sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Crise no STF, AGU e banco Master - 4

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Crise no STF, AGU e banco Master – 1

Crise no STF, AGU e banco Master – 2

Crise no STF, AGU e banco Master – 3

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No âmbito do inquérito conduzido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relativo ao escândalo de corrupção do banco Master, do Sr. André Volcaro — no qual apareceram acusações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o advogado-geral da União Paulo Gonet e diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues — o ministro Moraes resolveu reagir, atacando o ministro Mendonça e pleiteando investigação, no âmbito do Inquérito 4871 (Inquérito das Fake News ou Inquérito do Fim do Mundo), sobre supostas irregularidades que seu colega teria cometido na condução do inquérito sobre o affair Master-Volcaro.

O presidente do STF, ministro André Fachin, impediu que houvesse êxito no pleito do ministro Moraes e determinou que a AGU, a PF e os dois ministros envolvidos se posicionassem.


Que saudade de antigos ministros do STF como Ruy Barbosa, Afrânio Costa, Célio Borja, Moreira Alves, Ayres Brito, Paulo Brossard e outros. Quanta falta estão fazendo!

Será que teremos algo similar ao julgamento de 4 magistrados em Nuremberg? No Irã, o autoritarismo impediu julgamento similar e dois ministros foram sacrificados pela oposição. Alemães (ou os aliados?) e iranianos fizeram opção, segundo a vocação prevalente.

Com a desmoralização dos atuais integrantes da mais alta instância judicial brasileira — admitida por eles próprios, ao instituírem os processos das Fake News —, é provável que nada ocorra. 

Resta a "última razão da democracia" ("ultima ratio regum"?): o povo nas ruas. Há condições para mobilização espontânea? Há lideranças capazes de estimular a mobilização? 

A solução estaria nas eleições presidenciais de outubro próximo? O que transmitir para os jovens que demandam perspectivas em relação ao futuro?


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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Crise no STF, AGU e banco Master - 3

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Crise no STF, AGU e banco Master – 2

Crise no STF, AGU e banco Master - 4

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Personagens envolvidos no escândalo Master-Vorcaro

Vejamos os nomes dos políticos e magistrados envolvidos na Operação Compliance Zero, o trágico escândalo Master-Vorcaro! 

Segundo o artigo Moraes, Gonet, Faria… veja a lista (atualizada) de quem se envolveu com Vorcaro”, de Omar Godoy, publicado no jornal Gazeta do Povo, em 02/09/2026, os seguintes personagens estão citados nas conversas em telefone celular do banqueiro Daniel Vorcaro:


  • AC Neto (candidato a governador da Bahia), Alexandre de Moraes (ministro do STF), André Mendonça (ministro do STF), Andrei Rodrigues (diretor-geral da Polícia Federal), Antonio Rueda (presidente do partido União Brasil);
  • Ciro Nogueira (senador e presidente do partido Progressistas), Cláudio Castro (ex-governador do Rio de Janeiro);
  • Davi Alcolumbre (senador e presidente do Senado Federal), Dias Toffoli (ministro do STF);
  • Fábio Faria (ex-deputado federal e ex-ministro das Comunicações), Fábio Wajngarten (ex-secretário de Comunicação Social da presidência da República), Flávia Péres (ex-deputada federal e ex-ministra da Secretaria de Governo da presidência da República), Flávio Bolsonaro (senador e candidato à presidência da República);
  • Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda), Gilmar Mendes (ministro do STF);
  • Henrique Meireles (ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda), Hugo Mota (deputado federal e presidente da Câmara);
  • Ibaneis Rocha (ex-governador do Distrito Federal);
  • Jaques Wagner (Senador e líder do governo federal no Senado), Jerônimo Rodrigues (governador da Bahia), João Doria (ex-governador de São Paulo);
  • Kássio Nunes Marques (ministro do STF);
  • Luís Lula da Silva (presidente da República), Luiz Estevão (ex-senador do Distrito Federal);
  • Mário Frias (deputado federal e ex-secretário de Cultura da presidência da República), Michel Temer (ex-presidente da República);
  • Nikolas Ferreira (deputado federal); e
  • Ricardo Lewandovski (ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça), Ronaldo Bento (ex-ministro da Cidadania), Ronaldo Caiado (ex-senador e candidato à presidência da República), Romeu Zema (ex-governador de Minas Gerais e candidato à presidência da Repúbllica), Rui Costa (ex-ministro da Casa Civil da presidência da República e ex-governador da Bahia).

Surpresa, indignação, constrangimento e vergonha são sentimentos resultantes do fato de que os seguintes atores da elevada gestão pública estão entre os citados: o presidente da República, o presidente do Senado Federal, o presidente da Câmara dos Deputados, cinco ministros do STF, um governador de estado, quatro senadores, três deputados federais, quatro candidatos a presidência da República, ex-ministros do STF, ex-ministros do governo federal e ex-governadores.


