segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Retratação falsa de Janones

Dentro da perspectiva de praticar inverdade com fins políticos, o deputado federal esquerdista André Janones (do partido Rede, de MG), divulgou um vídeo com uma retratação em relação a ofensas que ele teria cometido contra o deputado federal Nikolas Ferreira (do PL, também de MG). 

Poucas horas depois, o próprio Janones postou informação, esclarecendo que se tratava de uma retratação falsa. Ele não afirmou, mas infere-se que ao falsear a retratação, ele tinha o objetivo de chamar a atenção para supostas irregularidades que o deputado Nikolas teria praticado.


Os socialistas reais assassinaram quase 100 milhões de pessoas na Rússia, China, Camboja, Coreia do Norte e Cuba. E continuam assassinando. Contudo, o pior assassinato da atualidade é o da verdade. Nisso, eles continuam mestres. E tem gente que gosta, defende, apoia e elege. Ora, trata-se de moléstia incurável, perigosa e contagiosa.

Bom, hoje, 7 de setembro, o povo vai às ruas; em outubro, essa maioria que defende a liberdade, verdade e ética, vai às urnas para — contrapondo-se à doença — votar por um país melhor, decente, justo e solidário. 

Que venham as eleições presidenciais. Que venham a lucidez, a coragem e a honra. As próximas gerações agradecem.


Um leitor resolveu brincar com o tema e postou a seguinte indagação em relação aos assassinatos dos socialistas no mundo: “não foram 100 bilhões?” Embora não devesse, repliquei com seriedade!


Foram quase 100 milhões, sendo 67 milhões na China (30 milhões de fome), 25 milhões na União Soviética, 3 milhões no Camboja, mais de um milhão na Coreia do Norte e quase 100 mil em Cuba (esses números podem estar incorretos, mas são uma boa aproximação). 

É compreensível que tenha gente com dificuldade de somar. 

A luta por um mundo melhor é responsabilidade de todos, mesmo daqueles que se opõem à liberdade e à verdade, fazem piada com coisa séria e, dessa forma, aproximam-se da condição cerebral dos animais irracionais. Claro, a causa é doença perigosa, incurável e contagiosa; bem como a consequente limitação da faculdade de pensar!


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Crise no STF, AGU e banco Master - 7

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Inconstitucionalidade de inquérito e solução mediante eleições

O articulista Alexandre Garcia publicou no jornal Gazeta do Povo o artigo “Moraes vendeu a alma e a família”, no qual afirma que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, “foi cúmplice da manutenção do Inquérito do Fim do Mundo”, institucionalizado há sete anos pelo ministro Dias Toffoli (a rigor, trata-se do Inquérito 4.781 – Inquérito das Fake News, aberto em 14 de março de 2019). 

Ademais, entre outras aleivosias de integrantes do STF, assevera que “A Constituição Federal, nos artigos 127 e 129, estabelece que a iniciativa de qualquer inquérito é do Ministério Público, e não do Supremo. [...] Então, foi algo totalmente inconstitucional [referindo-se ao Inquérito das Fake News].”

E ainda, formula sua peroração com maestria, atribuindo às eleições para o Senado e para a presidência da República “a melhor maneira de sair dessa crise. Porque existem outras maneiras, mas que vão cobrar um pedágio muito pesado para a nação brasileira [...] E temos oportunidade também de tirar um presidente que estimula roubo de celular para tomar cervejinha, que diz que a mãe o ensinou a mentir e que estava totalmente envolvido na Operação Lava Jato, cujos processos foram cancelados pelo Supremo.”

Uma aula corajosa do Sr. Alexandre Garcia. Contudo, temo que, sem reforma política e reforma judiciária, não há solução.

Tudo bem, a eleição de outubro é um bom começo, mas, somente com as reformas, é possível impedir que proliferem os hediondos Alcolumbre e Moraes e respectivos lamaçais. 

Davi e Alexandre são personagens históricos exemplares. No Brasil, temos alguns — como no Senado e no STF — que deveriam ser expurgados da vida pública e submetidos apenas às próprias famílias (detentoras de 129 milhões do contrato da esposa de Moraes com o Vorcaro; e 400 milhões de indicado de Alcolumbre na gestão da Amapá Previdência, respectivamente).


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domingo, 6 de setembro de 2026

Crise no STF, AGU e banco Master - 6

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O problema e a solução

É impressionante e avassaladora a reação da mídia contra os desmandos em prática no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse sentido, houve editoriais dos jornais Estadão, Folha de São Paulo e Gazeta do Povo. Hoje, o Estadão publicou um editorial com o título “O Brasil precisa de um novo STF” e acrescentou a seguinte chamada para a contundente proposição: “O Supremo, tal como é hoje, precisa acabar. A crise expôs uma arquitetura disfuncional, que concentrou poder demais em 11 ministros e tornou insuficiente a simples troca de peças”.

