A escritora Laura Cappelle, do New York Times, publicou no Estadão o artigo “Como um livro chamado ‘Odeio homens’, uma feminista francesa toca num ponto sensível” (10 de fevereiro de 2021).
Li o artigo. Não lerei o livro. Em todo caso, há que se discutir sexismo e violência de gênero com o objetivo de se reduzir as injustiças de atitude e de procedimento, bem como as diferenças inaceitáveis entre seres humanos — enfatize-se que quaisquer duas pessoas são diferentes, sejam elas de gêneros distintos ou de mesmo gênero, porém diferenças há que são inaceitáveis porque injustas e motivadoras de traumas.
Não lerei o livro porque o título é uma premissa relevante, um ponto de partida da abordagem que deve ter sido adotada. Se o título começa com a ideia de ódio, então, incluo-me fora disso.
[Mesmo sendo redundante, persisto]. Qualquer tipo de ódio reflete doença. O grande problema é a doença contagiosa e incurável. Outro grande problema é a doença de caráter: a pessoa desprovida de talento usa o produto de sua distopia para fazer dinheiro ou sucesso ou ambos.
Em realidade deveria haver pesquisa, diagnóstico e tratamento para pessoas que se deixam contagiar pelo ódio e assim reduzir a contaminação. Apenas para os de boa fé: o objetivo fundamental do bípede pensante é a busca da paz e da harmonia. Ponto.
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[Divulgado no Estadão online de 10/Fev/2021]
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