domingo, 4 de janeiro de 2026

Trump vs. Maduro – [New York Times]

After several months of preparation, in the early morning of January 3, 2026, President Donald Trump launched a military operation against the regime of dictator Nicolás Maduro of Venezuela.

As a result, the country's air defenses were neutralized, and Mr. Maduro and his wife were arrested, taken by helicopter to the amphibious assault ship USS Iwo Jima and transported to the Metropolitan Detention Center, in New York, United States, where they will be tried for drug trafficking and other crimes.

The indictment was filed in the Southern District of New York under seal before Christmas Day, December 25.

The document, which was unsealed on Saturday, accuses the abducted Venezuelan president of heading a “corrupt, illegitimate government” fuelled by an extensive drug-trafficking operation that flooded the US with thousands of tonnes of cocaine.

 

The military operation launched by Mr. Trump is surprising and admirable. He ordered the invasion of Venezuela and the arrest of its president, who criminally led the export of drugs to the US. 

Mr. Friedman analysis is excellent, pointing out crucial issues regarding the consequences of the victorious operation. However, a fundamental question was omitted: what is Mr. Trump doing to the American consumers who criminally buy drugs exported by Venezuelan traffickers?

 

 

 

Trump vs. Maduro – [Wall Street Journal]

 

The military operation launched by Mr. Trump is surprising and admirable. He ordered the invasion of Venezuela and the arrest of its president, who criminally led the export of drugs to the US.

However, a fundamental question has been omitted by the analists in the media: what is Mr. Trump doing to the American consumers who criminally buy drugs exported by Venezuelan traffickers?

 

 

 

Trump vs. Maduro – [El País]

 

La operación militar lanzada por el Sr. Trump es sorprendente y admirable. Ordenó la invasión de Venezuela y el arresto de su presidente, quien lideró de forma ilícita la exportación de drogas a Estados Unidos. 

Sin embargo, los analistas de los medios han omitido una pregunta fundamental: ¿qué está haciendo el Sr. Trump con los consumidores estadounidenses que compran de forma ilícita drogas exportadas por traficantes venezolanos?

 


 

Trump vs. Maduro – [Estadão]

 

Após vários meses de preparação, na madrugada de 3 de janeiro de 2026, o presidente Donald Trump lançou uma operação militar contra o regime do ditador Nicolás Maduro, da Venezuela.

Como resultado, as defesas aéreas do país foram neutralizadas, e Maduro e sua esposa foram presos, levados de helicóptero para o navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima e transportados para o Centro de Detenção Metropolitano, em Nova York, nos Estados Unidos, onde serão julgados por tráfico de drogas e outros crimes.

A acusação foi apresentada no Distrito Sul de Nova York sob sigilo antes do Natal, 25 de dezembro.

O documento, que foi liberado no sábado, acusa o presidente venezuelano sequestrado de chefiar um “governo corrupto e ilegítimo” alimentado por uma extensa operação de narcotráfico que inundou os EUA com milhares de toneladas de cocaína.

  

A operação militar lançada pelo Sr. Trump foi surpreendente e admirável. Ele ordenou a invasão da Venezuela e a prisão de seu presidente, que liderava criminosamente a exportação de drogas para os EUA.

No entanto, uma questão fundamental foi omitida pelos analistas da mídia: o que o Sr. Trump está fazendo com os consumidores americanos que, de forma criminosa, compram drogas exportadas por traficantes venezuelanos?

 

 


 

Trump vs. Maduro – [Gazeta do Povo]


 

Trump vs. Maduro – [Correio Braziliense]

 


  

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Brasil Paralelo vs. Intelectualidade socialista

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

A empresa Brasil Paralelo produz documentários, séries e filmes voltados para história, filosofia, política, economia e atualidades, de uma perspectiva de direita e conservadora, inspirada em ideias de Olavo de Carvalho.