Convenhamos, esse caboclo, o Daniel Vorcaro, é um gênio canalha ou os políticos e magistrados brasileiros são muito limitados e mergulhados na canalhice.

A rigor, pode não haver alternativa. Tudo indica que as duas proposições são verdadeiras. Eis a razão por que um país riquíssimo está mergulhado no inominável estado de coisas com a seguinte caracterização:

– a existência de 100 milhões de pessoas sem esgoto sanitário — com as inevitáveis consequências para a saúde; 

– a educação está entre as piores de 80 países sujeitos à avaliação do PISA; 

– a criminalidade está na dianteira dentre a maioria dos países do mundo; 

– a justiça se coloca entre as mais indigentes do planeta, conforme indicação do organismo mundial que trata de assuntos correlatos; e

– a maioria elege gente responsável pelos maiores escândalos de corrupção da humanidade. 

É terrível, mas é verdade!


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Crise no STF, AGU e banco Master - 2

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Crise no STF, AGU e banco Master – 1

Crise no STF, AGU e banco Master – 3

Crise no STF, AGU e banco Master - 4

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Nesta semana, foi divulgado pelo jornal Estadão os dados da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que até agora, estavam sob sigilo. 

O ministro André Mendonça, do STF, determinou a quebra do sigilo por causa das pressões que ele estava sofrendo, pelo envolvimento de altas autoridades, como o ministro Alexandre de Moraes, do STF e procurador-geral da República, Paulo Gonet, com o banqueiro Daniel Vorcaro, patrocinador do maior escândalo de corrupção da história do Brasil. 

Nesse contexto, o envolvimento do STF e da Procuradoria-Geral da República tornou o problema a maior crise do Poder Judiciário da história do Brasil. 

É razoável caracterizar o ambiente subjacente que possibilitou a participação de altas autoridades em lamaçal republicano insuperável e que ameaça as instituições e a própria evolução do País.


O problema! É imperioso caracterizar as causas e respectivos responsáveis!

As Supremas Cortes dos Estados Unidos e do Reino Unido, e os Tribunais Constitucionais da França e da Alemanha não possuem magistrado que, anteriormente, tenha passado pelas seguintes situações: 

– reprovação em concurso para juiz; 

– prestação de serviços advocatícios para organização criminosa;

– prestação de serviços advocatícios para condenado por assassinatos em país democrático; 

– permissão para a esposa trabalhar em escritório que lida com causa que pode ser submetida a julgamento na respectiva Suprema Corte; 

– atividades empresariais incompatíveis com o cargo; 

– difamação de instituições e de altas autoridades do País no exterior; 

– tratamento de questões judiciais fora dos autos do processo; 

– militância em campanha política de partido responsável por corrupção; 

– descumprimento e conspurcação da Carta Magna com decisões espúrias e inconstitucionais; 

– investidura, como advogado, na egrégia Corte, por amigo que, anteriormente, recebeu seus serviços advocatícios; e militância em partido socialista (comunista, nazista, fascista ou similar).

Ademais, há provas robustas de que magistrados com essa origem só existem em países onde prevalecem: 

– a corrupção; 

– os desmandos político-administrativos; 

– os descasos com as áreas de saúde, educação e segurança; 

– o desrespeito ao Estado Democrático de Direito; 

– a conspurcação da Carta Magna; e 

– o apoio a integrantes da criminalidade, sobretudo aos associados ao tráfico de droga.

Se os recalcitrantes que amam esse estado de coisas ambientado em tragédia lessem Sócrates, Aristóteles e São Tomás de Aquino, poderiam rever suas atitudes alicerçadas na irracionalidade. Contudo se lessem Jung e Freud, haveria uma possibilidade de encontrarem o diagnóstico de suas morbidades. Claro, não lerão nenhum deles; e continuarão emaranhados na inépcia, indigência e doença incurável.

Enfim, nos países democráticos desenvolvidos, a maioria dos cidadãos, os jornalistas, os integrantes da comunidade acadêmica e demais intelectuais não permitem que as respectivas Cortes sejam integradas por pessoal adepto da distopia.


A solução! É preciso uma transformação na estrutura institucional do Poder Judiciário! Então, as seguintes mudanças são imprescindíveis:

1) extinção do Supremo Tribunal Federal (STF);

2) criação de um Tribunal Constitucional;

3) transferência das atribuições não estritamente constitucionais do atual STF para o Superior Tribunal de Justiça (STJ);

4) redução do mandato de membros do Tribunal Constitucional e do novo STJ para 8 anos, não renováveis;

5) exigência de obrigatoriedade para que magistrados de todos os tribunais sejam nomeados somente se ingressaram na magistratura, em promotoria ou em procuradoria por concurso público;

6) exigência para os indicados para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ, tenham sido, durante pelo menos 4 anos, magistrados, promotores ou procuradores.

