sábado, 13 de junho de 2026

Copa do Mundo de 2026

Política e futebol

A articulista do Estadão, senhora Eliane Catanhêde, aficionada e defensora do atual governo — patrocinador dos maiores escândalos de corrupção da história mundial — resolveu analisar fatos políticos inseridos na organização da Copa do Mundo no Canadá, México e Estados Unidos. E de quebra mencionou uma certa apatia do povo brasileiro em relação ao evento máximo do futebol mundial.


Esse povo da política não deveria se meter onde não foi chamado, muito menos em futebol. Os aficionados do futebol deveriam deixar a política no aguaceiro em que os "virtuosos" estão afundando o Brasil. 

Dito isso — e evitando linguagem grosseira — a seleção brasileira pode ser campeã do mundo. Em 1950, o Brasil de Zizinho era melhor e não foi campeão. Em 1954, a Hungria de Puskas encantava e perdeu na final. Em 1974, a Holanda de Cruyif aprontava e perdeu na final. Em 1982, o Brasil de Zico merecia ser campeão e foi afastado pela Itália. 

Enfim, pelas razões expostas, equipe pentacampeã poderá chegar ao hexacampeonato e trazer de volta a alegria e o orgulho que a política subsidiada pela mídia nos subtraiu. 

Simples! Não precisa soletrar nem separar as sílabas.


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Universidades brasileiras

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Doutor Honoris Corrupcionis

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) concedeu o título de Doutor Honoris Causa para a militante esquerdista Erika Hilton (PSOL-SP). Conforme declarou Joyce Alves, pró-reitora de Assuntos Estudantis da universidade, a concessão ocorreu “pelo seu compromisso com a justiça social, com a diversidade, pela atuação que ela tem tido no Congresso, uma atuação combativa, sempre lutando pelas minorias, pelo direito das mulheres, da população LGBTQIA+, dos trabalhadores e das trabalhadoras”.


Uma coisa é inequívoca, essa concessão faz jus à condição em que o Brasil se encontra: 

– 100 milhões de pessoas sem esgoto sanitário; 

– a metade dos eleitores elegendo os cidadãos compromissados com o Mensalão, Petrolão, Correião, INSSião, Masterzão e demais obras-primas da súcia que não dorme; 

– concessão de várias dezenas de títulos Doutor Honoris Corrupcionis para quem está navegando o barco. 

Enfim, tem gente que sente prazer com isso! Fazer o que?


Há a conveniência de apresentar a classificação da UFRRJ: 51ª. posição no Ranking Universitário Folha; 36ª. posição no Ranking de Instituições de Ensino Superior (IES) Empreendedoras; e 51ª. posição entre as instituições latino-americanas no US News & World Report. 

Ademais, é imperioso mencionar que a UFRRJ não se encontra entre as 52 melhores instituições brasileira no ranking do CWUR/2026. E, por via de consequência, não se coloca entre as 2000 melhores instituições do mundo. 

Duas indagações cruciais: 

(i) receber esse prêmio da UFRRJ deve ser considerado virtuoso ou desonroso? 

(ii) a pró-reitora Joyce Alves está compromissada com a qualidade do ensino da UFRRJ ou com militância nefasta?


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Música Clássica

CHOPIN, VILLA-LOBOS et al


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Heitor Villa-Lobos: 5 Preludes & 12 Studies


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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Eleições presidenciais de 2026 – 4

Inversão de compromisso


A Sra. Roseann Kennedy, publicou no Estadão o artigo “Censura inócua e fogo amigo: candidatura de Flávio derrete, preocupa PL e afasta Faria Lima”. 

A começar do título, o texto é implicitamente uma apologia da candidatura do presidente em exercício, o que faz da autora uma militante política travestida de jornalista.


A articulista contribui inequivocamente para que as eleições presidenciais se constituam na prevalência de procedimentos distópicos como o Mensalão, o Petrolão, o Correião, o INSSião, o Masterzão e outros escândalos plenos de aleivosias de nossa história recente. 

O que falta para ela contribuir para a evolução do País na direção de um futuro bem-sucedido para as próximas gerações: coragem, ética, dignidade ou qualquer outro atributo virtuoso? 

Convenhamos, os leitores do Estadão merecem algo distinto e alicerçado em esperança e otimismo. Até porque o dirigente máximo não é o responsável. O compromisso está associado aos eleitores que fazem a escolha e que, naturalmente, são influenciados pelos intelectuais de plantão. Eles existem?


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Julgamento do assassinato de Henry

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.
Aberração jurídica


O julgamento dos responsáveis pelo assassinato do menino Henry Borel continua repercutindo. No julgamento, o padrasto, ex-vereador carioca Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho, foi condenado a 42 anos de prisão e a mãe, Monique Medeiros, foi condenada por homicídio culposo, porém, recebeu o perdão judicial.

Nesse sentido, o pai da vítima, Leniel Borel, reagiu com indignação e considerou o caso uma “aberração jurídica”, caracterizada por uma “decisão militante”, como alusão ao fato de que a juíza Elizabeth Machado Louro, que transitou pela extrema esquerda, justificou seu posicionamento alegando “razão social desproporcional” e suposta “discriminatória de gênero”, para conceder o perdão.


Anteriormente, em pronunciamento oficial, a senhora Carmen — não a mulher livre e indomável da magnífica ópera de Bizet, mas a integrante da egrégia Corte maior do Brasil — justificou a aplicação de norma inconstitucional ao asseverar que "A grande dificuldade está aí: censura é proibida constitucionalmente, eticamente, moralmente, e eu diria até espiritualmente. Mas também não se pode permitir que estejamos numa ágora em que haja 213 milhões de pequenos tiranos soberanos. ...”. 