A empresa se autodenomina apartidária, mas seu conteúdo está vinculado a uma ideologia de direita e que questiona consensos históricos e científicos — como mudanças climáticas e saúde pública —, e se posiciona como uma alternativa à mídia tradicional e ao "sistema".

De acordo com uma análise do grupo Gazeta do Povo, só em 2025, foram contabilizados mais de 90 trabalhos de pesquisadores progressistas de universidades brasileiras com viés crítico à Brasil Paralelo.

 

No Brasil — um país com grande extensão territorial, grande população e enorme riqueza em recursos naturais —, cerca de 100 milhões de pessoas vivem sem infraestrutura de esgoto sanitário.

Esse aspecto hediondo se justifica pela existência da metade socialista da intelectualidade pregando à luz de esgoto sanitário ideológico em suas mentes. 

Afastar essa súcia das proximidades da gestão pública é essencial para a construção de um país onde prevaleça a dignidade, a honra e a igualdade de oportunidades para a maioria dos cidadãos.

 

 


 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Impacto do socialismo em Educação

O professor Jean Marcel Carvalho França — professor titular de História do Brasil da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e autor de vários livros — publicou no jornal Gazeta do Povo o artigo “Universidade, justiça cósmica e intolerância: obsessão por inclusão está matando o ensino superior”.

Como o título indica, trata-se de uma análise densa, minuciosa e bem argumentada sobre as mazelas que campeia no meio acadêmico.

Cumpre destacar que ao indagar “por qual razão a violência explode na universidade, um ambiente tão plural e zeloso com a tolerância? E por qual razão discentes julgam que têm o direito, ou melhor, o dever de agredir e calar docentes ou colegas que defendem ideias supostamente perigosas e elitistas”, o professor Marcel responde de forma contundente: “Ora, a resposta salta aos olhos e a história está repleta de ilustrações: bombardeie jovens malformados – creio que ninguém discorda que a nossa escolaridade básica é ruim, por isso temos cotas no vestibular, é bom lembrar – com meia dúzia de chavões; [...] convença-os, por fim, de que a suposta opressão que se abateu sobre eles tornou-os, sem qualquer esforço intelectual, portadores de verdades axiomáticas – o tal lugar de fala – verdades que só os tolos ou canalhas não veem.”

E conclui sua virtuosa análise com inatacável lógica: “Pronto, temos uma juventude maoísta diante de nós, autoritária e violenta, segura – pois conta com a aquiescência e a conivência de muitos “adultos” – de que detém o direito e mesmo a missão de reprimir e reeducar os hereges e infiéis pelos corredores das universidades.”

 

O artigo equivale a uma aula magna sobre a indigência que campeia em expressiva parcela dos ambientes acadêmicos brasileiros. 

Valeria destacar dois aspectos que enfatizam a denúncia do lúcido professor: o que foi evidenciado resulta da obra socialista que conspurcou tudo o que é virtuoso em Educação, no mundo e no Brasil; e explica a situação sanitária da metade da população, algo que interessa às lideranças que querem permanecer dilapidando a dignidade e a honra dos cidadãos, para satisfazer seus interesses de prevalência, somente possível se mantido o esgoto sanitário que permeia as valas a céu aberto e as mentes abrigadas em escuridão ideológica.

 


 

 

Malversação de objetivos virtuosos


Desafortunadamente, os artistas de esquerda resolveram incentivar manifestações em defesa do malsinado governo que envergonha quem preza pela liberdade, verdade e ética.

A proposição que leva intelectuais e artistas a indicarem os rumos que entes humanos devem trilhar está sendo desmoralizada por aqueles que são apoiados, financeiramente, para suas aleivosias, pelo governo que apoiam e defendem.

 

Segundo Bertold Brecht e Wladimir Lênin, ser socialista significa praticar a verdade e não praticar a verdade. Os artistas de esquerda cumprem rigorosamente as recomendações de seus ídolos. São milionários; defendem a "democracia" de Cuba, Venezuela e Coreia do Norte; vivem entre Paris, Londres e capitais similares; e jamais vão para Havana, Caracas e Pyongyang. Para eles, o objetivo essencial consiste em explorar os que estão mergulhados na doença ideológica em favor do aumento de suas próprias riquezas.

