domingo, 18 de janeiro de 2026

Súcia versus Tarcísio


No artigo “PT vai à PGR para investigar elogios a Tarcísio nas redes”, de Roberta Ribeiro, publicado no Jornal Gazeta do Povo, em 17/01/2026, foi noticiado que o Partido dos Trabalhadores (PT) acusou o governador Tarcísio de Freitas “de financiar uma rede de perfis de entretenimento e fofoca nas redes sociais para promover feitos do governo e alavancar a imagem pessoal do governador, potencial candidato à Presidência da República em 2026.”

Em consequência o PT encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação solicitando a investigação do governador paulista. 

Insurgi-me contra esse procedimento da súcia socialista e postei o comentário apresentado a seguir.

Tudo o que prejudica a corrupção, incomoda os adeptos da bandalheira. 
Tudo o que contribui para a redução dos 100 milhões de brasileiros sem esgoto sanitário gera inconformismo entre os nefastos da criminalidade. 
Tudo o que leva o País para a oferta de igualdade de oportunidade para todos desperta a ira dos portadores de doença ideológica perigosa e, não raro, incurável. 
Tudo o que estimula a faculdade de pensar e construir um mundo melhor fomenta oposição dos hediondos e desprezíveis. 
A despeito da dificuldade de compreensão (por indigência neuronal), tem gente que vai se identificar com os perfis aqui delineados e, se tivesse capacidade de se antenar com a literatura universal, proclamaria: “Hamlet e Lear que se danem!”
 

 


Assassinato de médicos



Desafortunadamente, dois médicos foram alvejados e mortos por outro médico, na região de Alphaville, na Grande São Paulo.

O assassino foi preso em fragrante e a notícia teve grande repercussão na mídia. Na matéria publicada no Estadão, alguns leitores postaram comentários depreciativos, asseverando que o evento foi desencadeado em disputa econômica entre bolsonaristas, proprietários de armas relativas à organização conhecida pela sigla CAC (Caçador, Atirador Desportivo e Colecionador).

O posicionamento político é extemporâneo e despropositado, sendo, pois, oriundo de mentes enfermas e deformadas. Cabe a tentativa de caracterizar a origem de tal inconveniência, por intermédio de postagem dessa visão no jornal.

Pelos comentários políticos postados, entende-se a opção desses cidadãos pela corrupção; pela preferência por 100 milhões sem infraestrutura de esgoto sanitário; pela simpatia por Maduro e integrantes do Hamas; e pelo apego ao socialismo (nacional-socialismo, socialismo real e puxadinhos similares — indigências produzidas por cérebros doentes). 

Que as famílias dos falecidos tenham energia para superar a dor! 
Que o assassino tenha a pena prevista na legislação; e que a Justiça aja com rapidez!
E que os caboclos destituídos dos primados do bom senso, da razão e da lógica se transformem e ingressem nas sendas da paz e da harmonia.

 


 



sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Notas de exame de Medicina

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O Ministério da Educação (MEC) decidiu divulgar na segunda-feira, 19 de janeiro, os resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (ENAMED), com a consequente aplicação de sanções às instituições que apresentarem resultados indigentes.

Em consequência a Associação Nacional das Universidades Particulares (ANUP) está tentando barrar na Justiça a divulgação dos resultados sob a alegação de que “a divulgação dos conceitos e aplicação de sanções traz ‘riscos de danos irreparáveis aos aluno e às instituições de ensino superior.’ ”

A ANUP está pedindo também que o governo não adote “qualquer sanção a partir da nota do ENAMED e que fosse determinado ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) a implementação de ajustes no exame.”

Como leitor, postei o comentário apresentado a seguir, no jornal Estadão, junto ao artigo “Notas de exame de Medicina preocupam faculdades e associação tenta para barrar divulgação na Justiça”.