Por via de consequência, personagens ainda menores do Poder Judiciário, como a juíza Elizabeth, se valem dessa declaração distópica para, invocando uma espécie de jurisprudência, adotar procedimentos distópicos, como foi o caso da concessão de perdão judicial para Monique, a mãe que colaborou com o infanticídio.


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A saga do bravo general Villas Bôas

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Em 2016, na condição de comandante do Exército, o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas contraiu Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença neurológica degenerativa que destrói os neurônios motores, causa fraqueza, atrofia e rigidez muscular, perda de movimentos e dificuldade progressiva para engolir (disfagia), falar (disartria) e respirar.

O general Villas Bôas chegou à atualidade com movimento apenas das pálpebras, porém não perdeu a capacidade cerebral e a faculdade de pensar. Com apoios tecnológicos, de assistente e, especialmente, de pessoas da família, ele escreveu seu segundo livro, denominado “Coração da Selva”.

Nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, compareci à Biblioteca do Senado, para o lançamento de seu livro, que se constitui em uma apologia da Amazônia, onde ele servira em três ocasiões distintas de sua extraordinária carreira militar. Estimo que mais de 200 pessoas estavam presentes no evento. Afora uma expressiva quantidade de militares da reserva, compareceram políticos, intelectuais e pessoal da mídia — dentre eles o general Ferrarezi, o senador Espiridião Amin, o cientista político Paulo Kramer e o jornalista Alexandre Garcia. 

A senhora Aparecida, esposa do general Villas Bôas, fez um eloquente e emocionado discurso, foi aplaudidíssima e depois passou a redigir dedicatória nos livros adquiridos na entrada da Biblioteca, pelos presentes que se dispuseram a entrar em longa fila.

Depois de cumprimentar o bravo autor do livro e, também, sua esposa, interagi com amigos presentes no evento. Nesses instantes, antigas lembranças vieram à mente; e eu destacaria a recordação do excelente filme “O Escafandro e a Borboleta”, que conta passagens da vida do jornalista francês Jean-Dominique Bauby, ex-editor-chefe da revista de moda Elle. Ao ultrapassar 40 anos, Bauby foi acometido de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que o deixou em coma. Ao sair dessa condição, constatou-se que estava sofrendo de uma doença neurológica rara, chamada “síndrome do encarceramento” (“locked-in syndrome”), que deixava seu corpo paralisado e só conseguia mover a sobrancelha do olho esquerdo. Uma talentosa profissional do setor de saúde criou uma linguagem para os movimentos de piscar do olho e teve êxito em ensinar a inédita forma de comunicação para ele. Dessa maneira, Bauby concebeu o livro que deu origem ao filme, ora mencionado. Em 2008, essa obra foi indicada para prêmios do Oscar e Globo de Ouro, americanos; do Festival de Cannes, francês; e do Bafta, britânico. Venceu os prêmios de Melhor Direção do Globo de Ouro e do Festival de Cannes; e o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado do Bafta. 

Por óbvio, a saga do general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas é monumental e exemplar; e, à semelhança de Jean-Dominique Bauby, merece uma obra cinematográfica que o eternize e, sobretudo, que se preste à assimilação, pelas novas gerações, da epopeia de um bravo, épico e destemido cidadão, o qual, mesmo na mais dilacerante condição humana, não renunciou a pensar e agir com fé, perseverança e otimismo, e, como propusera o filósofo Leibniz, não deixou de buscar “entre os diversos mundos imagináveis, a conciliação entre o máximo de bem e o mínimo de mal, o que o transforma no melhor dos mundos possível.”


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General Villas Bôas – Lançamento do livro "Coração da Selva"
Biblioteca do Senado – Brasília – 09/06/2026

General Villas Bôas e Ribeiro Souto – Lançamento do livro "Coração da Selva"
Biblioteca do Senado – Brasília – 09/06/2026

General Villas Bôas – Ribeiro Souto e Tárcio (integrantes da Turma Marechal
Mascarenhas de Moraes – 1972 – AMAN)
Lançamento do livro "Coração da Selva"
Biblioteca do Senado – Brasília – 09/06/2026
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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Futebol campeão do mundo - 3

"O lavrador perspicaz conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

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VER TAMBÉM

Futebol campeão do mundo - 1

Futebol campeão do mundo - 2

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Brasil vence o Egito


No último jogo preparatório para a Copa do Mundo de 2026, no Canadá, México e Estados Unidos, a seleção brasileira venceu a seleção egípcia por 2 a 1, com excelentes atuações de Bruno Magalhães e Endrick, que marcaram os dois gols.


Na atualidade, as seleções de futebol da França e da Espanha são as melhores do mundo. Em um segundo nível, encontram-se as equipes da Inglaterra, de Portugal e da Argentina. No terceiro nível, aparecem as seleções da Alemanha, do Brasil e da Holanda. Por essas razões, é provável que a campeã do mundo em 2026, seja a seleção da França ou da Espanha.

Contudo, o imponderável poderá determinar que a seleção brasileira conquiste essa láurea, uma vez que o Brasil tem Raphinha, Vinicius Jr. e Endrick, os melhores do mundo em suas respectivas faixas de idade, tem o zagueiro Marquinhos, campeão da Champions League e tem a liderança do inquestionável Carleto Ancelotti, único técnico campeão nacional nas ligas italiana, espanhola, inglesa, francesa e alemã

Ademais, não por acaso, a seleção canarinha é pentacampeã do mundo...


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