 

 

 

 

Corrupção indefensável

Na presente conjuntura — plena de escândalos envolvendo cidadãos da política e do empresariado — descobriu-se um enorme rombo no INSS, à luz de roubalheira com montantes equivalentes ou superiores àqueles dos eventos de corrupção do Mensalão e do Petrolão. O suposto envolvimento do filho de alto figurão da República torna o problema tão hediondo quanto se possa imaginar.

 

Os líderes do socialismo pregam o ideário de “falar a verdade” e “não falar a verdade” — conforme proclamaram Lênin, Hitler, Brecht, Gramsci, Goebbels et caterva. 

O advogado do filho meliante fala em dignidade e honra. Essas duas palavras não estão no dicionário de quem renuncia à verdade; e não estão no conjunto de procedimentos consentâneos com a ausência de liberdade, verdade e ética. 

É factível imaginar a dificuldade de atuar em processos judiciais para os filhos da corrupção, cuja única forma de ascensão na vida é a prática ensinada pelos genitores.

Vale a expressão jamais formulada: “Corrupti sumus, nefarii sumus, et indefensi sumus!” (“Somos corruptos, somos hediondos e somos indefensáveis!”).

 

 

 

 


 

 

sábado, 6 de dezembro de 2025

Eleição presidencial de 2026

Após a divulgação, em 5 de dezembro, que o ex-presidente Jair Bolsonaro indicou seu filho, Flávio Bolsonaro, candidato à presidência, o Datafolha divulgou um resultado de pesquisa realizada com 2.002 eleitores, no dia 2 de dezembro — portanto, três dias antes —, cujo resultado indicou que, em eventual 2º. turno daquele pleito, o presidente Lula (PT-SP) venceria Flávio (PL-RJ) por uma margem de 15 pontos e venceria também Tarcísio (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR) por 5 e 6 pontos, respectivamente.

 

Independentemente de pesquisa, num eventual segundo turno em 2026, os 40 milhões de eleitores contrários a Lula e contrários também a Bolsonaro vão votar a favor da corrupção, da canalhice e da ladroagem ou a favor de quem não lhe convém por outras razões? 

Na resposta a esse questionamento, configura-se o vencedor do pleito presidencial. Vale dizer, as próximas gerações serão impactadas por esses cidadãos eleitores, supostamente lúcidos, perspicazes e dotados de apreço por valores fundamentais do ser humano.

 

 


 

 

Cecília – Reunião Sem Café Não Presta

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

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Com grande satisfação, nossa família assistiu à peça Reunião Sem Café Não Presta”, em uma sala do Departamento de Artes Cênicas, da UnB. O evento se constituiu em avaliação da querida filha Cecília e de seus colegas, Flora, Lary, Charlie, Gabriel e Lucas, na disciplina Interpretação Teatral”, do curso de Artes Cênicas, no âmbito daquela universidade.


A peça é uma exacerbada crítica à educação pública em nosso país, ambientada em um Conselho de Classe, com a participação caricatural e, às vezes, mergulhada em humor, de seis personagens: quatro professoras, um diretor substituto e um especialista em eletrotecnia e outras atividades de apoio.

Depois que saímos da UnB para celebrar a participação da Cecília, ela nos questionou sobre eventuais aspectos positivos da apresentação. Respondi que o objetivo da peça — a denúncia da indigente situação educacional brasileira — foi o aspecto mais relevante. Mencionei também que a forma de expressão das falas e a elegância do figurino de sua personagem eram adequadas e consentâneas com a condição de professora, mesmo em um contexto teatral caracterizado por humor e caricatura.

