quarta-feira, 9 de setembro de 2026

STF, bagunça ou loucura?

 

Ontem, 8 de setembro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma decisão monocrática afastando o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, de sua função.

Hoje, 9 de setembro, o ministro Flávio Dino, do STF, revogou o afastamento do diretor-geral da PF, reintegrando-o ao cargo. 


O que os socialistas reais (comunistas para os que gostam) são capazes de fazer, tanto os sábios quanto os indigentes duvidam. Basta ver o que ocorreu na China, na União Soviética, no Camboja, em Cuba e na Coreia do Norte. 

Eles continuam tentando! É preciso não desistir da peleja para impedi-los. É preciso perseverar. Um mundo melhor, mais justo e solidário é possível! 

Que venha outubro! A liberdade, a verdade e a ética prevalecerão!


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Nota. 

Ao final da tarde de hoje, 9 de setembro, o ministro André Faquin, presidente do STF adotou a decisão de retirar do ministro Alexandre de Moraes a relatoria do Inquérito das Fake News; bem como a revogação do afastamento do diretor-geral da PF, que foi adotada ontem pelo ministro André Mendonça e a revogação desse afastamento, que foi adotada hoje pelo ministro Flávio Dino. Ao mesmo tempo, o ministro Faquin agendou para o dia 15 de setembro a sessão plenária do STF para tratar de alguns desses assuntos.

Fica bem caracterizado o editorial do Estadão, de hoje, com o título “O Supremo virou uma bagunça.” Dúvida há: virou bagunça ou loucura plena?


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Suprema bagunça

 

Ao comentar o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal (PF), delegado Andrei Rodrigues, o editorial do Estadão formulou um título que foge ao procedimento do melhor jornal brasileiro, isto é, “O Supremo está uma bagunça”. É estarrecedor.

A trágica conjuntura política e judicial é a oportunidade para desafios grandiosos e, cumpre pois manifestar otimismo e esperança em relação ao futuro das próximas gerações.


A cada surpresa institucional constata-se que há compatibilidade e coerência entre as instituições e a parcela de cidadãos que apoia e elege entes capazes de desencadear o Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, Correião, INSSião, Marcolão, Mulinhão, STFão e outras distopias.

É possível reagir a esse estado de coisas? A esperança, o otimismo e a fé devem prevalecer. Outubro está chegando. Os cidadãos defensores da liberdade, verdade e ética não podem desistir. As próximas gerações merecem um país decente, justo, solidário e compatível com a grandeza de suas enormes riquezas.


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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Resultados do PISA 2025


A OECD (Organization for Economic Cooperation and Development) divulgou os resultados da avaliação dos estudantes de 91 países e economias, o chamado PISA (Programme for International Student Assesment), referente a 2025, cujos testes abrangem 4 campos do conhecimento: leitura, matemática, ciências e resolução de problema por meio de ferramentas computacionais.

De acordo com essa avaliação, houve “um recuo global de desempenho expõe a perda de concentração e atenção dos jovens — além da diminuição do hábito da leitura — em um mundo cada vez mais transformado pelo excesso de telas e pela inteligência artificial.”

No que se refere ao Brasil, os estudantes continuam se colocando entre os estudantes dos 20% de países com piores resultados. Contudo, apresenta dados que “em uma análise de 20 anos, o balanço é de que o Brasil incluiu mais crianças na escola, avançou nos resultados e reduziu a distância para as nações ricas, que sofrem com uma inédita crise de aprendizagem.


A seguir, as dramáticas constatações, citando apenas os países latino-americanos! 

Em Leitura, o Brasil é o 52º. colocado, atrás de Chile, Uruguai e Costa Rica.

Em Ciências, o Brasil é o 67º., atrás de Uruguai, Chile, Costa Rica, Colômbia e México.

Em Problemas Computacionais, o Brasil é o 69º., atrás de Chile, Uruguai, México, Costa Rica, Peru, Colômbia e Equador.