 

A questão é simples: cursos de Medicina ruins existem, porém estão querendo impedir a comprovação de que eles existem. Afora essa avaliação, é imperioso que se estude e divulgue a quantidade de pessoas mortas em face de erros médicos e, adicionalmente, identifique-se a faculdade onde os desqualificados se formaram.

Afora a questão ética — não a ética covarde, mas a ética em favor dos cidadãos [que são] pacientes —, é preciso coragem para enfrentar a decisão pela adesão à melhoria da formação médica.

Medicina não deve ser negócio para ganhar dinheiro. A rigor, deve ser compromisso com a construção de mundo melhor por meio de uma profissão nobre e virtuosa.

 

 


 





 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Solução para magistrados infratores

No artigo “Acabou, p@&%#!”, publicado em 11/01/2026 no jornal Gazeta do Povo, o articulista Luís Ernesto Lacombe, trata da “guerra suja, ... guerra imunda praticada por integrante do Poder Judiciário, ao inventar uma ‘tentativa de golpe de Estado’ chefiada por Jair Bolsonaro... o teatrinho mambembe de um julgamento delirante.”

Em sua crônica esclarecedora e contundente, ele acrescenta que “os abusos e as ilegalidades praticados por ministros do Supremo levarão, um dia, inevitavelmente, à anulação de todas as ações, de todas as penas impostas a Bolsonaro, seus aliados e seus apoiadores.”

Aos leitores cabem questionar o destino de magistrados que agem da forma denunciada no texto corajoso do admirado jornalista.

 

Vale lembrar que juízes que colaboraram com o nazismo na Alemanha de Adolfo, na década de 1940, foram acusados, julgados e condenados na vigência da democracia que substituiu o infame regime alemão. 

Já juízes que, a partir de 1979, colaboraram com o regime ditatorial do Irã, foram alvejados e mortos há alguns anos. 

Constata-se, pois, que sempre há solução para magistrados que agem à revelia dos mandamentos resultantes da liberdade, verdade e ética. 

Em qualquer circunstância, basta coragem para desencadear ações condizentes com a busca de objetivos fundamentais do ente humano.

 

 


  

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Eficácia das redes sociais — para o bem e para o mal


No atinente ao editorial “A conta da ideologia petista”, do Estadão, de 06/01/2025, uma leitora postou um comentário crítico curioso, com severas restrições à argumentação do texto, especialmente, no que se refere à indigência na forma como foi escrito, com a possibilidade da utilização de Inteligência Artificial de forma descuidada, com prejuízos para a credibilidade das proposições do articulista.

 

Quando cheguei da roça, lá no interiorzão do Brasil, o professor de alfabetização afirmou que o Estadão era um dos dez melhores jornais do mundo. Por essa razão, leio o jornal a cerca de 70 anos. Claro, agora, se o professor repetisse sua proposição, ele estaria desmoralizado. 


Em certas ocasiões, o que era ótimo virou indigência em estado puro. É um sinal dos tempos — esses difíceis que estamos vivenciando. 


O Estadão não precisa conspurcar a conjuntura; as redes sociais cumprem esse papel com mais rapidez e eficácia, e ainda informa melhor os lúcidos e perspicazes.

 











domingo, 4 de janeiro de 2026

Trump vs. Maduro – [New York Times]

After several months of preparation, in the early morning of January 3, 2026, President Donald Trump launched a military operation against the regime of dictator Nicolás Maduro of Venezuela.

As a result, the country's air defenses were neutralized, and Mr. Maduro and his wife were arrested, taken by helicopter to the amphibious assault ship USS Iwo Jima and transported to the Metropolitan Detention Center, in New York, United States, where they will be tried for drug trafficking and other crimes.

The indictment was filed in the Southern District of New York under seal before Christmas Day, December 25.

The document, which was unsealed on Saturday, accuses the abducted Venezuelan president of heading a “corrupt, illegitimate government” fuelled by an extensive drug-trafficking operation that flooded the US with thousands of tonnes of cocaine.

 

The military operation launched by Mr. Trump is surprising and admirable. He ordered the invasion of Venezuela and the arrest of its president, who criminally led the export of drugs to the US. 

