O brigadeiro Carlos de Almeira Baptista Júnior, da Força Aérea Brasileira (FAB) — que participou do governo Bolsonaro — publicou o livro “Eu disse não”, em que trata de questões polêmicas que ocasionaram a prisão do ex-presidente.
É difícil entender as motivações que levam um oficial-general a fazer a opção por se projetar e ganhar dinheiro de forma que pode até mesmo ser considerada inaceitável, com acusações contra a mail alta autoridade a quem serviu no governo.
A incompreensão fica evidenciada porque, antes de seguir para os Estados Unidos, no final de dezembro de 2022, o presidente Bolsonaro substituiu o comandante do Exército por um oficial-general indicado pelo sucessor eleito, Luís Lula da Silva.
Convenhamos, o caboclo manda tirar fotos, guarda-as para mais tarde incluir em livro que decepciona e envergonha quem dele toma conhecimento!
Imaginar que já tivemos Santos Dumont e marechais ou brigadeiros da estirpe de Eduardo Gomes, Nero Moura, Casimiro Montenegro e outros entes que são pilares de nossa história!
Isso explica as razões pelas quais quase a metade dos eleitores votam em alguém responsável pelos maiores escândalos de corrupção da humanidade. Muito simples e bem explicado!
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