Em Matemática, o Brasil é o 71º. (lamentavelmente, a pior colocação das 4 áreas avaliadas), atrás do Uruguai, Chile, México, Costa Rica, Peru e Colômbia.

Uma curiosidade curiosa: nas quatro áreas avaliadas estamos à frente da Argentina. Não é apenas Pelé, o melhor de todos os tempos; e os cinco campeonatos mundiais de seleção. É estranho!

Olhando os 91 países e economias com estudantes avaliados, estamos aproximadamente entre os 25% piores.

Quer dizer, fica bem explicado porque os brasileiros elegem líderes responsáveis pelo Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, INSSião, Correião, Marcolão, Mulinhão e, agora, STFão. É o trágico impacto de educação indigente, potencializado por 100 milhões de cidadãos sem esgoto sanitário e o terrível choque na saúde; a elevada criminalidade em geral e no trânsito; a corrupção desenfreada; e a impunidade resultante da hedionda situação da aplicação da justiça. E que dúvida não reste: cidadãos, jornalistas, comunidade acadêmica e intelectualidade em geral são responsáveis por essa distopia.

A constatação, a indignação, ..., mas e a solução?

As seguintes proposições podem contribuir inequivocamente para melhorar a educação no Brasil:

1) avaliar e identificar as ações dos diretores e professores das escolas com melhor desempenho, até porque, mesmo no setor público, há escolas com desempenho satisfatório; 

2) propiciar curso de treinamento — a ser repetido, com viés atualizado e aperfeiçoado, com frequência semestral — para todos os diretores e professores das demais escolas, com base nas ações identificadas nas melhores escolas; 

3) estabelecer metas de desempenho e resultados para todas as escolas; 

4) adotar medidas de estímulo para os diretores e professores das escolas que atingirem as metas estabelecidas (inclusive estímulo de ordem financeira); 

5) substituir os diretores e professores das escolas classificadas entre as 10% de piores desempenho e resultados; 

6) condicionar a concessão de recursos financeiros do governo federal para os governos estaduais ao cumprimento das metas de desempenho e resultados das respectivas escolas — idêntico procedimento para concessão de recursos para os municípios; e

7) instituir medidas punitivas — aí incluída a perda de cargo, no caso de repetição de mau desempenho — para os governadores, prefeitos e respectivos secretários de educação que não adotarem as medidas estabelecidas e não atingirem as metas preconizadas.

Em síntese, avaliação e premiação continuadas e permanentes, e punição, com a mobilização subjetiva, psicológica e até mesmo espiritual, se possível — enfatizo: avaliação, premiação e punição continuadas e permanentes!

Ademais, as discussões sobre os problemas de educação no Brasil devem ocorrer habitualmente nos cabeleireiros, nas mesas de bar, nas igrejas, na mídia, nos debates políticos (em especial, nas campanhas eleitorais), ..., isto é, sempre e em todos os lugares. 

Sim, até mesmo porque a educação deve ser a primeira prioridade na gestão pública nos níveis federal, estadual e municipal e, sobretudo, na visão de todos os cidadãos que aspiram por um País melhor e com igualdade de oportunidade para todos. 

Que haja incentivo e estímulo para discussões e debates, amplos e irrestritos.


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PISA

Programme for International Student Assessment (PISA)

  • What it is: An international study run by the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD).
  • Who it tests: 15-year-old students from over 100 countries and economies.
  • What it measures: How well students apply their knowledge in reading, mathematics, and science to real-world problems, rather than just memorizing facts.
  • Why it matters:

 Governments use the results to compare their educational systems globally and improve school policies


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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Condenação da barbárie

"O lavrador diligente conhece o caminho do arado."
Homenagem a Oscar Barbosa Souto
Antigo lavrador, garimpeiro, comerciante, tabelião e juiz de paz.
In Memoriam.