7) a indicação de ministros para o Tribunal Constitucional e para o novo STJ deve ser feita para o Senado Federal por integrantes das respectivas Cortes, sem a intervenção do presidente da República; e

8) extinção do foro privilegiado para senadores da República, de tal sorte que o julgamento deles se inicie na primeira instância do Poder Judiciário.

Destarte, eventos distópicos como Mensalão, Petrolão, Danielzão, Toninhão, Lavajatão, INSSião, Correião, Masterzão, Marcolão, Mulinhão e, agora, STFão não ficarão na impunidade trágica.


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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Crise no STF, AGU e banco Master - 1

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Crise no STF, AGU e banco Master – 2

Crise no STF, AGU e banco Master – 3

Crise no STF, AGU e banco Master - 4

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Hoje, os brasileiros acordaram de sobressalto! A imprensa divulgou que o ministro Alexandre de Moraes teria editado o contrato de R$ 131 milhões de sua esposa, Viviane de Moraes com o banqueiro Daniel Vorcaro. 

Se essa informação foi confirmada, o Brasil está mergulhado no maior escândalo de corrupção da história com a superação de tudo o que se descobriu nos últimos anos em que houve a preponderância do Partido dos Trabalhadores (PT) no poder e escândalos de corrupção de toda ordem.

A diferença é que, afora a dimensão da tramoia, o principal acusado é um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), algo inimaginável em qualquer país democrático e alicerçado na ética e nos demais valores que sustentam o humanismo e a decência.


A propósito de socialistas, corruptos e magistrados...

Com o sacrifício de 460 militares brasileiros da FEB, em 1944 e 1945, o Brasil contribuiu para varrer da Europa o nacional-socialismo (nazismo).

Com o sacrifício de 120 outros cidadãos brasileiros, em 1964, o Brasil impediu a instauração do socialismo real (comunismo) em nosso País.

É imperativo mencionar que os nacionais-socialistas (nazistas) assassinaram na Alemanha, fora do campo de batalha, 6 milhões de pessoas, o que equivalia na década de 1940 a aproximadamente 12% da população alemã (49 milhões de habitantes).

Similarmente, os socialistas reais (comunistas) assassinaram na Rússia, China, Camboja, Cuba e Coreia do Norte, fora da guerra, cerca de 98 milhões de pessoas, o que equivalia nas décadas de 1940 a 1960, a aproximadamente 11% do total das populações desses países (cerca de 920 milhões de habitantes) — a proporção das barbáries citadas se assemelha de forma inequívoca; e torna os malfeitores tão semelhantes quanto se queira.

Em todos os lugares onde prevaleceu, o socialismo (nacional-socialismo e socialismo real, isto é, nazismo e comunismo; e seus puxadinhos distópicos) — patrocinado por corruptos canalhas e com o beneplácito de magistrados sórdidos — implantou a ditadura do Estado, a supressão da liberdade, a conspurcação da verdade e o assassinato em massa.

Bom, tem gente que gosta, apoia, defende e elege caboclos adeptos dessa súcia! 

Dar prioridade para educação e orientar os jovens para a construção de um país melhor para as próximas gerações é preciso — é relevante e imperioso! 


Um leitor demonstrou satisfação com meu comentário. Outro achou que apresentei uma miscelânea... Repliquei...


Socialistas assassinos, corruptos canalhas e magistrados sórdidos são mais do que uma miscelânea — são um drama, uma tragédia e um desastre, e geram comoção até nos entes irracionais! De fato, rir é preferível a chorar.


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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A mídia esquerdista e os escândalos tupiniquins

Um levantamento coordenado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apontou que a maioria dos brasileiros se identifica como sendo de direita. 

Contudo, os dados do Perfil do Jornalista evidenciaram que a esquerda, a centro-esquerda e a extrema esquerda reúnem cerca de 70% dos profissionais de mídia, considerando-se pelo menos nove estados analisados pela pesquisa.

Não é absurdo nem polêmico asseverar que os jornalistas brasileiros podem estar mais próximos do nacional-socialismo e do socialismo real do que se imagina.

É compreensível que os jornalistas apoiem os líderes responsáveis pelo Mensalão, Petrolão, ..., Masterzão e seu ente gemelar, o STFão; bem como os demais escândalos tupiniquins.


Esse povo de esquerda é socialista? Nacional-socialista é socialista? Socialista real é socialista? 

Bom, a liberdade de formular resposta independe da opção e vocação pela verdade. 

O que ninguém pode ignorar é que o nacional-socialismo assassinou o equivalente a 12% da população alemã da década de 1940, isto é, 6 milhões de pessoas. 

Por seu turno, o socialismo real assassinou o equivalente a 11% das populações da Rússia, China, Camboja, Cuba e Coreia do Norte, nas décadas de 1940 a 1960, ou seja, 98 milhões de pessoas. 

Até porque onde prevaleceram, ambos instituíram a ditadura de Estado, a supressão da liberdade, a conspurcação da verdade e os assassinatos em massa. Maioria de esquerda têm queda para onde?


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