Posicionei-me como já o fizera em outra circunstância, no início desta semana. Entendo que há uma questão de fundo, envolvendo a maioria dos atuais ministros da Suprema Corte brasileira e somente a transformação dessa instituição fundamental para a democracia poderá inserir o País e seu arcabouço jurídico na normalidade esperada pela sociedade.

Na véspera da celebração da independência do Brasil, é preciso enfatizar o problema e a solução; e consolidar a maturidade do País que os brasileiros merecem! Repetindo...

O ministro André Mendonça, do STF, determinou a quebra do sigilo por causa das pressões que ele estava sofrendo, pelo envolvimento de altas autoridades, como o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, com o banqueiro Daniel Vorcaro, patrocinador do maior escândalo de corrupção da história do Brasil. 

Nesse contexto, o envolvimento do STF, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal tornou o problema a maior crise do Poder Judiciário da história do Brasil. 

É razoável caracterizar o ambiente subjacente que possibilitou a participação de altas autoridades em lamaçal republicano insuperável e que ameaça as instituições e a própria evolução do País.


[1] O problema! É imperioso caracterizar as causas e respectivos responsáveis!

As Supremas Cortes dos Estados Unidos e do Reino Unido, e os Tribunais Constitucionais da França e da Alemanha não possuem magistrado que, anteriormente, tenha passado pelas seguintes situações: 

– reprovação em concurso para juiz; 

– prestação de serviços advocatícios para organização criminosa;

– prestação de serviços advocatícios para condenado por assassinatos em país democrático; 

– permissão para a esposa trabalhar em escritório que lida com causa que pode ser submetida a julgamento na respectiva Suprema Corte; 

– atividades empresariais incompatíveis com o cargo; 

– difamação de instituições e de altas autoridades do País no exterior; 

– tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo; 

– militância em campanha política de partido responsável por corrupção; 

– descumprimento e conspurcação da Carta Magna com decisões espúrias e inconstitucionais; 

– investidura, como advogado, na egrégia Corte, por amigo que, anteriormente, recebeu seus serviços advocatícios; e militância em partido socialista (comunista, nazista, fascista ou similar).

Ademais, há provas robustas de que magistrados com essa origem só existem em países onde prevalecem: 

– a corrupção; 

– os desmandos político-administrativos; 

– os descasos com as áreas de saúde, educação e segurança; 

– o desrespeito ao Estado Democrático de Direito; 

– a conspurcação da Carta Magna; e 

– o apoio a integrantes da criminalidade, sobretudo aos associados ao tráfico de droga.

Se os recalcitrantes que amam esse estado de coisas ambientado em tragédia lessem Sócrates, Aristóteles e São Tomás de Aquino, poderiam rever suas atitudes alicerçadas na irracionalidade. Contudo se lessem Jung e Freud, haveria uma possibilidade de encontrarem o diagnóstico de suas morbidades. Claro, não lerão nenhum deles; e continuarão emaranhados na inépcia, indigência e doença incurável.

Enfim, nos países democráticos desenvolvidos, a maioria dos cidadãos, os jornalistas, os integrantes da comunidade acadêmica e demais intelectuais não permitem que as respectivas Cortes sejam integradas por pessoal adepto da distopia.


[2] A solução! É preciso uma transformação na estrutura institucional do Poder Judiciário! Então, as seguintes mudanças são imprescindíveis:

– extinção do Supremo Tribunal Federal (STF);

– criação de um Tribunal Constitucional;

– transferência das atribuições não estritamente constitucionais do atual STF para o Superior Tribunal de Justiça (STJ);

– redução do mandato de membros do Tribunal Constitucional e do novo STJ para 8 anos, não renováveis;

– exigência de obrigatoriedade para que magistrados de todos os tribunais sejam nomeados somente se ingressaram na magistratura, em promotoria ou em procuradoria por concurso público;

– exigência para os indicados para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ, tenham sido, durante pelo menos 4 anos, magistrados, promotores ou procuradores.

– a indicação de ministros para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ deve ser feita para o Senado Federal por integrantes das respectivas Cortes, sem a intervenção do presidente da República; e

– extinção do foro privilegiado para senadores da República, de tal sorte que o julgamento deles se inicie na primeira instância do Poder Judiciário.

