O psicólogo João Giffoni permaneceu preso durante 7 meses porque participou das manifestações de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Nesse período, ele colecionou anotações sobre o dia a dia e, especialmente, sobre o trabalho que ele fez em apoio àqueles que passaram pelas agruras da prisão completamente fora dos parâmetros judiciais previstos na legislação.
Ao ser libertado, ele lançou o livro "Cruzando a tempestade do 8 de janeiro", uma coletânea de “documentos, relatos do cárcere, cartas e reflexões sobre sofrimento e fé”.
O lançamento de seu épico livro foi noticiado no jornal Gazeta do Povo, por intermédio do artigo “Psicólogo preso no 8/1 escreve livro em embalagens de suco relatando o que viveu”, da jornalista Raquel Derevecki.
Parabéns, Raquel!
Seu artigo permite identificar a qualificação intelectual, ética e saúde dos leitores (poucos) que se opõem ao magnífico trabalho e ao esclarecedor livro do João Giffoni.
Seria interessante que o Giffoni tentasse fazer um trabalho de recuperação psicológica dos que se lhe opõem. Aí ele escreveria outro livro mostrando a impossibilidade de cura dessa turma. Trata-se de insuficiência cerebral — vide o nacional-socialismo e o socialismo real e os 12% de assassinatos da população dos países onde exerceram o poder. Então, o Giffoni concluiria que se trata de doença perigosa e incurável.
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