Uma médica foi brutalmente assassinada no Paraná, com pelo menos dez golpes de arma branca, deixando uma criança de dois anos de idade. Claro, trata-se de um evento trágico que deve ser condenado por todos os cidadãos e deve ter contundente ação dos organismos policiais e judiciais.

No caso da divulgação pela mídia, chamou a atenção o fato de alguns leitores terem atribuído conotação política as motivações e atribuírem a causa ao fato do autor do crime pertencer ao lado político a que ele se opõe. Houve debates, nos quais alguns apoiavam o autor do comentário desprezível e outros o condenavam.


O pior de tudo é que esses manifestantes distópicos gostam, defendem, votam e elegem gente de estatura intelectual e neuronal similar. 

Aí fica bem explicado por que um país riquíssimo tem 100 milhões sem esgoto sanitário, com as consequências indigentes para a saúde; a educação segundo resultados do PISA está entre as piores; os dados da criminalidade são muito elevados; e segundo o órgão mundial de avaliação judiciária, temos resultados trágicos na aplicação da justiça. 

Vamos lá: gostam e defendem o Mensalão, Petrolão, CelsoDanielzão, Toninhão, INSSião, Correião, Marcolão, Mulinhão e, agora, o STFão, bem como os respectivos responsáveis. Além disso, identificam-se (na maior cara de pau, sem qualquer vergonha), agridem e ofendem quem deles discorda.

Que, especialmente, os jovens pensem, adotem decisões razoáveis e se posicionem de forma incondicional para prioridade da educação, saúde, segurança e infraestrutura (nessa ordem); e com muita ênfase, em defesa da mulher e do combate inclemente contra o feminicídio.


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Retratação falsa de Janones

Dentro da perspectiva de praticar inverdade com fins políticos, o deputado federal esquerdista André Janones (do partido Rede, de MG), divulgou um vídeo com uma retratação em relação a ofensas que ele teria cometido contra o deputado federal Nikolas Ferreira (do PL, também de MG). 

Poucas horas depois, o próprio Janones postou informação, esclarecendo que se tratava de uma retratação falsa. Ele não afirmou, mas infere-se que ao falsear a retratação, ele tinha o objetivo de chamar a atenção para supostas irregularidades que o deputado Nikolas teria praticado.


Os socialistas reais assassinaram quase 100 milhões de pessoas na Rússia, China, Camboja, Coreia do Norte e Cuba. E continuam assassinando. Contudo, o pior assassinato da atualidade é o da verdade. Nisso, eles continuam mestres. E tem gente que gosta, defende, apoia e elege. Ora, trata-se de moléstia incurável, perigosa e contagiosa.

Bom, hoje, 7 de setembro, o povo vai às ruas; em outubro, essa maioria que defende a liberdade, verdade e ética, vai às urnas para — contrapondo-se à doença — votar por um país melhor, decente, justo e solidário. 

Que venham as eleições presidenciais. Que venham a lucidez, a coragem e a honra. As próximas gerações agradecem.


Um leitor resolveu brincar com o tema e postou a seguinte indagação em relação aos assassinatos dos socialistas no mundo: “não foram 100 bilhões?” Embora não devesse, repliquei com seriedade!


Foram quase 100 milhões, sendo 67 milhões na China (30 milhões de fome), 25 milhões na União Soviética, 3 milhões no Camboja, mais de um milhão na Coreia do Norte e quase 100 mil em Cuba (esses números podem estar incorretos, mas são uma boa aproximação). 

É compreensível que tenha gente com dificuldade de somar. 

A luta por um mundo melhor é responsabilidade de todos, mesmo daqueles que se opõem à liberdade e à verdade, fazem piada com coisa séria e, dessa forma, aproximam-se da condição cerebral dos animais irracionais. Claro, a causa é doença perigosa, incurável e contagiosa; bem como a consequente limitação da faculdade de pensar!