Destarte, eventos distópicos como Mensalão, Petrolão, Danielzão, Toninhão, Lavajatão, INSSião, Correião, Masterzão, Marcolão, Mulinhão e, agora, STFão não ficarão na impunidade trágica.

Enfim, que em outubro, na eleição presidencial, a maioria dos brasileiros que amam a liberdade, a verdade e a ética votem para extirpar do Brasil os responsáveis por esse estado de coisas que indigna e envergonha; e, assim, decidam pela construção de um País melhor para as próximas gerações.


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Distopias do socialismo

Para que jamais caia no esquecimento, é oportuno e imperioso que se registre o estado de coisas prevalente nos países que adotaram o socialismo como regime político.

Nesse sentido, os dois sistemas supostamente opostos — nacional-socialismo (nazismo) e socialismo real (comunismo) — se alicerçam em ideias fundamentais similares.


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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Crise no STF, AGU e banco Master - 5

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Crise no STF, AGU e banco Master - 7

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Decisão do presidente do STF

Em relação à tentativa do ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) de incriminar seu colega, ministro André Mendonça, com base no Inquérito Fake News — e motivado por relatório da Polícia Federal, o qual todos os juristas consultados afirmam que jamais poderia servir de base para tal fim (trata-se de documento sem assinatura e que não apresenta fatos, apenas suposições subjetivas) — o presidente do STF, ministro André Fachin determinou o impedimento da utilização do citado inquérito e oficiou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que se manifeste.

A primeira medida é razoável e coerente, uma vez que esse inquérito é absurdo na razão que o motiva e vigora há cerca de 5 anos, o que é também absurdo.

A solicitação à PGR é um desatino, dado que o Procurador-Geral da República Paulo Gonet está envolvido nas tramoias do caso Master-Vorcaro e essa autoridade não se declarou impedida de agir no respectivo processo.

É compreensível que o presidente do STF aja dessa maneira, afinal, quando procurador jurídico, ele fez campanha pública para a candidata à presidência da República Dilma Roussef — algo impensável para alguém em sua condição profissional.


A “última razão da democracia” (“ultima ratio regum”?) é o povo nas ruas, em manifestações pacíficas e contundentes. É preciso se contrapor à quase maioria que defende e apoia o Mensalão, Petrolão, ... e, agora, o STFão.

Há iniciativa e coragem por parte dos defensores da decência, verdade, liberdade e ética? Pode haver mobilização espontânea? Ou quais lideranças podem assumir a responsabilidade da mobilização?


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Crise no STF, AGU e banco Master - 4

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Crise no STF, AGU e banco Master – 2

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Crise no STF, AGU e banco Master - 5

Crise no STF, AGU e banco Master - 6

Crise no STF, AGU e banco Master - 7

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No âmbito do inquérito conduzido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relativo ao escândalo de corrupção do banco Master, do Sr. André Vorcaro — no qual apareceram acusações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o advogado-geral da União Paulo Gonet e diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues — o ministro Moraes resolveu reagir, atacando o ministro Mendonça e pleiteando investigação, no âmbito do Inquérito 4871 (Inquérito das Fake News ou Inquérito do Fim do Mundo), sobre supostas irregularidades que seu colega teria cometido na condução do inquérito sobre o affair Master-Vorcaro.

O presidente do STF, ministro André Fachin, impediu que houvesse êxito no pleito do ministro Moraes e determinou que a AGU, a PF e os dois ministros envolvidos se posicionassem.


Que saudade de antigos ministros do STF como Ruy Barbosa, Afrânio Costa, Célio Borja, Moreira Alves, Ayres Brito, Paulo Brossard e outros. Quanta falta estão fazendo!

Será que teremos no Brasil algo similar ao julgamento, na década de 1940, de 4 magistrados em Nuremberg, na Alemanha? No Irã, o autoritarismo impediu julgamento similar de magistrados da Suprema Corte e dois ministros foram assassinados pela oposição. Alemães (ou os aliados?) fizeram a opção democrática e iranianos, a opção autoritária, segundo a vocação prevalente.

Exageros são utilizados apenas como ênfase na abordagem analítica. Com a desmoralização dos atuais integrantes da mais alta instância judicial brasileira — admitida por eles próprios, ao instituírem, há 5 anos, o Inquérito das Fake News, agora utilizado — é provável que nada ocorra com os dois ministros querelantes. 

Resta a "última razão da democracia" ("ultima ratio regum"?): o povo nas ruas. Há condições para mobilização espontânea? Há lideranças capazes de estimular a mobilização? 

A solução estaria nas eleições presidenciais de outubro próximo? O que transmitir para os jovens que demandam perspectivas em relação ao futuro?


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