Mr. Friedman analysis is excellent, pointing out crucial issues regarding the consequences of the victorious operation. However, a fundamental question was omitted: what is Mr. Trump doing to the American consumers who criminally buy drugs exported by Venezuelan traffickers?

 

 

 

Trump vs. Maduro – [Wall Street Journal]

 

The military operation launched by Mr. Trump is surprising and admirable. He ordered the invasion of Venezuela and the arrest of its president, who criminally led the export of drugs to the US.

However, a fundamental question has been omitted by the analists in the media: what is Mr. Trump doing to the American consumers who criminally buy drugs exported by Venezuelan traffickers?

 

 

 

Trump vs. Maduro – [El País]

 

La operación militar lanzada por el Sr. Trump es sorprendente y admirable. Ordenó la invasión de Venezuela y el arresto de su presidente, quien lideró de forma ilícita la exportación de drogas a Estados Unidos. 

Sin embargo, los analistas de los medios han omitido una pregunta fundamental: ¿qué está haciendo el Sr. Trump con los consumidores estadounidenses que compran de forma ilícita drogas exportadas por traficantes venezolanos?

 


 

Trump vs. Maduro – [Estadão]

 

Após vários meses de preparação, na madrugada de 3 de janeiro de 2026, o presidente Donald Trump lançou uma operação militar contra o regime do ditador Nicolás Maduro, da Venezuela.

Como resultado, as defesas aéreas do país foram neutralizadas, e Maduro e sua esposa foram presos, levados de helicóptero para o navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima e transportados para o Centro de Detenção Metropolitano, em Nova York, nos Estados Unidos, onde serão julgados por tráfico de drogas e outros crimes.

A acusação foi apresentada no Distrito Sul de Nova York sob sigilo antes do Natal, 25 de dezembro.

O documento, que foi liberado no sábado, acusa o presidente venezuelano sequestrado de chefiar um “governo corrupto e ilegítimo” alimentado por uma extensa operação de narcotráfico que inundou os EUA com milhares de toneladas de cocaína.

  

A operação militar lançada pelo Sr. Trump foi surpreendente e admirável. Ele ordenou a invasão da Venezuela e a prisão de seu presidente, que liderava criminosamente a exportação de drogas para os EUA.

No entanto, uma questão fundamental foi omitida pelos analistas da mídia: o que o Sr. Trump está fazendo com os consumidores americanos que, de forma criminosa, compram drogas exportadas por traficantes venezuelanos?

 

 


 

Trump vs. Maduro – [Gazeta do Povo]


 

Trump vs. Maduro – [Correio Braziliense]

 


  

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Brasil Paralelo vs. Intelectualidade socialista

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

A empresa Brasil Paralelo produz documentários, séries e filmes voltados para história, filosofia, política, economia e atualidades, de uma perspectiva de direita e conservadora, inspirada em ideias de Olavo de Carvalho.

A empresa se autodenomina apartidária, mas seu conteúdo está vinculado a uma ideologia de direita e que questiona consensos históricos e científicos — como mudanças climáticas e saúde pública —, e se posiciona como uma alternativa à mídia tradicional e ao "sistema".

De acordo com uma análise do grupo Gazeta do Povo, só em 2025, foram contabilizados mais de 90 trabalhos de pesquisadores progressistas de universidades brasileiras com viés crítico à Brasil Paralelo.

 

No Brasil — um país com grande extensão territorial, grande população e enorme riqueza em recursos naturais —, cerca de 100 milhões de pessoas vivem sem infraestrutura de esgoto sanitário.

Esse aspecto hediondo se justifica pela existência da metade socialista da intelectualidade pregando à luz de esgoto sanitário ideológico em suas mentes. 

Afastar essa súcia das proximidades da gestão pública é essencial para a construção de um país onde prevaleça a dignidade, a honra e a igualdade de oportunidades para a maioria dos cidadãos.