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Crise no STF, AGU e banco Master - 7

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VER TAMBÉM

Crise no STF, AGU e banco Master – 1

Crise no STF, AGU e banco Master – 2

Crise no STF, AGU e banco Master – 3

Crise no STF, AGU e banco Master - 4

Crise no STF, AGU e banco Master - 5

Crise no STF, AGU e banco Master - 6

[Clique sobre um título]

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Inconstitucionalidade de inquérito e solução mediante eleições

O articulista Alexandre Garcia publicou no jornal Gazeta do Povo o artigo “Moraes vendeu a alma e a família”, no qual afirma que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, “foi cúmplice da manutenção do Inquérito do Fim do Mundo”, institucionalizado há sete anos pelo ministro Dias Toffoli (a rigor, trata-se do Inquérito 4.781 – Inquérito das Fake News, aberto em 14 de março de 2019). 

Ademais, entre outras aleivosias de integrantes do STF, assevera que “A Constituição Federal, nos artigos 127 e 129, estabelece que a iniciativa de qualquer inquérito é do Ministério Público, e não do Supremo. [...] Então, foi algo totalmente inconstitucional [referindo-se ao Inquérito das Fake News].”

E ainda, formula sua peroração com maestria, atribuindo às eleições para o Senado e para a presidência da República “a melhor maneira de sair dessa crise. Porque existem outras maneiras, mas que vão cobrar um pedágio muito pesado para a nação brasileira [...] E temos oportunidade também de tirar um presidente que estimula roubo de celular para tomar cervejinha, que diz que a mãe o ensinou a mentir e que estava totalmente envolvido na Operação Lava Jato, cujos processos foram cancelados pelo Supremo.”

Uma aula corajosa do Sr. Alexandre Garcia. Contudo, temo que, sem reforma política e reforma judiciária, não há solução.

Tudo bem, a eleição de outubro é um bom começo, mas, somente com as reformas, é possível impedir que proliferem os hediondos Alcolumbre e Moraes e respectivos lamaçais. 

Davi e Alexandre são personagens históricos exemplares. No Brasil, temos alguns — como no Senado e no STF — que deveriam ser expurgados da vida pública e submetidos apenas às próprias famílias (detentoras de 129 milhões do contrato da esposa de Moraes com o Vorcaro; e 400 milhões de indicado de Alcolumbre na gestão da Amapá Previdência, respectivamente).


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domingo, 6 de setembro de 2026

Crise no STF, AGU e banco Master - 6

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VER TAMBÉM

Crise no STF, AGU e banco Master – 1

Crise no STF, AGU e banco Master – 2

Crise no STF, AGU e banco Master – 3

Crise no STF, AGU e banco Master - 4

Crise no STF, AGU e banco Master - 5

Crise no STF, AGU e banco Master - 7

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O problema e a solução

É impressionante e avassaladora a reação da mídia contra os desmandos em prática no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse sentido, houve editoriais dos jornais Estadão, Folha de São Paulo e Gazeta do Povo. Hoje, o Estadão publicou um editorial com o título “O Brasil precisa de um novo STF” e acrescentou a seguinte chamada para a contundente proposição: “O Supremo, tal como é hoje, precisa acabar. A crise expôs uma arquitetura disfuncional, que concentrou poder demais em 11 ministros e tornou insuficiente a simples troca de peças”.

Posicionei-me como já o fizera em outra circunstância, no início desta semana. Entendo que há uma questão de fundo, envolvendo a maioria dos atuais ministros da Suprema Corte brasileira e somente a transformação dessa instituição fundamental para a democracia poderá inserir o País e seu arcabouço jurídico na normalidade esperada pela sociedade.

Na véspera da celebração da independência do Brasil, é preciso enfatizar o problema e a solução; e consolidar a maturidade do País que os brasileiros merecem! Repetindo...

O ministro André Mendonça, do STF, determinou a quebra do sigilo por causa das pressões que ele estava sofrendo, pelo envolvimento de altas autoridades, como o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, com o banqueiro Daniel Vorcaro, patrocinador do maior escândalo de corrupção da história do Brasil. 