As seguintes oportunidades de melhoria na oportuna e requerida peça teatral podem ser adotadas:

– redução das atividades relacionadas com a permanente tentativa do personagem técnico de fazer funcionar o ventilador;

– redução dos impactos dos ruídos de moscas ou abelhas durante a reunião; e

– eliminação de palavrões, que não são condizentes com atividade educacional, nem mesmo para construir caricaturas.


Em face da relevância do tema, há a considerar a possibilidade de apresentação da peça para uma amostra de políticos brasileiros, com a menção explícita da omissão relativa às responsabilidades dos homens públicos, no atinente às medidas de correção dos graves problemas educacionais de nosso grandioso País.

É conveniente apresentar a sugestão para que a professora de “Interpretação teatral” determine aos alunos o desafio de transformar o conteúdo de seus respectivos textos em monólogos a serem apresentados em ocasião subsequente, sem quaisquer vieses de humor e, também, sem qualquer tendência caricatural. A seriedade e gravidade do tema justificam essa sugestão.

Essas observações são de quem não tem conhecimento de atividade teatral e podem estar eivadas de falhas, contudo não se pode perder de vista que a arte não se destina primacialmente aos atores, diretores e especialistas em teatro; destina-se também ao público em geral e, por essa razão, as interpretações de leigos devem, se possível, ser levadas em conta.


Que esta espécie de resenha represente a merecida homenagem a Jô Bilac, autor do texto “Reunião Sem Café Não Presta”; a Giselle Rodrigues, professora de Artes Cênicas e diretora da peça; a Cyntia Carla, professora de Artes Cênicas e orientadora dos figurinos; e a Briza Mantzos, aluna de Artes Cênicas e monitora da peça. Essas pessoas virtuosas são responsáveis por transmitir para os alunos a consciência da elevada prioridade de educação — enfatizando que nenhum governante brasileiro adotou esse procedimento —, bem como a inexcedível relevância do papel dos professores na evolução da sociedade e na construção de um mundo melhor para todos.


Homenagem seja feita também aos alunos Cecília, Flora, Lary, Charlie, Gabriel e Lucas, que com incomum disposição — e à luz de lucidez, perspicácia e talento —, lograram êxito na apresentação dessa magnífica peça teatral de singular relevância para quem se propõe a estimular a faculdade de pensar e o desencadeamento de ações para a melhoria dos processos educacionais em todos os níveis escolares.

 


Cartaz da peça "Reunião Sem Café Não Presta".
Departamento de Artes Cênicas (DAC) – UnB – 05/12/2025.

 

Dramaturgia: Conselho de Classe, de Jô Bilac

Direção: Profª. Giselle Rodrigues

Figurino: Profª. Cyntia Carla

Monitoria: Briza Mantzos

Iluminação: Wyn Winton

Adaptação do texto: Briza Mantzos e elenco

Sonoplastia: Zuri Albuquerque


Elenco:  Cecília Rocha, Chalie F. Leite, Flora Scartezini, Gabriel G12, Lary Sant e Lucas Fonseca.

 



Cecília no papel da professora Tia Paloma.
Peça "Reunião Sem Café Não Presta" – DAC – UnB – 05/12/2025.



Cecília, Lary, Gabriel, Charlie, Flora e Lucas recebem aplausos.
Peça "Reunião Sem Café Não Presta" – DAC – UnB – 05/12/2025.

 

 

Cecília, Flora, Laura, Isabel e Alessandra.
Peça "Reunião Sem Café Não Presta" – DAC – UnB – 05/12/2025.



Aléssio, Cecília, Flora, Laura, Isabel, Alessandra e Leila.
Peça "Reunião Sem Café Não Presta" – DAC – UnB – 05/12/2025.

 

 

Cecília ladeada pelos amigos Ana Beatriz, Hamilton e Milena.
Peça "Reunião Sem Café Não Presta" – DAC – UnB – 05/12/2025.
 

Cecília, Alessandra, Aléssio, Isabel e Laura.
Celebração da apresentação da peça "Reunião Sem Café Não Presta".
Pizzaria Fratello Uno – 05/12/2025.