Em face do acolhimento de denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro virou réu por suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
É verdade que o médico Dr. Geraldo Alckmin, agora Vice-Presidente, afirmara: “Depois de ter quebrado o Brasil, Lula disse que quer voltar ao Poder. Ou seja, meus amigos, ele quer voltar à cena do crime.”?
É verdade que o médico Dr. Antonio Palocci, ex-ministro petista, dissera: “Ele recebeu 300 milhões da Odebrecht numa conta corrente em disponibilidade ...”?
Outras indagações hesitam em se calar!
Na democracia, existe condenação quando o caboclo não recebeu um centavo em sua conta?
Existe condenação quando o crime não foi cometido e, por via de consequência, não existe a cena do crime?
Magistrados podem diligenciar em detrimento dos estatutos legais e dos valores fundamentais?
Vivemos num País sério?
Em face de meu comentário, dois leitores do Estadão se contrapuseram de forma inadequada, sendo que um deles chegou à fronteira da ofensa. Então, trepliquei de forma cuidadosa e contundente.
Se o cabra fosse dado à leitura, com Sun Tzu, aprenderia a arte de lutar e, com sabedoria, vencer.
Com Platão e Aristóteles, assimilaria os fundamentos da política, da moral e da ética.
Com Tomás de Aquino, adquiriria a visão sobre a interação entre ciência e religião.
Com Hobbes, visualizaria a vocação pelo autoritarismo, com ênfase para os doentios nacional-socialismo e socialismo real.
Com Locke, vislumbraria as virtudes do liberalismo e seus alicerces, isto é, a liberdade e a propriedade privada.
Com Adam Smith, iluminar-se-ia com as luzes da economia moderna, sob o manto do liberalismo econômico e da inovação tecnológica.
Com Leibnitz, conscientizar-se-ia de que a vontade do homem é livre e autônoma, não violando as leis naturais, seguindo, portanto, um determinismo universal.
Com Marx, conheceria as incoerências do socialismo, metaforizadas pelos dramas de sua evolução familiar.
E com Heidegger, contrariando-o (pois aderiu ao nazismo para depois se tornar reitor de universidade alemã), vislumbraria a ideia de que ninguém deve aderir ao autoritarismo para chegar a seus fins.
E talvez pensasse antes de agredir, diante da verdade.
Sem ofensa, sem agressão e sem "ciência", mas com a certeza de que o homem passou por 4 estágios:
– a 100.000 anos, a revolução da fala (que, a rigor, começou um milhão de anos, antes);
– a 3.500 anos, a revolução da escrita;
– a 600 anos a revolução da imprensa; e
– a 40 anos, a revolução da telemática.
Ademais, está vindo a revolução da Inteligência Artificial.
Como dizia em sala de aula um velho e sábio mestre: "se treinar um símio ele faz melhor!".
O cabra acaba descobrindo que a maior arma é a verdade — ela incomoda, machuca, oprime e causa muita dor!