Nesse contexto, o envolvimento do STF, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal tornou o problema a maior crise do Poder Judiciário da história do Brasil. 

É razoável caracterizar o ambiente subjacente que possibilitou a participação de altas autoridades em lamaçal republicano insuperável e que ameaça as instituições e a própria evolução do País.


[1] O problema! É imperioso caracterizar as causas e respectivos responsáveis!

As Supremas Cortes dos Estados Unidos e do Reino Unido, e os Tribunais Constitucionais da França e da Alemanha não possuem magistrado que, anteriormente, tenha passado pelas seguintes situações: 

– reprovação em concurso para juiz; 

– prestação de serviços advocatícios para organização criminosa;

– prestação de serviços advocatícios para condenado por assassinatos em país democrático; 

– permissão para a esposa trabalhar em escritório que lida com causa que pode ser submetida a julgamento na respectiva Suprema Corte; 

– atividades empresariais incompatíveis com o cargo; 

– difamação de instituições e de altas autoridades do País no exterior; 

– tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo; 

– militância em campanha política de partido responsável por corrupção; 

– descumprimento e conspurcação da Carta Magna com decisões espúrias e inconstitucionais; 

– investidura, como advogado, na egrégia Corte, por amigo que, anteriormente, recebeu seus serviços advocatícios; e militância em partido socialista (comunista, nazista, fascista ou similar).

Ademais, há provas robustas de que magistrados com essa origem só existem em países onde prevalecem: 

– a corrupção; 

– os desmandos político-administrativos; 

– os descasos com as áreas de saúde, educação e segurança; 

– o desrespeito ao Estado Democrático de Direito; 

– a conspurcação da Carta Magna; e 

– o apoio a integrantes da criminalidade, sobretudo aos associados ao tráfico de droga.

Se os recalcitrantes que amam esse estado de coisas ambientado em tragédia lessem Sócrates, Aristóteles e São Tomás de Aquino, poderiam rever suas atitudes alicerçadas na irracionalidade. Contudo se lessem Jung e Freud, haveria uma possibilidade de encontrarem o diagnóstico de suas morbidades. Claro, não lerão nenhum deles; e continuarão emaranhados na inépcia, indigência e doença incurável.

Enfim, nos países democráticos desenvolvidos, a maioria dos cidadãos, os jornalistas, os integrantes da comunidade acadêmica e demais intelectuais não permitem que as respectivas Cortes sejam integradas por pessoal adepto da distopia.


[2] A solução! É preciso uma transformação na estrutura institucional do Poder Judiciário! Então, as seguintes mudanças são imprescindíveis:

– extinção do Supremo Tribunal Federal (STF);

– criação de um Tribunal Constitucional;

– transferência das atribuições não estritamente constitucionais do atual STF para o Superior Tribunal de Justiça (STJ);

– redução do mandato de membros do Tribunal Constitucional e do novo STJ para 8 anos, não renováveis;

– exigência de obrigatoriedade para que magistrados de todos os tribunais sejam nomeados somente se ingressaram na magistratura, em promotoria ou em procuradoria por concurso público;

– exigência para os indicados para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ, tenham sido, durante pelo menos 4 anos, magistrados, promotores ou procuradores.

– a indicação de ministros para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ deve ser feita para o Senado Federal por integrantes das respectivas Cortes, sem a intervenção do presidente da República; e

– extinção do foro privilegiado para senadores da República, de tal sorte que o julgamento deles se inicie na primeira instância do Poder Judiciário.

Destarte, eventos distópicos como Mensalão, Petrolão, Danielzão, Toninhão, Lavajatão, INSSião, Correião, Masterzão, Marcolão, Mulinhão e, agora, STFão não ficarão na impunidade trágica.

Enfim, que em outubro, na eleição presidencial, a maioria dos brasileiros que amam a liberdade, a verdade e a ética votem para extirpar do Brasil os responsáveis por esse estado de coisas que indigna e envergonha; e, assim, decidam pela construção de um País melhor para as próximas gerações.


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