens da vida do jornalista francês Jean-Dominique Bauby, ex-editor-chefe da revista de moda Elle. Ao ultrapassar 40 anos, Bauby foi acometido de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que o deixou em coma. Ao sair dessa condição, constatou-se que estava sofrendo de uma doença neurológica rara, chamada “síndrome do encarceramento” (“locked-in syndrome”), que deixava seu corpo paralisado e só conseguia mover a sobrancelha do olho esquerdo. Uma talentosa profissional do setor de saúde criou uma linguagem para os movimentos de piscar do olho e teve êxito em ensinar a inédita forma de comunicação para ele. Dessa maneira, Bauby concebeu o livro que deu origem ao filme, ora mencionado. Em 2008, essa obra foi indicada para prêmios do Oscar e Globo de Ouro, americanos; do Festival de Cannes, francês; e do Bafta, britânico. Venceu os prêmios de Melhor Direção do Globo de Ouro e do Festival de Cannes; e o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado do Bafta. 

Por óbvio, a saga do general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas é monumental e exemplar; e, à semelhança de Jean-Dominique Bauby, merece uma obra cinematográfica que o eternize e, sobretudo, que se preste à assimilação, pelas novas gerações, da epopeia de um bravo, épico e destemido cidadão, o qual, mesmo na mais dilacerante condição humana, não renunciou a pensar e agir com fé, perseverança e otimismo, e, como propusera o filósofo Leibniz, não deixou de buscar “entre os diversos mundos imagináveis, a conciliação entre o máximo de bem e o mínimo de mal, o que o transforma no melhor dos mundos possível.”


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General Villas Bôas – Lançamento do livro "Coração da Selva"
Biblioteca do Senado – Brasília – 09/06/2026

General Villas Bôas e Ribeiro Souto – Lançamento do livro "Coração da Selva"
Biblioteca do Senado – Brasília – 09/06/2026

General Villas Bôas – Ribeiro Souto e Tárcio (integrantes da Turma Marechal
Mascarenhas de Moraes – 1972 – AMAN)
Lançamento do livro "Coração da Selva"
Biblioteca do Senado – Brasília – 09/06/2026
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